Importância da Floresta Equatorial

Importância da Floresta Equatorial

Importância da Floresta Equatorial
As elevadas temperaturas, a forte umidade do ar e a abundância de precipitações, explicam o extraordinário desenvolvimento da vegetação nas regiões equatoriais. Trata-se duma floresta muito densa, algumas vezes chamada pelos habitantes locais (principalmente na Amazônia) por «inferno verde». A vegetação é tão densa, ou seja, as plantas crescem umas por cima das outras e existe entre elas uma grande competição pela luz, pois é indispensável para a fotossíntese, que podem-se considerar na floresta equatorial vários estratos (ou andares), havendo em cada um deles determinadas espécies de plantas. Na imagem ao lado, dificilmente se imagina a altura das árvores, nem sequer dá para imaginar o modo como as plantas estão tão junto umas das outras. Contudo, o chão ainda está muito longe. As árvores da imagem têm normalmente cerca de 40 metros de altura, mas podem chegar até aos 60 metros. 

Neste esquema, podem-se observar com facilidade os estratos da floresta equatorial. O estrato junto ao solo, é o estrato herbáceo, pouco desenvolvido e onde quase não existe luz, pois as plantas dos estratos superiores dificultam a passagem da luz. Repare-se bem na figura dum homem, neste estrato, que serve para dar uma ideia da altura e da densidade da floresta. Não entrando em pormenores de todos os estratos, refira-se apenas que o estrato superior, é constituído por árvores bastante altas, cujas copas apresentam uma forma arredondada (tipo guarda-chuva), e os seus troncos, de casca fina, são lisos, apenas ramificados na parte superior.

É muito vulgar nestas florestas, alguns tipos de plantas trepadoras e parasitas, que se servem das árvores para irem subindo e alcançar a luz; muitas vezes estas trepadeiras desenvolvem-se tanto que acabam por estrangular as árvores onde se enrolam. Estas trepadeiras, normalmente lianas, atingem um desenvolvimento tão grande, que quem as vê, diria que se tratava de uma autentica árvore. Há lianas com cerca de 200 metros de comprimento.

Com estas condições ambientais, a vida animal também é muito abundante e diversa, mas é raro haver nestas florestas animais muito grandes, pois a vegetação é tão densa, que os animais grandes não se conseguiriam movimentar ali dentro. Pela imagem, pode-se fazer uma ideia dos animais que existem na floresta equatorial: nas árvores, alguns mamíferos (macacos, lêmures, jaguares, esquilos, preguiças...), imensos répteis (cobras, lagartos, serpentes, jibóias), um grande número de aves (quase sempre muito coloridas e de grande beleza - tucanos, araras, catatuas, papagaios, quetzal...), e uma imensidão de insetos; ao nível do solo (ou perto dele), também mamíferos (leopardos, gorilas, mandarins, antílopes, ratos....) répteis, batráquios (sapos e rãs - muitas delas venenosas), vermes, etc.. Nos rios, quase sempre de águas muito lamacentas e turvas, abundam crocodilos, jacarés, búfalos, rinocerontes, pequenos anfíbios, roedores, e como é lógico, muitos peixes, entre os quais, as famosas piranhas, enguias-eléctricas, etc...

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Floresta Tropical Decídua

Floresta Tropical Decídua

Floresta Tropical Decídua

Florestas tropicais decíduas são florestas localizadas na zona tropical, em climas com acentuado período seco. Possuem uma estrutura normalmente densa e constituída principalmente por árvores em torno de 20 m. Suas folhas no período desfavorável caem cerca de 70%, considerando o conjunto das árvores da floresta.

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Plantas Raras do Dioma Caatinga


Plantas Raras do Dioma Caatinga

Plantas Raras do Dioma Caatinga
Lista de Plantas Raras do Dioma Caatinga segundo o livro “Pantas Raras do Brasil”.

ACANTHACEAE
Poikilacanthus harleyi Wassh

ALISMATACEAE
Echinodorus glandulosus Rataj

ALLIACEAE
Nothoscordum bahiense Ravenna

AMARANTHACEAE
Gomphrena chrestoides C.C.Towns.
Gomphrena hatschbachiana Pedersen
Gomphrena serturneroides Suess.
Gomphrena nigricans Mart.
Gomphrena pulvinata Suess.

AMARYLLIDACEAE
Habranthus bahiensis Ravenna

ANNONACEAE
Duguetia dicholepidota Mart.

APOCYNACEAE
Barjonia harleyi Fontella & Marquete
Cynanchum morrenioides Goyder
Hemipogon harleyi (Fontella) Goyder
Marsdenia pickelii Fontella & Morillo
Matelea morilloana Fontella
Metastelma giuliettianum Fontella
Rauvolfia blanchetii A.DC.

