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Peixe Rosáceo (Hyphessobrycon erythrostigma)


Peixe Rosáceo (Hyphessobrycon erythrostigma)


Peixe Rosáceo (Hyphessobrycon erythrostigma)Características: atinge 8 cm. Apresenta uma mancha vermelha no corpo e uma faixa de rosa intenso que se estende por toda o corpo (linha lateral), mais visível a partir do "coração". O macho é maior que a fêmea, possui a nadadeira dorsal um pouco maior e mais afilada - forma de foice - que a da fêmea. A nadadeira anal pode apresentar um gancho, sendo bem desenvolvida, mas é difícil diferenciar os sexos por este detalhe. Apesar de chamado rosáceo, este peixe fica com um forte colorido marrom (bem escuro) com reflexos rosas pelo corpo. Este rosa é mais visível no macho, que tem um colorido de dar inveja nas fêmeas.

Origem
: Bacia Amazônica.

Habitat
: rios com águas bem iluminadas.

Hábitos
: peixe de cardume, muito ativo.

Temperatura ideal: 22º e 26º C.
pH: 6,0 a 7,0.

Alimentação: onivoros (são os animais que se alimentam tanto de produtos de origem animal como vegetal).

Reprodução: ovíparos.

Ameaças: destruição do habita.

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Peixe Congro Rosa (Genypterus blacodes)


Peixe Congro Rosa (Genypterus blacodes)


Peixe Congro Rosa (Genypterus blacodes)Características: peixe de configuração longilínea, alongada e cilíndrica, com a cabeça e os olhos muito pequenos, as barbatanas anal e dorsal que se unem na cauda, boca grande e repleta de grandes e pontiagudos dentes. Coloração amarelo rosada, marmoreado com manchas castanhas avermelhadas irregulares dorsalmente. Pode atingir 2 m de comprimento e 25 Kg de peso.

Habitat: junto à costa e em fundos rochosos, em profundidades de 20 a 1000 m.

Ocorrência: sudeste do Brasil.

Hábitos: arrasta-se junto aos solos marinhos. Muito sedentário, fixa-se em tocas nas rochas ou em destroços de navios afundados. Emite sons perfeitamente audíveis à superfície.

Alimentação: caça principalmente à noite, alimentando-se de crustáceos e peixes.

Reprodução: ovíparo, com ovos pelágicos ovais, flutuantes em massa gelatinosa.

Ameaças: poluição, destruição do habitat e pesca predatória.

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Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)


Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)

Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)
Características: acoloração brilhante do Bandeira é compensada pelo seu exclusivo e lindo conjunto de barbatanas, e pela variedade de padrões que foram desenvolvidos ao longo de décadas de cruzamento seletivo. O Acará-bandeira é um dos mais populares peixes de água tropical doce. Considerado por muitos o aristocrata dos aquários, este peixe transformou-se numa dor de cabeça para os ictiologistas e aquariófilos, pois sob a mesma forma e igualdade de colorido foram descobertas três espécies diferentes: P. scalare , P. eimekei e P. altum. As diferenças são pouco aparentes para os aquaristas menos avisados, já que tudo parece limitar-se à quantidade de escamas e raios das nadadeiras. É realmente o príncipe dos aquários, pelo seu porte majestoso, elegância no nadar e inusitada beleza. O corpo, muito alto e achatado dos lados, praticamente emenda com as nadadeiras dorsal e anal. Três listras verticais , pretas, sobre fundo prateado, olhos vermelhos e longos filamentos nas nadadeiras pélvicas, completam o conjunto. Atinge o tamanho de 15 cm.

Origem: Amazonas.

Habitat: águas não muitas profundas, calmas e rica em vegetação de várzea.

Hábitos: peixe pacífico, se bem que não se deva confiar nele em companhia de outros menores. É um tanto temperamental, às vezes fica parado na parte traseira do aquário, não significando necessariamente que esteja doente. O que acontece é que se assustam facilmente, principalmente os mais velhos. Gostam de ficar em grupos.

Temperatura ideal: 20° a 32°C.

pH: 6,8 a 7,0.

Alimentação: dáfnias, tubiflex e carne crua, mas os alimentos secos são bem aceitos. Costumam sofrer de falta de apetite e deve-se então oferecer-lhes filhotes de barrigudinhos, vivos. Se isto não lhes despertar o apetite, tenta-se então mudança de água do aquário, retificando-se o pH. Aceita rações em sua dieta facilmente, mas deve-se oferecer alimentos vivos pelo menos uma vez por mês.

Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)
Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)

Reprodução: ovíparo. Aparentemente não há dimorfismo sexual. A agressividade e territorialidade são manifestadas principalmente na época da reprodução, onde protegem seus ninhos e filhotes com grande ferocidade. A fêmea deposita os ovos aderentes no local de postura, enquanto o macho os fertiliza. Os ovos são postos nas folhas das plantas ou em tubos de vidro, pintados de branco, imitando raízes aquáticas. Os filhotes são vigiados pelos pais até à adolescência. Com a idade de trinta dias ainda não adquiriram o aspecto característico dos adultos, parecendo mais um ciclídeo comum. A reprodução se torna simples quando encontrarmos o par certo para o acasalamento. Como a distinção dos sexos é extremamente difícil, deve-se adquirir pelo menos 6 exemplares e observar por algum tempo o casal que se formou. O par estará sempre junto e tentando expulsar outros peixes por perto. Este é um sinal que o par vai acasalar. Se o aquarista puder ajudar, as chances da desova ter sucesso é grande em um aquário comunitário. Geralmente os Bandeiras desovam em vidros ou troncos, e protegem os ovos bravamente. Se não possuir peixes predadores, terá tempo de acompanhar a desova e algumas horas depois pode retirar com ajuda de uma mangueirinha sugando-os para um outro aquário onde acontecerá a eclosão (três dias depois da desova), já que neste ponto não se faz mais necessário a presença dos pais. O aquário de reprodução deve ter apenas equipamentos obrigatórios (inclusive um filtro biológico de espuma) com uma temperatura da água igual a de onde foi retirado os ovos. Gradativamente o aquarista deve corrigir essa temperatura a 28 graus. A água também deve ser do aquário de origem, para que os ovos não corram o risco de variações violentas de condições da água. Após a eclosão os alevinos, ainda permanecerão com o saco vitelino e grudados em qualquer o parte do aquário, devemos usar uma oxigenação e movimentação da água bem fraca. Devemos retirar os ovos "gorados" (os brancos opacos) para que não prejudiquem os fecundados. A natação livre dos alevinos será após três dias da eclosão e o aquarista deverá alimenta-los imediatamente depois que perderem o saco vitelino com nauplius de artemias eclodidas na hora. Deve-se calcular os dias exatos da eclosão tanto dos bandeiras como das Artemias, para que você não fique sem poder alimento-los após a natação livre dos alevinos. Apenas depois de 20 dias, poderemos mudar a dieta dos Bandeiras com rações para filhotes.

Ameaças: destruição do habitat, captura predatória e tráfico de animais silvestres.

Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)
Acará-Bandeira (Pterophyllum scalare)

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Peixe-Leão | Pterois

Peixe-Leão | Pterois

Peixe-Leão | Pterois

O Peixe-Leão é uma espécie do gênero de peixes marinhos venenosos chamado Pterois, comumente conhecido como peixe-leão, nativo do Indo-Pacífico. Também chamado de peixe-zebra, firefish, peixe-peru, peixe saboroso ou bacalhau-borboleta, é caracterizado por uma notável coloração de aviso com faixas vermelhas, brancas, cremosas ou pretas, barbatanas peitorais vistosas e raios venenosos de barbatana pontiaguda. Pterois radiata, Pterois volitans e Pterois miles são as espécies mais comumente estudadas no gênero. As espécies de Pterois são peixes de aquário populares. Pterois volitansPterois miles são espécies invasoras recentes e significativas no Atlântico oeste, Mar do Caribe e Mar Mediterrâneo.

Peixe-Leão Comum (Pterois volitans)
O Peixe-Leão Comum (Pterois volitans), são espécies de peixes com barbatanas de raios nativos da região Indo-Pacífico ocidental. O peixe-leão comum é freqüentemente confundido com seu parente próximo, o peixe-leão vermelho (Pterois volitans). O nome científico é do grego pteron, que significa "asa", e milhas latinas, que significa "soldado".

O peixe-leão comum cresce até 35 cm de comprimento. A barbatana dorsal possui 13 espinhos longos e fortes e 9 a 11 raios moles, e a barbatana anal tem três espinhos longos e seis ou sete raios moles. A barbatana dorsal parece emplumada e as barbatanas peitorais são semelhantes a asas com raios amplos e suaves separados. Estes peixes variam de cor, de avermelhado a bronzeado ou cinza, e têm inúmeras barras finas, escuras e verticais na cabeça e no corpo. Sua cabeça é menos angular que a de Pterois  volitans.

Comportamento
O peixe-leão comum é principalmente noturno e pode se esconder em fendas durante o dia. Alimenta-se de peixes e pequenos crustáceos. Tem poucos predadores, provavelmente por causa de suas espinhas venenosas, mas os peixes-leão maiores atacam os menores. Foi demonstrado que o cornetfish de manchas azuis (Fistularia commersonii) se alimenta dele, assim como as garoupas nas Bahamas.

