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Jacarés e Crocodilos

Jacarés e Crocodilos

Jacarés e Crocodilos
Os jacarés pertencem à família Alligatoridae, enquanto o crocodilo à Crocodilidae. Existem diferenças bem marcantes entre os crocodilos e jacarés. Para começar, esses dois animais não pertencem nem mesmo à mesma família. 

Dentre as características físicas, podemos citar o focinho, que em crocodilos é mais fino e alongado quando comparado ao dos jacarés, que possuem focinho curto e mais largo.

Para diferenciar esses répteis, podemos observar também a mandíbula. Nos crocodilos, é possível observar que o quarto dente do maxilar inferior (um dente maior que os outros) fica visível até mesmo quando o animal está com a boca fechada. Nos jacarés, isso não acontece. Ainda em relação aos dentes, podemos verificar que em crocodilos, eles aparecem alinhados, diferentemente dos jacarés.

Existem ainda poros glandulares nas escamas ventrais dos crocodilos, estruturas que não são encontradas nos jacarés. A função desses poros ainda não é bem esclarecida, entretanto, acredita-se que possa existir uma relação entre eles e a troca de calor e água com o ambiente.

São encontradas seis espécies de jacaré em território brasileiro, porém não é encontrado nenhum crocodilo. Dentre as espécies brasileiras, podemos citar o jacaré-de-papo- amarelo e o jacaré-açu.

O jacaré-de-papo-amarelo é uma espécie típica da América do Sul, podendo ser encontrada no Brasil, Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai. Esse réptil atinge em média 2 metros de comprimento e é localizado principalmente em manguezais, pântanos e banhados, onde se alimentam de peixes, aves e mamíferos. Esses animais podem viver até 50 anos.

Jacaré
Crocodilo

Já o jacaré-açu é uma espécie distribuída por toda a Bacia Amazônica, sendo encontrada no Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Guiana Inglesa e Guiana Francesa. Esse réptil atinge a marca notável de 6 metros de comprimento. Sua alimentação é baseada em peixes, aves e caranguejos. Eles vivem em média 80 anos.

Jacarés e Crocodilos

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Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)

Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)

Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)
Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)
Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)

O Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae) é uma espécie de réptil escamoso da família Polychrotidae. É endêmico da ilha de Gorgona, na Colômbia. Como seu nome comum indica, é uma cor azul-cinza; vive dentro da floresta de Gorgona e geralmente fica nos troncos das árvores.

Devido ao ambiente desolado e à natureza evasiva do lagarto azul, tem sido difícil estimar exatamente sua população, mas especialistas dizem que ela está em perigo de extinção. Sua espécie é progressivamente devorada pelo Basiliscus galeritus introduzido e ameaçada pelo desmatamento. O maior dano causado ao habitat do Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonaeocorreu quando a prisão de Gorgona foi construída no interior da ilha na década de 1950. alguns exemplares são capturados para um programa de reprodução em cativeiro.

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)

O Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis), também conhecido como monitor-de-komodo, é uma grande espécie de lagarto encontrado nas ilhas indonésias de Komodo, Rinca, Flores, Gili Motang e Gili Dasami. Membro da família de lagartos monitor (Varanidae), é a maior espécie viva de lagarto, podendo chegar a 3 m de comprimento em casos raros e pesar até cerca de 70 kg. O seu tamanho incomum tem sido atribuído ao gigantismo da ilha, já que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho nas ilhas onde eles vivem.

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)

Como resultado de seu tamanho, estes lagartos dominam os ecossistemas em que vivem. Os dragões-de-komodo caçam e emboscam suas presas, incluindo invertebrados, aves e mamíferos. Seu comportamento de grupo na caça é excepcional no mundo dos répteis. A dieta dos grandes dragões-de-komodo consiste principalmente de veados, embora eles também comam quantidades consideráveis de carniça.