AQUIFOLIACEAE
Ilex auricula S.Andrews
Ilex mucugensis Groppo

ARACEAE
Anthurium radicans K.Koch & A.Haage
Philodendron pachyphillum K.Krause

ARALIACEAE
Dendropanax geniculatus Fiaschi

ARECACEAE
Attalea pindobassu Bondar
Syagrus werdermannii Burret

ARALIACEAE
Dendropanax geniculatus Fiaschi

ASTERACEAE
Chionolaena jeffreyi H.Rob.
Eremanthus leucodendron Mattf.
Hoehnephytum almasensis D.J.N.Hind
Lychnophora crispa Mattf.
Lychnophora phylicifolia DC.
Lychnophora santosii H.Rob.
Lychnophora sericea D.J.N.Hind
Paralychnophora atkinsae D.J.N.Hind
Paralychnophora patriciana D.J.N.Hind
Senecio almasensis Mattf.
Senecio regis H.Rob.
Senecio regis H.Rob.
Stilpnopappus laiseae R.Barros & R.L.Esteves
Vernonia leucodendron (Mattf.) MacLeish
Wunderlichia bahiensis Maguire & G.M.Barroso

BIGNONIACEAE
Adenocalymma fruticosum A.H.Gentry
Adenocalymma salzmannii DC.
Adenocalymma subspicatum A.H.Gentry
Amphilophium perbracteatum A.H.Gentry
Fridericia paradoxa (Sandwith) L.G.Lohmann
Handroanthus selachidentatus (A.H.Gentry)
Mansoa onohualcoides A.H.Gentry
Jacaranda rugosa A.H.Gentry
Tournefortia andrade-limae J.I.M.Melo
Adenocalymma fruticosum A.H.Gentry
Adenocalymma salzmannii DC.
Adenocalymma subspicatum A.H.Gentry
Amphilophium perbracteatum A.H.Gentry
Anemopaegma mirabile (Sandwith) A.H.Gentry
Fridericia paradoxa (Sandwith) L.G.Lohmann
Handroanthus selachidentatus (A.H.Gentry)S.
Mansoa onohualcoides A.H.Gentry
Jacaranda rugosa A.H.Gentry
Sparattosperma catingae A.H.Gentry
Tournefortia andrade-limae J.I.M.Melo

CONVOLVULACEAE
Evolvulus gnaphalioides Moric.1
Ipomoea franciscana Choisy1

CURCUBITACEAE
Apodanthera hindii C.Jeffrey
Apodanthera linearis Cogn.
Apodanthera succulenta C.Jeffrey
Apodanthera villosa C.Jeffrey
Fevillea bahiensis G.Rob. & Wunderlin

CYPERACEAE
Fuirena lainzii Luceño & M.Alves
Hypolytrum lucennoi M.Alves & W.W.Thomas
Lagenocarpus adamantinus Nees
Rhynchospora calderana D.A.Simpson
Abildgaardia disticha Lye
Abildgaardia papilosa Kral & M.Strong
Bulbostylis distichoides Lye
Bulbostylis lombardii Kral & M.Strong
Bulbostylis smithii Barros
Cryptangium humile (Nees) Boeck.
Cyperus almensis D.A.Simpson
Cyperus brumadoi D.A.Simpson
Eleocharis almensis D.A.Simpson
Eleocharis bahiensis D.A.Simpson
Eleocharis morroi D.A.Simpson
Eleocharis olivaceonux D.A.Simpson

BROMELIACEAE
Bromelia arenaria Ule
Cryptanthus burle-marxii Leme
Cryptanthus colnagoi Rauh & Leme
Dyckia limae L.B.Sm.
Dyckia pernambucana L.B.Sm.
Encholirium erectiflorum L.B.Sm.
Orthophtum hatschbachii Leme
Orthophytum heleniceae Leme
Vriesea limae L.B.Sm.

CACTACEAE
Arrojadoa bahiensis (P.J.Braun & Esteves)
Arrojadoa multiflora F.Ritter
Facheiroa ulei (Gürke) Werderm.
Melocactus azureus Buining & Brederoo
Melocactus braunii Esteves
Melocactus conoideus Buining & Brederoo
Melocactus deinacanthus Buining & Brederoo
Melocactus ferreophilus Buining & Brederoo
Melocactus glaucescens Buining & Brederoo
Melocactus lanssensianus P.J.Braun
Micranthocereus hofackerianus (P.J.Braun &
Micranthocereus polyanthus (Werderm.) Backeb.
Pilosocereus aureispinus (Buining & Brederoo) F.Ritter
Pilosocereus azulensis N.P.Taylor & Zappi
Pilosocereus bohlei Hofacker

