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MATERIAL BIOLÓGICO MAIS RESISTENTE NA NATUREZA

Estudo mostra que dente de molusco é o elemento biológico mais duro já conhecido

Os dentes das lapas (Espécie de lesma-do-mar) são os elementos biológicos mais duros, mais fortes inclusive que a teia de aranha, segundo um estudo realizado por engenheiros britânicos da Universidade de Porstmouth, na Inglaterra, revelado na quarta-feira (18 de fevereiro de 2015).

O relatório, publicado pela revista britânica Royal Society Journal, diz que os dentes de lapa são o elemento biológico mais duro que se tem conhecimento e apresentam uma maior dureza que qualquer parte do corpo humano.

Os dentes deste molusco estão formados por um composto de proteína mineral denominado goethita, que os pesquisadores analisaram em fragmentos diminutos no laboratório, já que o tamanho do dente não supera um milímetro de extensão.

Os dentes também superou vários materiais sintéticos, incluindo Kevlar, uma fibra sintética usada para fazer coletes à prova de balas e punção prova de pneus. A quantidade de peso que pode suportar, Barber disse à BBC, pode ser comparado a um fio de espaguete usados ​​para segurar-se mais de 3.300 quilos, o peso de um hipopótamo fêmea adulta.

O segredo está no tamanho de suas fibras, que são 1 / 100th o diâmetro de um fio de cabelo humano. Os filamentos de ultra-fino evitar os buracos e defeitos que afligem vertentes maiores - incluindo fibras de carbono provocadas pelo homem - ou seja, qualquer estrutura que compõe também é impecável, independentemente de quão grande ele fica.

"Geralmente uma grande estrutura tem muitas falhas e pode quebrar mais facilmente do que uma estrutura menor, que tem menos falhas e é mais forte", disse Barber em um comunicado de imprensa da universidade. "O problema é que a maioria das estruturas têm que ser bastante grande, por isso eles são mais fracos do que gostaríamos. Dentes Limpet quebrar essa regra como a sua força é a mesma, não importa o tamanho. "

A goethita, que recebe seu nome em honra ao escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe, é um mineral da classe dos hidróxidos que apresenta 63% de ferro em sua composição.

As lapas, um tipo de molusco, utilizam estes dentes de extrema dureza para raspar as superfícies rochosas de onde obtêm algas para seu alimento em condições de maré baixa.

Segundo o relatório, dada sua dureza, algumas das aplicações que poderiam ter estas fibras minerais seria o fortalecimento dos materiais para a construção de aviões, carros ou embarcações.

O coordenador da pesquisa, Asa Barber, da universidade inglesa de Porstmouth, destacou que "a natureza é uma magnífica fonte de inspiração em estruturas que têm excelentes propriedades mecânicas".

"Estes dentes estão formados por fibras muito pequenas, dispostas de uma maneira muito particular", afirmou Barber em referência a sua composição.

"Deveríamos começar a criar nossas próprias estruturas seguindo o modelo e os princípios de desenho destes dentes" após esta pesquisa, afirmou Barber.

METEOROLOGIA

Meteorologia

Ciência que estuda os fenômenos que ocorrem na atmosfera. Suas principais aplicações são a análise do clima e a previsão do tempo. As informações são coletadas essencialmente por meio de satélites meteorológicos. Dados como umidade, temperatura, massas de ar e pressão atmosférica são traduzidos em equações matemáticas, lidas por um computador que calcula a carta meteorológica. Com a carta, profissionais da área fazem a previsão do tempo para períodos de até cinco dias.

Massa de Ar

Corpos de ar com características semelhantes de umidade, pressão e temperatura. Uma massa de ar adquire suas propriedades a partir do contato com a superfície terrestre. Quando está sobre uma região tropical do oceano, com correntes marítimas quentes e intensa evaporação de água, é quente e úmida. Já a massa que estaciona sobre os pólos se torna fria e seca. As massas de ar contribuem para o equilíbrio térmico da Terra ao se deslocar das áreas polares (zonas de alta pressão) para as equatoriais (zonas de baixa pressão) e vice-versa. Esses deslocamentos também ocasionam as chamadas frentes frias, que acontecem quando as massas de ar frio se dirigem para o Equador, empurrando as massas de ar quente.

Ciclones

Violentas perturbações atmosféricas com centros de baixa pressão. Os tipos mais conhecidos são o furacão (ou tufão) e o tornado. O primeiro é uma tempestade que se forma sobre os oceanos nas regiões tropicais. É chamado de furacão quando ocorre no oceano Atlântico e de tufão quando acontece no Pacífico. Com velocidade de até 300 km/h, possui entre 450 km e 650 km de diâmetro e apresenta uma distribuição simétrica dos ventos e das nuvens a seu redor. Em seu centro - conhecido por "olho da tempestade" - predominam as baixas pressões e não há chuva, os ventos são brandos e o céu é praticamente limpo. Já o tornado é uma coluna ondulante de nuvens, com diâmetro de menos de 2 km, que se desloca a uma velocidade de 30 km/h a 60 km/h. É considerado a mais destruidora entre as perturbações atmosféricas - estima-se que a velocidade do vento dentro do funil possa atingir 450 km/h -, embora a área afetada por ele seja mais restrita. Ocorre com a chegada de frentes frias em regiões onde o ar está muito quente e instável. Os mais intensos costumam acontecer no centro-oeste dos EUA e na Austrália.

