Mostrando postagens com marcador Ictiologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ictiologia. Mostrar todas as postagens

Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)


Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)

Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)
Características: peixe de escamas com corpo alongado e cilíndrico, um pouco comprimido, boca grande, pontuda e bastante pronunciada com dentes caninos. O último raio das nadadeiras dorsal e anal é alongado. O dorso é cinza, sendo os flancos e o ventre prateados. As nadadeiras pélvicas e anal possuem a margem preta e a caudal uma faixa preta nos raios medianos. Pode alcançar 1 m de comprimento total e 5 kg.

Habitat: ambientes costeiros, ilhas oceânicas, baias e canais. Nadam sempre à meia água, bem próximo à superfície.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Hábitos: forma cardumes pequenos ou grandes, sendo que os indivíduos maiores são solitários.

Alimentação: pequenos peixes e crustáceos.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)

www.klimanaturali.org
www.megatimes.com.br
www.geografiatotal.com.br

Peixe Zepelim (Nannostomus trifasciatus)


Peixe Zepelim (Nannostomus trifasciatus)


Características: também conhecido por peixe lápis de três faixas. As nadadeiras pélvicas são azuladas. De dia, apresentam três linhas pretas horizontais. O dorso possui um tom verde-oliva acinzentado, que começa na cabeça e vai até a nadadeira caudal. Completando seu colorido, uma linha horizontal amarela parte do olho prolongando-se até a base de cauda. À noite, quando estão dormindo na superfície, trocam esse padrão por duas ou três listras grossas verticais. Atinge 6 cm de comprimento.

Origem: Bacia Amazônica.

Habitat: águas escuras do Rio Negro, é comum em regiões nas quais o fundo do rio é quase totalmente coberto com Vallisnerias, formando densas "florestas" submersas alternadas por áreas de areia muito fina sem vegetação.

Hábitos: são muito ativos, pacíficos e nadam em cardumes deslizando na água com o corpo bem reto.

Temperatura ideal: 22º a 30°C.
pH: 6,8.

Alimentação: gostam de mordiscar folhas e troncos.

Reprodução: ovíparos. Quando estão acasalando, macho e fêmea nadam lado a lado, encostados um no outro, agitando o corpo de um lado para o outro. Após o característico ritual do amor, a fêmea deposita os ovos (cerca de 50 a 80 por desova), espalhando-os sobre as plantas flutuantes. Eles ficam aí grudados (são aderentes) durante 4 dias, quando então se dá a eclosão. O processo da reprodução é semelhante ao dos demais caracídeos, isto é, assim que a fêmea expele os ovos, o macho os fertiliza.

Ameaças: captura indiscriminada e destruição do habitat.

Nannostomus trifasciatus
Nannostomus trifasciatus
Nannostomus trifasciatus

www.klimanaturali.org
www.megatimes.com.br
www.geografiatotal.com.br

Megalodonte (Cacharodon megalodon) | O Tubarão Gigante

Megalodonte (Cacharodon megalodon) | O Tubarão Gigante

Megalodonte (Cacharodon megalodon) | O Tubarão Gigante

Carcharocles: Gênero de peixes elasmobrânquios, de tubarões. Os tubarões deste gênero existiram durante o Miocênico e o Pliocênico, desde cerca dos 25 Ma (milhões de anos) até cerca dos 2,5 Ma. Contudo, a datação exata da extinção destes tubarões é tema de aceso debate entre os paleontólogos.

Estima-se que os tubarões da espécie Cacharocles megalodon (também conhecidos como Cacharodon megalodon) pudessem ter atingido os 16 m de comprimento, talvez mais... Atualmente, os tubarões-brancos medem, no máximo, cerca de 6 m. O maior tubarão da atualidade é o tubarão-baleia (Rhincodon typus) com apenas 12 de comprimento máximo. O tubarão-baleia é inofensivo, alimentando-se de plâncton, por filtragem, enquanto o Carcharocles megalodon seria um predador ativo temível. Com base em fósseis de vértebras de baleias neogênicas com marcas de dentadas produzidas por grandes dentes serrilhados, supõem-se que as presas principais destes tubarões seriam os cetáceos.

Megalodonte (Calycolpus megalodon)
Megalodonte (Calycolpus megalodon)
Calycolpus megalodon ou megalodonte (dente enorme) foi sem sombra de dúvida o maior predador aquático que já viveu nos oceanos, podia pesar 4000kg e medir de 20 a 30 metros alimentava-se de baleias. Foi um gigante pré-histórico que provavelmente viveu há cerca de 16 à 1.6 milhões de anos atrás, mas alguns mantém a teoria de eles foram extintos somente à 10,000 anos atrás. Existe até quem sustente que ele ainda vive nas profundezas dos oceanos.

