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Parque Estadual Serra dos Reis | Rondônia

Parque Estadual Serra dos Reis | Rondônia

Parque Estadual Serra dos Reis | Rondônia
Localização
O Parque Estadual da Serra dos Reis está inserido na parte sudoeste do estado de Rondônia, em uma área cuja rede de drenagem contribui para a bacia do Rio Guaporé.

Superfície
36.442 hectares

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%

As unidades geomorfológicas de relevo do Parque são o pediplano centro-ocidental brasileiro e o planalto dos Parecis, com altitudes que variam de 100 a 400 metros. Os solos mapeados são das categorias latossolo amarelo e solos litólicos.

Flora
Com relação à flora, predominam as flrorestas ombrófilas abertas nas áreas planas, com muitas palmeiras e diversidade considerada baixa para padrões amazônicos, e florestas mais densas nas áreas de solos hidromórficos.

Parque Estadual Serra dos Reis | RondôniaFauna
Avaliações ecológicas rápidas registraram 152 espécies de aves e 24 de mamíferos. Há necessidade de levantamentos mais completos, que incluam a herpetofauna e os invertebrados locais.

Parque Estadual Serra dos Reis | Rondônia
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Parque Estadual da Serra dos Parecis | Rondônia


Parque Estadual da Serra dos Parecis | Rondônia

Parque Estadual da Serra dos Parecis | Rondônia
Parque Estadual da Serra dos Parecis | Rondônia
Superfície
38.950 hectares

Bioma
Amazônia 100%

Floresta Estacional Semidecidual 7%
Floresta Ombrófila Aberta 74%
Savana 19%

Parque Estadual das Auracárias | Santa Catarina

Parque Estadual das Auracárias | Santa Catarina

Parque Estadual das Auracárias | Santa Catarina

Bioma
Floresta de Araucárias

Área
612 ha.

Unidade de Proteção Integral

Um dos últimos redutos de araucárias no Oeste do Estado de Santa Catarina, a Fazenda São Domingos, interior do município de São Domingos, na divisa com o Paraná, foi transformada no mais novo parque florestal do Estado - o primeiro dedicado exclusivamente à mata de araucária.

O local conta com pelo menos 10 mil árvores, remanescentes de reservas nativas e plantios promovidos pela fazenda, que mantinha uma indústria madeireira. Um grupo de biólogos constatou a existência de 227 espécies de aves e 24 espécies de mamíferos, muitos deles em extinção, como o gato-do-mato e o negrinho-do-mato. Na parte vegetal, além das araucárias (Araucaria angustifolia) e de outras espécies de árvores nativas, a reserva abriga dezenas de exemplares de xaxim (Dicksonia sellowiana), também ameaçada de extinção.

Parque Estadual das Auracárias | Santa CatarinaO objetivo da criação dessa unidade de conservação é ajudar a evitar o desaparecimento das florestas de araucárias. Essas árvores já dominaram as terras da região, mas foram quase dizimadas, em pouco mais de 80 anos de extrativismo.

Pelos cálculos da Fatma, da cobertura original existente nos três Estados do Sul, apenas 5% das araucárias ainda resistem, e apenas 0,22% estão protegidas em parques.

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Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo | Paraná

Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo | Paraná

Parque Estadual Vila Rica do Espírito Santo | Paraná

Localização
Região Sul
Estado Paraná
Município de Fênix

Bioma
Floresta Atlântica e Floresta Estacional Semidecidual

Área
353,86 ha

Criação
Decreto 17.790 (17/06/1965)

Unidade de Proteção Integral

Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo: Primeiro Parque Estadual, contém as ruínas de Vila Rica do Espírito Santo, tombadas pelo Patrimônio Histórico em 1948 pela Lei Estadual nº 33.
Em 1965 a área foi declarada Reserva Florestal Estadual por meio do Decreto nº 17.790 de 17 de junho de 1965, que foi transformada em Parque pelo Decreto Estadual nº 6.125 de 16 de fevereiro de 1983, sendo denominada atualmente de Vila Rica do Espírito Santo.

