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Importância da Floresta Equatorial

Importância da Floresta Equatorial

Importância da Floresta Equatorial
As elevadas temperaturas, a forte umidade do ar e a abundância de precipitações, explicam o extraordinário desenvolvimento da vegetação nas regiões equatoriais. Trata-se duma floresta muito densa, algumas vezes chamada pelos habitantes locais (principalmente na Amazônia) por «inferno verde». A vegetação é tão densa, ou seja, as plantas crescem umas por cima das outras e existe entre elas uma grande competição pela luz, pois é indispensável para a fotossíntese, que podem-se considerar na floresta equatorial vários estratos (ou andares), havendo em cada um deles determinadas espécies de plantas. Na imagem ao lado, dificilmente se imagina a altura das árvores, nem sequer dá para imaginar o modo como as plantas estão tão junto umas das outras. Contudo, o chão ainda está muito longe. As árvores da imagem têm normalmente cerca de 40 metros de altura, mas podem chegar até aos 60 metros. 

Neste esquema, podem-se observar com facilidade os estratos da floresta equatorial. O estrato junto ao solo, é o estrato herbáceo, pouco desenvolvido e onde quase não existe luz, pois as plantas dos estratos superiores dificultam a passagem da luz. Repare-se bem na figura dum homem, neste estrato, que serve para dar uma ideia da altura e da densidade da floresta. Não entrando em pormenores de todos os estratos, refira-se apenas que o estrato superior, é constituído por árvores bastante altas, cujas copas apresentam uma forma arredondada (tipo guarda-chuva), e os seus troncos, de casca fina, são lisos, apenas ramificados na parte superior.

É muito vulgar nestas florestas, alguns tipos de plantas trepadoras e parasitas, que se servem das árvores para irem subindo e alcançar a luz; muitas vezes estas trepadeiras desenvolvem-se tanto que acabam por estrangular as árvores onde se enrolam. Estas trepadeiras, normalmente lianas, atingem um desenvolvimento tão grande, que quem as vê, diria que se tratava de uma autentica árvore. Há lianas com cerca de 200 metros de comprimento.

Com estas condições ambientais, a vida animal também é muito abundante e diversa, mas é raro haver nestas florestas animais muito grandes, pois a vegetação é tão densa, que os animais grandes não se conseguiriam movimentar ali dentro. Pela imagem, pode-se fazer uma ideia dos animais que existem na floresta equatorial: nas árvores, alguns mamíferos (macacos, lêmures, jaguares, esquilos, preguiças...), imensos répteis (cobras, lagartos, serpentes, jibóias), um grande número de aves (quase sempre muito coloridas e de grande beleza - tucanos, araras, catatuas, papagaios, quetzal...), e uma imensidão de insetos; ao nível do solo (ou perto dele), também mamíferos (leopardos, gorilas, mandarins, antílopes, ratos....) répteis, batráquios (sapos e rãs - muitas delas venenosas), vermes, etc.. Nos rios, quase sempre de águas muito lamacentas e turvas, abundam crocodilos, jacarés, búfalos, rinocerontes, pequenos anfíbios, roedores, e como é lógico, muitos peixes, entre os quais, as famosas piranhas, enguias-eléctricas, etc...

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Floresta Tropical Decídua

Floresta Tropical Decídua

Floresta Tropical Decídua

Florestas tropicais decíduas são florestas localizadas na zona tropical, em climas com acentuado período seco. Possuem uma estrutura normalmente densa e constituída principalmente por árvores em torno de 20 m. Suas folhas no período desfavorável caem cerca de 70%, considerando o conjunto das árvores da floresta.

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Plantas Raras do Dioma Caatinga


Plantas Raras do Dioma Caatinga

Plantas Raras do Dioma Caatinga
Lista de Plantas Raras do Dioma Caatinga segundo o livro “Pantas Raras do Brasil”.

ACANTHACEAE
Poikilacanthus harleyi Wassh

ALISMATACEAE
Echinodorus glandulosus Rataj

ALLIACEAE
Nothoscordum bahiense Ravenna

AMARANTHACEAE
Gomphrena chrestoides C.C.Towns.
Gomphrena hatschbachiana Pedersen
Gomphrena serturneroides Suess.
Gomphrena nigricans Mart.
Gomphrena pulvinata Suess.