CELASTRACEAE
Elachyptera coriacea Lombardi2

DILLENIACEAE
Davilla sessilifolia Fraga

ERIOCAULACEAE
Actinocephalus aggregatus F.N.Costa
Actinocephalus compactus (Gardner) Sano
Actinocephalus herzogii (Moldenke) Sano
Actinocephalus heterotrichus (Silveira) Sano
Actinocephalus nodifer (Silveira) Sano
Actinocephalus stereophyllus (Ruhland) Sano
Blastocaulon albidum (Koern.) Ruhland
Blastocaulon rupestre (Koern.) Ruhland
Leiothrix crassifolia (Bong.) Ruhland
Leiothrix distichoclada Herzog
Leiothrix luxurians (Koern.) Ruhland
Leiothrix milho-verdensis Silveira
Leiothrix rupestris Giul.
Paepalanthus albo-tomentosus Herzog
Paepalanthus almasensis Moldenke
Paepalanthus argenteus Silveira
Paepalanthus barbulatus Herzog
Paepalanthus cinereus Giul. & L.R.Parra
Paepalanthus contasensis Moldenke
Paepalanthus erigeron Mart. ex Koern.
Paepalanthus globulifer Silveira
Paepalanthus harleyi Moldenke
Paepalanthus inopinatus Moldenke
Paepalanthus itatiaiensis Ruhland
Paepalanthus langsdorffii (Bong.) Koern.
Paepalanthus lanuginosus Hensold
Paepalanthus luetzelburgii Herzog
Paepalanthus obtusifolius (Steud.) Koern.
Paepalanthus stannardii Giul. & L.R.Parra
Syngonanthus bahiensis Moldenke
Syngonanthus curralensis Moldenke
Syngonanthus floccosus Moldenke
Syngonanthus harleyi Moldenke
Syngonanthus hatschbachii Moldenke
Syngonanthus hygrotrichus Ruhland
Syngonanthus mucugensis Giul.

ERYTHROXYLACEAE
Erythroxylum pauferrense Plowman1
Erythroxylum tianguanum Plowman1

EUPHORBIACEAE
Adenophaedra cearensis Huber ex Secco
Croton arlineae D.Medeiros, L.Senna & R.J.V.Alves

GENTIANACEAE
Prepusa montana Gardner1
Schultesia bahiensis E.F.Guim. & Fontella2
Schultesia crenuliflora Mart.2
Schultesia pachyphylla Griseb.2
Schultesia sucreana E.F.Guim. & Fontella2
Columnea ulei Mansf.

LAMINACEAE
Eriope anamariae Harley
Eriope confusa Harley
Eriope filifolia Benth.
Eriope luetzelburgii Harley
Eriope montana Harley
Eriope sincorana Harley
Hyptis argyrophylla Harley
e Magalhães de Minas
Hyptis cuniloides Epling
Hyptis hagei Harley
Hyptis halimifolia Mart. ex Benth.
Hyptis irwinii Harley
Hyptis nubicola Harley
Hyptis pinheiroi Harley
Hyptis sancti-gabrielii Harley
Hyptis silvinae Harley
Vitex laciniosa Turcz.

LAURACEAE
Ocotea loefgrenii Vattimo-Gil
Ocotea maranguapensis Vattimo-Gil

LECYTHIDACEAE
Eschweilera tetrapetala S.A.Mori

LEGUMINOSAE
SUBFAMÍLIA CAESALPINIOIDEAE
Apuleia grazielanae A.Fernandes
Chamaecrista anamariae Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista arboae Barneby
Chamaecrista axilliflora H.S.Irwin & Barneby
Chamaecrista catolesensis Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista cuprea H.S.Irwin & Barbeby
Chamaecrista depauperata Conc., L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista punctulifera (Harms) H.S.Irwin & Barneby
Chamaecrista speciosa Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Moldenhawera brasiliensis Yakovlev
Senna bracteosa D.Cardoso & L.P.Queiroz