Com uma área de 353,68 hectares, preserva um dos últimos remanescentes da pujante floresta tropical, muito rara em toda a região. Refúgio de raros exemplares da fauna e flora, a floresta abriga da extinção o Urubu Rei, a Juruva, o Gavião Carijó, o Jacu, e outras espécies.

Villa Rica foi a terceira comunidade fundada por espanhóis no oeste do Estado e recebeu este nome porque os espanhóis confundiam os cristais de rochas (ágatas), comuns na região, com pedras preciosas. Ali os índios foram pacificados e catequizados pelos jesuítas espanhóis, viviam do cultivo de alimentos e da extração da erva mate, até serem dizimados pelos bandeirantes.

Urubu ReiUrubu Rei

Os padres que resistiram foram chacinados, as aldeias foram queimadas e os índios que sobreviveram escravizados. Assim terminou o domínio espanhol em toda a região que lhes fora conferida pelo Tratado de Tordesilhas, que colocara o atual território paranaense, a oeste de Paranaguá, fora dos limites da coroa portuguesa. As bandeiras paulistas aumentaram o território brasileiro, mas o preço desse progresso foi alto: apenas os trabalhos manuais dos índios sobreviveram para contar esta história.

Na década de 1920, Andrade Muricy visitou as ruínas da vila, produzindo eloqüente relato. As ruínas da Vila Rica foram tombadas pelo Patrimônio Histórico. Além da beleza da floresta, dos animais e plantas encontrados nas trilhas o parque dispõe ainda de: museu com achados arqueológicos; centro de visitantes; lagos; quiosques.

O Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo (PEVR) foi criado em 1955 em função do seu valor histórico e arqueológico inestimáveis, pois ali estão localizadas as ruínas de Villa Rica del Espiritu Santu, uma das 16 comunidades jesuíticas espanholas fundadas nos séculos XVI e XVII, e que deram origem ao seu nome.

JuruvaJuruva
Gavião carijóGavião carijó
JacuJacu

Quem coordena as escavações e pesquisas nos sítios arqueológicos do parque é o Museu Paranaense. Parte das cerâmicas e artefatos dos índios Guarani encontrados no local é exibida no museu que funciona dentro do parque. A região foi tão movimentada que até hoje é possível encontrar fragmentos e até objetos indígenas inteiros nas plantações e margens dos córregos na região. Como foi o caso da urna funerária encontrada há 15 anos com o esqueleto, incluindo os dentes de ouro do falecido. Hoje a urna encontra-se exposta no museu do parque, junto com outros objetos da redução que ocupava uma área urbana de 300 mil metros quadrados.

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Parque Estadual Serra da Baitaca | Paraná

Parque Estadual Serra da Baitaca | Paraná

Parque Estadual Serra da Baitaca | Paraná
Bioma
Floresta Atlântica.

Unidade de Proteção Integral.

Esta unidade de conservação abrange parte dos municípios de Piraquara e Quatro Barras, totalizando 3.053,21 hectares. Tem por finalidade garantir a conservação da diversidade biológica ali existente, além da manutenção da qualidade da água.

A Serra da Baitaca está coberta em sua grande parte pela Floresta Ombrófila Densa em transição para a Floresta Ombrófila Mista. Da Serra da Baitaca faz parte o morro Anhangava, considerado o mais importante Campo Escola do montanhismo paranaense, e um dos mais importantes do Brasil.

Parque Estadual Professor José Wachowicz | Paraná

Parque Estadual Professor José Wachowicz | Paraná

Parque Estadual Professor José Wachowicz | ParanáParque Estadual Professor José Wachowicz | Paraná

Bioma
Floresta com Araucária.

Área
119,05 ha.

Unidade de Proteção Integral.

Com área de 119 hectares, no município de Araucária, a nova Unidade de Conservação abriga o mais importante remanescente original da Floresta de Araucária da Região Metropolitana de Curitiba. Alguns exemplares de araucária contam com altura superior a 25 metros e diâmetro superior a 40 centímetros.

Outra característica que eleva o mérito do parque é sua localização, próxima ao rio Iguaçu, oferecendo assim garantias de conservação a outro importante tipo de vegetação - as várzeas do rio. O nome do parque é uma homenagem ao professor José Wachowicz, que durante toda a sua vida conservou esse núcleo de pinheiros, uma herança deixada pelo pai.