O dragão-de-komodo possui mais de 50 estirpes de bactérias mortais em sua saliva. Estas bactérias provocam septicemia (infecção geral grave) em suas vítimas. Em uma caçada, o dragão-de-komodo morde sua presa e depois a segue por horas ou dias até que ela morra em decorrência da infecção causada pelas bactérias mortais presentes em sua saliva.

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)O acasalamento começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de megapodes abandonados ou em um buraco auto-cavado. Os ovos são incubados por 7-8 meses e os filhotes nascem em abril, quando os insetos são mais abundantes. Jovens dragões-de-komodo são vulneráveis e, portanto, vivem em árvores, a salvo de predadores e adultos canibais. Eles levam cerca de 8-9 anos para atingirem a maturidade, e a estimativa de vida é de até 30 anos.

Na natureza o seu território diminuiu devido às atividades humanas, e estão listados como vulneráveis pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Eles são protegidos por lei na Indonésia, e um parque nacional (Parque Nacional de Komodo) foi fundado para ajudar nos esforços de proteção.

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Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)

Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)

Características: A Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu) é uma das maiores cobras do gênero Bothrops. As fêmeas são maiores que os machos. Também são diferentes na coloração, ele cinza, e ela amarelada. São muito temidas pela quantidade de veneno que podem injetar. Mede em tono de 2 m de comprimento. Suas presas chegam a atingir 2 cm de comprimento.

Habitat: Mata Atlântica, preferindo as baixadas.

Ocorrência: América do Sul.

Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)
Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)

Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)Hábitos: noturno. Localizar uma Jararacuçu no meio da floresta não é fácil. Como passa o dia enrodilhada se aquecendo, se mistura muito bem com o ambiente e mesmo para olhos treinados, quase que sempre, passa despercebida. É muito brava e perigosa. Vive quase sempre à sombra.

Alimentação: quando adulta alimenta-se de pequenos roedores, e quando jovem alimenta-se de pequenos lagartos e anfíbios.

Reprodução: vivípara, nascendo entre 16 e 20 filhotes no início da estação chuvosa.

Ameaças: morte praticada pelos homens do campo, destruição do habitat e tráfico de veneno.

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Cobra-Jararaca (Bothrops jararaca)

Cobra-Jararaca (Bothrops jararaca)

Características: a Cobra-Jararaca (Bothrops jararaca) é a mais conhecida do gênero Bothrops. É muito perigosa, mas geralmente foge assim que avistada. Pode atingir 1,60 m de comprimento. Possui desenhos que lhe proporcionam uma excelente camuflagem, sendo difícil a visualização do animal, mesmo para olhos experientes. Sempre que for pegar algo no chão, ou caminhar na mata, use um calçado, de preferência uma bota, e olhe bem por onde pisa. Quando filhote, a Jararaca, como a maioria dos membros do gênero Bothrops, possui a extremidade da cauda ligeiramente clara ou amarelada. Isto porque, ela utiliza a cauda para atrair pequenas rãs e sapos, bem como pequenos lagartos, do qual se alimenta. Quando adulta, possui colorido variando do marrom claro ao cinza, com desenhos dorsais claros em forma de "v" invertidos e abertos. Onde ocorre, a Jararaca é a causa do maior número de acidentes ofídicos.

Cobra-Jararaca (Bothrops jararaca)
Cobra-Jararaca (Bothrops jararaca)

Cobra-Jararaca (Bothrops jararaca)
Habitat: florestas, cerrados e lugares úmidos.

Ocorrência: do Sul da Bahia até o sul do Brasil.

Hábitos: noturnos.

Alimentação: quando jovens se alimentam de pequenos anfíbios e lagartos. Quando adultas se alimentam, principalmente, de pequenos roedores.

Reprodução: vivípara (dá a luz a filhotes ao invés de colocar ovos) com o nascimento ocorrendo normalmente no início da estação chuvosa.

Ameaças: morte praticada pelos homens do campo e tráfico de veneno.

