VEGETAÇÃO NO PLANETA E OS TIPOS DE FLORESTAS

Vegetação no Planeta

Vegetação no Planeta

A vegetação no planeta é o conjunto de plantas de uma região. Há vários tipos de vegetação, que se desenvolvem de acordo com os fatores climáticos – sobretudo umidade, temperatura e luz – fundamentais à realização de seus processos vitais. A maior diversidade de formações vegetais ocorre em regiões de baixa latitude (próximas do Equador), onde a chuva abundante, a alta temperatura e a luz intensas propiciam o aparecimento de milhares de espécies. À medida que a vegetação no planeta se aproxima dos pólos, onde há escassez de luz e baixa temperatura, a variedade diminui.

Floresta Amazônica: de clima equatorial e conhecida como Amazônia Legal, abriga milhões de espécies animais e vegetais, sendo de vital importância ao equilíbrio ambiental do planeta. Ela é classificada como uma formação florestal Latifoliada, pois suas folhas são largas e agrupam-se densamente, geralmente atingindo grandes alturas.

Mata Atlântica: caracterizada como uma floresta latifoliada tropical e de clima tropical úmido, foi a vegetação que mais sofreu devastação no Brasil, restando apenas 7% de sua cobertura original. Era uma vegetação que se estendia do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul, mas que foi intensamente degradada pelos portugueses para a extração de madeira e plantio de cana-de-açúcar.

Caatinga: é uma vegetação típica de clima semiárido, localizada no Nordeste brasileiro.  Possui plantas espinhosas e pobres em nutrientes. Nos últimos anos, vem sofrendo diversas agressões ambientais que causam empobrecimento do solo, dificultando mais ainda o desenvolvimento dessa região.

Cerrado: típica do Planalto Central brasileiro e de clima tropical semiúmido, é a segunda maior formação vegetal do Brasil. Apesar de sua paisagem ser composta por árvores baixas e retorcidas, é a vegetação com maior biodiversidade do planeta. Somente nos últimos anos é que os ambientalistas vêm se preocupando com esse ecossistema, que sofre vários danos ambientais causados pela plantação de soja e cana-de-açúcar e pela pecuária.

Pantanal: localizada no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, é considerada uma vegetação de transição, isto é, uma formação vegetal heterogênea composta por diferentes ecossistemas. Em determinadas épocas do ano, algumas porções de área são alagadas pelas cheias dos rios e é somente nas estiagens que a vegetação se desenvolve.

Campos sulinos: também conhecidos como “pampas” e característicos de clima subtropical, apresentam vegetação rasteira com a predominância de capins e gramíneas.

Mata de Araucária: com a predominância de pinheiros e localizada no estado do Paraná, é uma vegetação típica de clima subtropical. Sua cobertura original é quase inexistente em razão da intensa exploração de madeira para fabricação de móveis.

Mangues: é um tipo de vegetação no planeta de formação litorânea, caracterizado principalmente por abranger diversas vegetações, ocorrendo em áreas baixas e, logo, sujeito à ação das marés.

Vegetação Mediterrânea e de Montanha

Ecossistema Manguesal

Pantanal 

Parque Nacional do Pantanal

Características do Bioma Cerrado 

Caatinga, Flora, Fauna e Diversidade

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FLORESTA TROPICAL, FAUNA E FLORA DAS FLORESTAS TROPICAIS

Floresta TropicalFloresta Tropical

O bioma floresta tropical, também chamado de floresta pluvial tropical, desenvolve-se nas baixas latitudes, em regiões quentes e úmidas. Possui folhas perenes e largas (latifoliadas), que absorvem mais energia solar. A cobertura vegetal é densa e contínua, com espécies que chegam a atingir até 60 m de altura. Com solos geralmente pobres, retiram seus nutrientes do húmus, formado da decomposição de galhos, troncos e folhas. Esse tipo de vegetação existe na maior parte da América do Sul, na América Central, no centro e no sul da África, em Madagascar e no sul e sudeste da Ásia. A Floresta Amazônica e a Mata Atlântica, no Brasil, são exemplos de floresta tropical.

Flora da floresta Tropical

A floresta tropical é a mais rica em espécies do que a maioria das outras. É difícil ocorrer uma planta ou árvore que seja semelhante às suas vizinhas. Em uma área amostrada na Austrália, 1.261 árvores contadas em 5.000 m², havia 141 espécies representadas. Para efeito de comparação, em outras áreas de floresta temperada a média é de 10 a 15 espécies.

