Parque Nacional da Amazônia | AM/PA

Parque Nacional da Amazônia | AM/PA

Parque Nacional da Amazônia | AM/PA


O Parque Nacional da Amazônia situa-se no município de Itaituba, na região Sudoeste do estado do Pará, Brasil. Possui uma área de 945.851,00 (ha). O perímetro do parque é de 508.366,413 metros. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio.

Objetivos
Preservar vários ecossistemas amazônicos naturais, com a finalidade científica, educativa e recreativa.

Parque Nacional da Amazônia | AM/PAAtrativos
A melhor época para visitação ao Parque Nacional da Amazônia é entre os meses de julho e dezembro, quando as chuvas diminuem. Durante a visitação é possível observar uma grande diversidade de espécies animais e vegetais.

Parque Nacional da Amazônia | AM/PA

Os próprios habitantes do local constróem trilhas, no relevo suavemente ondulado, que levam a cachoeiras , praias e serras do Rio Tapajós. O turista também passa por outras cidades, no passeio pelo rio, que inclui aventura entre corredeiras, afloramentos, praias, bancos de areia e igarapés.

Na cidade de Santarém acontece o encontro entre os rios Tapajós e Amazonas. Outras opções de lazer são: Forte Príncipe da Beira, Estrada de Ferro Madeira Mamoré, Museu Ferroviário Madeira Mamoré, Ponte sobre o Rio Jacy, Rio Madeira, Capela de Santo Antonio, Jerusalém da Amazônia, Lago do Cuniã, Acervo Lítico, Indígena e Cultural, Parque Circuito, Vale do Apertado e Vale do Guaporé.

Como o Parque Nacional da Amazônia não tem estrutura para abrigar os visitantes, uma das alternativas é hospedar-se em barcos próximos ao parque. Outra curiosidade é que a existência de índios impossibilitou a criação de mais reservas. O número de funcionários é pequeno, se comparado com o tamanho do lugar: são 11, sendo que três são do ICMBio e oito que cuidam da vigilância e limpeza. A infra-estrutura conta com 1 Toyota (1989); 1 Pampa (1989); 1 barco de alumínio; 1 motor de popa (3 Hp); sistema de comunicação (telefax e 8 rádios transmissores - 5 móveis e 3 fixos). 75% da área total é regularizada.

O visitante tem três maneiras de chegar ao Parque. De avião, via Belém/Manaus/Itaituba, fluvial, pelo Rio Tapajós partindo de Santarém até Itaituba. Ou rodoviária indo pela Transamazônica (BR - 230).

Antecedentes legais
A criação desta unidade surgiu através do Programa de Integração Nacional iniciado pelo Governo em 1970. Em 1971 uma área de 6 milhões de hectares, designada "Polígono de Altamira", foi desapropriada pelo INCRA. O Grupo de Operações da Amazônia (GOA) propôs que um milhão de hectares do Polígono deveria ser reservado sob a categoria de Parque Nacional.

Aspectos culturais e históricos
A Floresta Amazônica é e sempre foi um dos grandes patrimônios do Brasil. A grandiosidade da floresta Amazônica, com uma quantidade infindável de espécies animais e vegetais fez com que ela fosse conhecida como a região mais biodiversa do planeta. Para preservar a região, freqüente vítima crimes ambientais, foi criado em 1974, o Parque Nacional da Amazônia.

Aspectos físicos e biológicos
Clima
O clima é quente úmido, com um a dois meses secos. A temperatura média anual é de 24 a 26°C, com a máxima de 38 a 40° C e a mínima de 12 a 16 ° C.

Relevo
Suavemente ondulado.

Vegetação
Há Predominância da Floresta Tropical Úmida, com grande diversidade de espécies e formas, sendo que as maiores árvores possuem a altura média de 50 metros; e, devido a luminosidade, os estratos inferiores apresentam grande número de plantas trepadeiras, musgos, líquens, orquídeas, entre outras.

Fauna
Rica em espécies, porém, com pequeno número de indivíduos, normalmente de hábitos noturnos. Encontra-se também espécies ameaçadas de extinção como a ariranha, o peixe-boi e o tamanduá-bandeira, além dos répteis e uma notável fauna aquática.

