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Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João | Rio de Janeiro


Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João | Rio de Janeiro

Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João | Rio de JaneiroÁrea de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João | Rio de Janeiro
Superfície
150.686 ha.

Clima
Possui um clima quente e úmido com estação chuvosa no verão, em que a média do mês mais frio é superior a 18°C e cujo regime pluviométrico é assinalado pela existência de um período de chuvas no verão e estiagem ou sub-seca no inverno.

Flora
Apresenta remanescentes de Mata Atlântica.

Fauna
Destaca-se o mico-leão-dourado (Leontophitecus rosalia).

Mico-leão-douradoMico-leão-dourado

Área de Proteção Ambiental Carste Lagoa Santa | Minas Gerais

Área de Proteção Ambiental Carste Lagoa Santa | Minas Gerais

Área de Proteção Ambiental Carste Lagoa Santa | Minas GeraisGruta da Lapinha
Superfície
38.114 ha.

Bioma
Floresta Estacional e Cerrado.

Unidade de Uso Sustentável.

Esta unidade foi criada para garantir a conservação do conjunto paisagístico e da cultura regional; proteger e preservar as cavernas e demais formações cársticas, sítios arqueo-paleontológicos, a cobertura vegetal e a fauna silvestre, cuja preservação é de fundamental importância para o ecossistema da região.

Área de Proteção Ambiental Carste Lagoa Santa | Minas GeraisA APA foi criada em atendimento aos anseios de ecologistas, espeleólogos, naturalistas e parte das comunidades inseridas na região, conhecedores dos estudos feitos no passado pelo naturalista Peter W. Lund, em conservar as belezas cênicas da região.

Na região foram descobertos vestígios dos mais antigos brasileiros: "O Homem de Lagoa Santa", e também vários ossos de animais pré-históricos, juntamente com descobertas de inúmeros sítios, cavernas e pinturas rupestres.

Área de Proteção Ambiental Carste Lagoa Santa | Minas GeraisO nome "Carste" se deve ao tipo de formação rochosa encontrado na APA e "Lagoa Santa" por estar mais da metade da unidade inserida no município de mesmo nome.

Área de Proteção Ambiental Carste Lagoa Santa | Minas GeraisO acesso é feito através da rodovia MG-424, zona central do estado; ficando a uma distância de 46 Km da capital. Além das contemplações das belezas cênicas do Carste com suas colinas, sumidouros e paredões, pode-se visitar grutas onde encontram-se pinturas rupestres. A maioria das grutas são de propriedade de particulares, necessitando autorização prévia para visitação; somente a Gruta da Lapinha é aberta a visitação pública.

A região de Lagoa Santa, localizada nas adjacências da metrópole Belo Horizonte, centro-sul do estado de Minas Gerais, é um importante exemplar brasileiro de ambiente cárstico desenvolvido em rochas carbonáticas.

Em termos de suas características físicas, apresenta uma geomorfologia cárstica típica e diversificada, com algumas feições especialmente marcantes: i) grande quantidade de dolinas em variedade de tamanhos, formas e padrões genéticos, muitas vezes limitadas por paredões calcários lineares; ii) grandes maciços rochosos aflorantes ou parcialmente encobertos; iii) muitos lagos com diferentes comportamentos hídricos, associados às dolinas ou em amplas planícies rebaixadas, e iv) uma complexa trama de condutos subterrâneos, comumente conectados com o relevo superficial e, assim, acessíveis ao homem. Todo esse conjunto de grandes feições dissolutivas expostas, agregado às pequenas formas que esculpem os afloramentos rochosos (lapiás) e à vegetação que lhe é peculiar, marca uma paisagem que tem um mérito cênico e, portanto, turístico.

O carste de Lagoa Santa é uma região a cerca de 30 km ao norte de Belo Horizonte identificada pela ocorrência de um denso conjunto de feições geomorfológicas tipicamente dissolutivas e por uma hidrografia que pode ser caracterizada como mista de componentes fluviais (subaéreos) e cársticos (subterrâneos). Grande parte da área cárstica situa-se no interflúvio do rio das Velhas (a leste) e ribeirão da Mata (a oeste-sudoeste), estando limitada ao sul-sudoeste pela ocorrência das rochas granito-gnáissicas do embasamento cristalino. Ao norte o limite não está bem estabelecido, mas o perímetro cárstico pode ser referenciado por aquele que define os limites da APA (Figura 1), extrapolando-os um pouco rumo ao norte, perfazendo mais de 360 km Estão envolvidos os municípios de Vespasiano, Pedro Leopoldo, Confins, Lagoa Santa, Matozinhos, Funilândia e Prudente de Morais.

