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Floresta Nacional do Açungi | Paraná

Floresta Nacional do Açungi | Paraná

Rio AcungiRio Acungi
Localização
Estrada do Cerne Km 64 - Campo Largo

A Floresta Nacional do Açungui foi criada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama.

Possui uma área de 728,78 hectares , totalmente inserida na área do projeto e abrange parte do município de Campo Largo. Como particularidade importante destaca-se que se trata de uma floresta de Araucárias.

Gralha-azul
Grande parte da floresta é composta por reflorestamento de araucária (383.20 hectares), sendo um dos mais antigos plantios do estado, e plantio de pinus (15.30 hectares). O restante da área é constituído por floresta nativa e capoeira, com predomínio de araucária, pau-jacaré e bracatinga.

  • A fauna é composta pela gralha-azul, cotia, tatu, veado, serelepe.
  • A exploração de madeira que ocorre na região é sob forma de manejo.

Floresta Nacional de Jamari | Rondônia

Floresta Nacional de Jamari | Rondônia

Floresta Nacional de Jamari | RondôniaFloresta Nacional de Jamari | Rondônia
Localização
A Floresta Nacional do Jamari localiza-se na parte norte do estado de Rondônia, e sua drenagem é tributária das bacias do rio Jamari - a Floresta Nacional do Jamari faz limite com o reservatório da Estação Ecológica Samuel - e do Rio Machado, por intermédio do Rio Jacundá. O acesso principal da Flona fica a 12 km da sede do município, por estrada de terra em bom estado de conservação.

Floresta Nacional de Jamari | Rondônia

Superfície
215.000 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%

Cerca de 105.000 ha são destinados a Manejo Florestal. O processo de preparação do Plano de Manejo tem servido de exemplo para outras Flonas. Neste contexto, propor a Flona de Jamari como área prioritária para concessão é importante não apenas para o desenvolvimento da região, mas para dar concretude a um modelo de gestão estabelecido no Sistema Nacional de Unidades de Conservação levando adiante as propostas de um Plano de Manejo considerado exemplar.

Floresta Nacional de Jamari | Rondônia

A Floresta Nacional de Jamari possui cerca de 10.000 ha de área ocupada pela presença humana, por estradas, lagos artificiais, e também a sede da mineradora Jacundá, que tem boa infra-estrutura. A unidade de relevo que domina a paisagem da FLONA do Jamari é o planalto rebaixado da Amazônia ocidental, com altimetria variando entre 100 e 200 metros. As categorias de solos mais comuns são o latossolo vermelho-amarelo e o podzol hidromórfico.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente - MMA

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Floresta Nacional de Tapajós | Pará

Floresta Nacional de Tapajós | Pará

Floresta Nacional de Tapajós | ParáNasce o rio Tapajós na confluência
dos rios Teles Pires e Juruena
Superfície
544.000 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 1%
Floresta Ombrófila Densa 99%

Caracteriza-se por ser habitada por aproximadamente 1.100 famílias (estimam-se 6.000 habitantes) que vivem nas cinco áreas habitadas definidas pelo plano de manejo da unidade. Estão distribuídas atualmente em 28 comunidades, uma sede municipal e em alguns lotes isolados ao longo da BR-163. Vivem principalmente da pesca, da caça, do cultivo de mandioca, milho, arroz e feijão para subsistência, da criação de animais e da extração de produtos florestais não-madeireiros.

A paisagem ao longo do Tapajós é bastante diversificada, com igapós, capoeiras, seringais e florestas altas, sendo que em alguns pontos a diversidade é bastante significativa e pode-se contar até 40 formas arbóreas por hectare, com DAP acima de 10 cm.

Floresta Nacional de Tapajós | ParáFlora
A Flona contém diversas espécies de valor comercial, como o cedro, a copaíba, a seringueira e a castanheira, distribuídas sobre relevos planos e ondulados suaves, que se acentuam nos interflúvios da margem direita do Tapajós, ao sul da UC.

Floresta Nacional de Tapajós | ParáSeringueira

Fauna
Com relação à fauna, destacam-se o cachorro-do-mato, a ariranha, o tamanduá bandeira, aves terrestres, semi-terrestres e uma rica ictiofauna.

