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Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco

Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco

Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco

Área do Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco
62.554,00 (ha)

Clima
O CLIMA, NO PARQUE, É TROPICAL SEMI-ÁRIDO, COM TEMPERATURA MÉDIA ANUAL DE 23°C E PRECIPITAÇÃO MÉDIA DE 300 A 500MM ANUAIS.
Relevo
PRESENÇA DE GRANDES SERRAS ARENÍTICAS, COM DIVERSAS DENOMINAÇÕES LOCAIS.

Vegetação
A VEGETAÇÃO PREDOMINANTE É TÍPICA DA CAATINGA. NO ENTANTO, DEVIDO ÀS VARIAÇÕES DE RELEVO E MICRO-CLIMA, SÃO TAMBÉM ENCONTRADAS NO PARQUE ESPÉCIES DE CERRADO, DE CAMPOS RUPESTRES, DE MATA ATLÂNTICA E DE RESTINGA. É GRANDE A OCORRÊNCIA DE BROMÉLIAS E CACTOS EM TODA A ÁREA, BEM COMO AS PALMEIRAS BABAÇU E BURITI.


Fauna
SÃO CONHECIDOS, NO CATIMBAU, MAIS DE 150 ESPÉCIES DE AVES, COMO O PINTASSILGO - AVE ENDÊMICA DO NORDESTE BRASILEIRO E AMEAÇADA DE EXTINÇÃO -, A MARIA-MACAMBIRA E O PICA-PAUZINHO - AMBAS ENDÊMICAS DA CAATINGA - ALÉM DE ARARINHAS, CANÁRIOS, PAPAGAIOS E OUTRAS AVES COMUNS NO SERTÃO. OUTROS ANIMAIS ENDÊMICOS: O LAGARTO-DAS-ROCHAS E A LAGARTIXA-DE-KLUGE.

O Vale do Catimbau no grande sertão de Pernambuco, segundo pesquisadores e arqueólogos, pode ser considerado o segundo maior sítio arqueológico do Brasil, tanto pela quantidade de pinturas e inscrições quanto pelo valor histórico.

Todo este patrimônio pernambucano e brasileiro começou a ser protegido no dia 13 de dezembro de 2002, data em que foi criado o Parque Nacional do Catimbau. Com uma área de 62.300 hectares, o parque abrange os municípios de Buíque, Ibimirim e Tupanatinga, numa região que integra geologicamente os patamares mais antigos da Bacia Sedimentar do Jatobá, que está situada na porção centro-sul de Pernambuco.

O vale do Catimbau, um pequeno povoado nas bordas do parque, está situado a 289 quilômetros de Recife, é o local indicado para começar a aventura no agreste. É na praça da vila onde se encontram os guias credenciados e habilitados a conduzir os visitantes pelas trilhas e mostrar as formações espetaculares encontradas nas rochas do vale. A origem do nome Catimbau tem várias versões, entre elas cachimbo velho e homem ridículo, prática de feitiçaria, mas a versão mais palpável seria “morro que perdeu a ponta”, considerando que os morros foram se erodindo com o tempo.

Parque Nacional do Catimbau | PernambucoA grande peculiaridade das formações areníticas do Catimbau, que diferem da própria Serra da Capivara e de outros sítios de composição arenítica, é a estrutura frágil das rochas que são facilmente esculpidas pela ação de chuvas e ventos. A proximidade com o litoral fortalece os ventos e gera características que fazem desta região uma galeria de esculturas a céu aberto, com formações que levam o visitante a viajar pelo imaginário e descobrir novas formas a cada ângulo do olhar.

Em Alcobaça, distante 32 km do vale, os apaixonados por inscrições rupestres vão se deparar com um gigantesco paredão com milhares de figuras e objetos mostrando toda riqueza cultural dos povos que passaram por ali. É lá também onde encontramos a simpática Cida, guardiã incansável das pinturas, que mesmo sem receber nada em troca, cuida, protege e guia os visitantes, explicando tecnicamente as tradições e os tipos de inscrição encontrados nas rochas. As trilhas pelo parque são muitas, algumas delas são obrigatórias como a Trilha das Torres, da Pedra da Concha e a do Cânion. As 3 são caminhadas leves, de poucas horas e muita beleza cênica. As paisagens enchem os olhos e impressionam, já no início da estrada a caminho do parque é possível visualizar uma grande rocha que desponta no meio do vale e que a cada quilômetro vai se transformando na figura de um cachorro. A pedra do Cachorro, como ficou conhecida esta imensa rocha, é facilmente visualizada quando se caminha pela trilha que leva as torres, onde é possível contemplar um dos mais bonitos entardecer do sertão pernambucano, ali o sol parece se dissolver na linha do horizonte. Na base das rochas que levam até as torres estão os “lapiais”, nome dado pelos guias, mas que não se encontra no dicionário, é mesmo difícil definir esta formação tão única. A primeira vista parecem sulcos feitos em baixo relevo na rocha e que despencam do alto de uma parede colossal em tons multicoloridos, com certeza a imagem mais impressionante do parque. Pelos mais diferentes cantos do Brasil, não se tem notícia de uma formação parecida e tão deslumbrante como esta. Na Pedra da Concha, chamada pelos antigos moradores como Pedra Pintada, estão as primeiras inscrições encontradas na região. O único lugar do vale onde as tradições Agreste e Nordeste podem ser observadas num mesmo painel. O parque ainda reserva surpresas aos visitantes, cemitérios indígenas, fontes de água cristalina, cânions e ainda tem como vizinhos os índios da etnia Kapinawá.

Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco
Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco
Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco
Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco
Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco
Parque Nacional do Catimbau | Pernambuco

A vegetação desta área apresenta aspectos distintos por ser uma área de transição entre o Agreste e a Caatinga. Esta divisão é facilmente observada do Morro dos Breus, onde um grande aglomerado de rocha vai se desmanchando até atingir o solo. A partir daí é a grande caatinga que toma conta da paisagem. Ainda no Morro dos Breus, com quase 1.000 metros de altitude, os fortes ventos esculpiram nas rochas duendes, edifícios, silhuetas e objetos, a trilha circunda estas formações e coloca os visitantes em contato direto com desgaste causado pela ação de intempéries.

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Parque Nacional da Serra Vermelha | Piauí

Parque Nacional da Serra Vermelha | Piauí

Parque Nacional da Serra Vermelha | Piauí

O Parque Nacional da Serra Vermelha, com cerca de 120.000 hectares, é uma área no sul do Piauí, onde se encontram três importantes Biomas: a Mata Atlântica, o Cerrado e a Caatinga. Este fato confere à região uma importância extrema, por conta da altíssima biodiversidade que se encontra em seus remanescentes praticamente virgens, intactos e considerada uma floresta relíctual, ou seja, remanescentes de florestas muito antigas.



Serra Vermelha - PIEntretanto a Serra Vermelha está ameaçada por um projeto chamado “Energia Verde”, autorizado ilegalmente pelo IBAMA Piauí, no ano de 2006, atualmente paralisado, e que pretende através de um suposto “plano de manejo”, realizar o corte raso de 78.000 hectares da vegetação nativa primária, transformando- a em carvão vegetal para alimentar os fornos das siderúrgicas de Minas Gerais.

Serra Vermelha - PI
O Ministério Público Federal no Piauí quer que sejam agilizados os estudos ambientais necessários para a criação do Parque Nacional da Serra Vermelha, na região sul do Piauí. O procurador da República Tranvanvan da Silva Feitosa oficiou ao Ministério do Meio Ambiente recomendando a adoção de providências para que os estudos sejam agilizados, a fim de evitar a devastação e desmatamentos ilegais praticados naquela região.

No documento, o procurador alerta que, se essas medidas não forem tomadas a tempo, os danos causados ao ecossistema da Serra Vermelha poderão ser irreversíveis.

“Se não forem tomadas medidas urgentes pelo poder público para a criação da unidade de conservação, certamente, no futuro, esta restará inviabilizada pela destruição criminosa daquela região, cujas dimensões territoriais e riqueza de biodiversidade tem o potencial ambiental para ser a maior unidade de conservação ambiental fora da Amazônia”, argumenta Tranvanvan Feitosa.

O movimento ambiental do Piauí reagiu à atitude do governador Wellington Dias em pedir ao Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que não crie o Parque Nacional da serra Vermelha. “A impressão é que o governador está comprometido com a empresa JB Carbon, responsável pela destruição de rica biodiversidade da região”, criticou o coordenador da REAPI (Rede Ambiental do Piauí), Avelar Amorim.

Para Avelar, diante do crime comprovado que a JB vinha praticando na área e contrariando estudos realizados pelo Ministério do Meio Ambiente, na gestão de Marina Silva, que apontam a necessidade de proteger a área, não justifica o governador ficar contra a preservação dos ecossistemas que ali vinham sendo ceifados para virar carvão e abastecerem as siderúrgicas nacionais.

Francisco Soares, presidente da ONG Fundação Rio Parnaíba (Furpa), demonstra sua indignação e diz não querer acreditar que o governador do Piauí teve uma atitude tão retrógada, ficando contra a criação de uma unidade de conservação na Serra Vermelha, onde está a maior floresta do semi-árido do Nordeste.

“Só pode existir um jogo de interesse muito grande. Não justifica querer impedir a proteção de uma área que já foi alvo de vários processos judiciais, todos impedindo a continuidade do projeto”, disse o ambientalista. Vale ressaltar que a Companhia Siderúrgica Nacional, foi uma das doadoras da campanha do governador em 2006 disponibilizando 150 mil reais, bem como a JB Carbon.

A problemática da Serra Vermelha teve início em 2006 quando ambientalistas constataram que a empresa carioca JB Carbon estava transformando em carvão a última floresta do semi-árido nordestina, de aproximadamente 300 mil hectares. A ação chamou a atenção da imprensa nacional e o IBAMA em Brasília mandou suspender o projeto imediatamente. Diante do escândalo, a Procuradoria da República entrou com uma Ação Civil Pública para acabar de vez com o projeto.

O Ministério do Meio Ambiente, por sua vez, autorizou estudos objetivando salvar o que ainda restava na área. Tão logo obteve o levantamento, a então ministra Marina Silva, determinou a criação de um Parque Nacional na região e ainda duas reservas extrativistas para garantir emprego e renda as famílias tradicionais da região que vinham sendo escravizadas pela indústria do carvão com seus subempregos.

O movimento ambiental do Piauí acredita que a JB Carbon, embora proibida, nunca desistiu do projeto de produzir carvão na Serra Vermelha e que estaria terceirizando áreas para o fim. Um exemplo é a Carvoaria Rocha, na Serra Negra, vizinha a Serra Vermelha onde 200 mil hectares estão se transformando em carvão com licença ambiental expedida pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente.

Serra Vermelha
Serra Vermelha
Serra Vermelha
Serra Vermelha
Serra Vermelha
Serra Vermelha

O Governo do Piauí concedeu 12 anos de isenção fiscal para a empresa carioca, ela inclusive conseguiu duas autorizações do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) para prospectar minério de ferro nas proximidades da Serra Vermelha. A JB Carbon também aparece como uma das doadoras de recursos para campanha de reeleição do governador do Piauí, Wellington Dias (PT).

