Pássaros Coloridos

Gato Doméstico (Felis catus)

Gato Doméstico (Felis catus)

Gato Doméstico (Felis catus)

O gato ou gato doméstico (Felis catus) é um pequeno mamífero carnívoro. É a única espécie domesticada da família Felidae. O gato é um gato doméstico, mantido como um animal de estimação ou um gato selvagem, variando livremente e evitando o contato humano. Um gato doméstico é valorizado pelos humanos pela companhia e pela habilidade de caçar roedores. Cerca de 60 raças de gatos são reconhecidas por vários registros de gatos.

Os gatos são semelhantes em anatomia às outras espécies felinas, com um corpo forte e flexível, reflexos rápidos, dentes afiados e garras retráteis adaptadas para matar pequenas presas. Eles são predadores que são mais ativos ao amanhecer e ao anoitecer. Os gatos podem ouvir sons muito fracos ou muito altos em freqüência para os ouvidos humanos, como aqueles feitos por camundongos e outros animais pequenos. Em comparação com os humanos, eles enxergam melhor no escuro (eles enxergam em quase total escuridão) e têm um melhor senso de olfato, mas uma visão de cores mais fraca. Gatos, apesar de serem caçadores solitários, são uma espécie social. A comunicação do gato inclui o uso de vocalizações, incluindo miados, ronronar, trinar, assobios, grunhidos e rosnados, assim como linguagem corporal específica para gatos. Os gatos também se comunicam secretando e percebendo os feromônios.

Gatos domésticos femininos podem ter filhotes da primavera até o final do outono, com tamanhos de leitões que variam de dois a cinco gatinhos.  Gatos domésticos podem ser reproduzidos e mostrados como gatos registrados com pedigree, um passatempo conhecido como fantasia de gato. A falha em controlar a reprodução de gatos de estimação por esterilização e castração, bem como o abandono de animais de estimação, resultou em um grande número de gatos selvagens em todo o mundo, contribuindo para a extinção de espécies inteiras de aves e evocando o controle populacional.

Durante muito tempo pensou-se que a domesticação dos gatos foi iniciada no Egito, porque os gatos no antigo Egito eram venerados desde 3100 aC. No entanto, a primeira indicação para a domesticação de um gato selvagem africano (F. lybica) foi encontrada em Chipre, onde um esqueleto de gato foi escavado perto de uma sepultura neolítica humana que data de cerca de 7500 aC. Os Wildcats africanos foram provavelmente domesticados pela primeira vez no Oriente Próximo. O gato leopardo (Prionailurus bengalensis) foi domado independentemente na China por volta de 5500 aC, embora essa linha de gatos parcialmente domesticados não deixe traços nas populações de gatos domésticos de hoje.

Gato Doméstico (Felis catus)

A partir de 2017, o gato doméstico foi o segundo animal de estimação mais popular nos EUA em número de animais de estimação, depois de peixes de água doce, com 94,2 milhões de gatos de propriedade. A partir de 2017, foi classificado como o terceiro animal de estimação mais popular no Reino Unido, depois de peixes e cães, com cerca de 8 milhões sendo propriedade. O número de gatos no Reino Unido quase dobrou desde 1965, quando a população de gatos era de 4,1 milhões.

Gato Doméstico (Felis catus)
Gato Doméstico (Felis catus)
Gato Doméstico (Felis catus)
Gato Doméstico (Felis catus)
Gato Doméstico (Felis catus)
Gato Doméstico (Felis catus)
Gato Doméstico (Felis catus)

Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)


Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)


Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)Ocorrência: de Pernambuco a São Paulo.

Outros nomes: jequitibá-vermelho, pau-carga, sapucaia-de-apito, pau-de-cachimbo, jequitibá cedro, jequitibá de agulheiro, estopa, jequitibá grande, pau caixão, congolo de porco, caixão.

Características: árvore semidecídua muito alta com 30 a 50 m de altura, tronco retilíneo, cilíndrico, com casca muito grossa, pardacenta, rígida, profundamente sulcada, de 70 a 100 cm de diâmetro. Exemplares centenários são comuns em muitas matas, onde a altura pode se aproximar dos 55 m e o diâmetro na base do tronco pode ultrapassar 2 m. É uma das árvores mais altas da flora brasileira e certamente a mais alta da Mata Atlântica. Folhas membranáceas, alternas, simples, oblongas, com bordos ligeiramente serreados e base da lâmina foliar com pequena dobra voltada para a face inferior, de 4 a 7 cm de comprimento que adquirem tonalidades róseo-avermelhadas quando novas. Flores dificilmente alcançando 1 cm de comprimento, numerosas no ápice dos ramos brancacentos. Os frutos são cápsulas lenhosas com formato semelhante à de um cachimbo, de 4 a 7 cm de comprimento, com sementes aladas, que liberam as sementes por uma abertura em sua extremidade distal quando maduros. Um kg de sementes contém aproximadamente 22.470 unidades.