Dados do Tubarão Pré-Histórico:
Nome: Megalodonte
Nome Científico: Carcharodon megalodon
Época: Mioceno
Local em que viveu: Oceano Atlântico
Peso: Cerca de 4 toneladas
Tamanho: 20 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora


O Megalodonte é conhecido principalmente pelo registro fóssil de seus grandes dentes. Como outros tubarões modernos, o esqueleto do megalodonte era formado por cartilagem, e não ossos, resultando em pouca preservação de suas formas. De qualquer modo, os enormes dentes foram bem-preservados. Os dentes são bem parecidos com o do grande Tubarão Branco e pode medir acima de 168mm de comprimento.

Recentes estudos citados por Roesch sugerem que o Megalodonte é evolutivamente próximo dos modernos grandes brancos. De qualquer modo, um número crescente de pesquisadores disputam esta relação íntima entre o Tubarão-branco com o Megalodonte.
As mais confiáveis estimativas do taman

O dente do MegalodonteO dente do Megalodonte - Fotografia de Duncan Wright


Teorias sobre a extinção da espécie

Existe uma teoria de que os Carcharodon megalodon se extinguiram quando os mares polares ficaram frios demais para tubarões, permitindo as baleias a nadarem fora do alcance dos tubarões durante o verão. Outras explicações são ainda mais simples, sugerindo que qualquer distúrbio prolongado na cadeia alimentar iria liquidar um predador com tantos requerimentos.

O Megalodonte ainda teria enfrentado a "baleia assassina", a Orca (na realidade um golfinho) que apareceu nos oceanos há menos de cinco milhões de anos. Estes animais mamíferos teriam competido com o Megalodonte por alimento, o que pode ter ocasionado uma pobre nutrição ao Tubarão. Neste cenário, o tamanho avantajado teria sido não uma vantagem, mas um grande problema: - Onde achar mais alimentos para estes famintos tubarões?

MEGALODONTEComparação das dimensões de um Carcharocles megalodon, de um tubarão-branco
(Carcharodon carcharias) e de um mergulhador

Os tubarões são peixes cartilaginosos, por isso, o registo paleontológico destes animais é, sobretudo, constituído por fósseis de dentes, as únicas estruturas mineralizadas do seu esqueleto.

Em Portugal encontram-se fósseis destes tubarões nos sedimentos miocênicos da região de Lisboa e da Península de Setúbal (Almada, Sesimbra, etc.) e do Algarve. Também foi registada a ocorrência de um dente de Carcharocles no Pliocênico da Marinha Grande.

Os maiores dentes fossilizados conhecidos destes peixes têm cerca de 19 centímetros. No Museu Geológico do INETI, em Lisboa, existe um dente fossilizado de um destes tubarões, proveniente do Miocênico superior da região dos Olivais (Lisboa), com 15 cm de altura.

Os fósseis dos dentes de tubarão estão intimamente ligados ao nascimento da Geologia como ciência.

Os fósseis de conchas e de búzios, por se tratarem de estruturas familiares, desde muito cedo foram identificados por vários naturalistas como sendo conchas petrificadas de bivalves e de gastrópodes. Pelo contrário, a interpretação dos restos fossilizados de vertebrados, por serem menos conhecidos, era mais difícil.

Dentes de Carcharocles megalodon, de tubarão-branco e de um humanoDentes de Carcharocles megalodon, de tubarão-branco e de um humano

Até meados do séc. XVII os dentes de tubarão fossilizados eram identificados pelas lendas populares, entre outras coisas, como línguas petrificadas de serpentes: glossopetrae ou "línguas de pedra". Em 1667, Nicolaus Steno (1638-1686) publicou, pela primeira vez, o estudo anatômico de um tubarão. Nesse estudo ele figurou a cabeça do tubarão que havia dissecado, assim como os seus dentes, salientando a sua semelhança com aquilo a que então se chamava vulgarmente "línguas de pedra". Daí em diante ficou claro que as glossopetrae eram fósseis de dentes de tubarão.

