Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)
Família: Cichlidae

Características: O Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus) também conhecido como Oscar. É um peixe bastante resistente, que pode atingir 25 cm de comprimento. O indicam como o mais inteligente dos peixes de aquário. Com o passar do tempo conhece o dono e ataca estranhos. É super territorialista. Espécie tropical de água doce com coloração escura, belos desenhos em mosaico quando jovem. Conforme vai crescendo adquire manchas claras e escuras num meio tom verde-acinzentado e laranja. Na nadadeira caudal existe um ocelo, mancha circular escura, circundada por um laranja brilhante. O colorido aumenta e diminui de intensidade conforme o ambiente. Criado também como peixe industrial para o consumo humano e como predador de caramujos.

É um peixe exótico da região amazônica pertencente à família Cichlidae (a mesma da tilápia, acarás e dos tucunarés). Por sua beleza, é muito procurado pelos aquaristas o chamam de “oscar”. Apesar de pequeno e dócil, medindo em média 30 cm e pesando até 1 kg, é valente, tem aspecto robusto e proporciona boas brigas aos pescadores. Sua nadadeira caudal é simétrica e bem desenvolvida. Apresenta na sua base um ocelo (falso olho) escuro no centro e vermelho ou alaranjado ao redor que protege o animal contra os predadores que costumam atacar a cabeça da presa, perdendo, assim, apenas parte da cauda.

Hábitos: Onívoro, sua dieta é formada, principalmente, de pequenos peixes, crustáceos e larvas de insetos. A fêmea deposita cerca de mil ovos para o macho fecundar. Quando nascem, após três ou quatro dias, os filhotes são protegidos pelo casal e inicia-se um violento esquema de proteção à prole. O macho transporta os alevinos na boca para os buracos construídos no fundo do rio, onde serão vigiados pelo casal. Na natureza, a reprodução costuma ocorrer de julho a novembro.

Onde encontrar: Originário da região amazônica, a espécie também foi introduzida em açudes do Nordeste e nas represas do Sudeste do país. Preferem viver em pequenos cardumes e habitam as águas paradas de fundo lamacento ou arenoso junto a paus, pedras e outras estruturas. Por serem territorialistas, dificilmente são encontradas outras espécies nos lugares onde os apaiaris ficam. Os maiores exemplares são encontrados com freqüência nas vegetações e galhadas de espraiados ou de curvas de rios com profundidade entre 30 cm e um metro. Nestes locais, preste bem atenção porque é possível vê-los nadando na superfície.

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Origem: Bacia do Rio Amazonas.

Habitat: lagos de várzea e lagoas marginais.

Hábitos: faz escavações na areia e destrói as plantas vivas. Pacífico se colocado com peixes do seu tamanho ou ligeiramente menores, territorialista, de movimentos lentos e de razoável beleza.
Temperatura ideal: 20º a 26º C.

pH: 7,2.

Alimentação: carnívoro guloso, os adultos gostam de minhocas, caramujos, crustáceos, insetos e peixes menores.

Reprodução: ovíparo, desova em pedras. É difícil determinar o sexo de um oscar jovem. Mesmo de um adulto é muito difícil e há quem diga que é completamente impossível.

Ameaças: pesca predatória, poluição, tráfico de animais, destruição do habitat.

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)
Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Curiosidades: Não apresenta dimorfismo sexual aparente e são monogâmicos, ou seja, o macho tem uma única fêmea. Quanto atinge 18 cm de comprimento torna-se sexualmente maduro, portanto, esse é o tamanho mínimo para sua captura. Durante o acasalamento, o macho e a fêmea ficam frente a frente com as bocas abertas para iniciar o ritual. Após algumas investidas, mordem-se mutuamente puxando o companheiro para o lado. Então, o casal separa-se do cardume à procura de um local apropriado e seguro para a desova.

Dica de Pesca: Na pesca do apaiari, deve-se ter paciência porque o peixe costuma estudar a isca antes de mordê-la. Muitas vezes é necessário trabalhá-la diversas vezes rente ao peixe até ser atacada.

