Pau Ferro (Caesalpinia ferrea)

Pau Ferro (Caesalpinia ferrea)

Pau Ferro (CPau Ferro (Caesalpinia ferrea)aesalpinia ferrea
Ocorrência: do Piauí a São Paulo.

Características: O Pau Ferro (Caesalpinia ferrea) é uma espécie semidecídua com 20 a 30 m de altura. Tronco cilíndrico, com casca marrom, lisa, descamante, resultando em trechos de coloração esbranquiçada, aparentando tronco de goiabeira. Folhas bipinadas, terminando em número par de folíolos. Flores com pétalas amarelas. Fruto legume indeiscente, reto, seco e de coloração marrom-escuro a negra.

Pau Ferro (Caesalpinia ferrea)Habitat: formações florestais do complexo atlântico.

Propagação: sementes.

Madeira: muito pesada, dura de longa durabilidade natural.

Utilidade: a madeira é usada na construção civil como vigas e caibros. Usada também, como ornamental, pela beleza de seu tronco e sua copa. Indicada para reflorestamento de áreas degradadas.

Florescimento: novembro a fevereiro.

Frutificação: julho a setembro.

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Árvore Pata de Vaca (Bauhinia forficata)


Árvore Pata de Vaca (Bauhinia forficata)


Ocorrência: do Piauí até o Rio Grande do Sul.

Outros nomes: casco de vaca, mororó, pata de boi, unha de boi, unha de vaca.

Características: A Árvore Pata de Vaca (Bauhinia forficata) é uma espécie que atinge até 9 m de altura, com tronco tortuoso, de 30 a 40 cm de diâmetro e ramos jovens com dois espinhos curvos como estípulas na base do pecíolo. Folhas compostas, com 2 folíolos germinados que, no conjunto, tomam a forma que lembra o casco de boi, glabras ou levemente pubescentes na face dorsal, nervuras proeminentes na região superior, coriáceas, lisa, brilhante na face superior, com glândula na base, bordos lisos, de 8 a 12 cm de comprimento. Inflorescência em cacho terminal, com flores grandes, longas, estreitas estriadas, rugosas e brancas. Fruto vagem alongada, pontiaguda, marrom-acizentado, de até 20 cm de comprimento por 2,5 cm de largura, com deiscidência elástica, de valvas lignificadas, abrindo-se em duas partes, com cinco a dez sementes, que se abre, liberando as sementes de coloração castanho a pretas, achatadas, com poros, medindo 1 cm de comprimento. Um Kg de sementes contém aproximadamente 15.100 unidades.

Habitat: formações florestais do complexo atlântico e nas matas de planalto.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, mole, de baixa durabilidade quando exposta ao tempo.

Utilidade: eficazmente utilizada no tratamento da diabete. Suas folhas, cascas, lenhos e raízes são usadas no tratamento das afecções urinárias. As flores novas possuem ação purgativa. As raízes em decocto funcionam como vermífugo.

Florescimento: outubro a janeiro.

Frutificação: junho a agosto.

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Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha)


Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha)

Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha)
Ocorrência: Rio de Janeiro, Minas Gerais Mato Grosso do Sul até Santa Catarina.

Outros nomes: jacaré, angico branco, monjoleiro, monjolo, icarapé, casco de jacaré.

Características: O Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha) é uma espécie semidecídua com 8 a 20 m de altura. Tronco muito característico, suberoso, com placas quadrangulares, lembrando assim as costas de um jacaré, com 30 a 40 cm de diâmetro, ramos novos com cristas bem demarcadas, com acúleos. Folhas alternas, compostas bipinadas, com 30 a 50 pares de folíolos, pilosos. Flores numerosas, em inflorescência especiformes terminais, estames numerosos e aparentes, de branco a creme, nectário extrafolral na base do pecíolo. Fruto legume, membranáceo e achatado. Um Kg de sementes contém aproximadamente 18.000 unidades.

Pau Jacaré (Piptadenia gonoacantha)

Habitat: floresta pluvial atlântica e florestas estacionais semideciduais.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, dura ao corte e de média resistência ao ataque de pragas.

Utilidade: madeira usada para acabamentos internos, armação de moveis, miolos de portas e painéis, confecção de brinquedos, embalagens e principalmente para lenha e carvão, sendo considerada uma das melhores para produção de calor. Na época de floração é muito procurada por abelhas, além de ser utilizada na recuperação de áreas degradadas.

Florescimento: outubro a janeiro.

Frutificação: setembro a outubro.

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Estação Ecológica do Grão Pará | Pará


Estação Ecológica do Grão Pará | Pará

Estação Ecológica do Grão Pará | Pará
Estação Ecológica do Grão Pará | Pará
Superfície
4.245.819 hectares.

Bioma
Amazônia 100%.

A Estação Ecológica Grão-Pará, é a maior unidade de conservação de proteção integral em florestas tropicais no mundo, ultrapassando em 362.871 hectares o Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, no estado do Amapá.

As Reserva Biológica Maicuru e a Estação Ecológica Grão-Pará abrigam pelo menos 61 espécies de anfíbios 150 espécies de répteis; 700 espécies de aves (incluindo desde pequenos beija-flores até mutuns e harpias, e também espécies migratórias) e 195 espécies de mamíferos.

Estação Ecológica do Grão Pará | Pará

Estes números representam entre 14,3% (no caso dos anfíbios) e 54,1% (no caso das aves) de todas as espécies encontradas na Amazônia.

Essa região é o habitat de grandes populações de pelo menos oito espécies de animais ameaçados de extinção no Brasil.

Onça Preta
A Calha Norte do Pará, região ao norte do rio Amazonas, integra o chamado Escudo das Guianas, área formada por unidades de conservação dos estados do Pará, Amazonas, Roraima e Amapá, e da Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

O Escudo das Guianas contém mais de 25% das florestas tropicais úmidas restantes no mundo e cerca de 80 a 90% de suas florestas ainda estão intactas.

Estação Ecológica do Grão Pará | Pará
Essa região também abriga as últimas grandes reservas de água doce não-contaminadas nos trópicos úmidos, com aproximadamente 20% de toda a água do planeta. Por essas características, é considerada por especialistas uma prioridade global para a conservação da biodiversidade e a promoção do desenvolvimento sustentável.

Fonte:Assessoria de Comunicação do Programa Amazônia.

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