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Estação Ecológica de Maracá | Roraima

Estação Ecológica de Maracá | Roraima

Estação Ecológica de Maracá | Roraima
Ilha de Maracá
Estação Ecológica de Maracá | RoraimaEstação Ecológica de Maracá
Superfície
101.312 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Contato Floresta Ombrófila - Floresta Estacional 14%
Floresta Ombrófila Densa 86%

Esta unidade foi criada para preservação de amostra representativa do ecossistema Amazônico, tendo como foco zonas de ecótone. É constituída pela Ilha de Maracá, pelas ilhas e ilhotas situadas no Rio Uraricoera e pelos Furos de Santa Rosa e Maracá.

Acesso
Partindo de Boa Vista, percorre-se aproximadamente 65 km de rodovia asfaltada (RR-205). O percurso restante de 75 km é realizado na RR-343, passando por comunidades indígenas e fazendas até atingir o rio Uraricoera, onde é feita a travessia para a unidade.

Um dos fatores determinantes do clima da região de Maracá, reside na altitude dos contrafortes da serra de Pacaraíma, que impede que os ventos úmidos que sopram do nordeste para sudeste proporcionem precipitações mais periódicas sobre a ilha. Possui um relevo de elevações de topo convexo e vertentes de declive relativamente fraco, assumindo aspecto de um mar de colinas com cobertura de floresta tropical densa, capaz de produzir em fotografias aéreas e no próprio terreno, um certo mascaramento da topografia.

Estação Ecológica de MaracáEstação Ecológica de Maracá
Rio Uraricoera - Estação Ecológica de MaracáRio Uraricoera - Estação Ecológica de Maracá

Encontra-se situada na confluência de duas formações vegetacionais, a savana de Roraima-Rupununi e a floresta Amazônica. Porém, aproximadamente 95% da ilha está coberta por floresta e unicamente uma pequena área está ocupada por formações de savana, as quais são dominantes fora da estação, ao sul e ao leste da ilha. A vasta malha fluvial que envolve a ilha é o habitat de várias espécies de Quelônios.

A ilha também é rica em répteis e ictiofauna, além de possuir mamíferos importantes como a onça pintada ou jaguar (Panthera onca). A pressão antrópica sobre a fauna nos limites geográficos da ilha pode ser considerada muito pequena.

Onça PintadaOnça Pintada
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Estação Ecológica Paulo de Faria | São Paulo


Estação Ecológica Paulo de Faria | São Paulo

Estação Ecológica Paulo de Faria | São Paulo
Localização
Município de Paulo de Faria, entre as coordenadas S 19º55' e 19º56' e W 49º31' e 49º32'.

Superfície
435 hectares.

No norte do Estado, à margem do rio Grande (represa de Água Vermelha), a unidade caracteriza-se por relevo de colinas amplas, com altitudes entre 400 e 495 metros, e estação seca de abril a setembro.

Classificada como floresta estacional semidecidual, sua vegetação conserva espécies como angico (Anadenanthera macrocarpa), maria-mole (Guapira opposita), aroeira (Myracrodruon urundeuva), ipê- branco (Tabebuia roseo-alba), cedro (Cedrela fissilis), copaíba (Copaifera langsdorffii), jequitibá (Cariniana estrellensis), jatobá (Ilymenaea pubescens) e peroba-rosa (Aspidosperma polyneuron)

Ipê brancoIpê branco

Enquanto na fauna destacam-se o lobo-guará (Chrysocyon brackyurus), o macaco-prego (Cebus appella), o bugio-do-cerrado, o sagüi-do-tufo-preto e o tamanduá- bandeira (Myrmecophaga tridactyla).