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Parque Nacional da Ilha Grande

Parque Nacional da Ilha Grande

Parque Nacional da Ilha Grande

O Parque Nacional da Ilha Grande foi criado para preservar, conservar e melhorar as condições ecológicas da área do Parque e o bem estar das populações abrangidas; proteger o último segmento do rio Paraná e ecossistemas associados, contribuindo para a manutenção da a diversidade biológica, especialmente às espécies da fauna e da flora endêmicas e ameaçadas de extinção e seus habitats e os sítios arqueológicos, além disso contribuir para que a sociedade discuta e conheça os processos de gestão e proteção dos recursos naturais, dentre eles o uso racional do solo e os métodos de zoneamento ambiental.

Parque Nacional da Ilha Grande
Área da Unidade

108.166,00 (ha)

Antecedentes Legais
O caminho para a proteção das ilhas, várzeas e ecossistemas associados ao rio Paraná passou pela iniciativa dos municípios paraenses do entorno da unidade, que criaram APAs municipais, as quais posteriormente se integraram. Estimulados pelo ICMs ecológico, estes municípios desenvolveram modelo exemplar de gestão ambiental compartilhada, com a criação do CORIPA (Consóricio Intermunicipal para a Conservação do Remanescente do Rio Paraná e Áreas de Influência). Aos esforços municipais somaram-se os do estado do Paraná, através da criação do seu Instituto Ambiental (IAP), que em 1994 criou a Estação Ecológica Estadual de Ilha Grande. Paralelamente a estes esforços, pesquisadores da Universidade Estadual de Maringa propuseram o reconhecimento pela UNESCO, de Reserva da Biosfera, com área núcleo entre a foz dos Rios Ivinhema e Amambaí (MS). Em 1997, o grupo formado pelo IBAMA, IAP e CORIPA, designado para estudar e propor a criação de unidades na região, indicaram a criação do Parque.

Aspectos Culturais e Históricos
As propostas de proteção ambiental da região datam do século passado. A região é caracterizada pela existência de sítios históricos e arqueológicos de excepcional relevância para a compreensão da ocupação humana no sul do Continente Americano, incluindo-se as áreas de ocupação dos índios Xetá, considerados extintos, reduções e cidades jesuíticas (índios Guarani) que remontam ao Século XVII, insuficientemente estudados e carentes de proteção. O nome da unidade foi escolhido levando em consideração o mais significativo acidente geográfico da região, no caso a Ilha Grande ou de Sete Quedas.

Clima
APRESENTA CLIMA TROPICAL QUENTE, COM TEMPERATURAS MÉDIAS VARIANDO ENTRE 18°C E 22°C. E PLUVIOSIDADE MÉDIA ANUAL VARIANDO ENTRE 1200 A 1300MM.

Relevo
A unidade possui um relevo plano, formado por um arquipélago com centenas de ilhas e ilhotas que se associam a regiões pantanosas, de várzeas e planícies de inundação.

Vegetação
A unidade constitui-se num ecótono (zona de transição) entre a Floresta Estacional Semi-decícua, o Cerrado e o Pantanal.

Fauna
Possui várias espécies endêmicas e/ou ameaçadas de extinção. Dentre a fauna terrestre foram registradas espécies como o cervo-do-pantanal (Blastocelus Dichotomus), o jacaré-do-papo-amarelo (Caiman Latorostris), a onça-pintada (panthera onça), a anta (Tapirus terestris) e o tamanduá-bandeira (Myrmecophata trydoctyla). Da fauna aquática podemos citar: pintado (Pseudoplatystoma corruscans), jaú (paulicea luetkeni), armado (Pterodoras granulosos), dourado (salminus maxillosus), pacu (piractus mesopotamicus); e da avifauna cita-se: jaburu (Jabiru mycteria), jaó (Cryptrellus undulatus), mutum (Crax fasciolata), colheiro (Jaia ajaja) e jacanâ (Jacana jacana).

Ao contrário do que muitos possam pensar, o parque não é apenas uma ilha e também não tem nenhuma relação com a Ilha Grande, na baía de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Na verdade o parque está localizado no oeste do estado do Paraná, divisa com o Mato Grosso do Sul, e é formado por um conjunto de ilhas que compõem o Arquipélago Fluvial de Ilha Grande. Alguns locais desta região estão inseridos no último trecho do Rio Paraná (Paranazão) livre de barragens.

Podemos dizer que o Parque de Ilha Grande é um resgate ao antigo Parque Nacional das Sete Quedas, que foi criminalmente apagado do mapa, com a inundação do Lago de Itaipu, ocorrido na época do regime militar. Segundo alguns moradores da cidade de Guaíra, que viviam em função do turismo das quedas, relatam com lágrimas nos olhos, o dia em que o lago foi enchendo e calando aos poucos o som dos memoráveis saltos das Sete Quedas. Uma perda irreparável da natureza, tanto em relação à beleza quanto ao seu ecossistema, matando milhares de espécies da fauna e da flora do parque.

O parque é habitado por diversos animais silvestres - Contudo, a submersão das Sete Quedas revelou uma face que até então estaria ofuscada pelos saltos e acabou vindo a tona, surgindo como um oásis neste trágico episódio. Um maravilhoso labirinto de canais, lagoas, ilhas salpicadas com praias e uma enorme diversidade de vegetação e animais silvestres, que deram origem ao Parque Nacional de Ilha Grande.