Ecologia: Pará ganha mais nove unidades de conservação ambiental

O Estado do Pará terá mais nove Unidades de Conservação. O Ministério do Meio Ambiente, o Ibama e a Secretaria do Meio ambiente do Estado do Pará iniciam nesta sexta-feira (16) a série de consultas públicas para que a comunidade participe do processo de criação e ampliação dessas áreas.

As consultas ocorrem durante o mês de setembro. A primeira é agora no dia 16, em Belém, às 16 horas, no Auditório da agência de Desenvolvimento da Amazônia. A segunda acontece dia 20, em Novo Progresoo, às 9 horas na Igreja Matriz Santa Luzia. No dia 22, a consulta é em Itaituba, às 9 horas, na Área de Lazer dos Cabos e Soldados de Itaituba. A última consulta ocorre dia 24, ás 14 horas, no auditório da prefeitura Municipal de Jacareacanga.

Os governos federal e estadual esperam que um grande número de pessoas compareça às audiências quando poderão apresentar suas dúvidas, sugestões e críticas à proposta. Segundo destaca o diretor de áreas protegidas do Ministério do Meio Ambiente, Maurício Mercadante, é fundamental o comparecimento da população. "A qualidade da proposta depende da efetiva participação dos líderes e das pessoas interessadas nesse processo".

Também está prevista a ampliação do Parque Nacional da Amazônia, no município de Itaituba e Jacareacanga. A área geral que será discutido nas consultas é de 7.369.575 hectares, num total superior ao estado da Bahia.
Amazônia
Amazônia
Amazônia
Amazônia

Unidades criadas
  1. Floresta Nacional/Estadual de Trairão, nos municípios de Itaituba, Rurópolis e Trairão;
  2. Floresta Nacional/Estadual do Amaná, nos municípios de Itaituba e Jacareacanga;
  3. Área de Proteção Ambiental Tapajós, nos municípios da Itaituba, Jacareaganga, Novo Progresso e Trairão;
  4. Floresta Nacional/Estadual do Crepori, no município de Jacareacanga;
  5. Floresta Nacional/Estadual do Jamanxim, nos minicípios de Itaituba e Novo Progresso;
  6. Parque Nacional/Estadual do Jamanxim, nos municípios de Itaituba e Trairão;
  7. Floresta Estadual do Iriri, no município de Altamira;
  8. Parque Nacional/Estadual do Rio Novo, nos municípios de Itaituba e Novo Progresso.

Parque Nacional do Itatiaia | RJ/MG


Parque Nacional do Itatiaia | RJ/MG

Parque Nacional do Itatiaia | RJ/MG
Localização
  • Situa-se geograficamente entre os paralelos 22º19’ e 22º45’ latitude sul e os meridianos 44º15’ e 44º50’ de longitude oeste.
  • O parque está localizado no Maciço do Itatiaia, na Serra da Mantiqueira na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais.
  • No parque localiza-se a estrada mais alta do Brasil, pois atinge 2.450 m de altitude.
Superfície
O Parque Nacional do Itatiaia é o mais antigo parque nacional do Brasil, fundado em 14 de junho de 1937, pelo então presidente Getúlio Vargas através do Decreto Federal nº 1713, com uma área atual de 30.000 hectares (300 km2).

Parque Nacional do Itatiaia

O parque possui montanhas com quase 3.000 metros de altitude e mantém uma fauna e flora bastante diversificada devido à altitude e ao clima variado. O nome Itatiaia é de origem tupi e significa "penhasco cheio de pontas".

Parque Nacional do ItatiaiaPanorâmica do Planalto

O parque divide-se em dois ambientes distintos:
  • Sede do Parque (Parte baixa).
  • Planalto (Parte alta).
Parque Nacional do Itatiaia
Parque Nacional do ItatiaiaA Piscina Natural da Maromba está a 1.100 metros de altitude.

Geologia

As formações rochosas são consideradas raras, pouco encontradas no resto do país, parecido com granito, porém tratando-se de nefelino sienito. Encontram-se também rochas alcalinas e de origem eruptiva.

Hidrografia
Nascem no parque vários rios integrantes das bacias hidrográficas do Rio Paraíba do Sul e do Rio Grande. A rede hidrográfica é formada por rios de águas cristalinas, que formam piscinas naturais e cachoeiras de tirar o fôlego.