Habitat: mata atlântica clímax.

Propagação: sementes.

Madeira: madeira leve, macia, superfície irregularmente lustrosa e um pouco áspera, de baixa resistência ao ataque de organismos xilófagos quando exposta em condições adversas.

Utilidade: madeira usada para construção civil em obras internas como assoalhos e esquadrias , para confecção de contraplacados, móveis, brinquedos, lápis, salto de calçados, cabos de vassouras, etc. Suas sementes são o alimento preferido dos macacos. O tanino de sua casca é empregado no curtimento de couros, e sua casca também tem grande poder desinfetante. A árvore, apesar de seu grande porte, é ótima para a arborização de parques e grandes jardins. Esta árvore, pelo tamanho monumental, é admirada por todos a ponto de ter sido escolhida como árvore símbolo do estado de São Paulo e ter emprestado seu nome para designar cidades, palácios, parques, ruas e bairros em todo o sudeste do país.

Florescimento: dezembro a fevereiro.

Frutificação: agosto a setembro.

Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)
Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)
Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)
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Cordados | Principais Características dos Cordados


Cordados | Principais Características dos Cordados


Cordados | Principais Características dos CordadosCordados
Os cordados são animais cuja principal característica é a presença de notocorda (estrutura localizada entre o tubo digestivo e a medula espinal). Nos vertebrados, esta estrutura é substituída pela coluna vertebral. Os incluem três grupos: tunicados, vertebrados e anfioxos (cefalocordados).

Características gerais

Principais características dos cordados:
  • Presença da notocorda em alguma etapa da vida;
  • Cordão nervoso em posição dorsal. Esse cordão, na parte anterior, se alarga para formar o cérebro;
  • Sistema digestivo completo;
  • Três camadas germinativas;
  • Presença de fendas na faringe;
  • Coração ventral com presença de vasos sanguíneos;
  • Celoma desenvolvido;
  • Esqueleto interno ósseo ou cartilaginoso.

Os cordados são animais triblásticos, celomados e deuterostômios, com simetria bilateral e metameria. A maioria das espécies tem esqueleto interno e sistema circulatório fechado, com coração ventral. Os cordados caracterizam-se por apresentar, durante o desenvolvimento embrionário, as seguintes características: notocorda, tubo nervoso dorsal, fendas branquiais e cauda.

Notocorda
A notocorda é um bastão semi-rígido situado ao longo do dorso do embrião, entre o tubo digestivo e o tubo nervoso. Ela compõe-se de células grandes, envoltas em material fibroso, e tem por função dar sustentação esquelética ao embrião. Nos vertebrados a notocorda desaparece no fim da fase embrionária, sendo substituída por uma estrutura mais elaborada, a coluna vertebral.

Tubo nervoso dorsal
Todos os cordados apresentam um tubo nervoso situado em posição dorsal no corpo. Nisso diferem dos invertebrados, que têm um cordão nervoso macio localizado geralmente na região ventral do corpo. Nos vertebrados, a região anterior do tubo nervoso é dilatada e altamente especializada, formando o encéfalo, e o restante do tubo constitui a medula espinhal.

Fendas branquiais
Nas laterais da faringe dos embriões de cordados surgem, em determinado estágio de desenvolvimento, aberturas paralelas, as fendas branquiais. Em torno dessas fendas, formam-se arcos esqueléticos cuja função é dar sustentação às brânquias. Nos cordados terrestres, que respiram por meio de pulmões, as fendas branquiais fecham-se durante o desenvolvimento embrionário, e os arcos branquiais modificam-se, dando origem à mandíbula, às estruturas cartilaginosas que sustentam a faringe aos ossículos do ouvido.

Cauda
Os embriões de cordados apresentam uma parte do corpo que se prolonga para além do ânus, a cauda, cuja função varia nos diferentes grupos.

O filo Chordata é dividido em três sub-filos: urochordata, chepalochordata e vertebrata.

Os urochordatas e chepalochordatos, considerados os mais primitivos do filo, são chamados de protocordados ou cordados invertebrados.

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Bibliografia
http://www.fontedosaber.com
http://www.todabiologia.com