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Parque Estadual Mata São Francisco | Paraná

Parque Estadual Mata São Francisco | Paraná

Parque Estadual Mata São Francisco | Paraná
Localização
Município Cornélio Procópio e Santa Mariana

Bioma
Floresta com Araucária

Área
832,58 ha

Criação
Decreto 4.333 (05/12/1994)

Unidade de Proteção Integral

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Parque Estadual Mata dos Godoy | Paraná

Parque Estadual Mata dos Godoy | Paraná

Parque Estadual Mata dos Godoy | Paraná

O Parque Estadual Mata dos Godoy é uma das últimas reservas naturais de mata nativa do norte do Paraná. Pertenceu à família Godoy até 1989, quando foi transformada em Parque Estadual. Possui 675,70 hectares e localiza-se no Patrimônio Regina à 15 km de Londrina. A área abriga espécies animais e vegetais em extinção como, por exemplo, a peroba, o cedro, o pau-marfim e diversas espécies de canelas.

A estrada até a mata é asfaltada mas encontra-se numa região de muitos morros, tornando o percurso de certa forma cansativo.

Na mata é permitido o percurso de duas trilhas na parte do parque denominada "Projeto Madeira".

Parque Estadual Mata dos Godoy | ParanáUma trilha pode ser percorrida sem guia (Trilha Álvaro Godoy).

A reserva fazia parte da fazenda Santa Helena de propriedade da família Godoy e trata-se de uma das últimas reservas de mata nativa da região norte do Paraná.

Vale ainda ressaltar que a área foi conservada por localizar-se em terreno acidentado e de difícil manuseio se fosse usada para alguma atividade comercial.

Se fosse um terreno não acidentado ela teria sido desmatada como o restante da fazenda.

Parque Estadual do Penhasco Verde | Paraná

Parque Estadual do Penhasco Verde | Paraná

Parque Estadual do Penhasco Verde | ParanáSalto do tigre
Localização
Estado: Paraná
Município: São Jerônimo da Serra

Bioma
Floresta com Araucária

Área
302,57 ha

Criação
Decreto 457 (05/04/1991)

Unidade de Proteção Integral

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Parque Estadual do Lago Azul | Paraná

Parque Estadual do Lago Azul | Paraná

Parque Estadual do Lago Azul | Paraná

Bioma
Floresta com Araucária e Floresta Estacional Semidecidual.

Área
1.749,01 ha.

Unidade de Proteção Integral

Com 1.749,01 hectares, contando com belas paisagens naturais, o Parque do Lago Azul possui florestas em diferentes estágios de sucessão circundando o lago artificial que abastece uma das primeiras usinas hidrelétricas do estado: a Usina Mourão.

O parque está localizado em uma zona de contato (ecótone) entre as florestas ombrófila mista (Floresta de Araucária) e estacional semidecidual da Bacia do Rio Paraná, apresentando lado a lado o pinheiro e a peroba, o gerivá e o palmito, o cedro e a canafístula, abrigando exemplares de fauna como a anta, o macaco-prego, a lontra, o curió e o jacu.

Parque Estadual de Guartelá | Paraná

Parque Estadual de Guartelá | Paraná

Parque Estadual de Guartelá | ParanáParque Estadual de Guartelá | Paraná

Criado em 1992 com o objetivo de assegurar a preservação dos ecossistemas típicos, oferecendo aos visitantes uma excepcional beleza cênica como os “canyons”, cachoeiras e insinuantes formações rochosas, o Parque abriga o Canyon do Rio Iapó ou Canyon Guartelá, considerado o 6º maior Canyon do mundo em extensão, além de ser o único com vegetação nativa, conforme consta no Guiness, Livro dos Recordes.

O Canyon do Guartelá situa-se na porção centro-leste do Estado do Paraná, com centro aproximado localizado nas coordenadas 24º 32’S e 50º 17’W. Já o Parque Estadual do Guartelá situa-se na porção central do canyon, Bairro Guartelá de Cima, à margem esquerda do Rio Iapó. O próprio nome Guartelá foi dado devido ao nome do bairro tibagiano que abriga integralmente o Parque. Conforme a lenda, o nome “Guartelá” surgiu da expressão “Guarda-te-lá que cá bem fico”, utilizada por um morador da região ao prevenir seu “compadre” de um ataque indígena.

