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Zika Vírus | Origem e Relação com a Microcefalia

Zika Vírus | Origem e Relação com a Microcefalia

Zika Vírus | Origem e Relação com a Microcefalia
Países da América com potencial risco de transmissão do Zika Vírus

Zika Vírus - Rápida propagação do vírus Zika nas Américas se torna alarmante

A mais recente epidemia de vírus Zika, que já se propagou em todo o Brasil e está se alastrando pelo norte do país e começa a atingir os países vizinhos e América Central e México, agora está prestes a chegar nos Estados Unidos.

Origem do zika vírus e a microcefalia

O Zika Vírus é uma doença de origem africana que é transmitida por um vírus da família Flaviviridae, do gênero Flavivirus. Em humanos, transmitido através da picada do mosquito Aedes aegypti, causa a doença conhecida como febre Zika.

Em 1947, foi identificado entre os primatas da Floresta de Zika, em Uganda, um vírus transmitido por meio de relação sexual e, principalmente, pela picada de mosquitos Aedes aegypti, muito parecido com o que transmite a dengue ou a febre amarela urbana.

A doença tem o mesmo mosquito transmissor da dengue e da febre chikungunya: o Aedes Aegypt. Embora com alguns sintomas e desenvolvimentos semelhantes, existem algumas diferenças sutis, segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Dr. Érico Arruda.

Dengue: tem potencial para se tornar de maior gravidade à saúde dos infectados. A vermelhidão aparece no estágio final e é aguda.

Chikungunya: as dores nas articulações são maiores.

Vírus Zika: maior tendência e prevalência de manchas vermelhas no corpo, dores menos intensas.

Relação com a microcefalia

Microcefalia é a anomalia congênita em que o cérebro não se desenvolve adequadamente. As fontanelas (conhecidas como moleiras) se fecham precocemente impedindo o cérebro de crescer e se desenvolver e, como resultado, o perímetro da cabeça fica menor que o normal.

Ela é diagnosticada quando a circunferência da cabeça é menor do que o esperado para idade gestacional, tempo de vida e sexo. Pode ser de causas familiares, defeitos congênitos, síndromes genéticas, exposição a toxinas e a agentes infecciosos na gestação. No caso das infecções congênitas, o agente pode causar poucos ou nenhum sintoma na gestante, mas afetar de diversas maneiras a formação do bebê.

De acordo com os estudos realizados até agora, o Zika vírus parece estar nessa categoria, por esse motivo, só houve atenção maior à doença após o nascimento dos bebês. A menos que a microcefalia seja familiar, 90% dos bebês comprometidos tem algum atraso no desenvolvimento neurológico.

A microcefalia é um evento raro, a incidência estimada é de 0,1% de casos graves na população geral. Em outubro desse ano, o estado de Pernambuco identificou 28 casos em poucas semanas, o que chamou a atenção da Vigilância Epidemiológica, que solicitou apoio ao Ministério da Saúde para investigação.

Baseado em uma experiência anterior na Polinésia Francesa, em relatos de aumento de incidência do vírus no Nordeste desde o início do ano, de gestantes com filhos acometidos que referiam febre e exantema na gestação e na identificação do vírus no líquido amniótico de duas gestantes com fetos com microcefalia e que apresentavam história de sintomas sugestivos na gravidez, é forte a suspeita de que o aumento de casos estaria relacionado ao vírus Zika.

A microcefalia relacionada a esse vírus é uma doença nova que está sendo descrita pela primeira vez na história e com base no surto que está ocorrendo no Brasil. Não há tratamento específico para a doença ou vacinas. Desse modo, medidas de vigilância epidemiológica, identificação precoce dos casos e controle do vetor de forma coletiva são importantes.

As medidas de controle individuais são importantíssimas, entre elas os cuidados relacionados à proliferação dos mosquitos nos domicílios, que devem ser mantidos limpos evitando locais em que a água possa ficar parada e funcionem como criadouros, e também deve-se adotar medidas individuais como uso de repelentes, mosquiteiros e inseticidas domésticos.

O mosquito costuma picar no início e no fim da tarde, nesse horário o cuidado deve ser maior, com fechamento e telas nas janelas, uso de roupas de manga longa e repelentes que não devem ser colocados por baixo da roupa, apenas na pele exposta. A Anvisa reforçou que não há qualquer impedimento no uso de repelentes por gestantes desde que sejam seguidas as normas dos fabricantes. A população deve procurar a assistência de profissionais de saúde para saber como e qual repelente usar para cada idade e gestação.

Ainda não há recomendação formal do Ministério da Saúde para evitar a gravidez. Trata-se de uma decisão da família em conjunto com a equipe de saúde que a atende. Apesar disso, alguns especialistas sugeriram esperar a melhor elucidação dos casos para a programação de gravidez neste momento.

Sintoms da Degue, Zika e Chikunguya

Importante também evitar o estigma e dar suporte para as famílias acometidas. Dados do Censo de 2010 demonstraram que 1,4% da população brasileira tem algum tipo de deficiência mental ou intelectual. É preciso dar condições para que essas pessoas sejam incluídas na sociedade com boas condições de vida e de saúde, sem estigma e sem preconceitos.