Macaco pregoMacaco prego
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Estação Ecológica Niquiá | Roraima

Estação Ecológica Niquiá | Roraima

Estação Ecológica Niquiá | Roraima
Superfície
286.600 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 1%
Contato Campinarana - Floresta Ombrófila 6%
Campinarana 93%

Acesso
O acesso é feito através da BR-174, percorrendo-se 155 Km de Boa Vista até Caracaraí. A partir daí segue-se por via fluvial pelo rio Branco até o rio Água Boa do Univini, por aproximadamente 14 horas até chegar à Estação. Esta unidade foi criada para preservar bancos genéticos de fauna e flora, bem como os recursos hídricos ali existentes. O nome da Estação deve-se ao igarapé existente no local de nome Aniquiá.

Babaçu - Orbygnia sp.Babaçu - Orbygnia sp.
CastanheiraCastanheira

A vegetação é caracterizada pela mata de transição, com árvores altas, troncos finos, copas pouco desenvolvidas. Uma das espécies que integra o estrato superior da vegetação é a seringueira. Entretanto, a espécie mais característica é o babaçu (Orbygnia sp.).

No que se refere a composição florística, ocorrem a castanheira, o cancho, acapu, o pau-amarelo, entre outros. As espécies de palmeiras são inúmeras, cita-se: o inajá, bacaba, tucumã, etc. A fauna existente na unidade possui representantes da fauna típica da região amazônica como também de cerrado, pois a área localiza-se no ecótone dos dois biomas.

Estação Ecológica Niquiá | RoraimaEstação Ecológica Niquiá | Roraima
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Estação Ecológica do Grão Pará | Pará


Estação Ecológica do Grão Pará | Pará

Estação Ecológica do Grão Pará | Pará
Estação Ecológica do Grão Pará | Pará
Superfície
4.245.819 hectares.

Bioma
Amazônia 100%.

A Estação Ecológica Grão-Pará, é a maior unidade de conservação de proteção integral em florestas tropicais no mundo, ultrapassando em 362.871 hectares o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, no estado do Amapá.

As Reserva Biológica Maicuru e a Estação Ecológica Grão-Pará abrigam pelo menos 61 espécies de anfíbios 150 espécies de répteis; 700 espécies de aves (incluindo desde pequenos beija-flores até mutuns e harpias, e também espécies migratórias) e 195 espécies de mamíferos.

Estação Ecológica do Grão Pará | Pará

Estes números representam entre 14,3% (no caso dos anfíbios) e 54,1% (no caso das aves) de todas as espécies encontradas na Amazônia.

Essa região é o habitat de grandes populações de pelo menos oito espécies de animais ameaçados de extinção no Brasil.

Onça Preta
A Calha Norte do Pará, região ao norte do rio Amazonas, integra o chamado Escudo das Guianas, área formada por unidades de conservação dos estados do Pará, Amazonas, Roraima e Amapá, e da Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

O Escudo das Guianas contém mais de 25% das florestas tropicais úmidas restantes no mundo e cerca de 80 a 90% de suas florestas ainda estão intactas.

Estação Ecológica do Grão Pará | Pará
Essa região também abriga as últimas grandes reservas de água doce não-contaminadas nos trópicos úmidos, com aproximadamente 20% de toda a água do planeta. Por essas características, é considerada por especialistas uma prioridade global para a conservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável.

Fonte:Assessoria de Comunicação do Programa Amazônia.

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Estação Ecológica da Serra dos Três Irmãos | Rondônia

Estação Ecológica da Serra dos Três Irmãos | Rondônia

Estação Ecológica da Serra dos Três Irmãos | Rondônia
Localização
A Estação Ecológica Estadual da Serra dos Três Irmãos situa-se na região noroeste do estado, à margem esquerda do Rio Madeira.

Superfície
99.813 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Densa 16%
Contato Savana - Floresta Ombrófila 32%

Possui duas bases de apoio construídas às margens dos igarapés Karipunas e São Lourenço, e foi objeto de uma avaliação ecológica rápida, executada pelo PNUD.

A unidade de relevo da estação é o Planalto Rebaixado da Amazônia Ocidental, com altitudes que variam entre100 e 300 metros. Os solos mais representativos, por ordem de ocorrência, são o podzólico vermelho-amarelo e solos litólicos.