Parque Nacional da Ilha Grande
Parque Nacional da Ilha Grande
Parque Nacional da Ilha Grande
Parque Nacional da Ilha Grande

A criação do parque, em 1997, teve como principal objetivo, a proteção de um ecossistema complexo de extrema importância e fragilidade ambiental, conhecido como Varjão do Rio Paraná. Como ainda está em fase de implantação, as visitas devem ser feitas após autorização prévia da diretoria da unidade. Os acessos são feitos pelo rio e, em alguns locais, de carro pelo continente, por estradas precárias. Segundo alguns arqueólogos, que realizam estudos no parque, a região é repleta de sítios arqueológicos que apresentam registros da antiga ocupação de índios e espanhóis nesta área.

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Parque Nacional de Ilha Grande | MS/PR

Parque Nacional de Ilha Grande | MS/PR

O Parque Nacional de Ilha Grande está localizada no Rio Paraná entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Possui 78.875 hectares e foi fundado em 30 de setembro de 1997. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


Os principais objetivos de preservar, conservar e melhorar as condições ecológicas da área do Parque e o bem estar das populações abrangidas; proteger o último segmento do rio Paraná e ecossistemas associados, contribuindo para a manutenção da a diversidade biológica, especialmente às espécies da fauna e da flora endêmicas e ameaçadas de extinção e seus habitats e os sítios arqueológicos, além disso contribuir para que a sociedade discuta e conheça os processos de gestão e proteção dos recursos naturais, dentre eles o uso racional do solo e os métodos de zoneamento ambiental.

Parque Nacional de Ilha Grande

Foi criado pelo Decreto s/n de 30.09.1997

As propostas de proteção ambiental da região datam do século passado. A região é caracterizada pela existência de sítios históricos e arqueológicos de excepcional relevância para a compreensão da ocupação humana no sul do Continente Americano, incluindo-se as áreas de ocupação dos índios Xetá, considerados extintos, reduções e cidades jesuíticas (índios Guarani) que remontam ao Século XVII, insuficientemente estudados e carentes de proteção. O nome da unidade foi escolhido levando em consideração o mais significativo acidente geográfico da região, no caso a Ilha Grande ou de Sete Quedas.

Aspectos históricos do parque
A área hoje ocupada pelo parque possui sítios arqueológicos de alta relevância para o estudo do local. Sabe-se que o local outrora foi habitado por índios Guaranis e Xetás.

Parque Nacional de Ilha Grande 

O Parque Nacional de Ilha Grande possui uma área de aproximadamente 78.875 ha. Está localizado na divisa dos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, nos municípios de Guaíra, Altônia, São Jorge do Patrocínio, Vila Alta e Icaraima, no Paraná e Mundo Novo, Eldorado, Naviraí e Itaquiraí no Mato Grosso do Sul. O acesso à região Norte da unidade (sede) é feito através da PR-498 (Vila Alta-Porto Figueira), continuação da PR-485 ou da BR-487. Seguindo do eixo Londrina/Maringá até Umuarama, e daí, em direção a Vila Alta e Icaraíma. Para a região Sul, pela BR-272 ou BRs 467 / 163, pelo eixo Cascavel/Toledo até Guaíra. Todas as rodovias mencionadas estão asfaltadas, acessíveis a partir de Curitiba. O acesso à unidade também pode ser feito através do estado do Mato Grosso do Sul e por via fluvial.

A unidade é aberta durante todo o ano, todos os dias da semana. Não há cobrança de ingressos na unidade. As maiores atrações são suas belezas cênicas. No interior do Parque existem praias com infra-estrutura rústica. As ilhas maiores contam com trilhas. Os passeios de barco são excelente opção de lazer.

A unidade possui um relevo plano, formado por um arquipélago com centenas de ilhas e ilhotas que se associam a regiões pantanosas, de várzeas e planícies de inundação.

Parque Nacional de Ilha Grande 

A unidade constitui-se num ecótono (zona de transição) entre a Floresta Estacional Semi-decícua, o Cerrado e o Pantanal.

Possui várias espécies endêmicas e/ou ameaçadas de extinção. Dentre a fauna terrestre foram registradas espécies como o cervo-do-pantanal (Blastocelus Dichotomus), o jacaré-do-papo-amarelo (Caiman Latorostris), a onça-pintada (panthera onça), a anta (Tapirus terestris) e o tamanduá-bandeira (Myrmecophata trydoctyla). Da fauna aquática podemos citar: pintado (Pseudoplatystoma corruscans), jaú (paulicea luetkeni), armado (Pterodoras granulosos), dourado (salminus maxillosus), pacu (piractus mesopotamicus); e da avifauna cita-se: jaburu (Jabiru mycteria), jaó (Cryptrellus undulatus), mutum (Crax fasciolata), colheiro (Jaia ajaja) e jacanâ (Jacana jacana).

IAP, CORIPA, Itaipú Binacional, Exército Brasileiro, Universidade Paranaense, Universidades Estaduais de Maringá, Londrina e Mato Grosso do Sul, Universidade Federal do Paraná, Fundação Verde (FUNVERDE) E IDAAC.

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Parque Nacional da Serra da Canastra | Minas Gerais

Parque Nacional da Serra da Canastra | Minas Gerais
Localização
A serra da Canastra é uma cadeia montanhosa localizada no centro-sul do estado de Minas Gerais, nas proximidades dos municípios de Delfinópolis, Sacramento e São Roque de Minas. Está a cerca de 310 quilômetros de distância da capital mineira, Belo Horizonte e a cerca de 350 km de São Paulo.

Superfície
71.525 ha.