Infelizmente alguns mitos e boatos como “crianças em coma” após o Zika ou que ele foi trazido pelos imigrantes são difundidos pelas redes sociais. É prudente a checagem da informação em fontes confiáveis e reflexão ética se é algo que vale ou não ser passado adiante. A resposta às epidemias deve ser dada com cidadania e responsabilidade, nunca com sensacionalismo e pânico.

A dengue, o chikungunya e o zika vírus não são apenas um problema de saúde, mas verdadeiras doenças socioambientais. Problemas complexos, em regra, exigem soluções integradas e participativas e medidas de prevenção a médio prazo envolvendo os mais diversos setores.

Animais do Pantanal

Animais do Pantanal

Animais do Pantanal

O Pantanal é o menor bioma brasileiro, localizado nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e ainda, se estende por uma pequena parte do leste da Bolívia e do norte do Paraguai, donde é denominado de “Chaco”.

Importante destacar que o Pantanal é considerado a maior bacia inundável do mundo (planície aluvial), com 250 mil km2 de extensão, sendo um dos ecossistemas mais ricos do planeta em biodiversidade com cerca de 4.700 espécies conhecidas, dentre animais e vegetais.

O Pantanal, chamado de “reino das águas”, desempenha um importante papel na conservação da biodiversidade visto que designa um enorme reservatório de água doce o qual garante a riqueza e o equilíbrio ambiental desde a preservação das espécies, conservação do solo e estabilização do clima.

Sem espanto, o desmatamento para a construção de pastagens e a atividade agropecuária, tem sido os principais fatores para a destruição de diversos habitats e consequentemente da diminuição ou desaparecimento de determinadas espécies.

O Pantanal foi avaliado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura) como Patrimônio Natural Mundial e Reserva da Biosfera

A fauna pantaneira é uma das mais ricas do planeta com espécies endêmicas (que somente se desenvolvem ali) e muitas que correm o risco de extinção, desde mamíferos, pássaros, peixes, répteis, anfíbios e insetos. Além disso, este local de tornou muito procurado para o tráfico de animais.

Segundo o Ministério do meio-ambiente, o bioma Pantanal mantêm 86,77% de sua cobertura vegetal nativa. A despeito de possuir muitas espécies, até o momento foram catalogadas: 263 espécies de peixes, 41 espécies de anfíbios, 113 espécies de répteis, 463 espécies de aves, 1.032 de borboletas, 132 espécies de mamíferos, donde 2 são endêmicas.

Alguns animais em risco de extinção no bioma são: onça-pintada (Panthera onca), onça-parda ou suçuarana (Puma concolor), cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus), arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus), lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), ariranha (Pteronura brasiliensis), dentre outros. Segue abaixo alguns animais que fazem parte do bioma Pantanal.

Mamíferos
No bioma há cerca de 130 espécies de mamíferos sendo 2 delas endêmicas, entretanto, estudiosos afirmam que o bioma pantaneiro conta com mais de 300 espécies de mamíferos, o qual muitas até o momento não foram catalogadas.

Capivara (Hydrochoerus hydrochaeris)
Veado-catingueiro (Mazama gouazoubira)
Veado-campeiro (Ozotoceros bezoarticus)
Bugio-do-pantanal (Alouatta caraya)
Porco do mato (Pecari tajacu)
Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Cachorro-do-mato (Speothos venaticus)
Anta (Tapirus kabomani)
Quati (Nasua nasua)
Tatu-canastra (Priodontes maximus)

Aves
A população de aves e insetos do pantanal é bem extensa, sendo que até o momento cerca de 460 aves estão catalogadas, entretanto, segundo a WWF, uma organização não governamental brasileira, há cerca de 650 aves das mais variadas espécies que compõem todo o bioma, número que ultrapassa os da América do Norte (cerca de 500). A ave Tuiuiú (Jabiru micteria), conhecida como jaburu, é a ave emblema do Pantanal.

Garça-branca (Egretta thula)
Gavião-preto (Buteogallus urubitinga)
Gavião-de-Penacho (Spizaetus ornatus)
Tucano-toco (Ramphastos toco)
Ema (Rhea americana)
Socozinho (Butorides striatus)
Jaçanã (Jacana jacana)
Carcará (Caracara plancus)
Curicaca (Theristicus caudatus)
Biguá (Phalacrocorax brasilianus)

Peixes
Muitos peixes fazem parte do bioma do pantanal desde rios, lagoas e corixos (pequenos rios que se formam na época das chuvas) presentes na região.

Segundo a Organização não governamental WWF, há mais peixes no Pantanal que na Europa toda (cerca de 200).

Piranha (Pygocentrus nattereri)
Pacu-caranha (Piaractus mesopotamicus)
Dourado (Salminus maxillosus)
Poraquê (Electrophorus electricus)
Pintado (Pseudoplatystoma corruscans)
Piraputanga (Brycon microlepis)
Cachara (Pseudoplatystoma fasciatum)
Curimbatá (Prochilodus lineatus)
Jaú (Zungaro jahu)
Piau (Leporinus piau)

Répteis
Cerca de 100 espécies de répteis compõem o bioma do Pantanal, donde se destacam os jacarés e as cobras.