Fóssil (substantivo masculino): Todo e qualquer vestígio identificável, corpóreo ou de atividade orgânica, de organismos do passado, conservado em contextos geológicos, isto é, nas rochas (do Lat. *fossile < style="font-weight: bold;">Tipos básicos de fósseis
: somatofósseis e icnofósseis.

www.klimanaturali.org
www.megatimes.com.br
www.geografiatotal.com.br

Enguia Dinossauro Tem Pulmão Que Pode Viver Fora da Água

Enguia Dinossauro Tem Pulmão Que Pode Viver Fora da Água

Enguia Dinossauro Tem Pulmão Que Pode Viver Fora da Água
Bichir-de-senegal ou enguia dinossauro (Polypterus senegalus senegalus): pulmão que permite respirar fora da água e capaz de se adaptar à vida na terra
Um primitivo peixe mostrou que, mesmo fora da água, é capaz de se locomover e oferecer pistas sobre a evolução das espécies do mar para a terra, de acordo com um novo estudo realizado na Universidade de Ottawa, no Canadá. Capaz de respirar na superfície, o espécime passou inclusive por modificações em seu esqueleto para melhorar sua locomoção.

A pesquisadora Emily Standen, da Universidade McGill, decidiu criar uma espécie de peixe fora da água. Juntamente com o paleontologista Hans Larsson, ela escolheu o bichir-de-senegal ou enguia dinossauro (Polypterus senegalus senegalus), uma espécie com características primitivas que lembra um ancestral dos animais terrestres. Equipado com pulmões e escamas duras, o bichir usa as nadadeiras peitorais atrás da cabeça para se movimentar em terra e ir de uma poça de água para outra.

Os pesquisadores compraram 149 espécimes com dois meses de vida e mantiveram 111 em um terrário durante 8 meses. Os outros 38 ficaram em um aquário.

Os peixes criados em terra apresentaram mudanças na estrutura de seu esqueleto que lhes permitiram se locomover em terra. Os bichires passaram a usar suas nadadeiras dianteiras para se erguer e "caminhar". A estrutura que seria semelhante à nossa coluna vertebral tornou-se mais reforçada e longa para dar maior apoio ao restante do corpo.


"Todas as mudanças que observamos estão documentadas no estudo dos fósseis", afirma a pesquisadora Emily Standen, especialista em biomecânica comparative e evolucionária na Universidade de Ottawa.

"Os resultados podem jogar uma luz sobre um fator que teria parte na origem dos tetrápodes", diz Per Ahlberg, uma paleontologista da Universidade Uppsala na Suécia. Resta aos cientistas entender esse desenvolvimento na evolução e passagem das espécies aquáticas para a vida na terra.

As mudanças --chamadas plasticidade desenvolvimentista—deram aos animais "vantagens" em sua luta pela sobrevivência, possivelmente passada em seus genes para as novas gerações, que os pesquisadores vão acompanhar em novo estudo. "Eventualmente, essas mudanças podem se tornar permanentes com o tempo", diz Emily Standen. "Mas como isso acontece", diz, ainda permanece um "mistério".

www.klimanaturali.org
www.megatimes.com.br
www.geografiatotal.com.br

Peixe Porco (Balistes vetula)

Peixe Porco (Balistes vetula)

Peixe Porco (Balistes vetula)Características: também conhecido como cangulo, seu corpo tem coloração verde-oliva escura no dorso, amarela-dourada na parte ventral e listras em tom azul-claro (que chegam a ser luminosas) na cabeça e nas nadadeiras. Além disso, em torno dos olhos apresenta estrias negras em forma de raios e na nadadeira caudal há uma bonita mancha azulada. Possui boca pequena com fileiras de oito dentes bem fortes em cada maxila. Seus olhos se movimentam independentemente um do outro. Podem chegar a medir um pouco mais de meio metro de comprimento e pesar cinco quilos e meio.

Habitat: costões rochosos e recifes. Fica sempre próximo a locais rochosos e repletos de "esconderijos" em profundidades de 2 a 275 m.

Ocorrência: em todo litoral brasileiro.

Hábitos: possui um hábito muito peculiar de relaxar o corpo inclinando a cabeça para baixo e apoiando o "focinho" sobre uma pedra ou coral. É capaz de emitir sons ou grunhidos, produzidos por sua desenvolvida bexiga natatória. Tais sons são ouvidos somente por exemplares da própria espécie, não sendo captados pelo ouvido humano. Além das cores e do fato de poder emitir sons, uma outra excentricidade do peixe porco é o modo como utiliza a nadadeira dorsal. Dividida em duas partes, a mais próxima da cabeça é bem mais resistente e dura, assim como um gatilho. No caso do peixe sentir-se ameaçado, ele se esconde entre as pedras ou corais e fica completamente imóvel, fixando o "gatilho" entre as frestas. Tal mecanismo irá funcionar como uma trava e manterá o peixe ancorado, protegido dos predadores ou da correnteza enquanto dorme.