Seus principais rios são: Campo Belo, Maromba, Flores, Marimbondo, Preto e Aiuroca. No planalto (Parte alta) existem vários lagos, como por exemplo a lagoa Bonita ou a lagoa Dourada, entre outros menores, que podem ter a superfície congelada durante invernos rigorosos.

Clima
Durante o inverno brasileiro, nos meses de julho e agosto, a temperatura diminui em demasia e a pluviosidade também, deixando o clima seco e muito frio. Em consequência, num país com praticamente 93 % de área localizada na zona tropical, podem ocorrer fenômenos como o da geada sobre os campos e as plantas do parque e também os das precipitações de neve nos dias mais rigorosos do local, ocorrência, contudo, rara nos últimos anos.

Flora
Prevalece a vegetação de Mata Atlântica, que exibe uma série de fisionomias com características particulares, na sua composição florística e na sua estrutura fitossociológica. As espécies arbóreas de Mata Atlântica apresentam elevado endemismo (em torno de 50%). Infelizmente este exuberante bioma vem experimentando um crescente e irreversível processo de fragmentação.

Fauna
Desde a colonização, a fauna das proximidades da cidade do Rio de Janeiro, vem sofrendo grande pressão humana. Há muito já não são encontrados diversas espécies de mamíferos que antes ocorriam na região, tais como: onça-pintada, anta, queixada, caititu, bugio e o mono carvoeiro.
O problema é a falta de corredores ligando a unidade com outras áreas florestais, que provoca a extinção local de tais espécies.

Atrativos Naturais - Parte Baixa
  • Lagoa azul, lago natural formado pelo rio Campo Belo, que fica a aproximadamente 500 m do Centro de Visitantes.
  • Cachoeira Poranga (em tupi, Poranga significa beleza), é uma cachoeira com 10 metros de queda d'água e uma grande piscina natural formado pelo rio Campo Belo.

Cachoeira Maromba, cachoeira e grande piscina natural.

Parque Nacional do ItatiaiaCachoeira Itaporani

Cachoeira Itaporani, cachoeira e piscina natural.

Parque Nacional do ItatiaiaCachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu de Noiva, cachoeira formada pelo rio Maromba formando uma queda d'água de 40 metros de altura, fica a 1.100 metros de altitude.

Parque Nacional do ItatiaiaRio Campo Belo - Mirante do último adeus

Três picos, local ao meio da Mata Atlântica a 1.662 metros de altitude, com vista para o vale do rio Paraiba, da Serra da Mantiqueira e da Serra do Mar.

Mirante do Último Adeus, vista panorâmica do vale do rio Campo Belo e da Serra do Mar.

Atrativos Naturais - Planalto
Na parte alta, região do Planalto do Itatiaia, encontram-se os campos de altitude, sendo seus pontos culminantes

Parque Nacional do ItatiaiaPico do Itatiaiaçu

O Pico do Itatiaiaçu localizado nas Agulhas Negras com 2.791,55 metros de altitude

Parque Nacional do Itatiaia
A Serra do Maromba com 2.607 metros de altitude.

Parque Nacional do Itatiaia
As Prateleiras com 2.548 metros de altitude formado por maciços blocos de rochas com vista para o Vale do Paraíba. Próximo às prateleiras existem diversos lagos e formações rochosas como a Pedra da Tartaruga, a Pedra da Maçã e a Pedra Assentada.

Parque Nacional do ItatiaiaPedra do Altar

A Pedra do Altar, é uma formação rochosa com 2.530 metros de altitude.

Parque Nacional do ItatiaiaCabeça do Leão e Pico do Papagaio
  • os Dois Irmãos com 2.500 metros de altitude.
  • a Cabeça do Leão com 2.408 metros de altitude.

Parque Nacional do Itatiaia
O nome Itatiaia é de origem tupi e significa "penhasco cheio de pontas".

Proteger amostras da Floresta Pluvial Atlântica Montana e amostras de ecossistemas de campos de altitude; conservar as belezas cênicas naturais representativas da Serra da Mantiqueira e recuperar, conservar e proteger a área do altiplano do Itatiaia.