Floresta Nacional de Itaituba I | Pará


Floresta Nacional de Itaituba I | Pará

Floresta Nacional de Itaituba I | Pará
Rio JamanximRio Jamanxim
Superfície
220.034 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 30%
Floresta Ombrófila Densa 70%

As Florestas Nacionais Itaituba I e Itaituba II têm acesso fluvial pelo Rio Tapajós e seus afluentes, principalmente o Rio Jamanxim. As Florestas Nacionais de Itaituba I e Itaituba II estão sobre a influência de dois importantes eixos rodoviários, a BR-163/PA e a BR-230, e ainda da hidrovia do Tapajós - Teles Pires. Ao longo das rodovias já é possível notar a grande área desmatada chegando inclusive no entorno das unidades.

Flora
A vegetação predominante compreende Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Aberta.

Floresta Nacional de Itaituba I | Pará
Floresta Nacional de Itaituba I | Pará
Floresta Nacional de Itaituba I | Pará
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Floresta Nacional de Caxiuanã | Pará

Floresta Nacional de Caxiuanã | Pará

Floresta Nacional de Caxiuanã | Pará
Superfície
324.060 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Densa 100%

A Floresta Nacional de Caxiuanã possui inventariadas áreas com vegetação nativa, inclusive de Virola (Virola surinamensis), de 2.574,00 ha.

Floresta Nacional de Caxiuanã | Parávirola
Acesso
Partindo-se da cidade de Belém, por via aérea até a cidade de Breves, daí, seguindo-se por barco até a Floresta Nacional de Caxiuanã (mas ou menos 8 horas) , ou saindo-se de Belém até a Floresta Nacional de Caziuanã via fluvial, perfazendo aproximadamente, 25 horas de viagem de barco.

Floresta Nacional de Caxiuanã | ParáFlora
Vegetação nativa: Floresta Ombrófila densa (floresta tropical submontana) .
Campos naturais.

Floresta Nacional de Caxiuanã | ParáA Estação Ferreira Pena possui 33 mil hectares, correspondentes a 10% da área total da Floresta Nacional de Caxiuanã. Uma moderna base de pesquisa foi construída, com financiamento do Governo Britânico, em plena selva amazônica, com apartamentos, refeitório, biblioteca, laboratórios, auditório, barcos e uma torre de observação de 40 metros de altura.

Tambaqui se alimentando no igapóTambaqui se alimentando no igapó

Floresta Nacional de Tapirapé - Aquiri | Pará

Floresta Nacional de Tapirapé - Aquiri | Pará

Floresta Nacional de Tapirapé - Aquiri | Pará
Localização
Margem esquerda do rio Itacaiúnas. Parauapebas - Pará

Superfície
190.000 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 14%
Floresta Ombrófila Densa 86%

Floresta Nacional de Tapirapé - Aquiri | ParáExtrativismo
Coleta de Castanhas do Pará para comercialização e caça de subsistência pela comunidade indígena Xicrin do Cateté. Fiscalização Realizada pelo Ibama auxiliado através de convênio com a CVRD para atividades de proteção e fiscalização nos limites da UC.

Clima
Clima tropical chuvoso com seca de inverno, com precipitações anuais entre 2.000 e 2.400 mm e temperatura mensal sempre acima de 18°C. A região apresenta o período de estiagem com cinco meses consecutivos, de junho a outubro.

Floresta Nacional de Tapirapé - Aquiri | Pará

Relevo
As rochas da região apresentam-se dobradas em estilos diferentes, falhadas e metamorfizadas em graus variáveis. A seqüência de rochas mais importante da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri corresponde a uma seqüência clasto-química com Formações Ferríferas Bandadas, a qual abriga os depósitos de Cu-Au-Ag-Mo, denominada Grupo Igarapé Salobo. O Sinclinório de Carajás é o principal produto desta fase orogênica, e os múltiplos eventos geológicos na região são responsáveis pelas condições que possibilitaram as ocorrências e jazidas de importantes recursos minerais hoje conhecidos nesta área, que convencionou-se denominar Província Mineral de Carajás.