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Cobra-Coral-Falsa (Erythrolamprus aesculapii)

Cobra-Coral-Falsa (Erythrolamprus aesculapii)

Características: a Cobra-Coral-Falsa (Erythrolamprus aesculapii) é uma cobra não-peçonhenta que imita a perigosa coral verdadeira pela cor, beneficiando-se da sua aparência para afugentar os predadores. Esses animais conseguiram, através da evolução natural, aproveitar-se da semelhança com as corais peçonhentas copiando muitas vezes não só seu padrão colorido, como também algum comportamento que ajuda a afastar os predadores os quais temem tratar-se da coral verdadeira. Sempre que há mimetismo, necessariamente, as duas espécies devem ocorrer juntas, sendo as mímicas em menor número. Pode atingir 1,10 m de comprimento.

Cobra-Coral-Falsa (Erythrolamprus aesculapii)
Cobra-Coral-Falsa (Erythrolamprus aesculapii)

Cobra-Coral-Falsa (Erythrolamprus aesculapii)
Habitat: Mata Atlântica. Pode ser encontrada em áreas urbanas.

Ocorrência: Nordeste e sudeste do Brasil.

Hábitos: noturno.

Alimentação: cobras.

Reprodução: ovípara.

Ameaças: destruição do habitat.

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Cobra-Coral (Micrurus corallinus)

Cobra-Coral (Micrurus corallinus)

Características: A Cobra-Coral (Micrurus corallinus) possui um veneno neurotóxico muito potente. É a cobra mais venenosa do Brasil, mas não é o maior responsável pelos acidentes ofídicos. Embora não dêem bote, seu veneno pode matar em poucas horas. Não possui cabeça em formato ligeiramente triangular (cabeça destacada do corpo), pupila vertical, dentes inoculadores de veneno móveis e fosseta loreal (órgão duplo situado entre as narinas e os olhos, eficiente para detectar o calor e os raios infravermelhos, ideal para se guiar à noite, particularidades comuns à maioria das serpentes peçonhentas existentes em território brasileiro). No entanto, a poderosa ação de seu veneno, na ausência do soro, é capaz de matar uma pessoa em poucas horas. O antídoto, nesse caso, é o soro antielapídico. A cabeça é arredondada, escamas lisas e brilhantes sobre o corpo, corpo delgado, olhos pequenos com pupilas circulares e dentição proteróglifa (dentes pequenos e fixos, com sulco que favorece o escorrimento do veneno, localizados no maxilar superior, na frente da boca). A coloração forma anéis ao longo do corpo, pretos, vermelhos e brancos. Pode atingir 80 cm de comprimento.

Habitat: Mata Atlântica.

Ocorrência: Brasil, do sul da Bahia até Santa Catarina.

Cobra-Coral (Micrurus corallinus)
Cobra-Coral (Micrurus corallinus)

Hábitos: diurno. Quando irritadas escondem a cabeça entre os anéis do corpo e levantam a cauda. Possuem hábitos subterrâneos, vivendo a maior parte do tempo sob a terra, ou escondidas entre as folhas no solo, no interior de troncos em decomposição ou nos vãos das pedras. Não dão bote nem conseguem escalar árvores. Em geral, atacam somente quando são manipuladas ou pisadas. Quando isso acontece, seus dentes pequenos e fixos mordem, e não picam, sua vítima, deixando no local apenas uma pequena perfuração. Os estragos, porém, podem ser fatais. Seu veneno com propriedades neurotóxicas, e altamente ativo, paralisa os nervos que controlam o diafragma, causando insuficiência respiratória aguda. Mas os acidentes com essa serpente são raros. Por se tratar de animal de comportamento furtivo, a dificuldade em deparar com esses répteis na natureza parece normal. Todavia, sua ausência pode tanto significar que eles estão sendo preservados como que suas populações diminuíram. São extremamente ágeis. São individualistas, tolerando outro exemplar do sexo oposto apenas durante a época da reprodução.

