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Arquipélago de Anavilhanas

Arquipélago de Anavilhanas

O Arquipélago de Anavilhanas, formado por cerca de 400 ilhas e localizado a cerca de 40 quilômetros de Manaus (AM), é o mais novo Parque Nacional Brasileiro. A lei que o alça à categoria de parque foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de outubro de 2008. 
Anavilhanas é o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, situado no rio Negro, no município de Novo Airão, estado do Amazonas.

Suas centenas de ilhas de feitio alongado, cobertas pela floresta tropical amazônica, formam uma intrincada rede de canais, considerada como uma das mais belas paisagens fluviais do mundo.

Arquipélago de Anavilhanas
Arquipélago de Anavilhanas


O rio Negro neste trecho apresenta uma largura de aproximadamente 20 km e o arquipélago alcança um comprimento de aproximadamente 60 km. O local sedia uma importante estação ecológica administrada pelo estado. Com o aumento da infra-estrutura, Anavilhanas deverá receber no futuro, grandes investimentos turísticos

Anavilhanas tem floresta, rios e praias preservadas . De acordo com informações de pesquisadores do INPA ( Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), a água do rio Negro e seus afluentes inibe a procriação de mosquitos e pernilongos, tornando o ambiente especialmente agradável em comparação a outras regiões de floresta tropical.

Nos arredores já há diversos hotéis e pousadas situados em plena selva. 

Turismo Ecológico na Amazônia

Turismo Ecológico na Amazônia

A Floresta Amazônica, a maior floresta equatorial do planeta, ocupa uma área com mais de 6 milhões de km2 espalhados por nove países. Sua maior porção - cerca de 60% - fica no Brasil. Dividindo-a em duas grandes metades encontra-se o rio Amazonas, navegável por grandes embarcações por mais de 6.500 quilômetros, de Belém do Pará, na sua foz no Oceano Atlântico, até Iquitos, no Peru. Resultado da confluência de dois de seus maiores rios tributários, o Negro e o Solimões, rio Amazonas é a calha mestra deste reino das águas, onde uma imensa rede de rios, igarapés e lagos forma estradas naturais e abriga a maior reserva de água doce do planeta - cerca de 20% do total.
Entre os grandes rios - ou grandes estradas - encontram-se o Branco, o Jari, o Japurá, o Javari, o Juruá, o Purus, o Madeira, o Tapajós, o Tocantins, o Trombetas e o Xingu. Para o viajante que pretende visitar a Amazônia, a natureza, em virtude da forte ligação floresta-rio, oferece como espetáculo maior a sua flora exuberante.

Turismo Ecológico na Amazônia

Apesar da imensa diversidade animal, a fauna é de difícil observação pelas próprias características das florestas tropicais. Porém, a estimativa de possuir mais de 3 mil espécies de peixes faz da Amazônia um dos principais destinos brasileiros para a pesca esportiva e a observação de peixes ornamentais. Sob o aspecto cultural, o maior interesse recai sobre as comunidades tradicionais - ou povos da floresta: o seringueiro, o caboclo, o ribeirinho e as comunidades indígenas, estas, de visitação proibida. A melhor maneira de conhecer este planeta-água é através de cruzeiros fluviais ou na estadia em um dos diversos hotéis de selva, os chamados jungle lodges.
Com temperaturas normalmente acima de 20º C e devido às características de floresta úmida, a melhor época para visitar a Amazônia é o "verão" - de junho a outubro - quando a umidade do ar é menor.

Turismo Ecológico na Amazônia

Manaus - A Amazônia pode ser visitada a partir de Manaus, cidade situada na margem esquerda do rio Negro, próximo à confluência com o rio Solimões - os dois rios que formam no Amazonas um espetáculo natural de rara beleza, o "encontro das águas", no qual as águas escuras do Negro se juntam às de cor de barro do Solimões e correm lado a lado sem se misturarem, por quilômetros e quilômetros.
Belém - Outro importante acesso à Amazônia é Belém, a maior cidade na linha do Equador, situada em um dos braços do rio Amazonas, próximo de sua foz no Atlântico. A capital do estado do Pará também fica próxima à Ilha de Marajó, onde há muitas possibilidades de roteiros ecoturísticos pelos rios, canais naturais, igarapés e manguezais desta ilha de área equivalente à da Dinamarca e maior que o estado do Rio de Janeiro. Outras importantes cidades-acesso da Amazônia são Alta Floresta, Boa Vista, Macapá, Rio Branco e Santarém. Portal Amazônia 20.06.2005-GC 

Amazônia Brasileira

Amazônia Brasileira

A Amazônia fica ao norte da América do Sul e atinge parte do território de nove países, dentre estes: Brasil, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. A Amazônia brasileira abrange os Estados do Pará, Amazonas, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima, compreendendo uma área de 5.033.072 Km2, o que corresponde a 61% do território brasileiro.
Só a Amazônia brasileira é sete vezes maior que a França e corresponde a 32 países da Europa Ocidental. A ilha de Marajó, que fica na embocadura do rio, é maior que alguns países como a Suíça, a Holanda ou a Bélgica.

Amazônia Brasileira

A Amazônia abriga mais de 200 espécies diferentes de árvores por hectare, 1.400 tipos de peixes, 1.300 pássaros e 300 de mamíferos, totalizando mais de 2 milhões de espécies, a Amazônia representa um terço de toda a área de florestas tropicais do mundo e é essencial para o clima e a diversidade biológica do planeta.