Hidrografia e relevo
As principais sub-bacias hidrográficas são definidas pelos córregos Samambaia, Palmeiras- Mocambo, Jaguara e riacho do Gordura, para onde são drenadas as águas pluviais em grande parte capturadas pelos inúmeros dolinamentos ao longo da área. Os limites dessas bacias ainda não estão perfeitamente reconhecidos, porque muitas rotas de fluxo subterrâneo ainda são desconhecidas. Todas elas têm descarga final ou no rio das Velhas a nordeste, ou no ribeirão da Mata a sudoeste, níveis de base regionais.

Clima e vegetação
A umidade relativa varia de 60% a 77% nos meses mais secos e úmidos, respectivamente, chegando a 96% nos meses mais úmidos. A pluviometria média está em torno de 1380mm. O período seco estende-se por cinco meses, de maio a setembro, com menos de 7% das chuvas anuais, caracterizando um regime pluviométrico tipicamente tropical, havendo uma grande concentração de chuvas no verão e seca no inverno (Patrus, 1996).

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Área de Relevante Interesse Ecológico Floresta da Cicuta | Rio de Janeiro

Área de Relevante Interesse Ecológico Floresta da Cicuta | Rio de Janeiro

Área de Relevante Interesse Ecológico Floresta da Cicuta | Rio de JaneiroSituada entre as Serras do Mar e da Mantiqueira, abrangendo parte dos municípios de Barra Mansa e Volta Redonda, na região do Médio Vale do Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, a Floresta da Cicuta encontra-se atualmente protegida pelo Decreto nº. 90.792 de 9 de janeiro de 1985, estando enquadrada na categoria de Área de Relevante Interesse Ecológico (ARIE).

Esta UC localiza-se entre as coordenadas de 22º 24’ e 22º 38’ Sul e 44º 09’ e 44º 20’ Oeste, compreendendo 131 ha. As altitudes variam entre 300 a 500 m. Na classificação de Köppen, o clima local é mesotérmico (Cwa), com inverno seco e verão quente e chuvoso, com elevados índices de umidade. As temperaturas médias anuais variam entre 17º (julho) e 24ºC (fevereiro) e as precipitações entre 1.000 a 1.600 mm/ano. As normais climatológicas da região indicam uma estação seca e uma estação chuvosa.

Área de Relevante Interesse Ecológico Floresta da Cicuta | Rio de Janeiro

A estação seca compreende os meses de maio a setembro, período de baixas precipitações e temperaturas. A estação chuvosa compreende os meses de outubro a abril, com elevadas temperaturas e concentração das precipitações. A vegetação é caracterizada como Floresta Estacional Semidecidual Submontana. As áreas circunvizinhas são compostas de matas em estágio inicial/ médio de sucessão, antigos plantios de Eucalyptus spp. e pastagens.

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Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato Grosso

Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato Grosso

Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato Grosso
Superfície
473.411 hectares.

O rio Cuiabá contribui para as cheias do Pantanal matogrossense, de modo que a preservação de suas cabeceiras ajuda a preservar sistemas naturais muito mais amplos e delicados.

As cabeceiras do rio Cuiabá situam-se na porção centro-sul do Estado, região que combina parte da bacia do Teles Pires e do Juruena, ambas amazônicas, e a sub-bacia do Alto Cuiabá, que compõe a bacia do Prata.

Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato GrossoÁrea de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato GrossoRio Cuiabá

As paisagens da UC são majoritariamente planas entrecortadas por relevos dobrados, compondo um mosaico de planaltos, serras, morrarias, nascentes fluviais e formações vegetais variadas.

Flora
A vegetação é composta pela floresta estacional semidecidual, cerradão e cerrado.

Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato GrossoÁrea de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato Grosso

Fauna

A região abriga uma fartura de espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, o que representa uma das principais justificativas para a criação da UC. Ocorrem a onça-parda, o cachorro-do-mato, o lobo-guará, entre inúmeras outras espécies.

