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Islândia | País da Europa

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Islândia

Islândia, país insular localizado no Oceano Atlântico Norte. Situada na fronteira geológica constantemente ativa entre a América do Norte e a Europa, a Islândia é uma terra de vívidos contrastes de clima, geografia e cultura. Geleiras cintilantes, como a Geleira Vatna (Vatnajökull), a maior da Europa, se estendem por suas belas cordilheiras; abundantes gêiseres quentes fornecem calor para muitas das casas e edifícios do país e permitem a agricultura de estufas durante todo o ano; e a corrente marítima do Golfo proporciona um clima surpreendentemente ameno para aquele que é um dos lugares habitados mais setentrionais do planeta.

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Transposição do São Francisco

Transposição do São Francisco

Transposição do São FranciscoO projeto de transposição de parte das águas do rio São Francisco para as regiões mais secas do sertão nordestino começa a ser discutido pelo governo federal em 2000. A ideia é construir um sistema de canais, barragens e estações de bombeamento que alimentará rios e açudes de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba com água do Velho Chico. A proposta é paralisada em 2001, devido a dificuldades políticas, à estiagem e à crise energética naquele ano, e retomada em 2003, rebatizada de Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional. O Relatório de Impacto Ambiental sobre a transposição, encomendado pelo Ministério da Integração Nacional, identificou 44 efeitos do projeto, sendo 33 negativos, como perda de áreas de vegetação, redução da biodiversidade aquática e terrestre, proliferação de piranhas, diminuição da geração de energia hidrelétrica e aumento da tensão social na região, em conseqüência da desapropriação de terras. O projeto sofre forte oposição tanto do governo de Alagoas, de Sergipe e da Bahia quanto de entidades ambientalistas. Outra crítica é quanto ao fato de se propor levar água para regiões distantes, quando, na própria bacia do São Francisco, a população enfrenta dificuldades de acesso à água, especialmente em seu trecho norte, que percorre o Polígono das Secas. Para os defensores da transposição, ela garantirá o consumo humano e o desenvolvimento econômico do semi-árido, reduzindo o êxodo rural. Afirmam ainda que o projeto contará com programas ambientais e sociais que minimizarão ou compensarão os problemas gerados, criando áreas de conservação e programas de reflorestamento e de apoio às comunidades locais. Outra discussão que se trava é como revitalizar o São Francisco, cuja vazão, qualidade da água e biodiversidade vêm diminuindo em virtude de barragens, obras de irrigação irregulares, falta de saneamento básico, contaminação por agrotóxicos, perda de matas ciliares e assoreamento do rio e seus afluentes.

Fonte: http://www-geografia.blogspot.com.br - www.megatimes.com.br

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Arquipélago de Anavilhanas

Arquipélago de Anavilhanas

O Arquipélago de Anavilhanas, formado por cerca de 400 ilhas e localizado a cerca de 40 quilômetros de Manaus (AM), é o mais novo Parque Nacional Brasileiro. A lei que o alça à categoria de parque foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de outubro de 2008. 
Anavilhanas é o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, situado no rio Negro, no município de Novo Airão, estado do Amazonas.

Suas centenas de ilhas de feitio alongado, cobertas pela floresta tropical amazônica, formam uma intrincada rede de canais, considerada como uma das mais belas paisagens fluviais do mundo.

Arquipélago de Anavilhanas
Arquipélago de Anavilhanas


O rio Negro neste trecho apresenta uma largura de aproximadamente 20 km e o arquipélago alcança um comprimento de aproximadamente 60 km. O local sedia uma importante estação ecológica administrada pelo estado. Com o aumento da infra-estrutura, Anavilhanas deverá receber no futuro, grandes investimentos turísticos

Anavilhanas tem floresta, rios e praias preservadas . De acordo com informações de pesquisadores do INPA ( Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), a água do rio Negro e seus afluentes inibe a procriação de mosquitos e pernilongos, tornando o ambiente especialmente agradável em comparação a outras regiões de floresta tropical.

Nos arredores já há diversos hotéis e pousadas situados em plena selva. 