Babaçu
Flora
Os levantamentos florísticos foram feitos em duas parcelas de 1 ha, uma no setor Karipunas e outra no setor São Lourenço. Em ambos os setores há uma dominância de florestas ombrófilas densas submontanas, embora o primeiro tenha como marca característica a regeneração de babaçu, e o segundo a abundância de tabocas no estrato médio.

Estação Ecológica Estadual Samuel | Rondônia

Estação Estadual Ecológica Samuel | Rondônia

Rio JamariRio Jamari
Superfície
71.161 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%
A feição geomorfológica que caracteriza a área é o Planalto Rebaixado da Amazônia Ocidental, com altitudes que variam entre 70 e 200 metros, e predominância de latossolos amarelos.

Localização
Localizada na porção setentrional do estado de Rondônia, a Estação Ecológica Estadual de Samuel integra a bacia hidrográfica do Rio Jamari e abrange percentual significativo do reservatório da Usina Hidrelétrica da Samuel.

Flora
Em áreas mal drenadas, no interior da floresta, as palmeiras dominam o estrato superior, formando uma associação particular. Já nas áreas inundáveis, ao longo de igarapés, ocorrem florestas típicas de várzea, dado que chegam a ocorrer inundações periódicas de até oito meses de duração. De modo geral, a floresta da Estação Ecológica é considerada bastante diversa, com cerca de 200 espécies arbóreas/ha.

Estação Ecológica Estadual Samuel | Rondônia

Estação Ecológica do Cuniã | Rondônia


Estação Ecológica do Cuniã | Rondônia

Estação Ecológica do Cuniã | Rondônia
Estação Ecológica do Cuniã | Rondônia
Localização
O acesso é feito pela rodovia BR- 319 e por via fluvial, a partir de Porto Velho, rio Madeira e Igarapé Cuniã. A sede da Estação fica a 100 km da capital do Estado.

Superfície
125.849 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Densa 4%
Contato Savana-Floresta Ombrófila 96%

A Estação, foi criada para preservar amostras dos ecossistemas inundáveis da Amazônia e possibilitar pesquisas científicas. A Eletronorte construiu e equipou toda a sede da Estação, instalou energia solar e sinalizou os limites e as áreas de visitação do Parque.

Clima
A temperatura média anual varia de 23 a 25 ºC, e a amplitude térmica anual é de 11 º C, em média. A precipitação anual média na região fica em 2.500 mm com 180 dias de chuvas por ano.
A umidade relativa do ar varia de 90% em janeiro a 75% em julho, com média anual de 85%.

Ao longo do rio Madeira ocorre uma alternância entre planícies fluvial e fluvio lacustre, área aplainada por acumulações de sedimentos. Contíguas a estas áreas ocorrem dois terraços fluviais (nos rios Cuniã e Aponiã), cujo patamar esculpido pelo rio apresenta certo declive. Grande parte da Estação, ao noroeste, constitui-se de interflúvios tabulares, com relevos de topo aplainado, de drenagem muito fraca.

Flora
A vegetação que recobre a Unidade é classificada como Floresta Tropical Aberta, com as mais variadas espécies vegetais, como madeiras de lei, plantas ornamentais, medicinais e frutíferas formando um ambiente favorável a vida silvestre. Caracteriza-se ainda, por apresentar indivíduos arbóreos espaçosos com frequentes agrupamentos de palmeiras, bambus e cipós.

Garça RealGarça Real
Fauna
Vários animais como a paca, anta, tatu, veados, araras, garças são ainda relativamente abundantes na Estação Ecológica de Cuniã. A várzea é constituída por plantas frutíferas, além de apresentar grande produção de alimentos para uma vida aquática composta de diversas espécies: tucunaré, pirarucu, carauçu, cará-branco, entre outros.

Segundo alguns moradores locais ainda existem exemplares de Peixe-Boi nos lagos interiores da Estação.

As vilas de São Carlos e Nazaré fazem uso dos recursos naturais do entorno e muitas vezes de dentro da Estação, sem qualquer orientação e/ou controle, pois a fiscalização no local é muito deficiente.