Jacaré-do-pantanal (Caiman yacare)
Jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris)
Víbora-do-pantanal (Dracaena paraguayensis)
Sucuri-amarela (Eunectes notaeus)
Jiboia Constritora (Boa constrictor)
Tartaruga-do-pantanal (Acanthochelys macrocephala)
Calango (Dracaena paraguayensis)
Sinimbu (Iguana iguana)
Sururucu-do-pantanal (Hydrodynastes gigas)
Muçurana (Cloelia cloelia)

Flora
A vegetação do pantanal (aquática, semi-aquática e terrestre) é constituída por árvores de médio porte, gramíneas, plantas rasteiras e arbustos.

De acordo com a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária) cerca de 3500 espécies de plantas já foram identificadas no bioma do pantanal, donde se destacam a aroeira, o ipê, a figueira, a palmeira e o angico, muitas delas com propriedades medicinais.

Equinos Ameaçados de Extinção no Mundo

Equinos Ameaçados de Extinção no Mundo

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Animais Selvagens das Florestas Tropicais da África

Animais Selvagens das Florestas Tropicais da África

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Animais Extintos da America do Norte

Animais Domésticos

Animais de Madagascar

Animais Selvagens do Japão

Cordados | Principais Características dos Cordados


Cordados | Principais Características dos Cordados


Cordados | Principais Características dos CordadosCordados
Os cordados são animais cuja principal característica é a presença de notocorda (estrutura localizada entre o tubo digestivo e a medula espinal). Nos vertebrados, esta estrutura é substituída pela coluna vertebral. Os incluem três grupos: tunicados, vertebrados e anfioxos (cefalocordados).

Características gerais

Principais características dos cordados:
  • Presença da notocorda em alguma etapa da vida;
  • Cordão nervoso em posição dorsal. Esse cordão, na parte anterior, se alarga para formar o cérebro;
  • Sistema digestivo completo;
  • Três camadas germinativas;
  • Presença de fendas na faringe;
  • Coração ventral com presença de vasos sanguíneos;
  • Celoma desenvolvido;
  • Esqueleto interno ósseo ou cartilaginoso.

Os cordados são animais triblásticos, celomados e deuterostômios, com simetria bilateral e metameria. A maioria das espécies tem esqueleto interno e sistema circulatório fechado, com coração ventral. Os cordados caracterizam-se por apresentar, durante o desenvolvimento embrionário, as seguintes características: notocorda, tubo nervoso dorsal, fendas branquiais e cauda.

Notocorda
A notocorda é um bastão semi-rígido situado ao longo do dorso do embrião, entre o tubo digestivo e o tubo nervoso. Ela compõe-se de células grandes, envoltas em material fibroso, e tem por função dar sustentação esquelética ao embrião. Nos vertebrados a notocorda desaparece no fim da fase embrionária, sendo substituída por uma estrutura mais elaborada, a coluna vertebral.

Tubo nervoso dorsal
Todos os cordados apresentam um tubo nervoso situado em posição dorsal no corpo. Nisso diferem dos invertebrados, que têm um cordão nervoso macio localizado geralmente na região ventral do corpo. Nos vertebrados, a região anterior do tubo nervoso é dilatada e altamente especializada, formando o encéfalo, e o restante do tubo constitui a medula espinhal.

Fendas branquiais
Nas laterais da faringe dos embriões de cordados surgem, em determinado estágio de desenvolvimento, aberturas paralelas, as fendas branquiais. Em torno dessas fendas, formam-se arcos esqueléticos cuja função é dar sustentação às brânquias. Nos cordados terrestres, que respiram por meio de pulmões, as fendas branquiais fecham-se durante o desenvolvimento embrionário, e os arcos branquiais modificam-se, dando origem à mandíbula, às estruturas cartilaginosas que sustentam a faringe aos ossículos do ouvido.

Cauda
Os embriões de cordados apresentam uma parte do corpo que se prolonga para além do ânus, a cauda, cuja função varia nos diferentes grupos.

O filo Chordata é dividido em três sub-filos: urochordata, chepalochordata e vertebrata.

Os urochordatas e chepalochordatos, considerados os mais primitivos do filo, são chamados de protocordados ou cordados invertebrados.

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Bibliografia
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Animais Marinhos Pre-Históricos

Animais Marinhos Pre-Históricos

Níveis Tróficos

Níveis Tróficos

Em cada ecossistema existem, em geral, várias espécies de organismos produtores, várias espécies de consumidores e várias outras de decompositores. O conjunto de todos os organismos de um ecossistema com o mesmo tipo de nutrição constitui um nível trófico ou alimentar. Em outras palavras, diz-se que os organismos pertencem ao mesmo nível trófico quando são separados dos produtores, na cadeia alimentar, pelo mesmo número de etapas.