O Parque Nacional da Serra da Canastra é um dos mais importantes parques nacionais brasileiros, criado em 1972 através do decreto 70.355.


Parque Nacional da Serra da Canastra | Minas Gerais
Parque Nacional da Serra da Canastra | Minas GeraisNascente Rio São FranciscoNascente Rio São Francisco

Aqui se encontra a nascente do rio São Francisco.
Previsto com uma área inicial de 200.000 hectares o Parque Nacional só se efetivou em uma área de 71.525 ha e isto até hoje é causa de muito conflito na região, devido à intenção do IBAMA de desapropriar o restante da área originalmente prevista.

Serra da Canastra  
Bioma
O Parque protege um cenário de rara beleza, sua vegetação de transição entre a "borda da Mata Atlântica" e o "início do Cerrado", com predominância de Campos de Altitude que abrigam inúmeras espécies da fauna e da flora do cerrado, como o lobo guará, o tamanduá-bandeira, o veado-campeiro, diversos gaviões e espécies ameaçadas de extinção como o pato mergulhão e o tatu-canastra.

A área reúne basicamente dois maciços: a Serra da Canastra e a Serra das Sete Voltas, com o vale dos Cândidos no meio. As altitudes variam entre 900 e 1.496 (torre da Serra Brava) e a vegetação predominante são os campos rupestres, com manchas de cerrado e matas ciliares.

A Serra da Canastra tem o formato de um baú, daí a origem do nome, pois canastra é um tipo de baú antigo. A cachoeira Casca d'Anta com aproximadamente 186 metros de altura é um dos principais atrativos do Parque, saindo de um corte natural da Serra de aproximadamente 144 metros, ou seja, a altura da Serra chega a 330 metros. O Rio São Francisco nasce 14 quilômetros antes desta sua queda principal.

Tamanduá-bandeiraTamanduá-bandeira
Fauna
Os animais são uma das maiores atrações da Serra da Canastra, especialmente na área do Parque Nacional. A fauna típica da região reúne várias espécies ameaçadas de extinção, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará e o veado-campeiro, que podem ser vistos com relativa facilidade.

Outros bichos também ameaçados que, havendo um pouco de sorte, os turistas podem ver, são a lontra, o macaco sauá e as três maiores e mais fascinantes raridades: o tatu-canastra, o pato-mergulhão e a onça parda. As áreas de campos e cerrados da Canastra exibem também o cachorro-do-mato, a seriema, a ema, o gavião carcará e o magnífico gavião-caboclo. Nas matas ciliares e nas fazendas, o show é do mico-estrela, dos quatis, do bonito e imponente urubu-rei, do jacu, do tucano-açu e do canário-da-terra.

Tamanduá-bandeiraSerra da Canastra
Flora
A Serra da Canastra está na região do cerrado mineiro, mas apresenta uma vegetação bem mais variada, que inclui campos, campos rupestres e florestas. O cerrado brasileiro é caracterizado por árvores de pequeno e médio porte, de cascas grossas e galhos retorcidos, bem adaptadas ao solo pobre e resistentes à seca e ao fogo.

São mais de 6 mil espécies vegetais, mais de oitocentas espécies de aves e quase duzentas espécies de mamíferos, números superiores, por exemplo, aos do Pantanal. Na Serra da Canastra, porém, o cerrado ocupa uma parte inferior à dos campos e campos rupestres (ou de altitude, localizados em áreas com altitude superior a 900 metros).

Nesses campos, a ausência de vegetação de grande porte e os contrastes do relevo formam imensas vistas panorâmicas, onde a paisagem exibe, no detalhe, imensos canteiros de flores. Nas áreas mais baixas e úmidas, formam-se os capões (matas) de formas arredondadas, com exuberante vegetação atlântica.

Todo o chapadão da serra onde está o Parque Nacional alterna essas áreas de campos e campos rupestres, com variações intermediárias que os especialistas chamam de campo cerrado, campo sujo e campo limpo. Além disso, há pequenos trechos de floresta e cerrado típico.

Serra da Canastra

Criado em 1972, o Parque Nacional da Serra da Canastra tem 71.525 hectares demarcados e parte do território de 3 municípios: São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis, no sudoeste de Minas Gerais.Serra da Canastra Serra da Canastra Mapas do Parque da Serra da Canastra
Serra da Canastra  
A área reúne basicamente dois maciços: a Serra da Canastra e a Serra das Sete Voltas, com o vale dos Cândidos no meio. As altitudes variam entre 900 e 1.496 (torre da Serra Brava) e a vegetação predominante são os campos rupestres, com manchas de cerrado e matas ciliares.

O relevo acidentado e a vegetação rasteira produzem uma paisagem única, com grandes vistas panorâmicas e muitas cachoeiras com altura acima dos 100 metros.

As características do relevo e da vegetação favorecem também a observação de animais selvagens, como o tamanduá-bandeira, o lobo-guará e o veado-campeiro
(ver flora/fauna).

As temperaturas são amenas. A média fica em torno de 17 graus no inverno e 23 graus no verão. O índice pluviométrico anual varia entre 1.300 e 1.700 mm, com a maior parte das chuvas concentrada no período de dezembro a fevereiro.

O grande objetivo da criação do Parque foi a proteção das nascentes do rio São Francisco, o curso d’água mais conhecido que brota no imenso chapadão em forma de baú ou canastra. A Serra da Canastra é uma espécie de berçário de rios situado bem no divisor de duas bacias hidrográficas: a do rio Paraná e a do rio São Francisco. Da bacia do Paraná, um dos rios mais conhecidos que nascem no chapadão é o Araguari, também chamado de Rio das Velhas na parte inicial. Foi às margens dele que no século 18 surgiu o garimpo de ouro que deu origem à histórica vila de Desemboque, marco de toda a ocupação do Brasil Central.