SUBFAMÍLIA MIMOSOIDEAE
Calliandra crassipes Benth.
Calliandra cumbucana Renvoize
Calliandra debilis Renvoize
Calliandra feioana Renvoize
Calliandra ganevii Barneby
Calliandra geraisensis E.R.Souza & L.P.Queiroz
Calliandra imperialis Barneby
Calliandra involuta Mackinder & G.P.Lewis
Calliandra lanata Benth.
Calliandra germana Barneby
Calliandra hygrophila Mackinder & G.P.Lewis
Calliandra imbricata E.R.Souza & L.P.Queiroz
Calliandra lintea Barneby
Calliandra luetzelburgii Harms
Calliandra paterna Barneby
Calliandra pilgeriana Harms
Calliandra pubens Renvoize
Calliandra renvoizeana Barneby
Calliandra semisepulta Barneby
Calliandra sincorana Harms
Calliandra stelligera Barneby
Calliandra ulei Harms
Chloroleucon extortum Barneby & Grimes
Mimosa crumenarioides L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Mimosa glaucula Barneby
Mimosa hirsuticaulis Harms
Mimosa hortensis Barneby
Mimosa lepidophora Rizzini
Mimosa morroënsis Barneby
Mimosa setuligera Harms
Mimosa ulbrichiana Harms
Senegalia sp. (= Acacia ricoae A.Bocage & S. Miotto)

SUBFAMÍLIA PAPILIONOIDEAE
Aeschynomene carvalhoi G.P.Lewis
Aeschynomene lewisiana A.Fernandes
Aeschynomene sabulicola L.P.Queiroz & D.Cardoso
Aeschynomene soniae G.P.Lewis
Crotalaria brachycarpa Benth.
Harpalyce lanata L.P.Queiroz
Luetzelburgia harleyi D.Cardoso, L.P.Queiroz & H.C.Lima
Luetzelburgia neurocarpa D.Cardoso, L.P.Queiroz & H.C.Lima
Pterocarpus monophyllus Klitgaard, L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Swartzia curranii R.S.Cowan
Zornia ulei Harms

LYTHRACEAE
Cuphea bahiensis (Lourteig) T.B.Cavalc. & S.A.Graham
Cuphea glareosa T.B.Cavalc.
Cuphea sincorana T.B.Cavalc.
Diplusodon argyrophyllus T.B.Cavalc.
Diplusodon canastrensis T.B.Cavalc.

MELASTOMATACEAE
Cambessedesia gracilis Wurdack6,2
Cambessedesia hermogenesii A.B.Martins6,2
Cambessedesia rupestris A.B.Martins6,2
Lavoisiera harleyi Wurdack2,5
Marcetia alba Ule1,2
Marcetia bahiana (Ule) A.B.Martins1,2
Marcetia eimeariana A.B.Martins & Woodgyer1,2
Marcetia formosa Wurdack1,2
Marcetia grandiflora Wurdack1,2
Marcetia luetzelburgii Markgr.1,2
Marcetia lychnophoroides A.B.Martins1,2
Marcetia macrophylla Wurdack1,2
Marcetia nervulosa Markgr.1,2
Marcetia nummularia Markgr.1,2
Marcetia oxycoccoides Wurdack & A.B.Martins1,2
Marcetia sincorensis Wurdack1,2
Marcetia viscida Wurdack1,2
Microlicia amblysepala Ule3,4,1
Microlicia aurea Wurdack3,4,1
Microlicia aurea Wurdack3,4,1
Microlicia balsamifera (DC.) Mart.3,4,1
Microlicia blanchetiana Cogn.3,4,1
Microlicia carrasci Markgr. 3,4,1
Microlicia catolensis Woodgyer & Zappi3,4,1
Microlicia chrysantha Wurdack3,4,1
Microlicia comparilis Wurdack3,4,1
Microlicia giuliettiana A.B.Martins & Almeda3,4,1
Microlicia harleyi Wurdack3,4,1
Microlicia hatschbachii Wurdack3,4,1
Microlicia isostemon Wurdack3,4,1
Microlicia leucopetala Wurdack3,4,1
Microlicia luetzelburgii Markgr. 3,4,1
Microlicia minima Markgr. 3,4,1
Microlicia monticola Wurdack3,4,1
Microlicia morii Wurdack3,4,1
Microlicia mucugensis (Wurdack) Almeda &
Microlicia noblickii (Wurdack) A.B.Martins &
Microlicia oligochaeta Wurdack3,4,1
Microlicia petasensis Wurdack3,4,1
Microlicia pinheiroi Wurdack3,4,1
Microlicia plumosa Woodgyer & Zappi3,4,1
Microlicia sincorensis (DC.) Mart. 3,4,1
Microlicia subaequalis Wurdack3,4,1
Microlicia subalata Wurdack3,4,1
Microlicia scoparia DC. 3,4,1
Microlicia taxifolia Naudin3,4,1
Pterolepis rotundifolia Wurdack

MOLLUNGINACEAE
Glischrothamnus ulei Pilger

MORACEAE
Ficus noronhae Oliv.

MYRTACEAE
Myrcia almasensis NicLugh.
Psidium cauliflorum Landrum & Sobral

OCHNACEAE
Luxemburgia diciliata Dwyer
Luxemburgia hatschbachiana Sastre
Ouratea platicaulis Sastre
Sauvagesia nitida Zappi & E.Lucas

ORCHIDACEAE
Habenaria pseudohamata Toscano
Notylia sylvestris Smith & Harris
Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay
Veyretia sincorensis (Schltr.) Szlach.