Níveis Tróficos
Os organismos autótrofos de um ecossistema foram, por definição, o primeiro nível trófico, que é o de produtor. Os animais herbívoros, que são consumidores primários, formam o segundo nível trófico; os animais carnívoros que se alimentam de herbívoros (consumidores secundários) formam o terceiro nível trófico; os animais carnívoros que se alimentam de animais carnívoros (consumidores terciários) forma o quarto nível trófico, e assim por diante.

Além dos organismos que fazem parte de um determinado nível trófico, existem outros com hábitos alimentares menos especializados, que podem ocupar mais de um nível trófico. É o caso dos animais onívoros (omnis = “tudo”), que se alimentam tanto de plantas como de herbívoros ou de carnívoros. O homem, por exemplo, é um animal onívoro.

Os decompositores ocupam o último nível de transferência de energia entre organismos de um ecossistema. Formam um grupo especial, nutrindo-se de elementos mortos provenientes de diferentes níveis tróficos, degradando tanto produtores como consumidores.

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Biopirataria na Amazônia

Biopirataria na Amazônia

O termo biopirataria foi lançado em 1993, para alertar sobre o fato que recursos biológicos e conhecimento indígena estavam sendo apanhados e patenteados por empresas multinacionais e instituições cientificas e que as comunidades que durante séculos usam estes recursos e geraram estes conhecimentos, não estão participando nos lucros. ·De modo geral, biopirataria significa a apropriação de conhecimento e de recursos genéticos de comunidades de agricultores e comunidades indígenas por indivíduos ou por instituições que procuram o controle exclusivo do monopólio sobre estes recursos e conhecimentos. ·Por enquanto, ainda não existe uma definição padrão sobre o termo biopirataria?.
A biopirataria desafia o Brasil a cuidar da Amazônia, com cinco milhões de hectares correspondentes à metade de todo o território nacional ,e uma bacia hidrográfica que concentra um terço de toda água doce existente no planeta, a Amazônia brasileira tem sido alvo de uma escalada crescente por seus recursos natural, devido á  ação dos biopiratas, em sua maioria turistas e pesquisadores estrangeiros que fazem contrabando de riquezas da fauna e da flora amazônica.Apesar de tão rica e por isso exaltada no mundo inteiro, a Biodiversidade Amazônica continua a ser um desafio para todos que por ela se interessam.Os pesquisadores que se dedicam a estudar a diversidade da região, se ressentem de que agora somente 1% de todo o potencial Amazônico seja conhecido e que, por falta de fundos de amparo á pesquisa, o Brasil, tenha que comprar de fora uma tecnológica desenvolvida á partir de uma amostra furtada da sua Amazônia.No entanto o Brasil precisa assumir o comando e definir as regras para o intercâmbio, para que se possa combater a biopirataria é preciso que se compreenda cada um dos fatores que contribuem para a sua existência, ou seja as possibilidades oferecidas pela vida na Amazônia: a inexistência de uma política nacional estratégica para ciência e tecnologia, o interesse crescente pelos conhecimentos tradicionais, que reduzem os custos e o tempo das pesquisas:a defasagem brasileira em pesquisa, desenvolvimento e produção:a falta de uma legislação que regule a exploração dos recursos naturais e, ainda, a exclusão social.

Biopirataria na Amazônia

A questão é tão atraente que não se pode descartar o interesse internacional pela Amazônia, que esta na maioria das vezes associadas á realidade social do País e a total inexistência de uma política nacional estratégica para atividades de ciência e tecnologia, voltada para biomassa brasileira incluindo não só a Amazônia, mas também a mata atlântica, serrado e alagados tornam-se fatais para estimular a biopirataria e as industrias que os patrocinam, sobretudo consideram que eles são muito melhores do que os brasileiros quando se tratam de pesquisa, desenvolvimento e produção. Portanto enquanto o Brasil não adotar uma estratégia de relacionamento internacional em relação à Biodiversidade Amazônica, a biopirataria vai continuar a existir, a despeito de todas as ações punitivas que se queria adotar, ate porque com os avanços tecnológicos as amostras que interessam aos grandes laboratórios podem ser enviadas por meios virtuais e livres de qualquer tipo de fiscalização.

A biopirataria passa por um ciclo de fatores que interagem entre si, como destacou, e que ao invés de se debater contra uma realidade irrefutável, o Brasil precisa aumentar sua competência como detentor das riquezas, ditar regras e assumir o comando de um amplo e intercambio internacional para fins de preservação e da exploração responsável da Amazônia.Conceituação de biopirataria conforme o Instituto Brasileiro de Direito do Comércio Internacional, da tecnologia da informação de Desenvolvimento-CIITED:
Biopirataria consiste no ato de aceder a ou transferir recurso genético (animal ou vegetal) ou conhecimento tradicional associado à biodiversidade,sem a expressa autorização do Estado de onde fora extraído o recurso ou da comunidade tradicional que desenvolveu e manteve determinado conhecimento ao longo dos tempos (prática esta que infringe as disposições vinculantes da Convenção das Organizações das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica).A biopirataria envolve ainda a não repartição justa e equitativa entre Estados,corporações e comunidades tradicionais dos recursos advindos da exploração comercial ou não dos recursos e conhecimentos transferidos.