Mapa do Parque Nacional de Itatiaia
Mapa do Parque Nacional de Itatiaia

ÁREA DA UNIDADE
28.155,00 (ha)

ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS
Antecedentes Legais
A idéia de transformar essas terras em Parque Nacional data de 1913 e foi aconselhada pelo botânico Alberto Lofgren, no mesmo ano através de uma Conferência na Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. A idéia teve apoio da Sociedade de Geografia e Botânicos da época, e também do Barão Homem de Melo.

Aspectos Culturais e Históricos
As terras que constituíram inicialmente o Parque do Itatiaia pertenciam ao Visconde de Mauá , e foram adquiridas pela Fazenda Federal em 1908 para criação de dois núcleos coloniais, que não foram bem sucedidos. Em 1929, criou-se no local uma Estação Biológica.Somente em 1937 foi criado o Parque Nacional do Itatiaia, o primeiro do Brasil. O nome Itatiaia é de origem indígena e significa "Penhasco Cheio de Pombas".

ASPECTOS FÍSICOS E BIOLÓGICOS
Clima
Apresenta dois tipos de climas: nas regiões elevadas, acima dos 1.600 m de altitude, mesotérmico com verões brandos e chuvosos, enquanto nas regiões baixas das encostas serranas predomina o mesotérmico com verões brandos, mas sem uma estação seca definida.

Relevo
A região de Itatiaia apresenta relevo montanhoso que inclui encostas e o topo do planalto da Serra da Mantiqueira. Caracteriza-se também pela ocorrência de um tipo de rocha eruptiva, incomum no território nacional, denominada nefelino-sienito.

Parque Nacional do Itatiaia
Vegetação
Em linhas gerais, pode-se distinguir três grandes formações vegetais no Parque do Itatiaia: formação da região Sul (Floresta Higrófila Subtropical) em altitudes entre 600 e 1.800 m; Campos de Altitude a partir de 1.600 m e formação da região Norte (situada na sombra dos ventos da Mantiqueira) entre 1.500 e 2.200m. Itatiaia possui elevado número de espécies endêmicas.

Parque Nacional do Itatiaia
Fauna
A fauna do Itatiaia possui aspecto endêmico peculiar. As aves, com 294 espécies, representam o maior grupo faunístico do Parque, com 42 formas vivendo na região mais elevada. Os mamíferos totalizam 67 espécies e contribuem com 16 formas residentes no planalto do Itatiaia. A fauna do Itatiaia é o resultado das agressões sofridas pelo ambiente ao seu redor.

BENEFÍCIOS DA UNIDADE PARA O ENTORNO E REGIÃO
O Parque do Itatiaia possui um patrimônio paisagístico de rara beleza cênica e com distintas formações naturais. É um refúgio de espécies animais, e uma forma de preservar remanescentes florestais e água para a região.

USOS CONFLITANTES QUE AFETAM A UNIDADE E SEU ENTORNO
Sofre nos dias atuais impacto constante de incêndios, que continuam reduzindo cada vez mais a sua flora e fauna. Os riscos de ocorrência de fogo em áreas do Parque normalmente se verificam no período seco, de julho a setembro, decorrentes de prática de queimadas pelos vizinhos. Há também problemas com a extração de palmito dentro do Parque.

Criado em 1937, Itatiaia leva o título de primeiro Parque Nacional do Brasil e abriga o ponto culminante da região, o Pico de Agulhas Negras, com 2.787 metros de altitude. Pode-se dizer que esta unidade é composta por dois complexos diferentes, a parte baixa e a parte alta. Esta diferença é logo observada não só pela paisagem como pelos freqüentadores de cada local. Na parte baixa, onde está a portaria principal e toda parte administrativa do parque, o visitante tem acesso a cachoeiras exuberantes como a Véu da Noiva, lagos formados pelas águas que descem das montanhas e uma grande mostra de Mata Atlântica preservada.

O parque é muito bem sinalizado e as trilhas que dão acesso às atrações (na parte baixa) são seguras e algumas contam com passarelas e corrimões para facilitar a caminhada. O centro de visitantes, também na parte baixa, uma bela obra de arquitetura, conta com um interessante museu que exibe quase todos os animais que eram encontrados na área do parque, tecnicamente empalhados e que deixam as crianças impressionadas. O acervo de insetos, todos em caixas com vidro em cima, são facilmente visualizados e é um dos mais completos que já vi no Brasil.