VERBENACEAE
Stachytarpheta arenaria S.Atkins1
Stachytarpheta bicolor Hook. f.1
Stachytarpheta bromleyana S. Atkins1
Stachytarpheta caatingensis S.Atkins1
Stachytarpheta galactea S.Atkins1
Stachytarpheta ganevii S.Atkins1
Stachytarpheta glandulosa S.Atkins1
Stachytarpheta guedesii S.Atkins1
Stachytarpheta lacunosa Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta lychnitis Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta piranii S. Atkins1

MOLLUNGINACEAE
Glischrothamnus ulei Pilger

MORACEAE
Ficus noronhae Oliv.

MYRTACEAE
Myrcia almasensis NicLugh.
Psidium cauliflorum Landrum & Sobral

OCHNACEAE
Luxemburgia diciliata Dwyer
Luxemburgia hatschbachiana Sastre
Ouratea platicaulis Sastre
Sauvagesia nitida Zappi & E.Lucas

ORCHIDACEAE
Habenaria pseudohamata Toscano
Notylia sylvestris Smith & Harris
Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay
Veyretia sincorensis (Schltr.) Szlach.

VERBENACEAE
Stachytarpheta arenaria S.Atkins1
Stachytarpheta bicolor Hook. f.1
Stachytarpheta bromleyana S. Atkins1
Stachytarpheta caatingensis S.Atkins1
Stachytarpheta galactea S.Atkins1
Stachytarpheta ganevii S.Atkins1
Stachytarpheta glandulosa S.Atkins1
Stachytarpheta guedesii S.Atkins1
Stachytarpheta lacunosa Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta lychnitis Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta piranii S. Atkins1
Stachytarpheta quadrangula Nees & Mart.1
Stachytarpheta radlkoferiana Mansf.1
Stachytarpheta tuberculata S.Atkins1

XYRIDACEAE
Xyris mertesiana Koern. ex Malme

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Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)


Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)

Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)
Ocorrência: Rio de Janeiro.

Outros nomes: sibipira, coração de negro, sepipiruna, sebipira.

Características: árvore semidecídua que atinge 18 m de altura, com tronco de 30 a 40 cm de diâmetro, copa arredondada, podendo chegar a 15 m de diâmetro. Costuma viver por mais de um século e é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. Folhas compostas bipinadas, de 20 a 25 cm de comprimento, com 17 a 19 pares de pinas. Folíolos em número de 13 a 27 por pina, com 10 a 12 mm de comprimento. Flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. Os frutos são de cor bege-claro, achatados, medem cerca de 3 cm de comprimento. Um Kg de sementes contém 2.850 unidades.

Habitat: Mata Atlântica.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, dura, de média durabilidade natural.

Utilidade: a madeira pode ser usada na construção civil, como caibros e ripas, para estrutura de móveis e caixotaria. muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo. Produz sombra considerável, reduzindo a radiação solar em 88,5%.

Florescimento: agosto a novembro.

Frutificação: julho a setembro.

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Gato de Iriomote (Prionailurus iriomotensis)

Gato de Iriomote (Prionailurus iriomotensis)

Gato de Iriomote (Prionailurus iriomotensis)

O gato-de-iriomote é um felino selvagem do tamanho de um gato-doméstico que vive exclusivamente na ilha japonesa de Iriomote. É uma das espécies mais ameaçadas de felino (às vezes considerado uma subespécie do gato-leopardo[*]), com uma população estimada em menos de 100 indivíduos. Tem pêlos castanho-escuro e uma cauda espessa, e não é capaz de retrair suas garras.

Quando foi descoberto, em 1965, foi considerado como um sobrevivente de uma linha extinta de felinos e colocado em um gênero separado Mayailurus como Mayailurus iriomotensis. Foi então designado como uma subespécie do gato-leopardo, antes de ser elevado ao nível de nova espécie  dentro do mesmo gênero do gato-leopardo, Prionailurus. Esta visão ainda está sendo discutida: algumas autoridades ainda afirmam classificar o gato-de-iriomote como uma espécie separada, uma vez que parece muito diferente do gato-leopardo do continente. É conhecido como Yamamayaa, Yamapikaryaa e Pingiimayaa para os habitantes da ilha de Iriomote.

As fêmeas têm um tamanho médio de 48 cm excluindo a cauda, e os machos são ligeiramente maiores com cerca de 53-56 cm excluindo a cauda. A cauda mede cerca de 16-45 cm e pesam em média 3-7 kg.