ESTRUTURA GEOLÓGICA DO PLANETA

As forças do interior da Terra, como a movimentação de placas tectônicas, as falhas e o vulcanismo, determinam três tipos específicos de formação geológica: as plataformas, os cinturões orogênicos e as bacias sedimentares. As plataformas (ou crátons) são as mais antigas, por isso sofreram enormes períodos de erosão e se tornaram mais estáveis sob o ponto de vista da movimentação tectônica. Os cinturões orogênicos ou cadeias orogênicas são terrenos muito elevados, caracterizados por grande instabilidade. Estão associados às maiores cadeias montanhosas do planeta ou aos chamados dobramentos (aparecimento de dobras ou rugas nas rochas), como os Andes, na América do Sul , ou o Himalaia, na Ásia. As bacias sedimentares são constituídas em grande parte de rochas sedimentares, provenientes da desagregação de outras rochas ou de outros materiais, que recobrem áreas de plataforma. É a formação geológica mais recente e está presente em 64% do território brasileiro.

EDUCAÇÃO AMBIENTAL - CONCEITUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

No ambiente urbano das médias e grandes cidades, a escola, além de outros meios de comunicação é responsável pela educação do indivíduo e consequentemente da sociedade, uma vez que há o repasse de informações, isso gera um sistema dinâmico e abrangente a todos.
A população está cada vez mais envolvida com as novas tecnologias e com cenários urbanos perdendo desta maneira, a relação natural que tinham com a terra e suas culturas. Os cenários, tipo shopping center, passam a ser normais na vida dos jovens e os valores relacionados com a natureza não tem mais pontos de referência na atual sociedade moderna.
A educação ambiental se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo pedagógico participativo permanente que procura incutir no educando uma consciência crítica sobre a problemática ambiental, compreendendo-se como crítica a capacidade de captar a gênese e a evolução de problemas ambientais.
O relacionamento da humanidade com a natureza, que teve início com um mínimo de interferência nos ecossistemas, tem hoje culminado numa forte pressão exercida sobre os recursos naturais.

Atualmente, são comuns a contaminação dos cursos de água, a poluição atmosférica, a devastação das florestas, a caça indiscriminada e a redução ou mesmo destruição dos habitats faunísticos, além de muitas outras formas de agressão ao meio ambiente.

Dentro deste contexto, é clara a necessidade de mudar o comportamento do homem em relação à natureza, no sentido de promover sob um modelo de desenvolvimento sustentável (processo que assegura uma gestão responsável dos recursos do planeta de forma a preservar os interesses das gerações futuras e, ao mesmo tempo atender as necessidades das gerações atuais), a compatibilização de práticas econômicas e conservacionistas, com reflexos positivos evidentes junto à qualidade de vida de todos.
É subdividida em formal e informal:
Formal é um processo institucionalizado que ocorre nas unidades de ensino;
Informal se caracteriza por sua realização fora da escola, envolvendo flexibilidade de métodos e de conteúdos e um público alvo muito variável em suas características (faixa etária, nível de escolaridade, nível de conhecimento da problemática ambiental, etc.).

Noções Básicas em Educação Ambiental


Sistemas de vida
A educação ambiental enfatiza as regularidades, e busca manter o respeito pelos diferentes ecossistemas e culturas humanas da Terra. O dever de reconhecer as similaridades globais, enquanto se interagem efetivamente com as especificidades locais, é resumido no seguinte lema: Pensar globalmente, agir localmente.
Há três níveis ou sistemas distintos de existência:

Físico: planeta físico, atmosfera, hidrosfera (águas) e litosfera (rochas e solos), que seguem as leis da física e da química;

Biológico: a biosfera com todas as espécies da vida, que obedecem as leis da física, química, biologia e ecologia;

Social: o mundo das máquinas e construções criadas pelo homem, governos e economias, artes, religiões e culturas, que seguem leis da física, da química, da biologia, da ecologia e também leis criadas pelo homem.

Ciclos
O material necessário para a vida (água, oxigênio, carbono, nitrogênio, etc.) passa através de ciclos biogeoquímicos que mantêm a sua pureza e a sua disponibilidade para os seres vivos. O ser humano está apenasn começando a planejar uma economia industrial complexa, moderna e de alta produtividade que assegura a necessidade de reciclagem no planeta. Nos ecossistemas, os organismos e o ambiente interagem promovendo trocas de materiais e energia através das cadeias alimentares e ciclos biogeoquímicos.
Crescimento Populacional e Capacidade de Suporte
A capacidade de suporte para a vida humana e para a sociedade é complexa, dinâmica e variada de acordo com a forma segundo a qual o homem maneja os seus recursos ambientais. Ela é definida pelo seu fator mais limitante e pode ser melhorada ou degradada pelas atividades humanas.