Turismo Ecológico na Amazônia

Turismo Ecológico na Amazônia

A Floresta Amazônica, a maior floresta equatorial do planeta, ocupa uma área com mais de 6 milhões de km2 espalhados por nove países. Sua maior porção - cerca de 60% - fica no Brasil. Dividindo-a em duas grandes metades encontra-se o rio Amazonas, navegável por grandes embarcações por mais de 6.500 quilômetros, de Belém do Pará, na sua foz no Oceano Atlântico, até Iquitos, no Peru. Resultado da confluência de dois de seus maiores rios tributários, o Negro e o Solimões, rio Amazonas é a calha mestra deste reino das águas, onde uma imensa rede de rios, igarapés e lagos forma estradas naturais e abriga a maior reserva de água doce do planeta - cerca de 20% do total.
Entre os grandes rios - ou grandes estradas - encontram-se o Branco, o Jari, o Japurá, o Javari, o Juruá, o Purus, o Madeira, o Tapajós, o Tocantins, o Trombetas e o Xingu. Para o viajante que pretende visitar a Amazônia, a natureza, em virtude da forte ligação floresta-rio, oferece como espetáculo maior a sua flora exuberante.

Turismo Ecológico na Amazônia

Apesar da imensa diversidade animal, a fauna é de difícil observação pelas próprias características das florestas tropicais. Porém, a estimativa de possuir mais de 3 mil espécies de peixes faz da Amazônia um dos principais destinos brasileiros para a pesca esportiva e a observação de peixes ornamentais. Sob o aspecto cultural, o maior interesse recai sobre as comunidades tradicionais - ou povos da floresta: o seringueiro, o caboclo, o ribeirinho e as comunidades indígenas, estas, de visitação proibida. A melhor maneira de conhecer este planeta-água é através de cruzeiros fluviais ou na estadia em um dos diversos hotéis de selva, os chamados jungle lodges.
Com temperaturas normalmente acima de 20º C e devido às características de floresta úmida, a melhor época para visitar a Amazônia é o "verão" - de junho a outubro - quando a umidade do ar é menor.

Turismo Ecológico na Amazônia

Manaus - A Amazônia pode ser visitada a partir de Manaus, cidade situada na margem esquerda do rio Negro, próximo à confluência com o rio Solimões - os dois rios que formam no Amazonas um espetáculo natural de rara beleza, o "encontro das águas", no qual as águas escuras do Negro se juntam às de cor de barro do Solimões e correm lado a lado sem se misturarem, por quilômetros e quilômetros.
Belém - Outro importante acesso à Amazônia é Belém, a maior cidade na linha do Equador, situada em um dos braços do rio Amazonas, próximo de sua foz no Atlântico. A capital do estado do Pará também fica próxima à Ilha de Marajó, onde há muitas possibilidades de roteiros ecoturísticos pelos rios, canais naturais, igarapés e manguezais desta ilha de área equivalente à da Dinamarca e maior que o estado do Rio de Janeiro. Outras importantes cidades-acesso da Amazônia são Alta Floresta, Boa Vista, Macapá, Rio Branco e Santarém. Portal Amazônia 20.06.2005-GC 

Amazônia Brasileira

Amazônia Brasileira

A Amazônia fica ao norte da América do Sul e atinge parte do território de nove países, dentre estes: Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. A Amazônia brasileira abrange os Estados do Pará, Amazonas, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, compreendendo uma área de 5.033.072 Km2, o que corresponde a 61% do território brasileiro.
Só a Amazônia brasileira é sete vezes maior que a França e corresponde a 32 países da Europa Ocidental. A ilha de Marajó, que fica na embocadura do rio, é maior que alguns países como a Suíça, a Holanda ou a Bélgica.

Amazônia Brasileira

A Amazônia abriga mais de 200 espécies diferentes de árvores por hectare, 1.400 tipos de peixes, 1.300 pássaros e 300 de mamíferos, totalizando mais de 2 milhões de espécies, a Amazônia representa um terço de toda a área de florestas tropicais do mundo e é essencial para o clima e a diversidade biológica do planeta.

Com uma população estimada em cerca de 16, 5 milhões de pessoas das quais, 62% vivem na zona urbana e 38% na zona rural. Das doenças parasitárias da população, a malária é a principal endemia. Verificou-se em Porto Velho 90% do total; Boa Vista 82%; Macapá e Rio Branco 22%, Manaus 14%; Palmas 11%, Cuiabá 6% e Belém 0,2%;

A principal fonte de alimentação da população na região (interior) é o peixe. Segundo dados do INPA, existem cerca de 3.000 espécies de peixes na Amazônia, porém, estudos da pesca no Estado do Amazonas mostraram que apenas 36 espécies são exploradas. 90% da pesca é representado por 18 espécies, mas 61% é de 4 espécies: tambaqui (18%), Jaraqui (32%), Curimatã (11%) e pacus (5%);
Quanto aos Rios, existem basicamente três tipos: de água branca (Solimões, Amazonas, Madeira...); água preta (Negro, Urubu...); água clara (Tapajós, Trombetas...).