O tipo de flora mais abundante nas florestas tropicais são árvores, em média com 50 metros, que só se ramificam perto do topo formando um “teto”, sob o qual existe um “andar” interno formado pelas copas mais baixas. A estratificação resultante dos vários andares de vegetação origina diversos microclimas, com diferentes graus de luminosidade e umidade. As folhas são elevadas, densas e não caem (perenifólias – duradouras). Geralmente as folhas são amplas, largas (latifoliadas) e de cor verde-escura, com superfícies ventrais brilhantes, lisas e com as pontas em forma de goteira, facilitando o fluxo de água.

As raízes das florestas tropicais são superficiais e os troncos costumam ser largos perto da base, de modo que fornecem fixação ampla e firme. Há numerosas trepadeiras lenhosas, cipós e epífitas (plantas que usam tronco das árvores como superfície de apoio). As epífitas podem obter água e minerais diretamente do ar úmido da folhagem. Muitas possuem as folhas em forma de taça que capturam a umidade e restos orgânicos, algumas possuem raizes esponjosas. Certas epífitas absorvem nutrientes de organismos em decomposição nesses reservatórios. Muitos tipos de plantas como samambaias, orquídeas, musgos e líquens, exploram esse tipo de vida.

Nas florestas tropicais há grande variedade de palmeiras, cicadáceas, e samambaias, algumas das quais com 20 m ou mais de altura, crescem abaixo da folhagem. Pouca luz alcança o chão da floresta. Não há quase acúmulo de folhas, ao contrário do que ocorre nas florestas do hemisfério norte, pois, a decomposição é muito rápida. Qualquer coisa que toque o solo desaparece, é trasportada, consumida e decomposta rapidamente.

Fauna da floresta Tropical

Inúmeras variedades de insetos, aves e outros animais ocupa os topos das árvores, com eles as trepadeiras e as epífitas, isso constitui a parte mais abundante e diversificada da floresta tropical.

Os mamíferos tem por característica aparecer em ambiente noturno ou habitam as árvores, como macacos e esquilos. Algumas espécies de répteis e anfíbios  tem características arborícolas (habitam as árvores). No solo também vivem anfíbios, répteis, mamíferos herbíviros e mamíferos carnívoros (onças, gatos-do-mato etc.).

Solo da Floresta Tropical

Os tipos de solos das florestas tropicais são pouco férteisl. Muitos são constituídos de argila vermelha, esses solos são chamados lateritas. Quando o solo laterítico é desmatado, sofre erosão rápida ou forma crostas espessas, impenetráveis que não podem ser cultivadas depois de uma ou duas estações. De regra, os solos são deficientes em minerais. A maior parte de nitrogênio, fósforo, cálcio e de outros nutrientes que ao invés de ficarem no solo, fixam-se nas plantas. Devido a deficiência desses nutrientes os solos das florestas tropicais são pobres para a agricultura.

Por conta da pouca cobertura vegetal e as constantes reciclagens dos elementos químicos do solo, os nutrientes minerais são carregados pelas chuvas, em um processo chamado de lixiviação.


Tundra

Estepe 

Bioma Pantanal 

Floresta Temperada 

Savana

Sistemas Ambientais Brasileiros

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SISTEMAS AMBIENTAIS BRASILEIROS - BIOMAS BRASILEIROS

SISTEMAS AMBIENTAIS BRASILEIROS Sistemas Ambientais Brasileiros

O conceito de sistemas ambientais é recente. De acordo com os geógrafos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é uma classificação mais abrangente, que possibilita, por exemplo, a associação dos aspectos biológicos e físicos (clima, relevo, vegetação) de uma determinada formação com suas características humanas e socioeconômicas. 

 Os Sistemas Ambientais Brasileiros está pautado na abordagem que enfatiza o conceito de desenvolvimento sustentável, que liga o desenvolvimento econômico à preservação ambiental. Embora tratem de vários elementos da geografia, como relevo e clima, os sistemas ambientais na verdade se utilizam da classificação de vegetação para melhor evidenciar as diversas paisagens naturais, também conhecidas por biomas – conjuntos de ecossistemas. De acordo com o IBGE, os sistemas ambientais estão divididos em nove grupos: floresta Amazônica, cerrado, Pantanal, caatinga, mata de cocais (ou meio norte), mata Atlântica (floresta estacional), pinheiral (ou mata de araucária), campos (extremo-sul) e zonas litorâneas.

Sistemas Ambientais Brasileiros

Sistemas Ambientais Brasileiros criado pela Leinº 6.938/81, e compõe o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama) é formado pelos órgãos e entidades da União, do Distrito Federal, dos estados e dos municípios responsáveis pela proteção, melhoria e recuperação da qualidade ambiental no Brasil.

O objetivo do Sisnama é estabelecer um conjunto articulado e descentralizado de ações para a gestão ambiental no País, integrando e harmonizando regras e práticas específicas que se complementam nos três níveis de governo.