O Guartelá possui inúmeros atrativos, que configuram em belas paisagens, lugares misteriosos e insinuantes formações rochosas. Caminhar por suas trilhas ladeadas de vegetações rupestres, onde brotam em abundância plantas exóticas ou ainda pelas sinuosas trilhas entre os campos nativos, descobre-se belezas como a impressionante Cachoeira da Ponte de Pedra, com cerca de 200 metros de altura, que apresenta a formação de uma ponte cortando a cachoeira e sob a qual corre a água.

Parque Estadual de Guartelá | ParanáParque Estadual de Guartelá | ParanáParque Estadual de Guartelá | Paraná
Além desta maravilha natural podemos encontrar os “Panelões do Sumidouro” e o majestoso Rio Iapó que corta o desfiladeiro com grandes corredeiras.

Em meio a tanta beleza vemos marcas de diversas épocas passadas, deixadas por indígenas, jesuítas e tropeiros. Nos 32 km de extensão do Canyon do Rio Iapó, eles registraram parte de sua história, cultura e tradições.

Parque Estadual de Guartelá | Paraná
As marcas dos primeiros habitantes do Canyon estão registradas em pinturas rupestres feitas nas formações rochosas. O Guartelá também foi cenário das viagens dos destemidos tropeiros que percorriam os Campos Gerais, conduzindo o gado para comercialização na Feira de Sorocaba.

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Parque Estadual do Cerrado | Paraná

Parque Estadual do Cerrado | Paraná

Parque Estadual do Cerrado | ParanáO Parque Estadual do Cerrado foi criado em 1992, através do Decreto Estadual Nº 1232, mantém um dos últimos remanescentes de cerrado no Paraná, e encontra-se localizado no município de Jaguariaíva, na região dos Campos Gerais e Campos de Jaguariaíva.

Sua criação deu-se com o objetivo de conservar um dos últimos remanescentes de cerrado ainda existente no Estado, considerando ameaçado em função da pouca representatividade destas áreas no Paraná.

O Parque, com área total de 420,40 ha, tem uma importância científica inestimável, já que o cerrado está entre os ecossistemas mais importantes e ameaçados do mundo, expondo à perda de representantes da flora e da fauna, em um dos ecossistemas mais ricos do País.

Com deslumbrante paisagem característica dos Campos Gerais, o Parque Estadual do Cerrado apresenta ao longo dos vales, afloramentos de rochas areníticas esculpidas pelo vento e pela chuva e densa floresta ciliar.

Sua vegetação constitui-se de uma mistura de espécies botânicas encontradas no Brasil meridional, somadas as mais características do Planalto Central Brasileiro, onde predominam as áreas savânicas.

No Parque não existe um padrão único de flora, onde associam-se formações de campos, cerrados e florestas, que juntas apresentam índices de riqueza florística bastante elevados. Predominam espécies como o barbatimão, o pequi, a copaíba, os ipês, o dedaleiro, entre inúmeras outras de porte arbóreo, arbustivo e herbáceo.

Parque Estadual do Cerrado | ParanáSão muitas as espécies animais que habitam, sendo expressiva a diversidade entre aves, répteis, invertebrados e mamíferos já identificados: jacu, siriema, quero-quero, anu-branco, carracho, tamanduá-bandeira, tamanduá-mirim, veado, lobo-guará, capivara, gato-do-mato, suçuarana, onça-pintada entre outras.

Apesar da interferência humana ser marcante em praticamente toda área do Parque, este mantém-se em bom estado de conservação, e representa efetivamente a vegetação savânica que ocupou a região antes de sua colonização.

Um cenário de árvores retorcidas, em ambiente aparentemente árido e sem vida, é a primeira impressão que temos ao entrar no cerrado. Mas na verdade estamos diante de uma vegetação de beleza cênica única, que além de flores exuberantes, apresenta uma imensa riqueza biológica e uma fauna rica e expressiva, fatores que garantem ser o cerrado, a savana de maior biodiversidade do mundo.