O clima amazônico é caracterizado por umidade elevada durante todo o ano. Valores de Umidade Relativa (U.R) de 90% e até mesmo 99% são frequentemente encontrados e, em certas regiões essas taxas de U.R elevadas estão associadas à temperatura de + 30º C a + 35º C, o que implica em uma quantidade considerável de água por metro cúbico de ar, típica de floresta equatorial. A temperatura média anual é de 28ºC. As temperaturas extremas oscilam entre 14º C e 42º C.
As chuvas são muito abundantes (entre 3500 e 6000 mm/ano) e, em certos períodos, a precipitação pluviométrica pode ser de tal ordem que o escoamento natural não é capaz de impedir o acúmulo de consideráveis volumes de água, provocando enchentes nos rios e inundando vastas regiões.

Lodo ou Sedimento de Terras Inundadas

Lodo ou Sedimento de Terras Inundadas

Lodo ou Sedimento de Terras Inundadas

Lodo é um termo vulgar para designar o sedimento próprio das terras inundadas, como o fundo dos mares, rios, lagos ou pântanos.

É uma mistura de substâncias que geralmente se caracteriza por apresentar minerais, colóides e partículas provenientes de matéria orgânica decomposta em suspensão no meio aquoso. Muitas vezes o lodo serve de suporte ao desenvolvimento de seres vivos, que se beneficiam da eventual existência de nutrientes no meio lodoso.


Recentemente descobriu-se que o lodo de esgoto pode ser utilizado na agricultura, trazendo diversos beneficios como o aumento da fertilidade e teor de matéria orgânica no solo, contribuindo para o aumento da produtividade. Além disso, esse material ainda contribui para o controle de uma séria praga presente em muitos tipos de solos, os nematóides.

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Rio Ancestral Formou o Grand Canyon a 70 Milhões de Anos

Rio Ancestral Formou o Grand Canyon nos Estados Unidos a 70 Milhões de Anos

Rio Ancestral Formou o Grand Canyon nos Estados Unidos a 70 Milhões de Anos

Cientistas da Universidade do Colorado, em Boulder, nos EUA, analisaram grãos de minérios do fundo do Grand Canyon para um estudo, publicado na quinta-feira (29 de novembro de 2012) na revista "Science". A pesquisa indica que boa parte do desfiladeiro foi formada há cerca de 70 milhões de anos, principalmente na porção oeste.

O estudo afirma ainda que o Grand Canyon foi provavelmente formado por um "rio ancestral", antecessor do atual Rio Colorado, que corria há milhões de anos em direção contrária às águas atuais, segundo a pesquisadora Rebecca Flowers, uma das autoras da pesquisa.

 A profundidade do desfiladeiro chega a ser de 1,5 km em alguns pontos, com cerca de 450 km de extensão no total. A análise aponta uma mudança no período aceito tradicionalmente como o de formação do Grand Canyon, no Arizona, e acrescenta mais 60 milhões de anos à "idade" do desfiladeiro, afirma o estudo.

Para chegar ao resultado, a equipe de cientistas usou um método que analisa o decaimento radioativo de átomos de tório e urânio para se tornarem átomos de hélio, fenômeno que ocorreu com um minério conhecido como apatita, encontrado no Grand Canyon.

 Pesquisa da 'Science' analisou grãos que mostraram idade de desfiladeiro. Grand Canyon chega a ter 1,5 km de profundidade em alguns pontos.

Os átomos de hélio ficaram presos nos grãos de minério conforme eles foram resfriados e se moveram em direção à superfície, durante a formação do Grand Canyon, segundo a cientista. Ao analisá-los, a "história" gravada nos grãos de apatita permitiu aos cientistas estimar quanto tempo se passou desde a formação do Grand Canyon, disse a pesquisadora.

"Nossa pesquisa implica que o Grand Canyon foi escavado de algumas centenas de metros até a sua profundidade atual há cerca de 70 milhões de anos", disse Flowers.

Controvérsia
Há muita controvérsia quanto à idade e à formação do Grand Canyon. Uma série de pesquisas sugere que o desfiladeiro tem uma história complexa, e que nem toda a estrutura pode ter se formado ao mesmo tempo.