Bacillus Thuringiensis | Bactéria Gram-Positiva

Bacillus Thuringiensis | Bactéria Gram-Positiva

Bacillus thuringiensis é uma espécie microbiológica da família Bacillaceae. Foi descoberto em 1911 na provincia de Thuringia, Alemanha. Passou a ser utilizado como inseticida na França em 1938, e nos Estados Unidos da América na década de 1950.
O Bacillus thuringiensis é uma bactéria gram-positiva e entomopatogênica. Comumente encontrada no solo. Como outras bactérias são capazes de resistir a situações climáticas adversas, mantendo-se na latência.

Bacillus Thuringiensis | Bactéria Gram-Positiva
São produtoras de esporos, durante a esporulação sintetizam proteínas em forma de cristais conhecidas como endotoxinas ou Insecticidal Crystal Proteins (ICPs). Estas proteínas são tóxicas, mas muito específicas, por esse motivo mostram-se inócuas para insetos benéficos.

A toxicidade do Bacillus thuringiensis deve-se a presença das inclusões paraesporais. As endotoxinas dos cristais são protoxinas solubilizadas e no estômago dos insetos transformam-se em polipeptídeos, estes ligam-se as paredes do intestino dos insetos levando-lhes a morte causando causando lise osmótica por meio da formação de poros na membrana.

A ascensão do Bacillus thuringiensis e a clonagem
Apesar de cientificamente provado que os inseticidas feitos à base do referido bacilo causam impactos ambientais numa escala muito menor que os demais agroquímicos e que não são nocivos ao ser humano, este tipo de inseticida não havia sido muito aproveitado no Brasil, devido a perda de estabilidade, ausência de translocação nas plantas, ao pequeno espectro de ação e a rápida degradação pela luz ultravioleta.
Porém a clonagem abriu um campo imenso de possibilidades de melhorias da ação inseticida do Bacillus thuringiensis. Surgiu a possibilidade de transpor para as plantas um gene do Bacillus thuringiensis facilitando assim sua ação contra os insetos.

O Bacillus thuringiensis – Fonte de Genes
Devido ao fato de que os cristais criados pelos Bacillus thuringiensis não tem grande duração, pois dependem do ambiente onde estão, os esporos, forma de resistência das bactérias, são bastante duradouros. Assim é mais eficiente utilizar as endotoxinas produzidas pelo bacilo em forma de polipeptídeos. Este bacilo, com o auxílio da ciência, tem sido bastante útil para o ser humano.

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Bacillus Megaterium | Bactéria Gram-Positiva

Bacillus Megaterium | Bactéria Gram-Positiva

Esta bactéria não é considerada patológica para o ser humano. É um organismo gram-positivo, aeróbio e produtora de esporos. Comumente encontrado no solo. Formam colônias nas cadeias de polissacarídeos, devido à fixação na parede celular.

Muito eficiente no processo de clonagem devido ao fato de que a protoase do produto não sofre degradação e há boa estabilidade dos plasmídios.

As organismos representantes da espécie Bacillus megaterium são comumente encontrados no solo. Eles tem coloração gram-positiva, são aeróbios e não são considerados patógenos humanos. Constituem um importante grupo para a biotecnologia, já que as enzimas produzidas a partir dessa bactéria auxiliam na produção de penicilina sintética e de modificadores de corticosteroides.

O Bacillus megaterium e a biomedicina
Bacillus Megaterium | Bactéria Gram-PositivaAo contrário são bastante importantes para a biomedicina, pois, auxiliam na produção da penicilina sintética, modificando corticosteroides e várias desidrogenases de aminoácidos. A penicilina, substância de grande poder bactericida, é muito utilizada como antibiótico contra doenças causadas por bactérias, como o antraz, por exemplo.

A biomedicina é uma ramificação da medicina que tem crescido e evoluído muito, recentemente. Bactérias como a Bacillus megaterium são de grande importância pois são capazes de deter as patologias geradas por outras bactérias.

Eubactéria
Uma bactéria por natureza é um microrganismo que pode causar infecções no ser humano. O Bacillus megaterium, porém, é uma eubactéria, isto quer dizer que é uma bactéria que auxilia o ser humano. Não prejudicial a sua saúde. Pode ser utilizada para fins médicos como já mencionado acima. Este tipo de bactéria é empregada na medicina na busca de combater os efeitos de outras bactérias nocivas ao homem.

A nomenclatura do Bacillus megaterium
O nome deste bacilo tem sua origem nas seguintes palavras gregas Mega (grande) e Megaterium (animal grande). Pois é maior que outros bacilos da mesma família. Além de suas propriedades medicinais serem altamente destrutivas para as outras bactérias.