Nesse contexto, o Departamento de Coordenação do Sisnama tem como atribuições promover a articulação e a integração intra e intergovernamental de ações direcionadas à implementação de políticas públicas de meio ambiente; e incentivar a descentralização da gestão ambiental e a repartição de competências entre as três esferas de governo, coordenando:

  •     Programa Nacional do Meio Ambiente - PNMA II
  •     Programa Nacional de Capacitação de Gestores Ambientais
  •     Comissões Técnicas Tripartites

Coordenadas geográficas

COORDENADAS GEOGRÁFICAS - LATITUDE E LONGITUDE

Coordenadas geográficasCoordenadas geográficas

Linhas imaginárias traçadas em intervalos regulares que permitem a localização de pontos da superfície terrestre são denominadas de Coordenadas geográficas. Todos os pontos se cruzam em duas coordenadas: latitude e longitude. São medidas em grau, minuto e segundo. As coordenadas geográficas foram determinadas por meio de observações astronômicas e satélites geodésicos.

Latitude

Nas coordenadas geográficas as latitudes ou paralelos são as linhas paralelas ao Equador e marcam a distância entre os polos. Partem do Equador (0º) até 90º ao norte e ao sul. Por convenção internacional, servem para determinar as zonas quentes, temperadas e glaciais da superfície do planeta. Os paralelos mais importantes são o trópico de Câncer e o círculo polar ártico, ao norte, e o trópico de Capricórnio e o círculo polar antártico, ao sul. No Brasil, o trópico de Capricórnio passa pelos estados do Paraná e de São Paulo.

Longitude

Nas coordenadas geográficas as longitudes ou meridianos são as linhas que partem do meridiano de Greenwich (0º) – desde 1884 adotado por um acordo internacional como meridiano de origem – até 180º a oeste e a leste e convergem para os pólos. A linha imaginária ganha esse nome porque passa pelo antigo observatório da cidade de Greenwich, situada perto de Londres, no Reino Unido. Os meridianos são usados para determinar os fusos horários ao longo do globo terrestre. O primeiro fuso encontra-se entre 7º30’ a leste e a oeste de Greenwich. A cada 15º leste desse intervalo se acrescenta uma hora e a oeste se diminui uma hora.

Algumas coordenadas geográficas de cidades do mundo
  •     Berlim: 52º 30' 00" N / 13º 25' 48" E
  •     Brasília: 15° 50' 00" S/48º 02' 06" W
  •     Hong Kong: 22º 15' 00" N/144º 10' 48" E
  •     Jerusalém: 31º 46' 48" N/35º 13' 12" E
  •     Londres: 43º 00' 00" N/81º 00' 00" W
  •     Sydney: 33º 32' 24" S/151º 49' 12" E
  •     Tóquio: 35º 42' 00" N/139º 46' 12" E
  •     Washington: 38º 54' 00" N/77º 01' 12" W
Tags: Coordenadas geográficas, Geografia,

Relevo do Planeta

Bioma Pantanal

Recursos Hídricos no Brasil

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RELEVO DO PLANETA - CARACTERÍSTICAS GERAIS

Relevo do Planeta

O Relevo do Planeta Terra corresponde ao conjunto das diferenças de nível da superfície da crosta terrestre resultantes de mudanças que podem durar milhões de anos. O relevo é formado por dois tipos de força que atuam simultaneamente: as internas e as externas.

Forças Internas

Também chamadas de agentes endógenos, as forças internas são responsáveis pela criação do relevo do planeta. Originam-se da crosta da Terra ou do manto (camada localizada abaixo da crosta). Abrangem o tectonismo, o vulcanismo e os abalos sísmicos.

O tectonismo compreende movimentos lentos na crosta terrestre que provocam o deslocamento dos continentes. Esses podem ser verticais ou horizontais. Os verticais levantam ou rebaixam a crosta em longo espaço de tempo e acontecem, por exemplo, na península Escandinava (norte da Europa), que, a cada século, sobe 38 cm. Os horizontais são deslocamentos intensos que levam à formação das cadeias de montanha. Ocorrem nas áreas de choque das placas tectônicas e causam grandes enrugamentos ou dobras, que chegam a atingir quilômetros de altitude.

O vulcanismo atua quando o magma, rochas em fusão vindas do manto terrestre, atinge a superfície e os abalos sísmicos quando tremores na superfície terrestre provocam movimentação entre blocos de rochas situados na crosta.

Forças Externas

Conjunto de elementos que modelam o relevo do planeta. Os principais são o intemperismo e a erosão. O intemperismo, processo de degradação das rochas provocado pelo clima, pode ser físico – as rochas sofrem mudanças no tamanho e no formato em função dos contrastes térmicos entre o dia e a noite – ou químico – a ação da água altera a composição química das rochas. Já a erosão é causada pela água da chuva e dos rios, pelo vento, pelo gelo e pelo mar, que transportam os sedimentos desagregados depositando-os em outros lugares.