As trilhas desta parte do parque são tranquilas e podem ser feitas por qualquer pessoa que costuma fazer caminhadas. Um bom tênis ou bota especializados para esta modalidade são sempre benvindos. Apesar de ser o percursor dos parques no Brasil, há ainda muitas propriedades particulares como casas, sítios e algumas pousadas que não foram desapropriadas e estão dentro da unidade.

A parte alta do parque, chamada de planalto, é procurada, normalmente, por aventureiros mais experientes e alpinistas, e o acesso é feito através de outra estrada, entrando pelo município de Engenheiro Passos, seguindo para Itamonte e, no alto da serra, há uma entrada a direita com as indicações. Segundo alguns especialistas, o maciço de Agulhas Negras oferece escaladas de vários níveis, desde o básico até a graduação mais elevada, uma verdadeira escola. Durante minha estada na parte alta, pude escalar o pico de Agulhas Negras, as Prateleiras e caminhar ao redor dos imensos paredões rochosos. O cenário é arrebatador e diferente de tudo o que você já viu anteriormente, uma sensação de estar em outro planeta

Como as paisagens são parecidas, é fácil se perder em algumas “escalaminhadas”, que necessitam de cordas e outros equipamentos, portanto é essencial estar acompanhado de guias locais. São muitos os atrativos da parte alta: Asa de Hermes, Ovos da Galinha, Vale do Aiuruoca, Pedra da maçã e outros, vai depender de quanto tempo você tem para conhecer a região. Nos meses de junho, julho e agosto o frio é intenso na parte alta, vá preparado para baixas temperaturas. Se for no verão, se refresque nas cachoeiras e nos lagos da parte baixa.

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Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque | AP/PA

Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque - AP/PA

Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque | AP/PA
O Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque situa-se na Floresta Amazônica, nos municípios de Pedra Branca, Serra do Navio, Laranjal do Jari, Oiapoque e Calçoene, nos estados do Amapá e Pará, Brasil. Possui uma área de 3.882.120,00 ha (38.821,20 km²). O perímetro do parque é de 1.724.575,857 metros. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Montanhas do Tumucumaque

Objetivos do Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque 

Assegurar a preservação dos recursos naturais e da diversidade biológica, bem como proporcionar de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação, de recreação e turismo ecológico.

Montanhas do Tumucumaque

Atrativos

Por meio de parceria técnica e financeira com o Ministério do Meio Ambiente, por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Programa Áreas Protegidas do WWF-Brasil está viabilizando um amplo diagnóstico sócio-econômico e ambiental do entorno do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, levantando dados úteis para a preparação de seu plano de manejo. Essa parceria ensejou a realização de uma expedição de quatro semanas pelo rio Jari , entre fim de julho e início de agosto de 2005, visando fazer um melhor reconhecimento dessa remota área do parque.

O Plano de Manejo da Unidade de Conservação foi publicado em 10 de março de 2010, por meio da Portaria ICMBio nº 28/2010.

Montanhas do Tumucumaque

Antecedentes legais

O Parque do Tumucumaque foi criado em terras cedidas pelo Incra e protege uma área prioritária para a biodiversidade, mapeada por estudo técnico do Ibama em parceria com o Incra, segundo indicações do Programa Nacional de Diversidade Biológica (Pronabio) do Ministério do Meio Ambiente. A região é conhecida como Escudo das Guianas e é classificada como de importância biológica extrema, de acordo com os resultados do workshop “Avaliação de Ações Pioritárias para a Conservação da Biodiversidade da Amazônia Brasileira”, promovido pelo Ministério do Meio Ambiente em Macapá.

Montanhas do Tumucumaque

Aspectos culturais e históricos do Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque

O Tumucumaque é o maior parque de floresta tropical do mundo; é quase do tamanho do estado do Rio de Janeiro; o parque ocupa 26,5 % da área total do estado do Amapá.

A distância das sedes dos municípios até o limite mais próximo do parque é grande (Pedra Branca - 65 km; Serra do Navio - 52 km; Laranjal do Jari - 182 km; Oiapoque - 45 km;Calçoene - 85 km; distâncias em linha reta) e não existem acessos rodoviários - as poucas e precárias estradas existentes não chegam até os limites da área.