Distribuição e habitat
Pterois  miles é nativo do Oceano Índico, do Mar Vermelho, da África do Sul e da Indonésia; também foi relatado recentemente no mar Mediterrâneo oriental e central, perto de Chipre, em Malta, ao norte de Izmir, no mar Egeu (migração lessepsiana). Agora também está presente na costa leste dos Estados Unidos e no mar do Caribe, onde é considerada uma espécie invasora. Sua aparência é muito semelhante à P. volitans, que não ocorre no Mar Vermelho. P. milhas é geralmente encontrado em áreas com fendas ou lagoas, geralmente nas encostas externas dos recifes de coral. As moreias foram recentemente identificadas como predadores naturais de P. milhas em seu habitat nativo no Mar Vermelho. Algumas espécies de garoupa e tubarões de recife também são seus predadores.

Peixe-Leão | Pterois

Peixe-Leão-Vermelho (Pterois volitans
O Peixe-Leão-Vermelho (Pterois volitans) é um peixe venenoso de recife de coral da família Scorpaenidae, da ordem Scorpaeniformes. O P. volitans é encontrado nativamente na região do Indo-Pacífico, mas se tornou um problema invasivo no mar do Caribe, bem como ao longo da costa leste dos Estados Unidos e do Mediterrâneo Oriental. Esta e uma espécie similar, milhas Pterois, foram consideradas espécies invasoras. O peixe-leão vermelho está vestido com listras brancas alternadas com listras vermelhas / marrom / marrons. Os adultos dessa espécie podem crescer até 47 cm de comprimento, tornando-a uma das maiores espécies de peixes-leão no oceano, enquanto os juvenis geralmente têm menos de 2,5 cm. O peixe-leão vermelho médio vive cerca de 10 anos. Tal como acontece com muitas espécies da família Scopaenidae, possui espinhos grandes e peçonhentos que se projetam do corpo, semelhantes a uma juba, dando-lhe o nome comum de peixe-leão. As espinhas venenosas tornam o peixe comestível ou impedem a maioria dos predadores em potencial. Os peixes-leão se reproduzem mensalmente e são capazes de se dispersar rapidamente durante o estágio larval para expansão de sua região invasora. Não são conhecidos predadores definitivos do peixe-leão, e muitas organizações estão promovendo a colheita e o consumo de peixe-leão, em esforços para impedir aumentos adicionais nas densidades populacionais já elevadas.

Pterois radiata

Peixe-Leão Marinho (Pterois radiata)
O Peixe-Leão Marinho (Pterois radiata), também chamado de peixe-leão na barra da cauda, ​​peixe-leão radiata, peixe-fogos de artifício ou peixe-espada radial, é um peixe carnívoro com barbatanas de raios com espinhos venenosos que vive nos oceanos do Pacífico indiano e ocidental. Esta é a única espécie de peixe-leão que possui espinhos sem marcas. Também pode ser reconhecido pelo par de listras brancas horizontais em seu pedúnculo caudal.

Descrição
O Peixe-Leão Marinho (Pterois radiata) cresce até um comprimento de cerca de 24 cm (9 polegadas), embora um tamanho mais comum seja 20 cm (8 polegadas). A barbatana dorsal tem 12 ou 13 espinhos longos e venenosos e 10 a 12 raios moles. A barbatana anal tem três espinhos e cinco ou seis raios moles. As grandes barbatanas peitorais se alargam para o lado e são claras e sem bandas. As outras barbatanas também são incolores. A cor da cabeça e do corpo é marrom-avermelhada, com cerca de seis faixas escuras verticais de cores diferentes no corpo, separadas por finas linhas brancas. Duas linhas horizontais brancas ocorrem no pedúnculo caudal, que distingue esse peixe de outros peixes-leão semelhantes.

Distribuição e habitat
Peixe-Leão Marinho (Pterois radiata) é nativo da região Indo-Pacífico ocidental. Seu alcance se estende da África do Sul e do Mar Vermelho à Indonésia, Ilhas da Sociedade, Ilhas Ryukyu, norte da Austrália e Nova Caledônia. Pode ser encontrada em recifes rochosos costeiros e offshore em profundidades de cerca de 25 m (82 pés). Às vezes, peixes juvenis são encontrados em poças de maré.

Biologia
Esta espécie é principalmente noturna. Ele passa o dia escondido em fendas nas rochas, em pequenas cavernas ou sob saliências. Surge à noite para se alimentar de invertebrados, como caranguejos e camarões.