AMARYLLIDACEAE
Habranthus bahiensis Ravenna

ANNONACEAE
Duguetia dicholepidota Mart.

APOCYNACEAE
Barjonia harleyi Fontella & Marquete
Cynanchum morrenioides Goyder
Hemipogon harleyi (Fontella) Goyder
Marsdenia pickelii Fontella & Morillo
Matelea morilloana Fontella
Metastelma giuliettianum Fontella
Rauvolfia blanchetii A.DC.

AQUIFOLIACEAE
Ilex auricula S.Andrews
Ilex mucugensis Groppo

ARACEAE
Anthurium radicans K.Koch & A.Haage
Philodendron pachyphillum K.Krause

ARALIACEAE
Dendropanax geniculatus Fiaschi

ARECACEAE
Attalea pindobassu Bondar
Syagrus werdermannii Burret

ARALIACEAE
Dendropanax geniculatus Fiaschi

ASTERACEAE
Chionolaena jeffreyi H.Rob.
Eremanthus leucodendron Mattf.
Hoehnephytum almasensis D.J.N.Hind
Lychnophora crispa Mattf.
Lychnophora phylicifolia DC.
Lychnophora santosii H.Rob.
Lychnophora sericea D.J.N.Hind
Paralychnophora atkinsae D.J.N.Hind
Paralychnophora patriciana D.J.N.Hind
Senecio almasensis Mattf.
Senecio regis H.Rob.
Senecio regis H.Rob.
Stilpnopappus laiseae R.Barros & R.L.Esteves
Vernonia leucodendron (Mattf.) MacLeish
Wunderlichia bahiensis Maguire & G.M.Barroso

BIGNONIACEAE
Adenocalymma fruticosum A.H.Gentry
Adenocalymma salzmannii DC.
Adenocalymma subspicatum A.H.Gentry
Amphilophium perbracteatum A.H.Gentry
Fridericia paradoxa (Sandwith) L.G.Lohmann
Handroanthus selachidentatus (A.H.Gentry)
Mansoa onohualcoides A.H.Gentry
Jacaranda rugosa A.H.Gentry
Tournefortia andrade-limae J.I.M.Melo
Adenocalymma fruticosum A.H.Gentry
Adenocalymma salzmannii DC.
Adenocalymma subspicatum A.H.Gentry
Amphilophium perbracteatum A.H.Gentry
Anemopaegma mirabile (Sandwith) A.H.Gentry
Fridericia paradoxa (Sandwith) L.G.Lohmann
Handroanthus selachidentatus (A.H.Gentry)S.
Mansoa onohualcoides A.H.Gentry
Jacaranda rugosa A.H.Gentry
Sparattosperma catingae A.H.Gentry
Tournefortia andrade-limae J.I.M.Melo

CONVOLVULACEAE
Evolvulus gnaphalioides Moric.1
Ipomoea franciscana Choisy1

CURCUBITACEAE
Apodanthera hindii C.Jeffrey
Apodanthera linearis Cogn.
Apodanthera succulenta C.Jeffrey
Apodanthera villosa C.Jeffrey
Fevillea bahiensis G.Rob. & Wunderlin

CYPERACEAE
Fuirena lainzii Luceño & M.Alves
Hypolytrum lucennoi M.Alves & W.W.Thomas
Lagenocarpus adamantinus Nees
Rhynchospora calderana D.A.Simpson
Abildgaardia disticha Lye
Abildgaardia papilosa Kral & M.Strong
Bulbostylis distichoides Lye
Bulbostylis lombardii Kral & M.Strong
Bulbostylis smithii Barros
Cryptangium humile (Nees) Boeck.
Cyperus almensis D.A.Simpson
Cyperus brumadoi D.A.Simpson
Eleocharis almensis D.A.Simpson
Eleocharis bahiensis D.A.Simpson
Eleocharis morroi D.A.Simpson
Eleocharis olivaceonux D.A.Simpson

BROMELIACEAE
Bromelia arenaria Ule
Cryptanthus burle-marxii Leme
Cryptanthus colnagoi Rauh & Leme
Dyckia limae L.B.Sm.
Dyckia pernambucana L.B.Sm.
Encholirium erectiflorum L.B.Sm.
Orthophtum hatschbachii Leme
Orthophytum heleniceae Leme
Vriesea limae L.B.Sm.