Geração de emprego e renda numa região carente, com poucas oportunidades, e de forma ambientalmente correta, possibilitando o desenvolvimento do interior do Estado de forma planejada e com qualidade de vida. Oportunidades de emprego surgirão diretamente pela contratação de servidores para integrar o quadro do ICMBio, e de inúmeras outras formas indiretas, seja para atuar em atividades e serviços para o próprio ICMBio seja para prestar serviços de toda ordem e apoio para quem vier residir, trabalhar, pesquisar ou visitar a região do parque. A demanda por serviços novos e tradicionais vai crescer (hospedagem, alimentação, fornecimento de gêneros, aluguel de motores e embarcações, aluguel de aeronaves, guias de pesquisadores e turistas, etc).

Montanhas do TumucumaqueAspectos físicos e biológicos do Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque 

Clima

O clima é classificado como tropical quente úmido, com temperatura média de 25ºC e precipitações variando de 2000 a 3250mm anuais.

Relevo

Situado na unidade de relevo das depressões da Amazônia setentrional, com porções dos planaltos residuais do norte da Amazônia.

Vegetação do Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque

No parque existem florestas primárias intocadas. A floresta amazônica na região é classificada como floresta ombrófila densa submontana. Nos morros do tipo pão de açúcar, a vegetação é esparsa, com predominância de bromeliáceas e cactáceas. As principais famílias encontradas na região são bignonianceae, bombacaceae, euphorbiaceae, moraceae, sterculiaceae, lauraceae, vochysiaceae, sapotaceae, lecythidaceae, leguminosas, combretaceae, anacardiaceae, rubiaceae, meliaceae, sapindaceae, annonaceae e arecacea.

Na porção centro-norte do parque a floresta é de alto porte e cobertura uniforme, com núcleos esparsos de árvores emergentes. As espécies que mais se destacam são maçaranduba, maparajuba, cupiúba, jarana, mandioqueira, louros, acapu, acariquara, matamatás, faveiras, abioranas, tauari e tachi.

Montanhas do Tumucumaque
Montanhas do Tumucumaque
Montanhas do Tumucumaque

Fauna do Parque Nacional das Montanhas do Tumucumaque 

Tumucumaque possui uma fauna exuberante, que vai desde grandes carnívoros, como a onça-pintada e a suçuarana, até beija-flores multicoloridos, como o beija-flor-brilho-de-fogo. Espécies importantes como o joão-rabudo e o papa-moscas também podem ser encontradas no parque. Entre os primatas pode-se encontrar o macaco-de-cheiro, o macaco-prego, o cuxiú, o parauaçu, o guariba e o macaco-aranha.

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Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba | Rio de Janeiro

Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba | Rio de Janeiro

Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba | Rio de Janeiro

O Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba é composta por uma faixa de areia de 44 km de extensão parecidas com outras restingas, mas o que a diferencia das demais é o fato de estar localizada numa área de transição ecológica e por possuir lagoas costeiras, que são fonte de matéria orgânica para os oceanos.

A área do parque está localizada em região litorânea e possui aproximadamente 14.860 ha e é considerado um refúgio de muitas espécies de flora e fauna. O parque possui terreno arenoso e a sua maior parte é preservada desde a época do Descobrimento do Brasil. A área abrange as planícies fluviais e planície marinha do litoral dos municípios de Macaé, Quissamã e Carapebus.

Na área do Parque são identificados sete tipos de vegetação como vestígios do sertão nordestino e da Floresta amazônica e as clusias. Também se encontra alguns tipos de orquídeas e bromélias, sendo algumas ameaçadas de extinção.

É uma área importante de refúgio para muitas espécies, entre elas o papagaio chauá, já extinto em outras restingas, espécies endêmicas, como as borboletas e a belíssima borboleta da restinga. Há também aves aquáticas residentes; aves migratórias como os maçaricos de várias espécies; pequenas populações como garças, maguaris, carões, frangos de água, jaçanas, gaviões e outros, a cegonha brasileira, a lontra e o jacaré de papo amarelo.

Objetivos Específicos da Unidade 

Resguardar os atributos ambientais existentes nas restingas da região que abrange ecossistema de menor representatividade no sistema de unidades de conservação.

Área da Unidade
O parque tem 14.860 hectares de restinga, com 44 quilômetros de costa e abriga ainda lagoas costeiras e o Canal Campos-Macaé aberto no século XIX para facilitar o escoamento do açúcar produzido na região.