Parque Estadual do Cerrado | ParanáTamanduá mirim

Seguir através de trilhas com extensão total de 3.000 metros, é uma opção que nos dá a oportunidade de constatar a beleza deste cenário. Do mirante contemplar a vista magnífica do cânion do Rio Jaguariaíva ou mesmo descer até as suas margens para ver as fortes corredeiras é outra opção.

Como um espetáculo a todo aquele que visita o Parque, o Ribeirão Santo Antonio segue com corredeiras e pequenas quedas, até formar uma cachoeira de aproximadamente 40 metros, completando a rara beleza do cerrado paranaense.

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Parque Estadual de Caxambú | Paraná

Parque Estadual de Caxambú | Paraná

Parque Estadual de Caxambú | ParanáLocalização
Localiza-se a 17 km do centro da cidade, no distrito de Morro Azul.

Bioma
Floresta com Araucária e campos rupestres

Área
1.040,22 hectares

Unidade de Proteção Integral

O Parque Estadual do Caxambú foi criado pelo Decreto Estadual nº 6.531 de 1.979, com uma área total de 1.040,22 hectares, sua vegetação predominante e a Floresta Ombrófila Mista e altitudes de 900 a 1.170 metros relevo basicamente plano, com leves ondulações.

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Parque Estadual de Campinhos | Paraná

Parque Estadual de Campinhos | Paraná

Parque Estadual de Campinhos | Paraná
Bioma
Floresta com Araucária.

Área
204,49 ha.

Unidade de Proteção Integral

O Parque Estadual de Campinhos está localizado na região montanhosa do Açungui, primeiro planalto paranaense, a 65 km de Curitiba, no município de Tunas do Paraná.

O acesso ao parque se dá através da BR 476, Estrada da Ribeira, (antiga estrada para São Paulo), saindo de Curitiba pelo trevo do Atuba. São 31 km de asfalto e mais 34 km em estrada sem pavimentação, a partir de Bocaiúva do Sul. Da estrada da Ribeira até o parque são 2 km. O parque conta com uma incrível beleza natural realçada pelo conjunto de grutas de formação calcárea, denominadas Conjunto dos Jesuítas. Proporcionam aos visitantes momentos de grande prazer junto à natureza e estimulam a prática da espeleologia aos amantes desta ciência.

O parque resguarda, em seu interior, parte da vegetação original da Floresta com Araucária e reflorestamentos de Araucárias e Pinus. Na floresta original destacam-se as seguintes espécies: imbuia (Ocotea porosa), pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia), erva-mate (Ilex paraguariensis), cedro (Cedrela fissilis), carvalho brasileiro (Roupala brasiliensis), entre outras.

Parque Estadual de Campinhos | ParanáCom relação à fauna, destacam-se algumas espécies, como: cachorro-do-mato (Dusycion thous), veado (Mazama sp.), serelepe (Sciurus aestuans), gralha azul (Cyanocorax caeruleus), jacu (Penelope sp.) e espécies de grande importância por estarem ameaçadas de extinção, como: paca (Agouti paca), gato-do-mato (Felis sp.), etc.

Área de Lazer
No parque você pode usufruir da estrutura para lazer, recreação e descanso, contando com churrasqueiras, quiosques, lagos e centro de visitantes com material informativo.

Trilha
Se você gosta de caminhar no meio da mata, aprendendo um pouco mais sobre ela, encontrará uma ótima opção na trilha interpretativa, com extensão de 800 m, e a oportunidade de constatar a beleza de algumas espécies florestais e da fauna de uma maneira mais próxima e natural.

Grutas
O conjunto dos Jesuítas é formado por quatro cavernas, a saber, Gruta das Fadas, Portal Encantado, Abismo das Fadas e Gruta dos Jesuítas.

Gruta dos JesuítasGruta dos Jesuítas
A maior delas é a Gruta dos Jesuítas.
Estas cavernas apresentam uma grande beleza cênica, por suas galerias ricamente ornamentadas por espeleotemas (formações calcáreas), como estalagtites, estalagmites, colunas e grandes cortinas.

Lembre-se que os espeleotemas são formações frágeis e delicadas, lentamente construídas pela natureza, ao longo de milhares de anos do movimento das águas no interior da caverna.