Fonte: www.megatimes.com.br

Peixe Cherne | Epinephelus niveatus

Peixe Cherne | Epinephelus niveatus

Peixe Cherne | Epinephelus niveatusCaracterísticas: peixe de escamas com corpo grande, alto e comprimido. Coloração marrom avermelhada, algumas vezes mais clara no ventre. A margem da parte espinhosa da nadadeira dorsal é escura. Indivíduos jovens apresentam manchas brancas distribuídas regularmente em fileiras verticais e uma grande mancha escura no pedúnculo caudal, que se origina no dorso e atravessa a linha lateral. Alcança 2 m de comprimento total e 380 kg. Tem grande valor comercial. Considerado peixe de carne nobre.

Habitat: os peixes jovens vivem em águas rasas, em costões, estuários e recifes costeiros. À medida que crescem, dirigem-se para águas mais profundas, com fundo rochoso, onde ficam parados a maior parte do tempo.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, onde é mais raro.

Alimentação
: voraz, que se alimenta principalmente de peixes, não desprezando os crustáceos.

Ameaças: poluição, destruição do habitat e pesca predatória.

Peixe Cherne | Epinephelus niveatus
Peixe Cherne | Epinephelus niveatus
Peixe Cherne | Epinephelus niveatus

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Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla


Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla


Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavallaCaracterísticas: peixe de escamas tão pequenas que dão a impressão de não existirem. Corpo fusiforme, ligeiramente comprimido. Nadadeira caudal muito furcada, cabeça afilada e focinho cônico e pontudo . Boca grande e ampla, com cerca de 32 dentes triangulares e afiados em cada maxilar. Quilha mediana presente no pendúnculo caudal. Coloração do dorso azul metálica, sendo os flancos e ventre prateados. A linha lateral é marcada. Pode atingir mais de 1,5 m de comprimento total e 30 kg.

Habitat: superfície e meia água. Vive em alto mar, mas durante o verão, freqüenta os costões rochosos e regiões de mar aberto, não muito distantes da costa.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá a Santa Catarina). Ocorre no litoral do Nordeste o ano todo, mas no Sudeste e Sul é mais freqüente no verão.

Hábitos: migradora. Forma grandes cardumes com indivíduos da mesma idade que seguem os cardumes de peixes menores, como sardinhas e manjubas, e lulas, que constituem seu principal alimento. Preferem águas limpas e são diuturnos.

Alimentação: ativos e vorazes, buscam alimento da superfície ao fundo, comendo desde peixes voadores, sardinhas, agulhas, etc., a lulas, crustáceos bênticos, etc.

Reprodução: na procriação formam gigantescos cardumes, buscando águas rasas para reproduzir, no verão.

Ameaças: poluição, destruição do habitat e pesca predatória.
Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla
Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla
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Peixe Cavalinha | Scomber japonicus


Peixe Cavalinha | Scomber japonicus


Peixe Cavalinha | Scomber japonicusCaracterísticas: corpo alongado e fusiforme com escamas excessivamente pequenas, cabeça cónica, ligeiramente comprimida nos lados e focinho ponteagudo, com boca grande - as barbatanas são pouco desenvolvidas - a 1ª dorsal em forma de foice com 10 a 13 espinhos delgados e a dorsal posterior (oposta à anal) é baixa e curta. A cor varia desde o dorso com tonalidades azuladas ou esverdeadas e o ventre prateado.

Habitat: desde a superfície até aos 120 metros de profundidade. Pelágico costeiro, porém costumam nadar em águas litorâneas durante o dia e, à noite direcionam-se para mar aberto.

Ocorrência: toda a costa brasileira.

Hábitos: vivem geralmente em grandes cardumes que patrulham as águas em busca de alimento que é arduamente disputado quando encontrado. Tendência ao canibalismo nas fases iniciais do ciclo de vida.

Alimentação: extremamente vorazes, alimentando-se de peixes, moluscos e crustáceos.

Ameaças: pesca predatória e poluição.

Peixe Cavalinha | Scomber japonicus
Peixe Cavalinha | Scomber japonicus
Peixe Cavalinha | Scomber japonicus



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