Aspectos Culturais e Históricos  do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba

Antecedentes Legais
Desde a década de 80 ambientalistas e cientistas lutavam para a criação de uma unidade na região de restinga, que vai de Macaé à Quissamã e tem um importante conjunto de lagoas costeiras de elevada importância para a manutenção de rota de aves migratórias, com o intuito de preservar esta última faixa contínua de restinga existente no Rio de Janeiro.

Esta região era habitada pelos índios Goytacases, povo que tinha tradição guerreira. Em Tupi-Guarani, o nome do Parque significa "Terra de Muitas Palmeiras" (gerivá - geribá); encontrando-se também com significado "Terra de Plantas Espinhentas". Em 1844 iniciou-se a construção do canal Campos/Macaé, que levou 27 anos para ser construído, utilizando-se mão-de-obra escrava. Este canal tinha a finalidade de escoar a produção agrícola de Campos através de exportação pelo porto de Macaé. Ele foi utilizado por apenas 4 anos, perdendo sua função com a chegada da ferrovia ao local. Hoje o canal, que é o segundo maior canal artificial do mundo (104 Km de extensão), encontra-se sem uso.

Aspectos Físicos e Biológicos  do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba

Clima
A área possui um clima bastante homogêneo, com um tipo climático em que predomina o sub-úmido-seco, com grande excesso de água no verão, megatérmico, com calor bem distribuído todo o ano.

Relevo
A área abrange as planícies fluviais e planície marinha do litoral dos municípios de Macaé, Quissamã e Carapebus. O nível da barragem oscila entre a cota máxima de 568 m até a mínima de 559 m acima do nível do mar. O relevo da área é predominantemente suave ondulado, com amplitude na ordem de 50 m. A borda centro-oriental da "ilha", tem declividade mais acentuada e o perfil longitudinal da rede de drenagem é nitidamente menor do que o da borda centro-ocidental, indicando uma dissimetria do relevo.

Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba | Rio de Janeiro

Vegetação do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba

Na área do Parque são identificados dez tipos de formações fisionômicas: Formação praial graminóide (halófila e psamófila reptante), Formação pós-praia (arbustiva fechada de pós-praia), Formação de Clusia (arbustiva aberta de Clusia), Formação de Ericacea (arbustiva aberta de Ericacea), Formação de mata de restinga (mata periodicamente inundada), Formação de mata paludosa (mata permanentemente inundada), Formação de mata de cordão arenoso, Formaçao arbustiva aberta de Palmae, Formação graminóide com arbustos (herbácea brejosa) e Formação aquática.

A formação vegetal, constituída por elementos arbóreos com até 20 m de altura e densidade variável, apresenta-se sob duas feições: Mata Mesofílica e Cerradão.

A primeira ocupa pequena área da Estação, distribuindo-se em manchas esparsas com variações de acordo com a topografia. Esta estrutura apresenta indivíduos arbóreos com porte médio de 18 m, formando um dossel contínuo e emergente, que podem atingir até 25 m de altura, todos com fuste retilíneo.

O Cerradão apresenta porte superior a 9 m, com 4 estratos distintos: o estrato superior com 15 m, um inferior formado por indivíduos de 8 a 10 m, um estrato arbustivo com altura máxima de 3 m e um estrato herbáceo constituído por indivíduos jovens, composto ainda por gramíneas e bromeliáceas.
Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba | Rio de Janeiro

Fauna do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba

É uma área importante de refúgio para muitas espécies, entre elas o papagaio chauá, já extinto em outras restingas, espécies endêmicas, como as borboletas (Menander felsina) e a belíssima borboleta da restinga (Parides ascanius). Há também aves aquáticas residentes; aves migratórias como os maçaricos de várias espécies; pequenas populações (garças, maguaris, carões, frangos d'água, jaçanas, gaviões e outros), a cegonha brasileira (Euxemura maguari), a lontra (Lutra longicondis) e o jacaré de papo amarelo (Caiman latirostris).

Restinga de Jurubatiba

Usos Conflitantes que Afetam a Unidade e seu Entorno

Plantações de Coco, pesca em lagoas, uso público descontrolado. No entorno da unidade existem loteamentos irregulares e queimadas de canaviais.