Floresta Nacional de Tapirapé - Aquiri | Pará
A área da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri é banhada em toda sua porção oriental pela bacia do rio Itacaiúnas. Os principais rios que drenam a área compõem a bacia do rio Itacaiúnas, e são: rio Aquiri, rio Cinzento e rio Salobo (bacia com área de 235,52 Km2), cujas nascentes estão situadas nas encostas da Serra dos Carajás, na porção sul da Floresta Nacional e na Serra do Cinzento, ao norte, a uma altitude média de 600 - 650 m.

Flora
A Floresta Nacional do Tapirapé - Aquiri localiza-se na grande Região Amazônica, que tem a maior e mais rica formação florestal do planeta, tanto em extensão como em variedade de espécies vegetais e animais, condicionada pelo clima equatorial úmido. Integrando a porção final de uma região conhecida geormorfológicamente como Serra dos Carajás, caracterizada por relevo formado por topos residuais aplainados e intensamente dissecado por vales encaixados. A Floresta Nacional do Tapirapé - Aquiri é coberta, em mais da metade de sua área (56%), por uma formação vegetal composta pela associação de Floresta Ombrófila Aberta Submontana (50%) com Palmeiras; Floresta Ombrófila Densa Submontana (30%) e Floresta Ombrófila Aluvial (20%).

Floresta Nacional de Mulata | Pará

Floresta Nacional de Mulata | Pará

Floresta Nacional de Mulata | Pará
Superfície
217.305 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 5%
Floresta Ombrófila Densa 54%
Contato Savana - Floresta Ombrófila 41%

Floresta Nacional de Mulata | Pará

Floresta Nacional de Capão Bonito | São Paulo

Floresta Nacional de Capão Bonito | São Paulo

Floresta Nacional de Capão Bonito | São Paulo
Bioma
Cerrado. Tipologia Vegetal: vegetação nativa.
Área de Tensão Ecológica (Savana/Floresta Ombrófila) - Mata ciliar (269,10 ha).

Área
4.344,33 ha.
Unidade de Uso Sustentável

Solos - Clima
Latossolo vermelho. Pertence ao grupo Cfa (Koppen), temperado de inverno úmido, com chuvas bem distribuídas o ano todo.
Temperatura Média: 19 a 20 ºC.
Precipitação: 1.200 mm/anual.

Araucaria angustifolia
Vegetação Plantada: Pinus elliottii (2.426,66 ha), Pinus taeda (13,67 ha), Pinus kesya (2,4 ha), Pinus caribea (11,60 ha), Araucaria angustifolia (1.003,40 ha), Ocotea porosa (15,70 ha) Eucalyptus sp (1,20 ha), Tabebuia sp (2,00 ha) e pesquisas da Embrapa (111,20 ha). Outras.

Fauna:
  • Observados: Mamíferos veado, quati, cotia, capivara, lobo, tatu.
  • Aves: sabiá, tico-tico, canário-da-terra, anu, andorinha.
  • Répteis lagartos e cobras (cascavel, jararacá, cutiara).

Acesso: Partindo-se da capital do Estado, São Paulo, pela Rodovia Castelo Branco (110 Km) até Sorocaba, desta pela Rodovia SP-270 (60 Km) até Itapetininga, desta pela Rodovia SP-127 (60 Km) ate Capão Bonito, daí pela Rodovia SP-258 (20 Km) no Km 241 a entrada da Flona.

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Floresta Nacional de Carajás | Pará


Floresta Nacional de Carajás | Pará

Floresta Nacional de Carajás | Pará
Floresta Nacional de Carajás | Pará

Localização
Núcleo Companhia Vale do Rua Doce - Parauapebas

Superfície
411.949 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 28%
Floresta Ombrófila Densa 72%

O Plano tem como base o diagnóstico do meio físico, biofísico e antrópico e seus produto principais serão o zoneamento interno da superfície e os programas de utilização, dentre os quais destacam-se:

  • A pesquisa, a lavra, a industrialização, o transporte e a comercialização de recursos minerais.
  • A promoção do manejo dos recursos florestais, desde que ecológica e economicamente viável.
  • A garantia da proteção dos recursos hídricos, das belezas cênicas, dos sítios históricos e arqueológicos e da biodiversidade.
  • Desenvolvimento de pesquisas científicas e de atividades relacionadas à educação ambiental.
  • As atividades de recreação, lazer e turismo (ecoturismo).