Entrada da gruta de CampinhosEntrada da gruta de Campinhos
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Parque Estadual Cabeça de Cachorro | Paraná

Parque Estadual Cabeça de Cachorro | Paraná

Parque Estadual Cabeça de Cachorro | Paraná
Localização
São Pedro do Iguaçu - PR

Bioma
Floresta com Araucária.

Área
1.052,13 ha.

Unidade de Proteção Integral

Parque Estadual de Amaporã | Paraná

Parque Estadual de Amaporã | Paraná

Parque Estadual de Amaporã | Paraná

Bioma
Floresta Estacional.

Área
204 ha.

Unidade de Proteção Integral

Para quem procura uma alternativa de lazer no Paraná, o Parque Estadual de Amaporã é uma boa opção. O parque abriga, em seus 204 hectares, espécies de fauna e flora praticamente extintas na região.

O Parque de Amaporã conta também com um Centro de Reintegração para Aves e Animais de Pequeno Porte, que sofreram maus-tratos ou que estavam sendo traficados ilegalmente. No espaço, os animais recebem os cuidados necessários para que possam ser reintegrados ao seu habitat natural.

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Parque Estadual das Lauráceas | Paraná

Parque Estadual das Lauráceas | Paraná

Parque Estadual das Lauráceas | Paraná
Bioma
Floresta Atlântica e Floresta com Araucárias.

Área
27.524,33 ha.

Unidade de Proteção Integral

Parque Estadual das Lauráceas | ParanáCriado em julho de 1979, seus 27.527,33 hectares abrangem áreas dos municípios de Tunas do Paraná e Adrianópolis, no Vale do Ribeira, divisa com São Paulo, a 120 quilômetros de Curitiba.

Apresenta uma vegetação de transição entre a floresta atlântica e a floresta com araucária contendo, portanto, grande diversidade de espécies. De acesso difícil e infra-estrutura deficiente, divisas pouco demarcadas, fiscalização e policiamento precários.

Entre os parques do Paraná, o das Lauráceas é um dos mais conservados. Assentado sobre lentes calcáreas, o Parque possui potencial para conter cavernas, um atrativo turístico com importância cultural, ambiental e científica. .

Formadas há milhões de anos, possuem fauna específica (alguns tipos de aracnídeos, de peixes e crustáceos), muitas delas abrigam registros de populações passadas - como é o caso de gravuras rupestres e ossadas de animais pré-históricos.

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Parque Estadual Mina Velha e Arco da Gruta | Paraná

Parque Estadual Mina Velha e Arco da Gruta | Paraná

Parque Estadual Mina Velha e Arco da Gruta | Paraná
Localização
Município de Ibaiti

Bioma
Floresta com Araucária

Área
46,74ha

Unidade de Proteção Integral

Unidade de Conservação, objeto de preservação permanente em esfera estadual, consistente em parque urbano criado em torno do tema da Mina Velha.

Conta com um grande patrimônio natural-histórico-cultural, sendo composto por um vale bastante amplo coberto de vegetação nativa e conservada, e também pelo Salto da Mina, queda d'água no Ribeirão Barra Bonita com cerca de 40 metros de altura, que surge abruptamente por cima da Mina Velha, formando um poço com aproximadamente 7 metros de profundidade.

Conta também com a Cachoeira do Sol Nascer, queda d'água com aproximadamente 15 metros de altura no curso do Ribeirão Barra Bonita, que desliza suavemente pela rocha, seu nome deve-se ao fato de ser o primeiro local do Ribeirão a receber a luz do sol nascente todos os dias

O Ribeirão Barra Bonita, curso de água natural de leito estreito com pequeno volume de água e muitas pedras expostas, representa o ponto de divisão do vale onde está situado o Parque

A Mina Velha, antiga mina de exploração de carvão mineral, em torno da qual o povoado que originou o Município de Ibaiti, conta hoje com galerias abertas à visitação, réplicas de vagonetas no interior dessas galerias, mirante no interior da Mina com vista da cortina d'água do salto, e ainda a antiga chaminé, cujo topo foi transformado em mirante.