Aparecimento do Bacillus megaterium
Este bacilo está presente no mundo todo e geralmente aparece no solo. Pelo fato de que não é nocivo ao homem não exige cuidados preventivos contra seu surgimento. Não causa doenças e nem complicações de problemas de saúde já existentes antes do contato. Seria o que é chamado de uma bactéria do bem.

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Leveduras | O Que São Leveduras?

Leveduras | O Que São Leveduras?

As leveduras tem um papel muito importante para a indústria alimentícia. Entre suas diversas aplicações, elas são utilizadas no processo de fabricação de bebidas alcoólicas, assim como na fermentação dos pães. As leveduras constituem-se como um grupo de organismos unicelulares, da mesma família dos fungos, e que apresentam rico valor proteico. São conhecidos mais de trezentos e cinquenta espécies deste organismo, sendo o mais difundido na indústria alimentícia a espécie saccharomyces cerevisiae, a mesma utilizada no processo de fermentação tanto da cerveja como do pão.
Atualmente, a obtenção da levedura é possível em laboratório; ainda assim, continua sendo a levedura natural, cuja extração se dá a partir do melaço da cana-de-açúcar, a mais utilizada. A indústrias do vinho é outro setor a fazer larga utilização das leveduras; além das indústrias alimentícias que as utilizam na fabricação de ração animal e alimentos para consumo humano.

Leveduras | O Que São Leveduras?O fato de serem uma fonte rica em valor proteico, como foi dito anteriormente, faz desses organismos unicelulares importantes aliados ao sistema imunológico no combate a doenças e infecções, além de trazerem outros benefícios à saúde.

O que são leveduras
As leveduras são fungos formados por apenas uma célula (unicelulares). Não são visíveis a olho nu, portanto, podem ser visualizadas apenas com o auxílio de microscópio.

Formato
Grande parte das leveduras apresenta-se no formato oval.

Reprodução
A reprodução das leveduras ocorre de maneira assexuada (sem intervenção de gametas), através de um processo conhecido como brotamento. Desta forma, uma levedura pode gerar outras, sem a necessidade de outra levedura.

Vida, alimentação e doenças provocadas
As leveduras vivem em locais com presença de matéria orgânica ou como parasitas em outros seres vivos. Podem, inclusive, parasitar os seres humanos, provocando doenças. A levedura Cândida Albicans é a levedura parasita mais conhecida do ser humano, pois provoca uma doença chamada candidíase que afeta, principalmente, os órgãos genitais femininos.
Uso de leveduras na fabricação de alimentos e bebidas
Algumas espécies de leveduras são usadas na indústria de bebidas e alimentos. O vinho e a cerveja, por exemplo, usam leveduras em determinadas etapas de produção. Também são utilizadas no processo de fermentação da massa de pão.

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A Origem do Universo, Terra e Vida

A Origem do Universo, Terra e Vida

A Origem do Universo, Terra e VidaAo pensar sobre a evolução do ser humano, precisamos pensar sobre o a natureza do Universo, da Terra e da própria vida. Segundo a Teoria do “Big-Bang” ou grande explosão, uma das teorias científicas mais aceitas para explicar a origem do universo, ele surgiu há pelo menos 13,7 bilhões de anos após uma grande explosão resultante da compressão de energia.

A Terra, um dos planetas do Sistema Solar integrante da Via Láctea. A teoria mais comum sobre a formação desta galáxia é que estas resultam de nuvens formadas durante o processo do resfriamento de gases após o “big-bang” há cerca de 4,5 bilhões de anos.


Segundo a Teoria de Darwin, a vida teve uma longa evolução biológica que começou na Terra há cerca de 3,5 bilhões de anos após o esfriamento e estabilização da crosta terrestre desde os primeiros seres unicelulares formados nos oceanos até os mais complexos (os mamíferos). Atualmente, partir do ponto de vista sistêmico, “o entendimento do processo da vida começa com a percepção de que o padrão de organização de todos os sistemas vivos tem como propriedade mais importante ser um padrão de rede onde as relações acontecem de forma não-lineares, na qual uma mensagem poderá tornar-se um laço de realimentação e assim, poderá regular-se a si mesma e a organizar-se a si mesmo, e assim, a própria Terra entendida como um sistema vivo auto-organizador ( CAPRA , 1992).”

“A Terra é o berço da vida. como conhecemos e o ser humano é uma das espécies de seres vivos que habitam a Terra”.

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Reino Paleotropical (Paleotropis)

Reino Paleotropical (Paleotropis)

Reino Paleotropical (Paleotropis)O Reino Paleotropical (Paleotropis) é um reino florístico que abarca as áreas tropicais de África, Ásia e Oceânia (com a excepção da Austrália), de acordo com a classificação proposta por Ronald Good e posteriormente melhorada por Armen Takhtajan. A sua flora é caracterizada por cerca de 40 famílias endémicas de plantas (ex: Nepenthaceae, Musaceae, Pandanaceae, Flagellariaceae).