Com uma população estimada em cerca de 16, 5 milhões de pessoas das quais, 62% vivem na zona urbana e 38% na zona rural. Das doenças parasitárias da população, a malária é a principal endemia. Verificou-se em Porto Velho 90% do total; Boa Vista 82%; Macapá e Rio Branco 22%, Manaus 14%; Palmas 11%, Cuiabá 6% e Belém 0,2%;

A principal fonte de alimentação da população na região (interior) é o peixe. Segundo dados do INPA, existem cerca de 3.000 espécies de peixes na Amazônia, porém, estudos da pesca no Estado do Amazonas mostraram que apenas 36 espécies são exploradas. 90% da pesca é representado por 18 espécies, mas 61% é de 4 espécies: tambaqui (18%), Jaraqui (32%), Curimatã (11%) e pacus (5%);
Quanto aos Rios, existem basicamente três tipos: de água branca (Solimões, Amazonas, Madeira...); água preta (Negro, Urubu...); água clara (Tapajós, Trombetas...).

O clima amazônico é caracterizado por umidade elevada durante todo o ano. Valores de Umidade Relativa (U.R) de 90% e até mesmo 99% são frequentemente encontrados e, em certas regiões essas taxas de U.R elevadas estão associadas à temperatura de + 30º C a + 35º C, o que implica em uma quantidade considerável de água por metro cúbico de ar, típica de floresta equatorial. A temperatura média anual é de 28ºC. As temperaturas extremas oscilam entre 14º C e 42º C.
As chuvas são muito abundantes (entre 3500 e 6000 mm/ano) e, em certos períodos, a precipitação pluviométrica pode ser de tal ordem que o escoamento natural não é capaz de impedir o acúmulo de consideráveis volumes de água, provocando enchentes nos rios e inundando vastas regiões.

Lodo ou Sedimento de Terras Inundadas

Lodo ou Sedimento de Terras Inundadas

Lodo ou Sedimento de Terras Inundadas

Lodo é um termo vulgar para designar o sedimento próprio das terras inundadas, como o fundo dos mares, rios, lagos ou pântanos.

É uma mistura de substâncias que geralmente se caracteriza por apresentar minerais, colóides e partículas provenientes de matéria orgânica decomposta em suspensão no meio aquoso. Muitas vezes o lodo serve de suporte ao desenvolvimento de seres vivos, que se beneficiam da eventual existência de nutrientes no meio lodoso.


Recentemente descobriu-se que o lodo de esgoto pode ser utilizado na agricultura, trazendo diversos beneficios como o aumento da fertilidade e teor de matéria orgânica no solo, contribuindo para o aumento da produtividade. Além disso, esse material ainda contribui para o controle de uma séria praga presente em muitos tipos de solos, os nematóides.

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Rio Ancestral Formou o Grand Canyon a 70 Milhões de Anos

Rio Ancestral Formou o Grand Canyon nos Estados Unidos a 70 Milhões de Anos

Rio Ancestral Formou o Grand Canyon nos Estados Unidos a 70 Milhões de Anos

Cientistas da Universidade do Colorado, em Boulder, nos EUA, analisaram grãos de minérios do fundo do Grand Canyon para um estudo, publicado na quinta-feira (29 de novembro de 2012) na revista "Science". A pesquisa indica que boa parte do desfiladeiro foi formada há cerca de 70 milhões de anos, principalmente na porção oeste.

O estudo afirma ainda que o Grand Canyon foi provavelmente formado por um "rio ancestral", antecessor do atual Rio Colorado, que corria há milhões de anos em direção contrária às águas atuais, segundo a pesquisadora Rebecca Flowers, uma das autoras da pesquisa.

 A profundidade do desfiladeiro chega a ser de 1,5 km em alguns pontos, com cerca de 450 km de extensão no total. A análise aponta uma mudança no período aceito tradicionalmente como o de formação do Grand Canyon, no Arizona, e acrescenta mais 60 milhões de anos à "idade" do desfiladeiro, afirma o estudo.

Para chegar ao resultado, a equipe de cientistas usou um método que analisa o decaimento radioativo de átomos de tório e urânio para se tornarem átomos de hélio, fenômeno que ocorreu com um minério conhecido como apatita, encontrado no Grand Canyon.

 Pesquisa da 'Science' analisou grãos que mostraram idade de desfiladeiro. Grand Canyon chega a ter 1,5 km de profundidade em alguns pontos.

Os átomos de hélio ficaram presos nos grãos de minério conforme eles foram resfriados e se moveram em direção à superfície, durante a formação do Grand Canyon, segundo a cientista. Ao analisá-los, a "história" gravada nos grãos de apatita permitiu aos cientistas estimar quanto tempo se passou desde a formação do Grand Canyon, disse a pesquisadora.

"Nossa pesquisa implica que o Grand Canyon foi escavado de algumas centenas de metros até a sua profundidade atual há cerca de 70 milhões de anos", disse Flowers.

Controvérsia
Há muita controvérsia quanto à idade e à formação do Grand Canyon. Uma série de pesquisas sugere que o desfiladeiro tem uma história complexa, e que nem toda a estrutura pode ter se formado ao mesmo tempo.

Em estudo publicado anteriormente, em 2008, Flowers e seus colegas mostraram que a porção leste do Grand Canyon provavelmente se formou há 55 milhões de anos, apesar de o fundo do desfiladeiro, na época, não haver sofrido erosão - hoje a região está mais funda, o que exigiria novos estudos.

"Houve um ressurgimento de trabalhos científicos sobre o Grand Canyon nos últimos anos, porque agora nós temos técnicas novas que permitem datar rochas que antes não conseguíamos", disse a pesquisadora.