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Parque Estadual Pico Paraná | Paraná

Parque Estadual Pico Paraná | Paraná

Parque Estadual Pico Paraná | Paraná

Tipo: Parque Estadual
Serra: Serra Ibitiraquire
Localização: Morretes, Antonina e Campina Grande do Sul - Paraná - Brasil - América do Sul
Lat/Lon: 25° 14' S 48° 48' W
Atividades: Caminhadas, Escaladas
Época do Ano: Verão, Primavera, Outono e Inverno
Altitude Máxima: 1.877,36 m (Pico do Paraná)

A região do Conjunto Ibitiraquire, que em tupi-guarani significa "Serra Verde", virou Parque Estadual do Pico Paraná, em 2002 pelo Decreto Estadual 5769. Ali estão localizadas algumas das maiores formações rochosas do Estado do Paraná, entre elas, o Pico do Paraná (1.877,36 m) que é o ponto culminante da Região Sul do País, o Ibitirati (1.876 m), Caratuva (1.85 6m), o Siririca (1.740 m), o Agudo da Cotia, o Itapiroca, o Taipabuçu, o Ferraria, o Tucum, o Camapuan.

Parque Estadual Pico Paraná | Paraná
Parque Estadual Pico Paraná | Paraná
O Parque Estadual do Pico do Paraná abrange parte dos municípios de Morretes e Campina Grande do Sul, totalizando 4.333,83 hectares. O Parque Estadual do Pico Paraná faz parte do conjunto de montanhas que compõe a Serra do Mar, dividindo o Primeiro Planalto Paranaense e a planície litorânea. A Mata Atlântica que cobre a Serra do Mar paranaense é uma das porções contínua mais preservada dessa formação no Brasil. Tem aproximadamente 500 mil hectares e a vegetação é composta em quase sua totalidade em Floresta Ombrófila Densa Montana e Alto-montana e de refúgios ecológicos, o parque abriga também mais de 2.500 espécies vegetais, além de diversos animais ameaçados de extinção, tais como a onça-pintada, o puma, a anta e aves como o gavião pega-macaco e o cuiu-cuiu, entre outros.

Altitude Máxima: 1.877,36 m (Pico do Paraná)
Área: 4.333,83 ha

Administração

Bioma: Floresta Atlântica

Atrações
Pico Paraná: O Pico é considerado o ponto culminante do estado e também de toda Região Sul do País. Foi conquistado em 13 de julho de 1941 por Rudolfo Stam, Alfredo Mysing, e Reinhard Maack. A vegetação do cume do Pico Paraná e de suas encostas não difere muito do restante das montanhas da Serra do Mar paranaense. É composta principalmente por bambus-anões, como a característica Caratuva (Chusquea pinifolia), arbustos e mata nebular de altitude, esta ocorrendo nos trechos mais úmidos.

Do alto dos seus quase dois mil metros de altitude, a visão que se descortina é magnífica. É possível avistar quase todo o litoral paranaense, as montanhas ao redor e cidades como Curitiba e sua região metropolitana, Paranaguá, Antonina e Pontal do Paraná. Nos límpidos dias de inverno é possível até mesmo avistar os navios em alto-mar aproximando-se do Porto de Paranaguá.

Localização
O parque fica nos municípios de Campina Grande do Sul e Antonina, região metropolitana de Curitiba e Litoral, respectivamente. Com seus mais de 4 mil hectares, o Parque Estadual Pico Paraná faz parte do conjunto de montanhas que compõe a Serra do Mar.

Como Chegar
Partindo da cidade de Curitiba pela rodovia BR-116 em direção ao estado de São Paulo, passa-se pelo posto de combustível 'Tio Doca', nas proximidades do quilômetro 47 da rodovia. Logo em seguida há uma ponte que passa sobre o rio Manuel José. Antes de chegar na segunda ponte, sobre o rio Tucum, mais à frente, há um acesso de estrada de terra à direita.

Dentro desta estrada de terra são aproximadamente 6 km até chegar na "Fazenda Pico Paraná". Deste ponto são aproximadamente seis (6) a oito (8) horas de caminhada ininterruptas para chegar ao cume.

Distâncias das Capitais
Curitiba (PR): 56km
São Paulo (SP): 382km

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