Comportamento
O gato-de-iriomote é solitário. O território dos machos varia de 2,1-4,7 km2, e o das fêmeas 0,95-1,55 km2.

Caçando de dia e de noite tanto em árvores quanto no chão, o gato-de-iriomote é um predador oportunista. Costuma ser mais noturno no verão do que no inverno. Durante o dia ele se esconde em fendas de rochas ou buracos em árvores, deixando para caçar ao anoitecer. Em cativeiro, é um nadador entusiasta, brincando na água. Conhecido por atravessar rios na natureza, ele provavelmente captura também peixes e caranguejos na água.

Reprodução
Acredita-se que o acasalamento ocorra em Fevereiro/Março e Setembro/Outubro. Após uma gestação de cerca de 60 dias, nascem de 2-4 filhotes em uma toca, em uma fenda de rocha ou árvore oca. Os filhotes crescem muito mais rápidos do que os gatos-domésticos, sendo deixados à própria sorte quando eles estão com cerca de 3 meses de idade.

Em 1999, um estudo especial foi publicado sobre a reprodução do gato-de-iriomote.

Gato de Iriomote (Prionailurus iriomotensis)

Dieta
O gato-de-iriomote costuma caçar morcegos frugívoros, ratos-pretos, porcos selvagens, garças, codornas, pombos, rãs, corujas, martins-pescadores, corvos, e lagartos.

Distribuição e habitat
Os 292 km2 da ilha de Iriomote estão no extremo sul das Ilhas Japonesas de Ryukyu, que estão 200 km a leste de Taiwan. A ilha é montanhosa e coberta por florestas subtropicais com densos manguezais ao longo do estuário. A montanha mais alta tem apenas 470 m.

Este felino endêmico é encontrado próximo da água, por toda a ilha, incluindo praias e terras cultivadas. Ele só evita as áreas mais povoadas. Infelizmente, ele mostra uma preferência pelas áreas de floresta costeira, que são na sua maioria fora da área protegida da ilha e onde foi construída uma estrada.

Conservação
Apenas 100 indivíduos sobrevivem devido à destruição do habitat e a perseguição/caça. Em 1977 o gato-de-iriomote foi declarado um Tesouro Nacional Japonês. As pressões do desenvolvimento representam uma séria ameaça. Um terço da ilha foi declarado reserva onde as armadilhas de gato, por qualquer motivo estão estritamente proibidas. No entanto, a espécie continua a diminuir. Izawa (1990) relatou que a densidade desses felinos foi relativamente baixa dentro do Parque Nacional, porque eles preferem bordas de florestas, zonas costeiras e terras baixas, a maioria das quais estão fora das áreas protegidas. Não existe uma população de reprodução em cativeiro.

A União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) listou o gato-de-iriomote como "Criticamente em Perigo", à beira da extinção.

Gatos-domésticos competem com o gato-de-iriomote por comida, mas até o momento não parece haver nenhum problema com o cruzamento das duas espécies. Hibridização diluiria o pool genético do gato-de-iriomote e poderia ser uma ameaça desastrosa a longo prazo para a integridade das espécies.

Gato de Iriomote (Prionailurus iriomotensis)

* Notas taxonômicas - referência: IUCN
Originalmente descrita como uma espécie distinta com base na morfologia (Imaizumi 1967), baseado na análise genética o gato-de-iriomote é considerado uma subespécie do gato-leopardo (Masuda e Yoshida 1995, Johnson et al. 1999, Eizirik et al. Submetido).

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Gato da Floresta (Felis chaus)

Gato da Floresta (Felis chaus)

Gato da Floresta (Felis chaus)
O gato-da-floresta é um felino de tamanho médio e considerado a maior espécie de gato-selvagem do gênero Felis. A espécie também é chamada de lince-do-pântano, mas não está relacionada com os linces.

Um pouco maior que o gato doméstico, o gato-da-floresta varia de 55-94 cm de comprimento, além de um cauda relativamente curta de 20-31 cm. O peso varia de 3-12 kg. Os machos são ligeiramente maiores que as fêmeas. Devido às pernas longas e cauda curta, e o fato de que as orelhas têm um tufo de pelo preto no inverno, esse felino lembra um pequeno lince (daí o nome "lince do pântano").

Distribuição e habitat
Os gatos-da-floresta são em grande parte oriental na distribuição e encontrado no Egito, na Ásia Central e Ocidental, mas também no sul da Ásia, Sri Lanka e Sudeste da Ásia. Na Índia, eles são os felinos mais comuns entre os pequenos felinos encontrados lá.