As características gerais dos habitats parecem favorecer algumas espécies maiores, inclusive ameaçadas de extinção no Brasil. Uma delas é o veado campeiro (Ozotoceros bezoarticus).

Diferentes componentes da equipe de campo, em diferentes momentos, registraram observações deste cervídeo, inclusive na forma de bandos numerosos, com fêmeas acompanhadas de filhotes.

A elevada densidade de ninhos de insetos sociais (cupins e formigas) tem sido determinante para a permanência de boas populações de mamíferos mirmecófogos, como o tatu canastra (Priodontes maximus), o tamanduá-bandeira (Myrmecophaga trydactyla) e a raposa do campo (Lycalopex vetulus).

Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato GrossoVeados campeiros
Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá | Mato GrossoTamanduá bandeira
Fonte: Fundação Estadual do Meio Ambiente.
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Área de Proteção Ambiental da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso


Área de Proteção Ambiental da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso

Área de Proteção Ambiental da Chapada dos Guimarães | Mato GrossoÁrea de Proteção Ambiental da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso
Área de Proteção Ambiental da Chapada dos Guimarães - A região abriga um valioso banco genético devido à junção de diferentes tipos de flora, como as florestas de galeria, os cerrados e os campos rupestres, além de inúmeras nascentes, como as dos rios Coxipó, Coxipó-Açu, Água Fria, Bom Jardim, Cachoeirinha, Aricazinho e Formoso, que formam o rio Cuiabá. Criada em 1995, com 251.847 hectares, a APA da Chapada dos Guimarães (MT) abrange os municípios de Cuiabá, da Chapada dos Guimarães, de Campo Verde e de Santo Antônio de Leverger. Além de garantir a conservação do conjunto paisagístico e da cultura regional, a APA visa proteger e preservar as cavernas, os sítios arqueo-paleontológicos, a cobertura vegetal e a fauna silvestre da região.

Para proteger o Parque Nacional, recortado de modo a ficar quase que apenas com as áreas de paredões, formações rochosas e suas grotas, foi criada em sua volta a Área de Proteção Ambiental (APA) da Chapada de Guimarães. O decreto estadual do governo de Mato Grosso procura assegurar um mínimo de garantia de cumprimento às leis ambientais nas terras particulares em torno do parque nacional.

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Área de Relevante Interesse Ecológico Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais | Amazonas


Área de Relevante Interesse Ecológico Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais | Amazonas

Área de Relevante Interesse Ecológico Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais | Amazonas
Área de Relevante Interesse Ecológico Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais | AmazonasÁrea de Relevante Interesse Ecológico Projeto Dinâmica
Biológicade Fragmentos Florestais

Superfície
3.288 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Densa 100%

Relevo
A altitude média das áreas de pesquisa é em torno de 80 - 110 m acima do nível do mar. A área é localizada em terraços pleistocênicos de origem interglacial, e a topografia é ondulada, composto por latossolos arenosos ou argilosos, pobres em nutrientes.

Clima
O clima da região segue o tipo Afi de Koppen, com temperatura média de 26 °C (máxima = 35 39° C, mínima = 19 - 21 °C ), e precipitação anual de 1900 - 2300 mm (dezembro a maio, estação chuvosa; junho a novembro, estação seca).

Flora
A floresta é típica de terra-firme, com um dossel de 30 - 37 m de altura.
A riqueza de espécies de árvores é alta, com uma média de 280 espécies por hectare.
O sub-bosque é relativamente aberto e dominado por palmeiras acaule.

Fonte: www.icmbio.gov.br
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Área de Proteção Ambiental (APA) dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém | Pará


Área de Proteção Ambiental (APA) dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém | Pará

Área de Proteção Ambiental (APA) dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém  | Pará
Superfície
7.500 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Formações Pioneiras 100%

Objetivos da APA
  • Assegurar a potabilidade das água dos mananciais, através da restauração e da manutenção da qualidade ambiental dos lagos Água Preta e Bolonha, do rio Aurá e respectivas bacias hidrográficas.
  • Ordenar com base em critérios urbanísticos e ecológicos o uso do solo.
  • Promover a recuperação das áreas degradas incluindo o seu reflorestamento.
Área de Proteção Ambiental (APA) dos Mananciais de Abastecimento de Água de Belém  | ParáLago Água Preta

Fonte
: SEMA/PA
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