Após a concessão do direito real de uso da Área de Carajás e amparado por justificativas técnicas, o Governo Federal criou, ao redor da área de concessão, três Unidades de Conservação de diferentes categorias: Área de Proteção Ambiental do Gelado, Reserva Biológica do Tapirapé e Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri. Tais áreas, em conjunto com a Reserva Florestal de Carajás, formou um bloco contíguo em torno da Província Mineral de Carajás, conferindo-lhe as condições ideais de salvaguarda, com base na legislação aplicável às Unidades de Conservação.

A Floresta Nacional de Carajás é o primeiro exemplo de Unidade de Conservação do Brasil que engloba uma reserva de recursos minerais das maiores do mundo. São reservas gigantescas de ferro e manganês. O decreto de criação da UC ordenou um convênio para implantação da infra-estrutura de extração, firmado entre a Companhia Vale do Rio Doce, detentora dos direitos de lavra de Carajás, e o Ibama Nacional. O maciço de Carajás teve suas reservas de ferro inicialmente estimadas em torno de 18 bilhões de toneladas de minério de ferro, com teor médio excepcional de 66%. A região também apresentou reservas de manganês.

Floresta Nacional de Carajás | Pará
Relevo
A Serra dos Carajás é um pequeno maciço xistoso mineralizado, com 160 km de eixo maior e 60 km de largura, do norte para o sul. A despeito da complexidade de sua estrutura geológica, a Serra dos Carajás apresenta topos quase planos, com altitudes que variam de 620 a 660 m de altitude no máximo.

Floresta Nacional de Carajás | ParáClima
A Serra dos Carajás goza de umidade relativa e taxas de precipitação suficientes para manter a floresta equatorial úmida que originalmente a cobria. Entretanto, o clima é de tipo montano ou serrano amazônico, com temperaturas médias anuais girando em torno dos 21 a 22 ºC (em contraste com os 25, 26 ºC das áreas entre Marabá e Paraupebas). A amplitude térmica anual entre o mês mais quente e o mês mais frio não passa dos 3 ºC.

Floresta Nacional de Carajás | ParáFlora
A Serra era originalmente coberta por um continuum florestal que a revestia da base ao topo. A fitofisionomia majoritariamente predominante é a Floresta Equatorial de Terra Firme, com ocorrência de clareiras naturais com campos rupestres - originalmente cerca de 3 % da área total da Serra.

Floresta Equatorial de Terra FirmeFloresta Equatorial de Terra Firme

Floresta Nacional de Altamira | Pará

Floresta Nacional de Altamira | Pará

Floresta Nacional de Altamira | ParáFloresta Nacional de Altamira | Pará
Superfície
689.012 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Ombrófila Aberta 74%
Floresta Ombrófila Densa 23%

A Flona de Altamira é uma das portas de entrada para a Terra do Meio, situada entre os rios Xingu e Tapajós, no estado do Pará. Cercada por terras indígenas, a região possui uma das maiores áreas de floresta relativamente não perturbadas na Amazônia Oriental.

Macaco AranhaMacaco Aranha

A região é de importância crítica para a vida selvagem, abrigando numerosas espécies animais ameaçadas, incluindo onças, jacarés-açu, macacos-aranha, cuxiú da cara branca e tamanduás.

MognoMogno

As maiores concentrações remanescentes de mogno (Swietenia macrophylla) no Brasil estão localizadas na Terra do Meio e nas terras indígenas dos arredores.

A Floresta Nacional de Altamira é também importante para a proteção de comunidades indígenas situadas em suas proximidades, funcionando com zona-tampão para as terras indígenas Baú, Xipaia e Curuá.