Em estudo publicado anteriormente, em 2008, Flowers e seus colegas mostraram que a porção leste do Grand Canyon provavelmente se formou há 55 milhões de anos, apesar de o fundo do desfiladeiro, na época, não haver sofrido erosão - hoje a região está mais funda, o que exigiria novos estudos.

"Houve um ressurgimento de trabalhos científicos sobre o Grand Canyon nos últimos anos, porque agora nós temos técnicas novas que permitem datar rochas que antes não conseguíamos", disse a pesquisadora.

O Solo, Desertificação e Preservação Ambiental

O Solo, Desertificação e Preservação Ambiental

O Solo, Desertificação e Preservação Ambiental

O solo se forma como resultado da fragmentação e alteração química das rochas e do estabelecimento de microrganismos que colonizam os minerais. Esses microorganismos ao colonizarem os minerais eles liberam nutrientes que necessitam para crescer e possibilitar também o crescimento de pequenos vegetais. Quando morrem, os restos de todos esses organismos vão sendo decompostos e passam a formar o húmus. 

Ao longo do tempo, por ação da água que se infiltra no terreno, ocorre o transporte de muitos dos sais minerais. Pouco a pouco, começa a se formar o solo, organizado em camadas (como uma torta de mil folhas), cada uma com aspecto e composição diferentes

O solo e a Preservação Ambiental
Quando o homem deixou de ser nômade, sentiu necessidade de prover sua subsistência e da família. Ao retirar a manta vegetal que cobria o terreno para, em seu lugar, realizar uma exploração, o homem expõe o solo à ação direta da água da chuva e/ou vento que, pela ação erosiva provoca o seu desgaste, portanto, a perda de nutrientes indispensáveis às culturas.

As Causas da Poluição do Solo
Na agricultura os inseticidas usados no combate às pragas prejudicam o solo, a vegetação e os animais. O DDT é o mais comum desses inseticidas. As técnicas atrasadas utilizadas na agricultura como a queima da vegetação para depois começar o plantio. O terreno fica exposto ao sol e ao vento ocasionando a perda de nutrientes e a erosão do solo. O lixo também tem o seu papel importante na degradação do solo. Devido a sua grande quantidade e composição ele contamina o terreno chegando até a contaminar os lençóis de água subterrâneos.

.A mineração com as suas escavações em busca de metais, pedras preciosas e minerais continua devastando e tornando improdutível o nosso precioso solo. A imprudência, o consumismo, o desperdício e a ganância humana tratam de prosseguir essa deterioração.

Algumas medidas para solucionar os problemas da Poluição do Solo

• A elaboração de Leis mais práticas e rigorosas que defendam as florestas, as matas e todo o tipo de patrimônio ambiental. Com penalizações severas para as pessoas que continuarem devastando e poluindo o nosso ambiente;
• Elaboração de substitutos para os inseticidas;
• Campanhas educativas que alertem o perigo do uso dos agrotóxicos sem a indicação técnica de um agrônomo especializado;
• Reforma Agrária;
• Divulgação e uso de técnicas avançadas na agricultura como o controle biológico de pragas (técnica que utiliza outros animais que se alimentam daquele que é o agente da praga, sem prejudicar os vegetais e o solo);
• Investimento e melhoria nos projetos de irrigação;
• Financiamentos para agricultura e para o homem do campo, dando-lhe condições para viver e se sustentar no campo;
• Investimentos nos projetos de transposição das águas;
• Participação da população nas campanhas de reflorestamento;
• Saneamento básico para todos;
• Instalação de estações de tratamento e reciclagem de lixo;
• Incentivo para as empresas privadas investirem na coleta do lixo reciclável;