CACTACEAE
Arrojadoa bahiensis (P.J.Braun & Esteves)
Arrojadoa multiflora F.Ritter
Facheiroa ulei (Gürke) Werderm.
Melocactus azureus Buining & Brederoo
Melocactus braunii Esteves
Melocactus conoideus Buining & Brederoo
Melocactus deinacanthus Buining & Brederoo
Melocactus ferreophilus Buining & Brederoo
Melocactus glaucescens Buining & Brederoo
Melocactus lanssensianus P.J.Braun
Micranthocereus hofackerianus (P.J.Braun &
Micranthocereus polyanthus (Werderm.) Backeb.
Pilosocereus aureispinus (Buining & Brederoo) F.Ritter
Pilosocereus azulensis N.P.Taylor & Zappi
Pilosocereus bohlei Hofacker

CELASTRACEAE
Elachyptera coriacea Lombardi2

DILLENIACEAE
Davilla sessilifolia Fraga

ERIOCAULACEAE
Actinocephalus aggregatus F.N.Costa
Actinocephalus compactus (Gardner) Sano
Actinocephalus herzogii (Moldenke) Sano
Actinocephalus heterotrichus (Silveira) Sano
Actinocephalus nodifer (Silveira) Sano
Actinocephalus stereophyllus (Ruhland) Sano
Blastocaulon albidum (Koern.) Ruhland
Blastocaulon rupestre (Koern.) Ruhland
Leiothrix crassifolia (Bong.) Ruhland
Leiothrix distichoclada Herzog
Leiothrix luxurians (Koern.) Ruhland
Leiothrix milho-verdensis Silveira
Leiothrix rupestris Giul.
Paepalanthus albo-tomentosus Herzog
Paepalanthus almasensis Moldenke
Paepalanthus argenteus Silveira
Paepalanthus barbulatus Herzog
Paepalanthus cinereus Giul. & L.R.Parra
Paepalanthus contasensis Moldenke
Paepalanthus erigeron Mart. ex Koern.
Paepalanthus globulifer Silveira
Paepalanthus harleyi Moldenke
Paepalanthus inopinatus Moldenke
Paepalanthus itatiaiensis Ruhland
Paepalanthus langsdorffii (Bong.) Koern.
Paepalanthus lanuginosus Hensold
Paepalanthus luetzelburgii Herzog
Paepalanthus obtusifolius (Steud.) Koern.
Paepalanthus stannardii Giul. & L.R.Parra
Syngonanthus bahiensis Moldenke
Syngonanthus curralensis Moldenke
Syngonanthus floccosus Moldenke
Syngonanthus harleyi Moldenke
Syngonanthus hatschbachii Moldenke
Syngonanthus hygrotrichus Ruhland
Syngonanthus mucugensis Giul.

ERYTHROXYLACEAE
Erythroxylum pauferrense Plowman1
Erythroxylum tianguanum Plowman1

EUPHORBIACEAE
Adenophaedra cearensis Huber ex Secco
Croton arlineae D.Medeiros, L.Senna & R.J.V.Alves

GENTIANACEAE
Prepusa montana Gardner1
Schultesia bahiensis E.F.Guim. & Fontella2
Schultesia crenuliflora Mart.2
Schultesia pachyphylla Griseb.2
Schultesia sucreana E.F.Guim. & Fontella2
Columnea ulei Mansf.

LAMINACEAE
Eriope anamariae Harley
Eriope confusa Harley
Eriope filifolia Benth.
Eriope luetzelburgii Harley
Eriope montana Harley
Eriope sincorana Harley
Hyptis argyrophylla Harley
e Magalhães de Minas
Hyptis cuniloides Epling
Hyptis hagei Harley
Hyptis halimifolia Mart. ex Benth.
Hyptis irwinii Harley
Hyptis nubicola Harley
Hyptis pinheiroi Harley
Hyptis sancti-gabrielii Harley
Hyptis silvinae Harley
Vitex laciniosa Turcz.