A área originalmente prevista para o Parque Nacional era muito maior: mais de 200 mil hectares, como consta do Decreto número 70.355, de 3 de abril de 1972 e incluía toda a região da Serra da Babilônia. A área foi reduzida devido ao custo das desapropriações, mas agora está sendo objeto de uma revisão que o iniciou em 2001.

Outros dois decretos que complementavam a criação do Parque, um deles reduzindo a área para pouco mais de 100 mil hectares, foram revogados em 1991. Com isso, embora por enquanto somente no papel, o que está valendo é o decreto original, com a área de 200 mil hectares (ver abaixo: Legislação/Parque Nacional). A Ampliação do Parque está sendo analisada no Congresso Nacional, pois acarreta uma série de mudanças sócio-econômicas para a população local. Um Plano de Manejo* foi publicado pelo Ibama no início de 2005 e prevê a desapropriação de cerca de 130mil hectares, mas a legalidade desta desapropriação está sendo questionada pelos proprietários de terra da região. Veja o mapa com a área da futura ampliação.

Para visualizar o arquivo feito pelo IBAMA sobre o Plano de Manejo, é necessário ter o Adobe Reader instalado em seu computador. Caso você não o tenha, clique no link ao lado e faça o download do programa. Obter Adobe Reader

A implantação do Parque foi traumática para a região, porque a área desapropriada tinha dezenas de fazendas, uma delas praticamente em cima das nascentes do "velho Chico". Os fazendeiros foram resistindo e protelando a saída até serem retirados à força pela Polícia Federal, dez anos mais tarde. Alguns fazendeiros discutem na justiça até hoje o valor das indenizações.

O Ibama administra o Parque através do escritório mantido em São Roque de Minas, a cidade mais próxima (8 km da portaria 1). Praticamente todos os funcionários são moradores de São Roque de Minas e Sacramento. Uma estrada de 60 km corta o Parque de fora a fora e vias secundárias dão acesso a algumas das principais atracões, como o Retiro de Pedras (área da primeira fazenda instalada na região), a parte alta da cachoeira dos Rolinhos, o cânion do rio São Francisco e a parte alta da Cachoeira Casca D’Anta.

REGULAMENTO BÁSICO DO PARQUE

Horário de visitação:
8h00 às 18h00. Recomenda-se entrar até as 16h00 no máximo.

Velocidade de tráfego nas estradas:
40 km/hora.

Lixo:
Recomenda-se usar as lixeiras instaladas nos principais pontos ou de preferência recolher o lixo e entregá-lo em uma das portarias.

É proibido na área do Parque Nacional:
  • Entrada e consumo de bebidas alcoólicas.
  • Uso de equipamento coletivo de som.
  • Prática de esportes radicais como rapel, canioning, tirolesa, pêndulo e escalada.
  • Entrada de animais domésticos.
  • Uso de armas e material de caça e pesca.
  • Coleta de rochas, plantas e animais de qualquer tipo ou espécie.

Infrações:
As infrações ao regulamento podem resultar em punições para o visitante, desde a expulsão da área do Parque até o pagamento de multa ou prisão em flagrante.

Recomendações gerais:

  • Transitar somente por trilhas conhecidas e sinalizadas, de preferência na companhia de um guia local.
  • Levar sempre capa de chuva e agasalho em qualquer época do ano.
  • Usar boné ou chapéu e filtro solar para evitar queimaduras.
  • Não caminhar nas trilhas quando houver cerração.
  • Atenção para a trilha da Casca D’Anta (parte alta para parte baixa e vice-e-versa: reserve pelo menos 5 horas com luz solar para essa caminhada.
  • Usar calçado confortável, fechado e com solado antiderrapante.
  • Afastar-se dos rios e córregos ao primeiro sinal de chuva.

Legislação/Parque Nacional:

Decreto 70.355, de 3 de abril de 1972
Decreto 74.446 de 21 de agosto de 1974 (revogado)
Decreto 74.447,de 21 de agosto de 1974 (revogado)
Decreto 00.000 de 5 de setembro de 1991 (revogação)


Para se ter uma idéia de como é encantadora a paisagem, deve-se criar um quadro em sua imaginação, pintando com tudo que a natureza tem de mais delicado`, Estas foram às palavras usadas pelo naturalista francês Auguste Saint-Hilaire, quando visitou a Serra da Canastra no início do século 19. Nos dias de hoje, estas terras que tanto impressionaram o naturalista continuam arrancando suspiros de seus visitantes. O Parque Nacional da Serra da Canastra foi criado em abril de 1972 com o principal objetivo de assegurar a proteção da nascente do Rio São Francisco e de outras nascentes contidas nesta região.Com uma área de 200.000 hectares, a vegetação é tipicamente de cerrado com algumas manchas de Mata Atlântica, sendo visível uma área de transição entre os dois biomas. O relevo do parque é formado por algumas serras e na parte alta se destacam a Serra da Canastra, Serra da Zagaia e a Serra do Cemitério, já nas encostas dos chapadões as descidas são íngremes e com precipícios. Numa destas encostas da Serra da Canastra está a Cachoeira Casca D`anta, a primeira queda do Rio São Francisco, que despenca 186 metros até um grande poço, já na parte baixa do parque.