Desenvolvimento Socialmente Sustentável
A chave para o desenvolvimento é a participação, a organização, a educação e o fortalecimento das pessoas. O desenvolvimento sustentado não é centrado na produção, e sim nas pessoas. Deve ser apropriado não só aos recursos e ao meio ambiente, mas também à cultura, história e sistemas sociais do local onde ele ocorre.

POLUIÇÃO AMBIENTAL

Dá-se o nome de poluição a qualquer degradação (deterioração, estrago) das condições ambientais, do habitat de uma coletividade humana. É uma perda, mesmo que relativa, da qualidade de vida em decorrência de mudanças ambientais. São chamados de poluentes os agentes que provocam a poluição, como um ruído excessivo, um gás nocivo na atmosfera, detritos que sujam os rios ou praias ou ainda um cartaz publicitário que degrada o aspecto visual de uma paisagem. Seria possível relacionar centenas de poluentes e os tipos de poluição que ocasionam, mas vamos citar apenas mais dois exemplos.

Um deles são os agrotóxicos (DDT, inseticidas, pesticidas), muito utilizados para combater certos microorganismos e pragas, em especial na agricultura. Ocorre que o acúmulo desses produtos acaba por contaminar os alimentos com substâncias nocivas à saúde humana, às vezes até cancerígenas. Outro exemplo é o das chuvas ácidas, isto é, precipitações de água atmosférica carregada de ácido sulfúrico e de ácido nítrico. Esses ácidos, que corroem rapidamente a lataria dos automóveis, os metais de pontes e outras construções, além de afetarem as plantas e ocasionarem doenças respiratórias e da pele nas pessoas, são formados pela emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio por parte de certas indústrias. Esses gases, em contato com a água da atmosfera, desencadeiam reações químicas que originam aqueles ácidos. Muitas vezes essas chuvas ácidas vão ocorrer em locais distantes da região poluidora, inclusive em países vizinhos, devido aos ventos que carregam esses gases de uma área para outra.

O problema da poluição, portanto, diz respeito à qualidade de vida das aglomerações humanas. A degradação do meio ambiente do homem provoca uma deterioração dessa qualidade, pois as condições ambientais são imprescindíveis para a vida, tanto no sentido biológico como no social.

Foi a partir da revolução industrial que a poluição passou a constituir um problema para a humanidade. É lógico que já existiam exemplos de poluição anteriormente, em alguns casos até famosos (no Império Romano, por exemplo). Mas o grau de poluição aumentou muito com a industrialização e urbanização, e a sua escala deixou de ser local para se tornar planetária. Isso não apenas porque a indústria é a principal responsável pelo lançamento de poluentes no meio ambiente, mas também porque a Revolução Industrial representou a consolidação e a mundialização do capitalismo, sistema sócio-econômico dominante hoje no espaço mundial. E o capitalismo, que tem na indústria a sua atividade econômica de vanguarda, acarreta urbanização, com grandes concentrações humanas em algumas cidades. A própria aglomeração urbana já é por si só uma fonte de poluição, pois implica numerosos problemas ambientais, como o acúmulo de lixo, o enorme volume de esgotos, os congestionamentos de tráfego etc.

Mas o importante realmente é que o capitalismo é um sistema econômico voltado para a produção e acumulação constante de riquezas. E tais riquezas nada mais são do que mercadorias, isto é, bens e serviços produzidos - geralmente em grande escala - para a troca, para o comércio. Praticamente tudo que existe, e tudo o que é produzido, passa a ser mercadoria com o desenvolvimento do capitalismo. Sociedades, indivíduos, natureza, espaço, mares, florestas, subsolo: tudo tem de ser útil economicamente, tudo deve ser utilizado no processo produtivo. O importante nesse processo não é o que é bom ou justo e sim o que trará maiores lucros a curto prazo. Assim derrubam-se matas sem se importar com as conseqüências a longo prazo; acaba-se com as sociedades preconceituosamente rotuladas de “primitivas”, porque elas são vistas como empecilhos para essa forma de “progresso”, entendido como acumulação constante de riquezas, que se concentram sempre nas mãos de alguns.

A partir da Revolução Industrial, com o desenvolvimento do capitalismo, a natureza vai pouco a pouco deixando de existir para dar lugar a um meio ambiente transformado, modificado, produzido pela sociedade moderna. O homem deixa de viver em harmonia com a natureza e passa a dominá-la, dando origem ao que se chama de segunda natureza: a natureza modificada ou produzida pelo homem - como meio urbano, por exemplo, com seus rios canalizados, solos cobertos por asfalto, vegetação nativa completamente devastada, assim como a fauna original da área, etc. - , que é muito diferente da primeira natureza, a paisagem natural sem intervenção humana.

Contudo, esse domínio da tecnologia moderna sobre o meio natural traz conseqüências negativas para a qualidade da vida humana em seu ambiente. O homem, afinal, também é parte da natureza, depende dela para viver, e acaba sendo prejudicado por muitas dessas transformações, que degradam sua qualidade de vida.