LAURACEAE
Ocotea loefgrenii Vattimo-Gil
Ocotea maranguapensis Vattimo-Gil

LECYTHIDACEAE
Eschweilera tetrapetala S.A.Mori

LEGUMINOSAE
SUBFAMÍLIA CAESALPINIOIDEAE
Apuleia grazielanae A.Fernandes
Chamaecrista anamariae Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista arboae Barneby
Chamaecrista axilliflora H.S.Irwin & Barneby
Chamaecrista catolesensis Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista cuprea H.S.Irwin & Barbeby
Chamaecrista depauperata Conc., L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista punctulifera (Harms) H.S.Irwin & Barneby
Chamaecrista speciosa Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Moldenhawera brasiliensis Yakovlev
Senna bracteosa D.Cardoso & L.P.Queiroz

SUBFAMÍLIA MIMOSOIDEAE
Calliandra crassipes Benth.
Calliandra cumbucana Renvoize
Calliandra debilis Renvoize
Calliandra feioana Renvoize
Calliandra ganevii Barneby
Calliandra geraisensis E.R.Souza & L.P.Queiroz
Calliandra imperialis Barneby
Calliandra involuta Mackinder & G.P.Lewis
Calliandra lanata Benth.
Calliandra germana Barneby
Calliandra hygrophila Mackinder & G.P.Lewis
Calliandra imbricata E.R.Souza & L.P.Queiroz
Calliandra lintea Barneby
Calliandra luetzelburgii Harms
Calliandra paterna Barneby
Calliandra pilgeriana Harms
Calliandra pubens Renvoize
Calliandra renvoizeana Barneby
Calliandra semisepulta Barneby
Calliandra sincorana Harms
Calliandra stelligera Barneby
Calliandra ulei Harms
Chloroleucon extortum Barneby & Grimes
Mimosa crumenarioides L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Mimosa glaucula Barneby
Mimosa hirsuticaulis Harms
Mimosa hortensis Barneby
Mimosa lepidophora Rizzini
Mimosa morroënsis Barneby
Mimosa setuligera Harms
Mimosa ulbrichiana Harms
Senegalia sp. (= Acacia ricoae A.Bocage & S. Miotto)

SUBFAMÍLIA PAPILIONOIDEAE
Aeschynomene carvalhoi G.P.Lewis
Aeschynomene lewisiana A.Fernandes
Aeschynomene sabulicola L.P.Queiroz & D.Cardoso
Aeschynomene soniae G.P.Lewis
Crotalaria brachycarpa Benth.
Harpalyce lanata L.P.Queiroz
Luetzelburgia harleyi D.Cardoso, L.P.Queiroz & H.C.Lima
Luetzelburgia neurocarpa D.Cardoso, L.P.Queiroz & H.C.Lima
Pterocarpus monophyllus Klitgaard, L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Swartzia curranii R.S.Cowan
Zornia ulei Harms

LYTHRACEAE
Cuphea bahiensis (Lourteig) T.B.Cavalc. & S.A.Graham
Cuphea glareosa T.B.Cavalc.
Cuphea sincorana T.B.Cavalc.
Diplusodon argyrophyllus T.B.Cavalc.
Diplusodon canastrensis T.B.Cavalc.

MELASTOMATACEAE
Cambessedesia gracilis Wurdack6,2
Cambessedesia hermogenesii A.B.Martins6,2
Cambessedesia rupestris A.B.Martins6,2
Lavoisiera harleyi Wurdack2,5
Marcetia alba Ule1,2
Marcetia bahiana (Ule) A.B.Martins1,2
Marcetia eimeariana A.B.Martins & Woodgyer1,2
Marcetia formosa Wurdack1,2
Marcetia grandiflora Wurdack1,2
Marcetia luetzelburgii Markgr.1,2
Marcetia lychnophoroides A.B.Martins1,2
Marcetia macrophylla Wurdack1,2
Marcetia nervulosa Markgr.1,2
Marcetia nummularia Markgr.1,2
Marcetia oxycoccoides Wurdack & A.B.Martins1,2
Marcetia sincorensis Wurdack1,2
Marcetia viscida Wurdack1,2
Microlicia amblysepala Ule3,4,1
Microlicia aurea Wurdack3,4,1
Microlicia aurea Wurdack3,4,1
Microlicia balsamifera (DC.) Mart.3,4,1
Microlicia blanchetiana Cogn.3,4,1
Microlicia carrasci Markgr. 3,4,1
Microlicia catolensis Woodgyer & Zappi3,4,1
Microlicia chrysantha Wurdack3,4,1
Microlicia comparilis Wurdack3,4,1
Microlicia giuliettiana A.B.Martins & Almeda3,4,1
Microlicia harleyi Wurdack3,4,1
Microlicia hatschbachii Wurdack3,4,1
Microlicia isostemon Wurdack3,4,1
Microlicia leucopetala Wurdack3,4,1
Microlicia luetzelburgii Markgr. 3,4,1
Microlicia minima Markgr. 3,4,1
Microlicia monticola Wurdack3,4,1
Microlicia morii Wurdack3,4,1
Microlicia mucugensis (Wurdack) Almeda &
Microlicia noblickii (Wurdack) A.B.Martins &
Microlicia oligochaeta Wurdack3,4,1
Microlicia petasensis Wurdack3,4,1
Microlicia pinheiroi Wurdack3,4,1
Microlicia plumosa Woodgyer & Zappi3,4,1
Microlicia sincorensis (DC.) Mart. 3,4,1
Microlicia subaequalis Wurdack3,4,1
Microlicia subalata Wurdack3,4,1
Microlicia scoparia DC. 3,4,1
Microlicia taxifolia Naudin3,4,1
Pterolepis rotundifolia Wurdack