Alimentação: carnívoros. Predador voraz. Alimenta-se de pedaços de camarão, filhotes de peixes, crustáceos em geral e moluscos.

Reprodução: só procura um companheiro da espécie na época do acasalamento, quando então passa a viver junto com seu par. O período de reprodução ocorre com maior frequência no mês de abril. Colocam seus ovos apenas em substratos de areia. Geralmente a fêmea cava um buraco no cascalho e deposita os ovos, sendo logo a seguir fertilizados pelo macho.

Ameaças: destruição do habitat, poluição e captura para aquariofilismo.

Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)

www.klimanaturali.org
www.megatimes.com.br
www.geografiatotal.com.br

Piranha | Características e Espécies de Piranhas

Piranha | Características e Espécies de Piranhas

Piranha (Pygocentrus piraya)
Piranha (Pygocentrus piraya)

Piranha (Pygocentrus piraya)

Características: também conhecida como piranha do São Francisco, é uma das mais ferozes. Pode chegar a 60 cm de comprimento. Corpo ovalado, lateralmente comprimido, apresentando uma quilha dorsal e uma outra ventral de escamas modificadas, que possivelmente facilitam seu deslocamento na água. As escamas são muito pequenas. Boca com dentes em forma triangular, sendo que os da mandíbula (parte inferior) são mais desenvolvidos que os do maxilar superior. As pontas dos dentes superiores encaixam perfeitamente entre as duas pontas dos dentes inferiores. A borda de cada dente corta como uma navalha, permitindo, com isso, que a carne da presa seja cortada em pequenos pedaços. Essa peculiaridade explica a ocorrência dos sérios e comuns acidentes com piranhas. Carne muito apreciada.

Piranha (Pygocentrus piraya) Habitat: rios, lagoas e represas.

Ocorrência: do norte da Amazônia até a costa oeste do Rio Grande do Sul.

Hábitos: vivem em grandes cardumes.

Alimentação: predadoras, carnívoras por excelência.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.
Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Família: Characiforme

Subfamília: Serrasalminae

Subfamília Serrasalminae
Estão incluidos, nesta subfamília, os peixes conhecidos conhecidos popupularmente como pacus, caranhas, curupetés e as piranhas. Todos são facilmente identificáveis por possuirem corpo relativamente alto em relação ao comprimento, dando ao peixe uma forma arredondada. São encotrados, praticamente, em todas as bacias hidrográficas da zona intertropical do planeta.

Espécie: Pygocentrus nattereri

Nome popular: piranha, queixo-de-buxo,piranha vermelha, piranha caju

Porte: dificilmente ultrapassa os 25 cm de comprimento padrão.

Características taxonômicas: tem o corpo alto e a cabeça pequena. A espécie é facilmente distinguível de outras piranhas por possuir ventre muito vermelho ou alaranjado.

Habitat: prefere o ambiente de águas mais calmas, como lagos e remansos de rios.

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Dieta alimentar: embora seja muito voraz, no ambiente natural alimenta-se principalmente de escamas e nadadeiras de outros peixes.
Importância comercial:é muito comercializada e apreciada na forma de caldo de piranha em bares e restaurantes.

Pesca esportiva: por ser uma espécie de piranha muito comum, é bastante fácil de ser capturada por pescadores profissionais ou amadores. No entanto não é muito valorizada, exatamente pela facilidade de ser capturada.

Comportamento: vivem em cardumes que, em muitos casos, contam com a presença de outras espécies de peixes.

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju  (Pygocentrus nattereri)

Muitas vezes temida por causa de seus ataques agressivos e frenéticos, a piranha-vermelha tem uma reputação de um predador voraz, com dentes afiados e apetite insaciável.

Embora seja extremamente variável na aparência, a piranha-vermelha tem esse nome por causa da barriga vermelha característica, que pode ser de um vermelho mais intenso e profundo nos machos, enquanto que o resto do corpo normalmente é cinzento, com escamas salpicadas prateadas, as vezes marrom-cremoso nos lados. Manchas escuras muitas vezes são aparentes atrás das guelras, e a barbatana anal geralmente é preta na base, enquanto as nadadeiras peitorais e pélvicas variam do vermelho ao laranja.

A piranha-vermelha pode crescer até um comprimento máximo de 33 cm e pesar até 3,5 kg.