Origem e Influências
Parte da sua flora, com origem no antigo supercontinente Gondwana ou trocada mais tarde com outros reinos (ex:Piperaceae que possui distribuição pantropical, com alguns, poucos, representantes de clima temperado), é partilhada com o Reino Neotropical, composto pelas áreas tropicais da América Central e do Sul. Além disso, a flora paleotropical influenciou a vegetação tropical do Reino Australiano

Remediação em áreas degradadas
A remediação de áreas comprovadamente contaminadas visam, por meio da Engenharia ambiental e da Química Ambiental:

Retirar e/ou atenuar a concentração do contaminante em solo ou água subterrânea, com o emprego de diversos métodos de engenharia, para que a concentração seja reduzida a limites pré-determinados na Avaliação de Risco a Saúde Humana ou leis vigentes.

Dentre os métodos de remediação podemos citar: a Biorremediação; Escavação, Remoção e Destinação do solo; Bombeamento e Tratamento das água subterrânea (Pump and Treat); Extração Multifásica (Biosplurping e MPE); Extração de Vapores do Solo; Injeção de Ar (Air Sparging); Barreiras Reativas Permeáveis (PRB's); Estabilização; Tecnologias Térmicas (Thermal Enhanced); Oxidação Química in-situ, e Redução Química in-situ (ISCR), dentre outras.

Podemos detalhar as técnicas supracitadas como segue:

Biorremediação - Utilização de microorganismos na degradação de contaminantes em solo e água subterrânea. Microorganismos estes que podem ser adicionados ao meio ou estimulados ao crescimento por meio de adição de nutrientes;

Escavação, Remoção e Destinação do solo - Consiste na substituição de solo contaminado por solo limpo, que é escavado e destinado para tratamento adequado. Como formar de destinação adequada podemos citar co-processamento, disposição final em aterro classificado, incineração entre outras;

Bombeamento e Tratamento (P&T) - Utiliza sistema provido de bombas, elétrica ou pneumáticas, para captação das águas subterrâneas impactadas com tratamento adequado para os compostos de interesse. O bombeamento e tratamento também pode ser utilizado como espécie de barreira de contenção (linha de poços de bombeamento conhecida como barreira hidráulica), que altera as codições hidrológicas do local e impedindo que a contaminação siga o fluxo subterrâneo natural;

Extração Multifásica - Utiliza sistema de extração a vácuo que capta as fases: líquida, vapor e dissolvida presentes no solo e água subterrânea. Esta técnica é mais utilizada na remediação de hidrocarbonetos do petróleo, e promove a extração simultânea dos combustíveis (gasolina, diesel e etc.), dos vapores orgânicos voláteis (VOC's) presentes na zona não saturada do solo e também da fase dissolvida nas águas subterrâneas. A extração multifásica promove um efeito secundário na área contaminada uma vez que a extração a vácuo promove uma circulação de ar forçada na zona não saturada do solo estimulando por sua vez as atividades bacterianas aeróbias (Biorremediação);

Extração de Vapores do solo - Promeve a extração, a vácuo, dos contaminantes voláteis presentes na camada não saturada do solo concomitante ao estimulo das atividades bacterianas aeróbias;

Injeção de Ar (Air Sparging) - Utiliza o insuflamento de ar ou oxigênio na zona saturada do solo com o objetivo de promover uma espécie de "stripping" na água subterrânea e desprendendo os composto orgânicos voláteis a serem captados em superfície geralmente por sistema de Extração de Vapor. A injeção de ar no solo também promove a biodegradação dos contaminates Biorremediação pela atividade bacteriana aeróbia;

Barreiras Reativas Permeáveis (PRB's) - Consiste na criação de barreira física a jusante da pluma de contaminação que têm como objetivo "filtrar" os contaminantes que atravessam a mesma e promovem o tratamento por meio de reações químicas e/ou biológicas;

Estabilização - Utiliza a adição de compostos químicos ao solo e água subterrânea que por meio de reações químicas estabilizam ou modificam quimicamente os contaminantes tornando-os menos perigosos a saúde humana. Dentre os contaminantes que podem ser estabilizados podemos citar os metais pesados como chumbo, cádmio, mercúrio, arsênio entre outros;

Tecnologias Térmicas (Thermal Enhanced) - Utiliza o calor como forma de remediar compostos orgânicos persistentes ao meio, como borras de óleo e compostos clorados de difícil biodegradação. O calor utilizado objetiva a redução da pressão de vapor dos contaminantes, redução da viscosidade, tensão superficial e aumento da solubilidade da maioria dos compostos, além de acelerar o processo de Biorremediação. Esta técnica geralmente é empregada concomitante a outras tecnologias para captação dos contaminates desprendidos no aquecimento tais como Extração Multifásica, Extração de Vapores e Bombeamento e Tratamento. As formas mais conhecidas que utilizam o emprego do calor no solo e água subterrânea são: a Injeção de Vapor de Água, Injeção de Ar Quente, Aquecimento por Radio-frequência; Aquecimento por Eletrodos e por Resistência Elétrica;

Oxidação Química - Uma das téncicas mais inovadoras e emergentes para remediação de áreas contaminadas, que utiliza compostos químicos altamente oxidantes, como Peróxido de Hidrogênio, Permanganato de Potássio entre outros. A sua aplicação no solo e água subterrânea promove reação química de oxi-redução dos composto orgânicos transformando-os em água, gás carbnonico e sais.