Peixe-Leão | Pterois
Peixe-Leão | Pterois
Peixe-Leão | Pterois
Peixe-Leão | Pterois

Espécies
Atualmente existem 12 espécies reconhecidas neste gênero:
  1. Pterois andover G.R. Allen e Erdmann, 2008 - Andover lionfish
  2. Pterois antennata (Bloch, 1787) - peixe-leão de barbatana manchada
  3. Pterois brevipectoralis (Mandritsa, 2002)
  4. Pterois cincta Rüppell, 1838 - Peixe-leão do Mar Vermelho 
  5. Pterois lunulata Temminck & Schlegel, 1843 - peixe-leão Luna
  6. Milhas Pterois (J. W. Bennett, 1828) - peixe-diabo
  7. Pterois mombasae (J. L. B. Smith, 1957) - peixe-leão-africano, peixe-peru com nadadeiras
  8. Pterois paucispinula Matsunuma & Motomura, 2014 
  9. Pterois radiata G. Cuvier, 1829 - Peixe-leão de barbatana clara 
  10. Pterois russelii E. T. Bennett, 1831 - Peixe-peru de cauda lisa, peixe-leão soldado ou peixe-leão de Russell
  11. Pterois sphex D. S. Jordan & Evermann, 1903 - Peixe-peru havaiano
  12. Pterois volitans (Linnaeus, 1758) - peixe-leão-vermelho
Pterois antennata


Peixe Bijupirá (Rachycentron canadum)


Peixe Bijupirá (Rachycentron canadum)

Peixe Bijupirá (Rachycentron canadum)


Características: O Peixe Bijupirá (Rachycentron canadum) é um peixe de escamas muito pequenas com corpo alongado e subcilíndrico, cabeça grande e achatada. As nadadeiras dorsal e anal são do mesmo tamanho, dando a impressão de uma ser reflexo da outra. A nadadeira caudal tem o lobo superior muito maior que o inferior. A coloração é marrom escuro, sendo o ventre amarelado; apresenta duas faixas prateadas ao longo do corpo. As nadadeiras são escuras. Pode alcançar 2 m de comprimento total e 50 kg.

Habitat: áreas costeiras e no alto-mar em superfície e meia-água. Pode ser encontrada ocasionalmente em águas rasas com fundo rochoso ou de recife, assim como em estuários e baías.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul). Mais comum no Nordeste.

Hábitos: normalmente é encontrada sozinha ou aos pares, mas pode formar cardumes pequenos.

Alimentação: peixes, crustáceos e lulas.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

Peixe Bijupirá (Rachycentron canadum
Peixe Bijupirá (Rachycentron canadum

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Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus)


Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus)

Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus)


Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus)Características: O Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus) é um peixe de escamas que distingue-se facilmente pelas pintas (de 2 a 12) agrupadas nas laterais entre as nadadeiras peitoral e lateral. Atinge 90 cm de comprimento e 15 kg de peso. Coloração azulada no dorso, com a metade posterior em linhas irregulares escuras. Flancos prateados e abaixo das nadadeiras, peitorais de cinco a sete máculas negras e redondas. De carne boa, mas oleosa.

Habitat: vive próximo ao litoral.

Ocorrência: toda a costa brasileira.

Hábitos: é menos migratória que os demais tunídeos.

Alimentação: peixes, crustáceos e lulas.

Ameaças: poluição e pesca predatória.

Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus)
Peixe Bonito Pintado (Euthynnus alletteratus)
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Peixe Bonito de Barriga Listrada (Katsuwonus pelamis)


Peixe Bonito de Barriga Listrada (Katsuwonus pelamis)

Peixe Bonito de Barriga Listrada (Katsuwonus pelamis)
Características: O Peixe Bonito de Barriga Listrada (Katsuwonus pelamis) é um  peixe de escamas que atinge no máximo 1 m de comprimento e 15 Kg de peso, sendo espécie de grande importância para a economia pesqueira mundial.

Habitat: pelágico costeiro e oceânico.

Ocorrência: todo o litoral brasileiro.

Hábitos: migratório, forma cardumes em águas superficiais associados a pássaros, objetos flutuantes (fixos ou à deriva), tubarões, baleias ou outras espécies de tunídeos. Quando estão próximos à superfície, costumam apresentar grande agitação, o que facilita a visualização dos cardumes.

Alimentação: no início da manhã e no final da tarde, quando consomem basicamente peixes, crustáceos e lulas.

Predadores naturais: agulhões.

Ameaças: poluição e pesca predatória.

Peixe Bonito de Barriga Listrada (Katsuwonus pelamis)
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