Eles habitam vários habitats, por exemplo savanas, florestas tropicais secas e as plantações ao longo dos rios e lagos, mas, ele não é encontrado em florestas. Em algumas áreas o gato-da-floresta chega próximo aos vilarejos e pode viver em casas abandonadas. Os gatos-da-floresta podem viver em altitudes acima de 2.500 m, mas, é mais comum nas terras baixas. O gato-da-floresta caça durante o dia roedores, rãs e pássaros. Aqueles gatos que vivem próximo da água são hábeis para nadar e mergulhar em busca de peixes.

Gato da Floresta (Felis chaus)

Ecologia e comportamento
Os gatos-da-floresta são solitários por natureza. Eles descansam em tocas e buracos abandonados por outros animais, buracos de árvores ou em áreas de vegetação densa. Embora muitas vezes ativos à noite, eles são menos noturnos do que muitos outros felinos, e na época de frio pode se expôr ao sol durante o dia. Estima-se que eles percorram entre 3-6 km por noite, embora esta probabilidade varia de acordo com a disponibilidade de presas. Os principais concorrentes do gato-da-floresta são o chacal e outros gatos-da-floresta.

Seus predadores mais comuns incluem crocodilos, ursos, lobos e outros felinos maiores, como os tigres. Quando ameaçado, o gato-da-floresta irá vocalizar antes de se envolver em um ataque, produzindo rugidos de pequeno porte, um comportamento incomum para gatos domésticos.

Gatos-da-floresta caçam principalmente roedores, sapos e pássaros. Eles também podem caçar lebres, esquilos, javalis jovens, bem como vários répteis, incluindo tartarugas e cobras. Eles podem, as vezes, capturar peixes enquanto mergulham, mas nadam principalmente para disfarçar o cheiro das trilhas ou para escapar de ameaças, tais como cães ou humanos. Foi observado que eles são capazes de nadar cerca de 1,5 km. Próximos a vilarejos de pessoas, eles podem alimentar-se de galinhas e patos domésticos. Eles também podem subir em árvores.

Gato da Floresta (Felis chaus)

Reprodução
As fêmeas estão sexualmente maduras aos 11 meses e dão à luz ninhadas de 1-6 filhotes, embora mais de três é relativamente incomum. A gestação dura 63-66 dias e é extremamente curta para um animal deste tamanho. Os filhotes nascem geralmente entre dezembro e junho, dependendo do clima local, embora as fêmeas às vezes dão à luz a duas ninhadas por ano. Antes do nascimento, a mãe prepara uma toca em um buraco abandonado por outro animal ou numa árvore oca.

Os filhotes pesam 43-160 g quando nascem, tendendo a ser muito menor na natureza do que em cativeiro. Inicialmente cegos e indefesos, eles abrem seus olhos em 10-13 dias de idade. Os filhotes começam a caçar suas próprias presas em cerca de seis meses, e deixam a mãe depois de oito ou nove meses.

O gato-da-floresta tem uma expectativa de vida em cativeiro de 10-12 anos. Na natureza, no entanto, há registros de que alguns viveram por cerca de 20 anos.

Gato da Floresta (Felis chaus)
Subespécies
    Felis chaus affinis - região do Himalaia
    Felis chaus kutas - norte do Paquistão
    Felis chaus furax - Israel and Iraque
    Felis chaus nilotica - Vale do Nilo no Egito
    Felis chaus fulvidina - Sudeste da Ásia - Tailândia, Miamar, Laos, Cambodja e Vietnã
    Felis chaus maimanah - noroeste da Jordânia, leste do Iraque ao longo dos rios Tigres e Eufrates, Irã, em direção ao norte e oeste do Líbano, Síria e Turquia
    Felis chaus prateri - oeste da Índia leste do Paquistão
    Felis chaus kelaarti - Sri Lanka
    Felis chaus oxiana - regiões da Ásia Central

Gato da Floresta (Felis chaus)
Gato da Floresta (Felis chaus)

Gato da Baía de Bornéu (Catopuma badia)

Gato da Baía de Bornéu (Catopuma badia)

Gato da Baía de Bornéu (Catopuma badia)
O gato-da-baía-de-bornéu, também conhecido como gato-de-bornéu, gato-da-baía, gato-marmoreado-de-bornéu, é um felino selvagem endêmico da ilha de Bornéu que parece relativamente raro em comparação aos felinos simpátricos, baseado na falta de histórico bem como registros recentes. Em 2002, a IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) classificou as espécies que dependem da floresta como ameaçadas de extinção por causa de um declínio populacional projetado em mais de 20% em 2020 devido à perda de habitat. A partir de 2007, a população efetiva é estimada ser inferior a 2.500 indivíduos adultos.