MOLLUNGINACEAE
Glischrothamnus ulei Pilger

MORACEAE
Ficus noronhae Oliv.

MYRTACEAE
Myrcia almasensis NicLugh.
Psidium cauliflorum Landrum & Sobral

OCHNACEAE
Luxemburgia diciliata Dwyer
Luxemburgia hatschbachiana Sastre
Ouratea platicaulis Sastre
Sauvagesia nitida Zappi & E.Lucas

ORCHIDACEAE
Habenaria pseudohamata Toscano
Notylia sylvestris Smith & Harris
Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay
Veyretia sincorensis (Schltr.) Szlach.

VERBENACEAE
Stachytarpheta arenaria S.Atkins1
Stachytarpheta bicolor Hook. f.1
Stachytarpheta bromleyana S. Atkins1
Stachytarpheta caatingensis S.Atkins1
Stachytarpheta galactea S.Atkins1
Stachytarpheta ganevii S.Atkins1
Stachytarpheta glandulosa S.Atkins1
Stachytarpheta guedesii S.Atkins1
Stachytarpheta lacunosa Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta lychnitis Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta piranii S. Atkins1

MOLLUNGINACEAE
Glischrothamnus ulei Pilger

MORACEAE
Ficus noronhae Oliv.

MYRTACEAE
Myrcia almasensis NicLugh.
Psidium cauliflorum Landrum & Sobral

OCHNACEAE
Luxemburgia diciliata Dwyer
Luxemburgia hatschbachiana Sastre
Ouratea platicaulis Sastre
Sauvagesia nitida Zappi & E.Lucas

ORCHIDACEAE
Habenaria pseudohamata Toscano
Notylia sylvestris Smith & Harris
Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay
Veyretia sincorensis (Schltr.) Szlach.

VERBENACEAE
Stachytarpheta arenaria S.Atkins1
Stachytarpheta bicolor Hook. f.1
Stachytarpheta bromleyana S. Atkins1
Stachytarpheta caatingensis S.Atkins1
Stachytarpheta galactea S.Atkins1
Stachytarpheta ganevii S.Atkins1
Stachytarpheta glandulosa S.Atkins1
Stachytarpheta guedesii S.Atkins1
Stachytarpheta lacunosa Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta lychnitis Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta piranii S. Atkins1
Stachytarpheta quadrangula Nees & Mart.1
Stachytarpheta radlkoferiana Mansf.1
Stachytarpheta tuberculata S.Atkins1

XYRIDACEAE
Xyris mertesiana Koern. ex Malme

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Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)


Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)

Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)
Ocorrência: Rio de Janeiro.

Outros nomes: sibipira, coração de negro, sepipiruna, sebipira.

Características: árvore semidecídua que atinge 18 m de altura, com tronco de 30 a 40 cm de diâmetro, copa arredondada, podendo chegar a 15 m de diâmetro. Costuma viver por mais de um século e é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. Folhas compostas bipinadas, de 20 a 25 cm de comprimento, com 17 a 19 pares de pinas. Folíolos em número de 13 a 27 por pina, com 10 a 12 mm de comprimento. Flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. Os frutos são de cor bege-claro, achatados, medem cerca de 3 cm de comprimento. Um Kg de sementes contém 2.850 unidades.