Formas do Relevo – Os principais tipos de relevo são as planícies, os planaltos, as depressões e as montanhas.

As planícies são terrenos de superfície plana formados por rochas sedimentares. Podem ser encontradas em baixas ou altas altitudes (planícies de montanhas). Ocupam mais de um terço da superfície terrestre e em geral acompanham as margens de grandes rios, lagos e oceanos. Por causa de sua forma plana, facilitam o cultivo e o transporte fluvial e terrestre, sendo, por isso, as áreas mais povoadas do planeta.

Os planaltos são elevações produzidas por erosão de rochas sedimentares ou cristalinas, em geral de altitude entre 300 e 1.000 m. Mas também podem ser encontrados em áreas acima de 3.000 m, cercados por cadeias de montanhas (como o altiplano boliviano). Quando se desenvolvem em bacias sedimentares, muitas vezes apresentam topos aplanados com bordas em escarpas, formando as chapadas.

As montanhas são as áreas mais altas do relevo do planeta, de formação recente, que resultam do encontro entre placas tectônicas. Normalmente formam cadeias, como as cordilheiras dos Andes e do Himalaia. As que aparecem isoladas em geral têm origem vulcânica.

As depressões são áreas da superfície terrestre localizadas em altitudes inferiores às demais formas de relevo que as circundam. Quando se situam abaixo do nível do mar se chamam depressões absolutas.


Savana

Estepe

Aquecimento Global

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SAVANA, VEGETAÇÃO DE GRAMÍNEAS E ARBUSTOS

SavanasSavana

A savana distribui-se pela faixa intertropical do planeta, também em baixas latitudes. As áreas mais úmidas, como a savana brasileira (chamada de cerrado), são formadas por plantas rasteiras e pequenas árvores, enquanto nas regiões mais secas predomina a vegetação espinhosa. A África tem mais de um terço do seu território coberto por savanas, que ocorrem também no norte da América Central, no nordeste e no Centro-Oeste da América do Sul, no sul da Ásia e no norte da Austrália.

A savana é caracterizada basicamente por uma vegetação de gramíneas (herbácea) e arbustos, a savana possui uma vegetação bastante resistente ao fogo. As gramíneas apresentam folhas compridas que aproveitam ao máximo as chuvas e rizomas resistentes à seca.

A savana pode ser classificada em quatro tipos diferentes de acordo com a presença de árvores ou não, ou ainda, dos tipos de vegetais.

A savana arborizada é aquela em que a quantidade de árvores é expressiva, e arbórea, aquela que apresenta um certo número de árvores esparsas. A savana arbustiva não tem a presença de árvores, mas, com presença de arbustos, e a savana herbácea é aquela que possui só vegetais do tipo das gramíneas.

As árvores da savana possuem os troncos espessos e retorcidos. Algumas delas armazenam água em seus trocos inchados, como o baobá e as árvores-garrafa. A maioria das árvores da savana apresenta a copa achatada. E as principais árvores da savana, além das já citadas, são as acácias.
As características do solo é um fator determinante para a presença da savana, bem como as condições climáticas. É o caso das regiões com solos arenosos ou muito rasos que não permitem o desenvolvimento de uma vegetação de alto porte. O mesmo ocorre com solos pobres em nutrientes ou muito rígidos. Mas, é claro, que nenhum desses fatores age sozinho. A simples falta de nutrientes não justifica a ausência de árvores de grande porte, do contrário, não haveria a Floresta Amazônica, por exemplo (esta existe em solo pobre de nutrientes através da ciclagem rápida e extremamente eficiente dos nutrientes devido às condições de umidade e temperatura).

As savanas podem ser encontradas na África, América do Sul e Austrália sendo que em cada região ela apresenta alguma peculiaridade.

A savana brasileira e a australiana possuem como principal diferença da savana africana, a inexistência de animais de grande porte como os elefantes, muito embora ainda possuam exemplares extremamente grandes como a anta brasileira que é o maior animal terrestre das Américas podendo chegar a até 2 metros e 300 quilos, ou o canguru marrom australiano.

Na savana africana pode ser encontrado o maior animal terrestre do mundo, o elefante, assim como o mais alto, a girafa, e o maior predador terrestre, o leão. Todos eles são remanescentes da Megafauna (fauna composta por animais gigantes) que habitou a região (Gondwana) durante os períodos do Pleistoceno e Holoceno e foram extintas em todas as regiões do mundo exceto na África.

Estepe

Tundra

Floresta Temperada

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