Os gatos-da-baía-de-bornéu foram historicamente registrados como raros e hoje parecem ocorrer em densidade relativamente baixa, mesmo em habitat primitivo.

O gato-da-baía-de-bornéu é muito maior do que o gato-dourado-asiático. Sua pele é de uma cor castanha brilhante. A cauda é alongada, afunilada na extremidade, com uma faixa central branca na parte inferior.

Catopuma badia

Nos anos entre 1874 a 2004, apenas 12 espécimes foram medidos. O comprimento cabeça-corpo variou de 49,5-67 cm com 30-40,3 cm de cauda. Estima-se que o peso de um adulto varie de 3-4 kg, mas poucos espécimes vivos foram obtidos para permitir uma estimativa mais confiável.

As proporções do corpo e a cauda extremamente longa dão a aparência de um felino do novo mundo: o gato-mourisco (jaguarundi).

Distribuição e Habitat
Os gatos-da-baía-de-bornéu são endêmicos de Bornéu e amplamente distribuídos na ilha. Mas existem relatórios de duas concentrações no interior da ilha. A informação sugere que eles ocorrem em uma ampla área de tipos de habitats, variando de florestas de pântano, floresta de  Dipterocarpus até florestas montanhosas, de pelo menos, 500 m de altitude. Em meados de 1990, os avistamentos mais confiáveis foram relatados a partir da parte superior do rio Kapuas no Oeste de Kalimantan, e no Parque Nacional Gunung Palung. Um avistamento confirmado ocorreu a 1.800 m de altitude no monte Kinabalu.

Catopuma badia

Habitam florestas tropicais densas, e foram observados em afloramentos rochosos de calcário e em florestas pantanosas, alguns perto da costa. Pelo menos três espécimes foram encontrados perto de rios. De 2003 a 2005, 15 gatos-da-baía-de-bornéu foram registrados em Kalimantan, Sabah e Sarawak, mas não em Brunei. Esses registros consistem de simples observações oportunistas. Quase todos os registros históricos e recentes são de proximidade com cursos d'água, como rios e mangues, sugerindo que o gato-da-baía-de-bornéu pode estar associado com tais habitats.

Um levantamento de camera trap (câmera fotográfica automática instalada em locais estratégicos para tirar fotos de animais selvagens) capturou de julho de 2008 a janeiro de 2009 no noroeste da Reserva Florestal Deramakot de Sabah, em uma área de cerca de 112 km2 apenas uma foto de um gato-da-baía-de-bornéu macho. Este registro amplia a área desses felinos ao norte.

Ecologia e comportamento
O comportamento secreto e noturno dos gatos-da-baía-de-bornéu, e, possivelmente a baixa densidade populacional, pode ser uma importante causa da raridade de avistamentos.

Catopuma badia

Armadilhas fotográficas durante 2003-2006 renderam apenas uma foto de um gato-da-baía-de-bornéu . De acordo com registros não confirmados de Sarawak, um gato-da-baía-de-bornéu foi visto durante uma expedição de caça a noite. Um coletor de animais local perto de Lachau, Sarawak, afirmou que ele prendeu acidentalmente dois gatos-da-baía-de-bornéu em ocasiões distintas, em dezembro de 2003. Ele relatou que os felinos entraram em seu aviário e atacaram seus faisões. Um dos felinos morreu em cativeiro, e o outro foi libertado.

Nada se sabe sobre a ecologia alimentar e comportamento reprodutivo desse felino.

Ameaças
Os gatos-da-baía-de-bornéu são dependentes da floresta, e são cada vez mais ameaçados pela destruição do habitat e o desmatamento em Bornéu.

Bornéu tem uma das taxas de desmatamento mais altas do mundo. Enquanto em meados da década de 1980 as florestas ainda cobriam quase três quartos da ilha, em 2005 apenas 52% de Bornéu ainda era florestada. As florestas e as terras abriram caminho para assentamentos humanos. O comércio ilegal de animais selvagens é uma prática muito comum.

Apesar de Bornéu ter 25 reservas de vida selvagem, apenas três existem, as outras são apenas propostas. Todas essas reservas são invadidas por assentamentos humanos e madeireiros. Infelizmente os caçadores locais e comerciantes de animais também estão bem conscientes de que os zoológicos estrangeiros e locais de criação nos Estados Unidos pagam 10.000 dólares ou mais por um animal vivo.

Conservação
Pardofelis badia está listado no Apêndice II da CITES como Catopuma badia. Está totalmente protegido pela legislação nacional na maior parte da sua área de distribuição. A caça e o comércio ilegal estão proibidos em Kalimantan, Sabah e Sarawak.

Oficialmente, não há gatos-da-baía-de-bornéo em cativeiro.

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