Habitat: Mata Atlântica.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, dura, de média durabilidade natural.

Utilidade: a madeira pode ser usada na construção civil, como caibros e ripas, para estrutura de móveis e caixotaria. muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo. Produz sombra considerável, reduzindo a radiação solar em 88,5%.

Florescimento: agosto a novembro.

Frutificação: julho a setembro.

Fonte: www.megatimes.com.br

Árvore Breu Branco | Protium heptaphyllum

Árvore Breu Branco | Protium heptaphyllum  

Árvore Breu Branco | Protium heptaphyllum

Nome científico: Protium heptaphyllum  
Família: Burseraceae

Distribuição geográfica: Matas de terra firme, em solo argiloso, da região Amazônica, Bahia, Minas Gerais e Goiás. Ainda NO Suriname, Colômbia, Venezuela e Paraguai.

A Árvore Breu Branco | Protium heptaphyllum   é do gênero Protium é representado em todas as matas do País, desde o norte até o extremo sul, reunindo desde espécies arbustivas, pouco expressivas como produtoras de madeira, até AS arbóreas, com algumas espécies produtoras de madeiras com expressão comercial internacional, como AS de P. decandrum March. e P. sagotianum March., comuns nas Guianas e NO Brasil.

Denominações vulgares Breu, breu branco verdadeiro, cicantaá-inua, almecegueira, breu branco do campo, pau de mosquito, almescla, amescla, incenso, almácega, almesca, almá-cega brava, a. cheirosa, aimescia, breu almácega, eIemi, eIemIeira, ibiracica, pau de breu, tacaá-macá, almiscar, animé, árvore do incenso, erva feiticeira, icaríba, curacal, tacamahaco. haiawa, kurokai, ulu, encens gris, gommier. Mesclão, breu preto.

Características gerais da árvore: árvore pequena 10 m de altura e tronco espesso 50-60 cm de diâmetro na base, casca vermelho-escura. A casca, da maioria das espécies, é rica em resina aromática que é utilizada para fins medicinais, como incenso de igreja ou ainda como material de calefação de barcos.

A espécie P. heptaphyllum (BREU- BRANCO) produz a resina conhecida, NO co-mércio, como Resina de Almécega, "AImam? ou "Almíscar". Principais usos Acabamentos internos, móveis populares, marcenaria, construção em geral, carpintaria, caixotaria, carvão, entalhes, esquadrias, lambris, cabos de vassoura.

Algumas espécies possuem seiva que pode ser utilizada como combustível.

Árvore Breu Branco | Protium heptaphyllum

Sucupira (Pterodon emarginatus)


Sucupira (Pterodon emarginatus)

Sucupira (Pterodon emarginatus)
Ocorrência: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins.

Outros nomes: faveiro, sucupira branca, fava de sucupira, sucupira lisa.

Características: árvore decídua que pode atingir 16 m de altura, com tronco liso de coloração amarelo bem claro, ereto, de 30 a 50 cm de diâmetro. Folhas compostas pinadas, com 20 a 36 folíolos de 3 a 4 cm de comprimento. Suas flores, de coloração rósea bem clara, às vezes se tornando até levemente brancas, são encontradas no período de seca. Raízes podem apresentar um engrossamento denominado batata de sucupira, no qual armazena nutrientes e água para períodos de escassez. Seus frutos, a parte de maior interesse para nós, medem cerca de 5 a 6 cm de comprimento por uns 3 a 4 cm de largura, de formato ovóide, apresentando nas laterais uma margem fibrosa e ao centro, onde armazena a semente, uma rede de veios cheios de um óleo bem resinoso. Um Kg de sementes contém 1.200 unidades.

Habitat: cerrado.

Propagação: sementes.

Madeira: madeira bastante resistente, pesada, bastante dura, difícil de rachar.

Utilidade: madeira muito utilizada na construção naval e civil, pilares de pontes, postes, dormentes, assoalhos, carrocerias, carvão e lenha. Os frutos podem ser armazenados durante vários anos sem perder suas qualidades medicinais. O óleo tem qualidades terapêuticas. A casca de seus galhos emprega-se para reumatismo. É indicada para paisagismo e regeneração de áreas degradadas.