Importantes Atitudes para Praticar a Preservação Ambiental
  • Implantar programas de Educação Ambiental desde o ensino infantil até a pós-graduação com o constante envolvimento da família e da comunidade escolar.
  • Escassez da água potável: Consumo responsável; fazer a limpeza urbana com a água da chuva; usar a água da máquina de lavar para limpar quintais e calçadas; substituir as antigas descargas dos vasos sanitários por equipamentos modernos e econômicos.
  • Aposentar a mangueira para lavar o carro – usar o balde.
  • Lixo: Reciclar, reduzir, re-utilizar; consumo responsável, diante de um objeto que está à venda perguntar: - Eu preciso dele agora? Optar pela comprar de produtos com embalagens de baixo impacto ambiental, como as embalagens de papelão.
  • Desertificação e Erosão: Evitar a monocultura e promover o desenvolvimento sustentável através da parceria da comunidade com a universidade. Replantar.
  •  Não desmatar
  • Aquecimento Global: Utilizar energias limpas, diminuir o consumo de carne; reciclar, reduzir e reaproveitar o lixo; captar e usar o gás metano dos aterros sanitários como fonte de energia.
  • Poluição Sonora: Usar tecnologias de isolamento acústico; protetores auriculares nos centros urbanos; fiscalização e multas rigorosas; apreensão da fonte poluidora; interdição do local que infringiu as leis ambientais e provocou a perturbação do sossego público.
  • Tráfico de Animais Silvestres: Não comprar animais silvestres; denunciar anonimamente os traficantes; fiscalização rigorosa em aeroportos, rodoviárias e portos. Penas severas para quem vende e compra. Mudar o paradigma de que os animais existem para servir ao homem.
  • Poluição do Ar: Instalar filtros em todos os elos da cadeia produtiva industrial que pode gerar resíduos para atmosfera; plantar árvores para seqüestrar o carbono; não desmatar e evitar as queimadas; usar o metrô, bicicleta e andar mais a pé.
  • Poluição do Solo: Evitar que os resíduos dos agrotóxicos, os subprodutos do plantio da cana-de-açúcar e dos curtumes se depositem no solo; tratamento do lixo, reciclagem; extinção de aterros sanitários; parceria dos agricultores com as universidades para implantar modernas técnicas de plantio com impacto ambiental controlado.
  •  Poluição das Águas: Tratamento e captação dos resíduos industriais em toda a cadeia produtiva; ampliar a rede de esgotos; não jogar lixo orgânico (restos de comidas e óleo doméstico) na rede de esgotos; reciclagem do óleo doméstico; reaproveitar as sobras de alimentos.
  • Poluição Visual: Leis rígidas contra o abuso da propaganda; considerar a pixação como um crime contra os patrimônios público e privado, fiscalização constante.
  • Ação Política: Votar em governantes compromissados com a preservação do meio ambiente. Se forem eleitos, cobrar constantemente as promessas realizadas em campanha. Denunciar nas mídias impressas, internet; TV e Rádio os abusos e descasos com a preservação ambiental

O solo e suas relações com a água, as plantas e o homem
A vida dos homens e dos animais está condicionada aos elementos indispensáveis a subsistência destes. O meio ambiente em que vivem deve ter ar puro, para atender a uma das funções orgânicas básicas - a respiração; água potável, para satisfazer às necessidades hídricas, e alimentos com boa qualidade e em quantidades suficientes.

A fonte fornecedora desse combustível, que faz a máquina-homem ou animal viver, caminhar e exercer outras atividades é o solo. É desse elemento que o homem retira direta ou indiretamente o seu alimento. O solo deve ser fértil, para atender às demandas da população, em quantidade e qualidade. Se o solo for deficiente em um elemento químico, as plantas nele cultivadas serão carentes nessa qualidade.

Dicas de como manter as águas mais limpas
 Gases, compressas e plásticos
Não se deve jogar no vaso sanitário: gases, compressas, papéis, plásticos ou absorventes. É recomendável que todos esses resíduos sejam dispostos diretamente na lixeira.

Medicamentos
Os remédios contêm compostos que se forem liberados na água de forma descontrolada podem reagir de forma imprevista e acabar afetando a saúde. Ter cuidado com a eliminação adequada de medicamentos com prazo de validade vencido. 

 Óleo
Óleos são insolúveis em água e nunca devem ser derramados nas canalizações de água. Por idêntico motivo não se deve jogar restos de tintas. Estas podem conter metais pesados, como cádmio ou titânio que são altamente contaminantes. 

Detergentes
É importante limitar o uso de detergentes e preferir os que tenham baixos índices de fosfatos, pois este componente facilita a proliferação de algas.

Produtos de limpeza
A escolha dos produtos de limpeza deve recair naqueles que não sejam agressivos e possam danificar as canalizações. A preferência deve ser sempre pelos biodegradáveis.

Cigarros
Nunca se deve jogar pontas de cigarro no vaso pois contêm nicotina e alcatrão e ambas as substâncias se dissolvem com facilidade na água. Mesmo em baixas concentrações, são contaminantes das águas. 