Redução Química in-situ (ISCR) - Esta técnica combina a atuação de fonte de carbono com ferro zero valente(ZVI), que juntas proporcionam um ambiente extremamente redutor na qual degrada rapidamente composto antes de difícil degradação em curto espaço de tempo, como por exemplo, composto orgânoclorados, pesticidas, herbicidas e até mesmo explosivos. O princípio de reação desta técnica também é utilizado na estabilização de metais pesados.

O método a ser empregado dependerá de fatores físicos, geológicos, hidrogeológicos, bioquímicos e espaço físico para seu desenvolvimento. Além de fatores socio-econômicos tais como riscos a saúde humana, viabilidade econômica e legislações ambientais vigentes.

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Sangue Humano | Funções e Características do Sangue

Sangue Humano | Funções e Características do Sangue

Sangue Humano | Funções e Características do SangueO que é

O sangue é um dos três componentes do sistema circulatório, os outros dois, são o coração e os vasos sangüíneos. Ele é responsável pelo transporte, regulação e proteção de nosso corpo.

Composição do sangue
Nele encontramos o plasma sangüíneo, responsável por 66% de seu volume, além das hemácias, dos leucócitos e das plaquetas, responsáveis por aproximadamente 33% de sua composição.

A maior parte do plasma sangüíneo é composta por água (93%), daí a importância de sempre nos mantermos hidratados ingerindo bastante líquido. Nos 7% restantes encontramos: oxigênio, glicose, proteínas, hormônios, vitaminas, gás carbônico, sais minerais, aminoácidos, lipídios, uréia, etc.

Os glóbulos vermelhos, também conhecidos como hemácias ou eritrócitos, transportam o oxigênio e o gás carbônico por todo o corpo. Essas células duram aproximadamente 120 dias, após isso, são repostas pela medula óssea.

O glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, são responsáveis pela defesa de nosso corpo. Eles protegem nosso organismo contra a invasão de microorganismos indesejados (vírus, bactérias e fungos). De forma bastante simples, podemos dizer que eles são nossos "soldadinhos de defesa".

As plaquetas são fragmentos de células, presentes no sangue, que realizam a coagulação, evitando assim sua perda excessiva de sangue (hemorragia). Elas geralmente agem quando os vasos sangüíneos sofrem danos. Um exemplo simples é o caso de uma picada de agulha, onde observa-se uma pequena e ligeira perda de sangue que logo é estancada, isto ocorre graças ao tampão plaquetário.

Plasma sanguíneo
O plasma sanguíneo contém proteínas, sais e substâncias diversas, tais como nutrientes, gás carbônico, excreções e hormônios. Cerca de 20% das proteínas do plasma pertencem ao grupo das gamaglobulinas, que constituem os anticorpos; estes protegem o organismo contra agentes infecciosos. Outra proteína importante do plasma sanguíneo é o fibrinogênio, que atua na coagulação do sangue.

Hemácias
As hemácias, também chamadas glóbulos vermelhos, são células especializadas no transporte de oxigênio. Elas são produzidas no interior dos ossos, a partir de células da medula óssea vermelha denominadas eritroblastos. O eritroblasto fabrica grande quantidade de hemoglobina e elimina o núcleo, transformando-se no eritrócito ou hemácia. Uma hemácia permanece cerca de 120 dias em circulação. Ao fim desse período, ela perde sua capacidade funcional e acaba sendo fagocitada e digerida por células do fígado ou do baço. Calcula-se que, em apenas um segundo, cerca de 2,4 milhões de hemácias sejam destruídos em nosso corpo. Ao mesmo tempo, quantidade equivalente de hemácias é liberada pela medula dos ossos, para substituir as que são removidas da circulação.

Leucócitos
Leucócitos ou glóbulos brancos são células especializadas na defesa do organismo, combatendo vírus, bactérias e outros agentes invasores que penetrem no corpo. Os leucócitos também são produzidos na medula dos ossos e podem ser de cinco tipos básicos: neutrófilo, basófilo, acidófilo, linfócito e monócito.

Plaquetas
Plaquetas ou trombócitos são fragmentos de células especiais presentes na medula dos ossos. A função das plaquetas é atuar na coagulação do sangue: elas liberam substâncias denominadas fatores de coagulação nas regiões de ferimentos, estimulando a formação de coágulos, que detêm uma eventual hemorragia.

Coagulação do sangue
Um dos importantes fatores de coagulação do sangue liberados pelas plaquetas é a enzima tromboplastina-quinase, que age na transformação da protombina em trombina. Essa substância, por sua vez, estimula a transformação de fibrinogênio em fibrina. As moléculas de fibrina têm capacidade de se entrelaçar, formando uma rede na qual as hemácias ficam retidas. Esse conjunto é o coágulo, uma espécie de tampão que veda o ferimento.

Curiosidade: O ramo que estuda o sangue e as suas doenças é a hematologia.