Florescimento: setembro a outubro.

Frutificação: junho a julho com a planta totalmente despida de folhagem.

Sucupira (Pterodon emarginatus)

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Castanha Sapucaia (Lecythis pisonis)


Castanha Sapucaia (Lecythis pisonis)

Castanha Sapucaia (Lecythis pisonis)
Ocorrência: do Ceará ao Rio de Janeiro, com predominância nos estados do Espírito Santo e Bahia.

Outros nomes: castanha sapucaia, cumbuca de macaco, sapucaia vermelha (ES), marmita de macaco, caçamba do mato.

Características: planta semidecídua com altura de 20 a 30 m com copa densa e ampla, tronco reto, casca espessa, dura e pardo-escura, com fissuras, com 50 a 90 cm de diâmetro. Folhas membranáceas, ovado-oblongas, margem serreada, nervação bem nítida na face superior glabras, parcialmente renovadas na seca. As folhas novas de cor rosa-avermelhada, juntamente com as flores de cor lilás, conferindo à sua copa beleza indescritível. Este espetáculo dura algumas semanas, atingindo o seu auge no final de outubro e passando lentamente para a cor verde normal. Somente árvores adultas (com mais de 8 anos) exibem esta característica. Flores grandes e de coloração branco-arroxeadas, bastante atraentes devido a uma estrutura cobrindo os órgãos reprodutivos. Uma das principais curiosidades desta árvore é a forma de seu fruto, denominada botanicamente "pixídio" e popularmente conhecida como "cumbuca". Trata-se de uma cápsula lenhosa de forma globosa de 2 a 4 kg e até 25 cm de diâmetro, dotada de uma tampa na extremidade oposta ao cabinho de fixação que se descola e cai quando o fruto está maduro para permitir a liberação das sementes. As sementes ou "castanhas" são comestíveis e muito deliciosas. Seu sabor rivaliza com a "castanha-do-pará", contudo não é comercial porque a produção é muito baixa e muito perseguida pelos macacos e outros animais selvagens.

Geralmente uma cumbuca média contém 6 a 12 castanhas elípticas, oleaginósas, com 6 cm de comprimento, as quais contém, afixadas em sua base, um arilo branco-amarelado de sabor adocicado e muito procurado pelos morcegos. Estes recolhem as castanhas com o arilo e as levam para árvores de copa densa para saborearem, deixando cair as castanhas após a remoção do arilo, constituindo-se assim nos disseminadores naturais desta espécie. Portanto, o melhor lugar para procurar as castanhas desta árvore não é sob a sua copa, mas sob as árvores próximas de copa densa e escura. O maior consumidor de suas castanhas, contudo, não é o homem, mas sim o macaco-sauá, que faz verdadeiras loucuras para consegui-las. Quando ainda fechadas, os macacos torcem as cumbucas como se fossem arrancá-las para acelerar a maturação. Quando parcialmente abertas, chegam a bater um fruto contra o outro na tentativa de forçar a liberação das castanhas e, segundo a lenda, dificilmente enfiam a mão dentro da cumbuca (pelo menos os mais experientes), porque isto pode prender sua mão ao contraí-la para apanhar as castanhas. Daí a expressão "macaco velho não põe a mão em cumbuca". Geralmente ficam afixadas na árvore mesmo após a queda das castanhas por vários meses. Um kg de sementes contém aproximadamente 180 unidades.

Habitat: mata atlântica.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, dura, resistente, de grande durabilidade quando não enterrada.

Utilidade: a madeira era usada principalmente para vigamentos de construções rurais em geral, esteios, postes, estacas, tábuas para assoalhos, pontes, etc. As cumbucas são usadas na zona rural como utensílio para fins diversos, principalmente para vasos de plantas ou como adorno doméstico. As castanhas são comestíveis e muito apreciadas pela fauna.

Florescimento: setembro a outubro.

Frutificação: agosto a setembro.

Ameaças: sua freqüência natural na floresta nunca foi muito alta e, hoje, já pode ser considerada rara no habitat. Isto se deve a pequena produção de sementes e a intensa perseguição dos macacos que consomem avidamente suas castanhas.

Castanha Sapucaia (Lecythis pisonis)

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