Alimentação: lagartos ápodos (sem membros), e outras cobras (menos a cascavel).

Cobra-Coral (Micrurus corallinus)Reprodução: época reprodutiva no final do ano. O vípara, coloca entre 15 e 18 ovos com o nascimento no início da estação chuvosa.

Ameaças: caça indiscriminada e destruição do habitat.

Precauções: acidentes podem ser evitados quando observados alguns cuidados, como usar calças compridas e botas para caminhar no mato, luvas e proteção de couro para os braços quando se trabalha com colheita manual. Deve-se utilizar sempre um pedaço de pau para remexer palhadas ou vasculhar buracos, ocos de tronco, vãos de pedras, cupinzeiros etc. E jamais manipular uma cobra-coral (viva ou morta), mesmo quando se imagina tratar-se da falsa.

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Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon corais)

Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon corais)

Características: A Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon coraisde colorido amarelado ou oliváceo, às vezes avermelhado. Lado ventral amarelado. É uma cobra grande podendo a tingire mais de 2,5 m de comprimento. A Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon coraisNão é venenosa.

A Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon corais)
A Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon corais)

Habitat: florestas e cerrado.

Cobra-Papa-Pinto (Drymarchon corais)Ocorrência: Américas do Norte, Central e do Sul.

Hábitos: diurno. São inofensivas e medrosas. Caça durante o dia, geralmente em brejos, utilizando a língua (quimiorrecepção) e a visão para localizar a presa. Quando irritada, infla a parte do corpo perto da cabeça para dar a impressão de ser maior, com intenção de intimidar o predador.

Alimentação: pássaros, ovos e outras cobras.

Reprodução: ovípara, coloca entre 16 e 20 ovos com o nascimento no início da estação chuvosa.

Ameaças: destruição do habitat.

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Cobra-Papagaio (Corallus caninus)

Cobra-Papagaio (Corallus caninus)

Características: A Cobra-Papagaio (Corallus caninus) é um dos mais belos animais do planeta, também conhecida como periquitambóia, chega a atingir 2 m de comprimento. De coloração predominantemente verde com faixa esbranquiçada no dorso. Ventre branco-amarelado. É uma belíssima cobra, aparentada com as jibóias. Seus filhotes são vermelhos ou alaranjados.

Cobra-Papagaio (Corallus caninus)
Cobra-Papagaio (Corallus caninus)

Habitat: florestas tropicais.

Ocorrência: região norte da América do Sul, Amazônia.

Cobra-Papagaio (Corallus caninus)Hábitos: noturno. Arborícola passando a maior parte do tempo enrolada em galhos com a cabeça apoiada no centro das voltas do corpo. Camufla-se perfeitamente com a mata.

Alimentação: aves, roedores e morcegos.

Reprodução: vivípara. Os filhotes nascem vermelhos ou alaranjados.

Ameaças: destruição do habitat.

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Cobra-d'Água (Liophis miliaris)

Cobra-d'Água (Liophis miliaris)

Características: A Cobra-d'Água (Liophis miliaris) possui uma coloração que varia muito da região onde é encontrada. Na Mata Atlântica é mais comum encontrá-la no padrão amarelo com preto, enquanto no cerrado é mais comum o esverdeado com preto. Atinge cerca de 65 cm de comprimento.

Cobra-d'Água (Liophis miliaris)Habitat: cerrado e Mata Atlântica.

Ocorrência: América do Sul.

Hábitos: diurno. Espécie muito dócil e geralmente foge assim que perturbada. É uma excelente nadadora. Caça em lagoas e pequenos rios, geralmente pela manhã. Vive próxima a cursos d'água.

Alimentação: pequenos anfíbios e peixes.

Reprodução: ovípara, coloca entre 15 e 18 ovos com o nascimento no início da estação chuvosa.

Ameaças: destruição do habitat.

Cobra-d'Água (Liophis miliaris)
Cobra-d'Água (Liophis miliaris)

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