Seu Lixo
Muitas vezes, talos, folhas, sementes e cascas têm grande valor nutritivo e possibilitam uma boa variação no seu cardápio; doe livros, roupas, brinquedos e outros bens usados que para você não têm mais serventia, mas que podem ser úteis a outras pessoas; procure comprar produtos reciclados - cadernos, blocos de anotação, envelopes, utilidades de alumínio, ferro, plástico ou vidro; - escolha produtos que utilizem pouca embalagem ou que tenham embalagens reutilizáveis ou recicláveis - potes de sorvete, vidros de maionese, etc; - não jogue lâmpadas, pilhas, baterias de celular, restos de tinta ou produtos químicos no lixo. 

Desertificação



Esse fenômeno não se refere à expansão de desertos já existentes, mas à criação de outras áreas áridas. Ele é responsável pela perda de produtividade dos solos, ameaça mais de 110 países e afeta diretamente a vida de mais de 250 milhões de pessoas. Outro bilhão vive em região de risco. O surgimento das áreas desertificadas pode ter causas naturais, como a ocorrência de períodos prolongados de seca. A principal, no entanto, é a associação entre variações climáticas e a atividade humana, como desmatamento e agricultura intensiva. Dessa maneira, o solo fica suscetível à erosão, provocada pelo arrastamento das partículas de terra, pela ação de chuvas ou ventos fortes. Como conseqüência, há perda da camada superficial do solo, rica em nutrientes e sementes, causando importantes impactos sociais e econômicos em todo o mundo. Cerca de 40% das terras usadas para a agricultura estão degradadas, segundo dados do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares. A África é a região mais afetada. Na China, o fenômeno atinge área superior a 27% do território. Outras regiões em que ocorre são o oeste da América do Sul, o nordeste do Brasil, o Oriente Médio, a Austrália e o sudoeste dos EUA.

Formas de combate
Em 1994 é criada a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), destinada a estabelecer políticas mundiais para combater o problema. Ao completar dez anos, em 2004, a convenção conta com a adesão de 191 países e mostra progressos em suas metas. Na África, 29 nações colocam em prática programas de plantação de árvores e reabilitação de terras degradadas. Ampliar as ações de combate está entre os objetivos da terceira reunião do Comitê de Revisão da Implementação da Convenção, prevista para ser realizada em Bonn, na Alemanha, entre 27 de abril e 6 de maio de 2005.

Nobel da Paz vai para o combate à desertificação
A luta contra a desertificação e a promoção do desenvolvimento sustentável valem à queniana Wangari Maathai o Prêmio Nobel da Paz de 2004. O prêmio tem caráter pioneiro por duas razões: além de condecorar pela primeira vez uma mulher africana, ele reconhece de maneira inédita as ações pela defesa do meio ambiente como um caminho para a promoção da paz. Maathai lidera o Movimento Cinturão Verde, no Quênia, que plantou mais de 10 milhões de árvores para proteger os solos contra a erosão e garantir a qualidade da água e o suprimento sustentável de energia para a população rural. Na África, onde é comum o uso doméstico e industrial de lenha e carvão, em cada 100 árvores derrubadas, somente seis são replantadas para recompor a vegetação e evitar danos ambientais. Além de reflorestamento, o trabalho de Maathai inclui programas de educação ambiental com mulheres e meninas de vilarejos em todo o Quênia. Os esforços em prevenir a desertificação vão além da proteção ambiental. A decisão inédita do Nobel da Paz tem como base um postulado bem atual: a saúde do meio ambiente é condição essencial para a paz e para a estabilidade social.

Chuva Ácida



Um dos grandes problemas ambientais do mundo contemporâneo é a chuva, neve ou neblina com alta concentração de ácidos em sua composição. Com denominação genérica de chuva ácida, sua origem são os óxidos de nitrogênio (NOx) e o dióxido de enxofre (SO2), liberados na atmosfera durante a queima de combustíveis fósseis (principalmente o carvão mineral). Esses compostos reagem com o vapor de água presente na atmosfera, formando o ácido nítrico (HNO3) e o ácido sulfúrico (H2SO4), que depois se precipitam e alteram as características do solo e da água, o que compromete lavouras, florestas e a vida aquática. Também danificam edifícios e monumentos históricos. Até os anos 1990, os EUA eram os principais responsáveis pelo fenômeno, quando são superados pelos países da Ásia. Altamente dependentes de carvão, essas nações lançam na atmosfera cerca de 34 milhões de toneladas de SO2 ao ano. E os números devem triplicar até 2010, especialmente por causa da acelerada industrialização da China, da Índia, da Coréia do Sul e da Tailândia.

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