Floresta Nacional de Altamira | Pará

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Floresta Nacional de Ritápolis | Minas Gerais

Floresta Nacional de Ritápolis | Minas Gerais

Localização
BR 394 Km 5 - Fazenda do Pombal - São João del-Rei

Superfície
89 hectares.
Uma das Unidades de Conservação do Ibama pertencia à antiga Fazenda do Pombal, que o Ibama está cuidando. A Fazenda do Pombal foi onde nasceu o Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) e onde se encontram ruínas do engenho. Possui viveiro de plantas com vendas de mudas, mel, própolis, caminha ecológica com guia e casa de hóspede.

Floresta Nacional de Ritápolis | Minas Gerais
A Floresta Nacional de Ritápolis situa-se numa área de transição entre as regiões mineiras da Zona da Mata, Sul de Minas e Centro-Oeste, e sua composição vegetal inclui amostras da mata atlântica e do cerrado, além de campos limpos, matas ciliares e campos rupestres - o que oferece farto material a estudiosos da flora e da fauna. As pesquisas ocorrem através de acordos de cooperação técnica firmados com universidades e outras instituições.

Produção de Mudas
O viveiro florestal tem um estoque de cerca de 70 mil mudas, de quase 400 diferentes espécies - em sua maioria nativas da região. As mudas são vendidas a preços acessíveis, visando essencialmente a recuperação de áreas degradadas e evidenciando a exploração de produtos não-madeireiros como uma atividade sustentável que pode ser mantida em determinadas Unidades de Conservação. Plantas ornamentais também são produzidas, para arborização urbana em cidades que mantêm com a Flona acordos de cooperação mútua.

Tamanduá-bandeiraTamanduá-bandeira

Preservação da Natureza

Com a maior parte de sua área coberta por vegetação natural, a Flona de Ritápolis tem na proteção da flora, da fauna e dos mananciais hídricos um de seus principais objetivos. Diversas espécies de mamíferos (algumas ameaçadas de extinção) vivem na mata, nativa, tais como tatus, raposas, tamanduás, capivaras, lontras e lobos-guarás. Maritacas, jacus e tucanos, entre outras aves, são vistos com frequência.
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Floresta Nacional de Paraopeba | Minas Gerais

Floresta Nacional de Paraopeba | Minas Gerais

Floresta Nacional de Paraopeba | Minas GeraisRio Paraopeba
Localização
Coordenadas 19º 16' 19" S; 44º 24' 06" W
Município de Paraopebas - Minas Gerais

Superfície
200 hectares.

Bioma
Cerradão

Floresta Nacional de Paraopeba | Minas GeraisFloresta Nacional de Paraopeba | Minas Gerais

Floresta Nacional de Goytacazes | Espírito Santo


Floresta Nacional de Goytacazes | Espírito Santo


Floresta Nacional de Goytacazes | Espírito Santo
Localização
Coordenadas: 19º 23' 48" S / 40º 03' 42" W.
BR 101 Km 153 - Linhares

Superfície
1.380 hectares.

Bioma
Floresta atlântica de tabuleiros.

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Floresta Nacional de Sobral | Ceará

Floresta Nacional de Sobral | Ceará

Floresta Nacional de Sobral | Ceará


Localização
Junco - Sobral
Latitude: 3°41’ S. Longitude: 40°20’ W.
Distância de Fortaleza por Rodovia: 224 km.

Superfície
598 hectares.

Bioma
Caatinga

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Floresta Nacional de Cristópolis | Bahia

Floresta Nacional de Cristópolis | Bahia

Superfície
12.839 hectares.

Bioma
Floresta Estacional Semidecidual, Cerrado e Caatinga.

Floresta Nacional de Cristópolis | Bahia
A Floresta Nacional de Cristópolis foi criada com os objetivos de promover o manejo de uso múltiplo dos recursos naturais, a proteção dos recursos hídricos, da biodiversidade e de fragmento do ecossistema caatinga, a recuperação de áreas degradadas, a educação ambiental, bem como o apoio ao desenvolvimento sustentável dos recursos naturais das áreas limítrofes.

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Floresta Nacional de Rio Preto | Espírito Santo

Floresta Nacional de Rio Preto | Espírito Santo

Floresta Nacional de Rio Preto | Espírito Santo
Localização
Situa-se ao norte do Estado do Espírito Santo, na região Sudeste do Brasil, município de Conceição da Barra.

