Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)


Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)

Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)Ocorrência: do nordeste do país até São Paulo.

Outros nomes: guaxima do mangue, algodão do brejo, guanxuma.

Características: espécie com altura média entre 3 e 6 m, copa globosa e tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Perenifólisa, heliófita. Possui folhas simples, membranáceas, denso-tomentosas em ambas as faces, de 10 cm. Flores de coloração amarela. Um Kg de sementes contém cerca de 90 mil unidades, cujo armazenamento é superior a três meses. No campo, seu desenvolvimento é rápido.

Habitat: floresta pluvial de restinga.

Propagação: estacas ou sementes.

Madeira: leve, macia ao corte, textura grossa e de baixa durabilidade.

Utilidade: é ornamental e amplamente utilizada na arborização urbana, pricipalmente em ruas estreitas e sob a rede elétrica. A madeira pode ser utilizada para a fabricação de pequnos artefatos, brinquedos e caixotaria.

Florescimento: durante quase todo o ano, porém com maior intensidade nos meses de agosto e janeiro.

Frutificação: fevereiro e abril.

Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)

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Célula Vegetal


Célula Vegetal

Célula VegetalConstitui um espaço fortemente compartimentado e parcialmente resultante da privatização do meio externo, oferecendo condições para instalação de rigorosos compartimentos com funções.
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Organelas
Retículo Endoplasmático: Bolsas achatadas com membranas ricas em lipoproteínas, com função de armazenamento e circulação de nutrientes, pode ocorrer também síntese de proteínas.
Complexo de Golgi: Dictiossomos: Bolsas achatadas, entorno de 6 a 20 unidades, dispersas pelo citoplasma, com função secretora de polissacarídeos para integrar a parece celular e abastece também os vacúolo. Sua principal função é a digestão intracelular.

Peroxissomos: Organela com enzima Glioxissomo a qual converte lipídios das sementes em açúcar ou glicose, levando a germinação. Já na célula animal, atua no fígado e quebra da água oxigenada em água e oxigênio(oxidação).

Centríolos: Pequeno cilindro oco com 9 conjuntos de 3 microtúbulos, aparece nos vegetais que apresentam anterozoides (reprodução com água oogâmica).

Mitocôndrias: Organelas com forma de bastonete, apresenta uma membrana externa lisa, lipoproteica e interna com invaginações ou dobras. Possui DNA e RNA. Principal função respiração celular e produção de ATP ou energia.

Núcleo: Compartimento especial onde localiza o patrimônio genético.

Nucléolo: Corpúsculo esponjoso, desprovido de membrana, ou seja, aglomerado de ribossomos em amadurecimento. Rico em RNA.

Célula Vegetal

Destacamos as Organelas:
Plastos: Organela presente em células de plantas e algas. Principal Cloroplasto, apresenta membrana externa lisa (lipoprotéica) e interna com bolsas achatadas em forma de discoides empilhados. Possui um líquido chamado de Estroma ou Matriz rico em DNA, RNA e Ribossomos o que leva a duplicação. Apresenta a Lamela, membrana que divide a Matriz. Possui Tilacoides, ou seja, bolsas achatadas contendo clorofila A e B, xantofila e carotenos. O conjunto de Tilacoides é chamado de Granum. Função da Organela: Fotossíntese. Ocorre também outros pigmentos como Leucoplastos que é relacionado com os frutos e flores.

Parede Celular: Estrutura de revestimento externo, morta, dotada de grande resistência, elasticidade e proteção à decomposição. É permeável, apresenta na sua composição: celulose, polissacarídeo, cutina(folhas), suberina(súber ou cortiça) e lignina(xilema e esclerêquima). Possui uma membrana primária fina elástica com muita celulose sendo flexível, aparecendo em células jovens ou de crescimento. Apresenta também uma membrana secundária espessa com lignina rígida com sustentação, aparece nas células adultas. O lúmem é uma cavidade interna da célula, contendo no seu interior ar quando a célula é jovem e lignina quando a célula já morreu.

Vacúolo: Estrutura em forma de bolsa, delimitada por uma membrana rica em lipoproteína (tonoplasto). O seu interior é preenchido por substâncias de reserva como: glicoses, óleos, proteínas e hormônios. Quando a célula é jovem possui muitos vacúolos. Agora as células adultas apresentam um único vacúolo central. Função: regular a pressão osmótica das células (osmoregulação).

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Clorofluorcarbono (CFC)

Clorofluorcarbono (CFC)

Clorofluorcarbono (CFC)Composto químico gasoso, cuja molécula é composta dos átomos dos elementos cloro, flúor e carbono, de onde vêm suas iniciais. Constitui um gás de alto poder refrigerante e também um dos principais componentes na produção de espumas. (2) Gás utilizado em geladeiras, espumas e aerossóis, os quais, ao que tudo indica, degradam a camada de ozônio. (3) Principal gás utilizado em sprays e aerosóis, sistemas de refrigeração, como solventes industriais, na produção de espumas elásticas e de extintores de incêndio e que destrói a camada de ozônio. (4) Clorofluorcarbono; classe de compostos orgânicos que contém carbono, cloro e fluor; freon é o nome comercial de um clorofluorcarbono. Usado como propelente em aerossóis, compressores de geladeiras, na fabricação de espumas e para a limpeza de placas de circuito de computadores. Os CFCs não são tóxicos, mas estão sendo abolidos porque se acumulam na atmosfera superior, onde a luz solar os transforma em agentes químicos que destroem a superfície da terra da radiação ultravioleta do Sol, muito prejudicial aos seres vivos.
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