Fonte: http://www.serradacanastra.com.br/

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Parque Nacional do Pico da Neblina | Amazonas

Parque Nacional do Pico da Neblina | Amazonas

Parque Nacional do Pico da Neblina | Amazonas

O Parque Nacional do Pico da Neblina abriga o maior pico brasileiro, o Pico da Neblina, com 2993,78 metros de altitude (medição revista por satélite/GPS pelo IBGE em 2004). No Parque está situado também o segundo maior pico do Brasil, o Pico 31 de Março, com 2.972 metros. O Parque está localizado próximo à fronteira com a Venezuela, no município de São Gabriel da Cachoeira, no norte do estado do Amazonas, Brasil. Possui uma área de 2.260.344,00 (ha) (22.603 km2). O perímetro do parque é de 1.040.602,768 metros (1.040 km) de extensão. É administrado pelo ICMBio.

Objetivos específicos do parque
O parque foi criado em 1979, tendo como objetivo preservar a riqueza natural intocada da região, além de proteger uma amostra representativa do ecossistema amazônico.

Parque Nacional do Pico da Neblina | Amazonas 
Atrativos
A grande beleza natural da Serra do Imeri é a grande atração do Parque. Para os aventureiros mais experientes, há uma trilha de trekking até o Pico da Neblina, em meio à mata fechada e grande umidades, com duração de quatro a cinco dias. O trekking só é realizado mediante autorização do ICMBio, e por guias credenciados pelo órgão.

O Parque fica no Estado do Amazonas, no município de São Gabriel da Cachoeira. O acesso pode ser feito tanto por vias fluviais, pelo através do igarapé Itamirim e dos rios Cauaburi e Sá quanto aéreas, através de pequenos aviões que saem de Manaus.

Não há estrutura de visitação no Parque. Para quem pretende se hospedar na região, há pequenos hotéis em São Gabriel da Cachoeira, além de restritas opções de alimentação.

Parque Nacional do Pico da Neblina | AmazonasAntecedentes legais
As propostas de criação da unidade datam de 1908. Em 1978 estudos realizados pela diretoria do Departamento de Parques Nacionais sobre a unidade, constataram a importância do Parque. Requerimento encaminhado ao Presidente do IBDF, seguiu para o Ministro da Agricultura da época.

Aspectos culturais e históricos
Está localizada no habitat da representação indígena mais expressiva do país, hoje abriga uma pequena população dos Yanomami. Neste contexto o ICMBio, junto com a FUNAI tentam adequar condições socioculturais com as prioridades do Parque.

Até meados da década de 60, a atual área que abrange o Parque Nacional do Pico da Neblina era considerada como "terra de ninguém". O Brasil e a Venezuela ainda não haviam terminado com os litígios fronteiriços.

A primeira expedição ao Pico da Neblina, em outubro de 1964 não chegou a atingir o seu cume. Foi liderada pelo senhor Roldão e teve como participante o jornalista Carlos Marchesini que nos deixou a seguinte impressão: "Aquele era um mundo perdido, ainda intocado pelo homem". Ele estava correto pois, até a descoberta de ouro na região, o Pico da Neblina era totalmente ignorado.

A conquista definitiva veio no ano seguinte, quando ainda não estava confirmado se o Pico da Neblina era realmente brasileiro. Liderada pelo general Ernesto Bandeira Coelho, a expedição Mista de Limites - a segunda ao Pico da Neblina - alcança o ponto mais alto em março de 1965.

Até o início da década de 90, apenas cientistas e militares tinham permissão para explorar a região. Uma das expedições mais interessantes foi a coordenada pelo entomólogo (estudioso de insetos) Victor Py-Daniel, do INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), que também fez pesquisas científicas da região do Morro dos Seis Lagos.

Aspectos físicos e biológicos Clima
O clima da região apresenta temperaturas anuais médias acima de 25 ° C e umidade relativa superior a 80%. O mês mais frio possui temperaturas acima de 20 ° C e não existe inverno climático, tendo como precipitação anual 3.496 mm.

Relevo
O relevo da região amazônica comporta-se com domínio de terras baixas equatoriais ou ainda domínio dos tabuleiros e sendo o mesmo bem ondulado com picos e montanhas. Sua maior altitude é o Pico da Neblina com 2.994 m.

Vegetação
A cobertura vegetal da área compreende a floresta tropical úmida densa e aberta. Esta fisionomia apresenta cobertura uniforme, com árvores de grande porte (25-30m).

Pico da Neblina
Pico da Neblina
Pico da Neblina

Fauna
Possui a fauna característica da Amazônia. Entre os mamíferos, existem algumas espécies ameaçadas de extinção, como: o macari-preto, o cachorro-do-mato-vinagre e a onça-pintada. Entre a avifauna estão ameaçados o gavião-pega-macaco, o gavião-de-penacho, bem como o galo-da-serra.

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Parque Nacional da Amazônia | AM/PA

Parque Nacional da Amazônia | AM/PA

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O Parque Nacional da Amazônia situa-se no município de Itaituba, na região Sudoeste do estado do Pará, Brasil. Possui uma área de 945.851,00 (ha). O perímetro do parque é de 508.366,413 metros. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio.

Objetivos
Preservar vários ecossistemas amazônicos naturais, com a finalidade científica, educativa e recreativa.

Parque Nacional da Amazônia | AM/PAAtrativos
A melhor época para visitação ao Parque Nacional da Amazônia é entre os meses de julho e dezembro, quando as chuvas diminuem. Durante a visitação é possível observar uma grande diversidade de espécies animais e vegetais.

Parque Nacional da Amazônia | AM/PA

Os próprios habitantes do local constróem trilhas, no relevo suavemente ondulado, que levam a cachoeiras , praias e serras do Rio Tapajós. O turista também passa por outras cidades, no passeio pelo rio, que inclui aventura entre corredeiras, afloramentos, praias, bancos de areia e igarapés.