BR 101 Km 27 - São Mateus
Superfície
2.831 hectares.

Bioma
Floresta Atlântica.

Unidade de Uso Sustentável.

Floresta Nacional de Rio PretoFloresta Nacional de Rio Preto
Acesso
Tem acesso pelo município de Conceição da Barra, a leste da BR-101, entre os km 27 e 32. Partindo-se daí por 12 Km de estrada de terra batida até encontrar a sede da FLONA, distante de sede do município 53 Km, seguindo-se pela BR-101.

Sua cobertura vegetal é composta por Floresta Atlântica com áreas de floresta em regeneração, de reflorestamento, de campo sujo (pastagem) e de florestas que sofreram cortes seletivos.

Na Floresta Atlântica, encontra-se um número muito grande de animais, entre mamíferos, aves, répteis, anfíbios e uma grande diversidade de espécies de insetos.
Flora.

A Floresta Nacional de Rio Preto Rio Preto pertence à Região Fitoecológica denominada Floresta Ombrófila Densa ou Floresta Tropical Pluvial, e possui uma vegetação original denominada floresta ombrófila densa de terras baixas, estabelecida em solos de tabuleiros terciários do Grupo Barreiras.

Samambaia pretaSamambaia preta

No último Inventário Florestal realizado na unidade foram encontradas 338 espécies de plantas arbóreas em seu interior. Esta vegetação apresenta três estratos definidos, o superior formado por espécies dominantes como o tanheiro (Alchornea triplinervia), a bomba-d’água (Hidrogaster trinervis), o angico (Parapiptadenia rígida), a boleira (Joannesia princeps), a bicuiba (Virola gardneri), e a canela-preta (Ocotea catharinensis), entre outras. No estrato intermediário destaca-se a ocorrência do palmito (Euterpe edulis), e no estrato arbustivo são encontradas inúmeras espécies, como a samambaia preta (Hemitelia setosa) e o xaxim (Dicksonia sellowiana).

Fauna
Para cumprir os objetivos de caracterizar a fauna, definir áreas e ambientes com maior diversidade, portanto, prioritários para conservação, e subsidiar o Plano de Manejo da Floresta Nacional de Rio Preto, foi executado um Inventário Faunístico em 1998. No referido inventário, foram amostradas na unidade 36 espécies da herpetofauna: 21 de anfíbios; 7 de serpentes; 5 de lagartos; 2 de quelônios; e 1 de crocodilianos. Dentre estas, destaca-se Jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris), por ser espécie quase ameaçada de extinção.

Jacaré-do-papo-amareloJacaré-do-papo-amarelo

No tocante à avifauna, estima-se que haja na Floresta Nacional de Rio Preto 212 espécies de aves silvestres. Vale a pena destacar que das 42 espécies da avifauna citadas como indicadoras de bom estado de conservação de habitats de Mata Atlântica de baixadas, 16 foram amostradas na Floresta Nacional de Rio Preto. Destas, somente o papagaio-chauá (Amazona rhodocorytha) foi observada em determinados trechos da floresta que sofreu ocorrência de incêndios. As demais foram observadas somente na mata conservada. Há também registro de ocorrência de araponga (Procnias nudicollis).

Com relação à mastofauna, foram registradas no interior da unidade 47 espécies de mamíferos. Destas, 8 encontram-se ameaçadas de extinção: ouriço-preto (Chaetomy subspinosus), jaguatirica (Leopardus pardalis), gato-do-mato (Leopardus tigrinus), gato-maracajá (Leopardus wiedii), puma (Puma concolor), lontra (Lontra longicaudis), tatu-canastra (Priodontes maximus) e preguiça-de-coleira (Bradypus torquatus).

Todas as espécies de primatas que provavelmente ocorrem na região norte do Espírito Santo foram registradas na Floresta Nacional de Rio Preto. As referidas espécies são: sagüi-da-cara-branca (Callithrix geoffroyi), sauá ou guigó (Callicebus personatus personatus), macaco-prego (Cebus robustus) e barbado ou bugio (Alouatta fusca). As espécies (Callicebus personatus) e (Alouatta fusca) são consideradas espécies ameaçadas de extinção.

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