Apesar de ser retratada como um predador perigoso e imprevisível, a piranha-vermelha se alimenta principalmente de peixes, insetos e invertebrados aquáticos, como moluscos e crustáceos. Pode também se alimentar de qualquer pequeno animal terrestre que encontrar, bem como frutas, sementes, algas e plantas aquáticas. Os dentes afiados e triangulares fazem da piranha-vermelha um animal extremamente eficiente ao abocanhar o alimento, e a disposição da sua poderosa mandíbula e focinho dão ao peixe a capacidade de atacar e morder com uma força extraordinária.

As piranhas-vermelhas vivem em cardumes, embora não apresentem o comportamento de caça em grupo. Ocasionalmente, as piranhas-vermelhas entram em um "frenesi", onde atacam uma presa e a devoram em poucos minutos. Esse comportamento particular contribui para a reputação da piranha-vermelha, mas os "frenesis" normalmente não são ataques aleatórios, e geralmente são o resultado de provocação ou fome.

A reprodução das piranhas-vermelhas ocorre por volta de Abril e Maio durante a estação chuvosa, geralmente com um pico ao longo de um período de dois meses, que pode variar dependendo da localização. A fêmea põe cerca de 5.000 ovos sobre a vegetação recém-submersa em um ninho construído pelo macho.

A piranha-vermelha normalmente é encontrada em rios de água branca e, em alguns riachos e lagos. Em certas áreas, pode habitar também florestas inundadas (tais como aquelas encontradas em toda a Amazônia brasileira).

Amplamente distribuída por todo o continente sul-americano, a piranha-vermelha é encontrada em rios tropicais de água doce na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju (Pygocentrus nattereri)


Características: peixe de escamas bastante apreciado, principalmente para fazer o famoso caldo de piranha, considerado afrodisíaco. Corpo rombóide e comprimido, focinho curto, arredondado, mandíbula saliente e dentes afiados. Entre todas as piranhas é a que possui o focinho mais rombudo. Coloração cinza no dorso e avermelhada no ventre e na região inferior da cabeça. Nadadeiras peitoral, ventral e anal alaranjadas. Alcança 30 cm de comprimento total.

Habitat: rios, lagos e lagoas de águas barrentas.

Ocorrência: bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, Prata, São Francisco e açudes do Nordeste.

Hábitos: vive em cardumes pequenos ou até com mais de 100 indivíduos. Sensível à falta de oxigênio.

Alimentação: piscívora.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

Piranha Preta

Piranha Preta (Serrasalmus rhombeus)

Piranha Preta (Serrasalmus rhombeus)
Piranha Preta (Serrasalmus rhombeus)
Características: peixe de escamas com corpo rombóide e um pouco comprimido, mandíbula saliente e dentes afiados. Coloração uniforme, variando do cinza ao preto nos indivíduos adultos. Os jovens são mais claros com manchas escuras. Alcança 40 cm de comprimento e é a maior piranha da Amazônia.

Habitat: rios de águas claras e pretas.

Ocorrência: bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.

Hábitos: são solitários.

Alimentação: carnívora, alimentando-se de peixes e invertebrados.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

www.megatimes.com.br

Tubarão Albafar | Características Gerais do Tubarão Albafar (Hexanchus griseus)

Tubarão Albafar | Características Gerais do Tubarão Albafar (Hexanchus griseus)

Tubarão Albafar
Nome Comum:  Tubarão Albafar

Nome Científico: Hexanchus griseus

Tamanho: 5 metros

Hexanchus griseus
Hexanchus griseus
Hexanchus griseus
Designações

Cabo Verde:
  • Albafora
  • Albafar
  • Olho-verde
Portugal:
  • Albafar (Açores e Madeira)
Brasil:
  • Cação-bruxa
Moçambique:
  • Canhabota cinzenta
Distribuição geográfica do Tubarão AlbafarO tubarão-albafar (Hexanchus griseus) é uma espécie de tubarão da família Hexanchidae. Pode atingir os 5 m de comprimento e os 600 kg de peso.

Está associado a habitats marinhos de recife, até 2300m de profundidade.

Ocorre em zonas subtropicais.
Pouco se sabe sobre a espécie, mas é certo que nada, também nos Açores e na Madeira, a uma profundidade não superior a 100m. Essa é uma das evidências de que ainda existe uma vasta área cinzenta no que se sabe do tubarão albafar: não seria de esperar encontrar membros da espécie abaixo dos 100m, mas este tubarão foi filmado a cerca de 1000m de profundidade e há relatos de capturas a 2.500 m.

www.megatims.com.br