Na cidade de Santarém acontece o encontro entre os rios Tapajós e Amazonas. Outras opções de lazer são: Forte Príncipe da Beira, Estrada de Ferro Madeira Mamoré, Museu Ferroviário Madeira Mamoré, Ponte sobre o Rio Jacy, Rio Madeira, Capela de Santo Antonio, Jerusalém da Amazônia, Lago do Cuniã, Acervo Lítico, Indígena e Cultural, Parque Circuito, Vale do Apertado e Vale do Guaporé.

Como o Parque Nacional da Amazônia não tem estrutura para abrigar os visitantes, uma das alternativas é hospedar-se em barcos próximos ao parque. Outra curiosidade é que a existência de índios impossibilitou a criação de mais reservas. O número de funcionários é pequeno, se comparado com o tamanho do lugar: são 11, sendo que três são do ICMBio e oito que cuidam da vigilância e limpeza. A infra-estrutura conta com 1 Toyota (1989); 1 Pampa (1989); 1 barco de alumínio; 1 motor de popa (3 Hp); sistema de comunicação (telefax e 8 rádios transmissores - 5 móveis e 3 fixos). 75% da área total é regularizada.

O visitante tem três maneiras de chegar ao Parque. De avião, via Belém/Manaus/Itaituba, fluvial, pelo Rio Tapajós partindo de Santarém até Itaituba. Ou rodoviária indo pela Transamazônica (BR - 230).

Antecedentes legais
A criação desta unidade surgiu através do Programa de Integração Nacional iniciado pelo Governo em 1970. Em 1971 uma área de 6 milhões de hectares, designada "Polígono de Altamira", foi desapropriada pelo INCRA. O Grupo de Operações da Amazônia (GOA) propôs que um milhão de hectares do Polígono deveria ser reservado sob a categoria de Parque Nacional.

Aspectos culturais e históricos
A Floresta Amazônica é e sempre foi um dos grandes patrimônios do Brasil. A grandiosidade da floresta Amazônica, com uma quantidade infindável de espécies animais e vegetais fez com que ela fosse conhecida como a região mais biodiversa do planeta. Para preservar a região, freqüente vítima crimes ambientais, foi criado em 1974, o Parque Nacional da Amazônia.

Aspectos físicos e biológicos
Clima
O clima é quente úmido, com um a dois meses secos. A temperatura média anual é de 24 a 26°C, com a máxima de 38 a 40° C e a mínima de 12 a 16 ° C.

Relevo
Suavemente ondulado.

Vegetação
Há Predominância da Floresta Tropical Úmida, com grande diversidade de espécies e formas, sendo que as maiores árvores possuem a altura média de 50 metros; e, devido a luminosidade, os estratos inferiores apresentam grande número de plantas trepadeiras, musgos, líquens, orquídeas, entre outras.

Fauna
Rica em espécies, porém, com pequeno número de indivíduos, normalmente de hábitos noturnos. Encontra-se também espécies ameaçadas de extinção como a ariranha, o peixe-boi e o tamanduá-bandeira, além dos répteis e uma notável fauna aquática.

Ecologia: Pará ganha mais nove unidades de conservação ambiental

O Estado do Pará terá mais nove Unidades de Conservação. O Ministério do Meio Ambiente, o Ibama e a Secretaria do Meio ambiente do Estado do Pará iniciam nesta sexta-feira (16) a série de consultas públicas para que a comunidade participe do processo de criação e ampliação dessas áreas.

As consultas ocorrem durante o mês de setembro. A primeira é agora no dia 16, em Belém, às 16 horas, no Auditório da agência de Desenvolvimento da Amazônia. A segunda acontece dia 20, em Novo Progresoo, às 9 horas na Igreja Matriz Santa Luzia. No dia 22, a consulta é em Itaituba, às 9 horas, na Área de Lazer dos Cabos e Soldados de Itaituba. A última consulta ocorre dia 24, ás 14 horas, no auditório da prefeitura Municipal de Jacareacanga.

Os governos federal e estadual esperam que um grande número de pessoas compareça às audiências quando poderão apresentar suas dúvidas, sugestões e críticas à proposta. Segundo destaca o diretor de áreas protegidas do Ministério do Meio Ambiente, Maurício Mercadante, é fundamental o comparecimento da população. "A qualidade da proposta depende da efetiva participação dos líderes e das pessoas interessadas nesse processo".

Também está prevista a ampliação do Parque Nacional da Amazônia, no município de Itaituba e Jacareacanga. A área geral que será discutido nas consultas é de 7.369.575 hectares, num total superior ao estado da Bahia.
Amazônia
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Unidades criadas
  1. Floresta Nacional/Estadual de Trairão, nos municípios de Itaituba, Rurópolis e Trairão;
  2. Floresta Nacional/Estadual do Amaná, nos municípios de Itaituba e Jacareacanga;
  3. Área de Proteção Ambiental Tapajós, nos municípios da Itaituba, Jacareaganga, Novo Progresso e Trairão;
  4. Floresta Nacional/Estadual do Crepori, no município de Jacareacanga;
  5. Floresta Nacional/Estadual do Jamanxim, nos minicípios de Itaituba e Novo Progresso;
  6. Parque Nacional/Estadual do Jamanxim, nos municípios de Itaituba e Trairão;
  7. Floresta Estadual do Iriri, no município de Altamira;
  8. Parque Nacional/Estadual do Rio Novo, nos municípios de Itaituba e Novo Progresso.