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Coelho Silvestre ou Tapiti (Sylvilagus brasiliensis)

Coelho Silvestre ou Tapiti (Sylvilagus brasiliensis)

Coelho Silvestre ou Tapiti (Sylvilagus brasiliensis)Características: roedor que atinge 35 cm de comprimento. Pelagem de cor amarelo-pardo, levemente chamuscado de pelos pretos e esbranquiçada na barriga.

Habitat: campos sujos (capoeiras), beiras de matas e roças abandonadas.

Ocorrência: em todo o Brasil.

Hábitos: passa o dia escondido nas touceiras, saindo à noitinha à procura de alimentos. Constrói ninho sobre o solo, composto de material arbustivo seco.

Alimentação: herbívoro.

Reprodução: reproduzem-se o ano todo.

Ameaças: destruição do habitat.

Coelho Silvestre ou Tapiti (Sylvilagus brasiliensis)

Fonte: www.megatimes.com.br

Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)

Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)

Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)Características: O Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla), também conhecido como Mambira, mede, corpo e cabeça, de 0,47 a 0,77 m. A cauda pode ter de 0,40 a 0,67 m e é preênsil. Pesa em média 5 Kg.

Habitat: campos e florestas.

Ocorrência: América Central e América do Sul.

Hábitos: hábitos são noturnos e solitários. Seu olfato é muito bom e o orienta para descobrir o esconderijo dos insetos. Para capturar os insetos usa uma língua comprida cheia de saliva que cola nos insetos e então é só puxá-los para a boca. Uma parte do seu estômago, parecido com a moela das galinhas, tritura os alimentos. Quando irritados, ficam de pé e defendem-se com as unhas das patas anteriores.

Alimentação: Insetívoro (cupins e formigas).

Reprodução: gestação de 130 a 150 dias, gerando 1 cria. O filhote acompanha a mãe até a próxima gestação. Só forma casais na época da reprodução. A fêmea carrega nas costas.

Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)
Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)
Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)
Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)
Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)
Tamanduá-Mirim (Tamandua tetradactyla)

Fonte: www.megatimes.com.br

Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

Características: é o maior representante das espécies de tamanduás. Chegando a medir 1,30m (fora a cauda) e pesar aproximadamente uns 25kg, precisa comer muitos milhares de insetos por dia para sustentar seu corpo. Com uma boca tão pequena, que mal chega a 2 cm de diâmetro, e totalmente desprovida de dentes, o tamanduá não pode comer muita coisa alem de insetos. Sua pelagem é grossa, dura e mais longa na cauda, cinza com uma diagonal preta bordejada de branco, estendendo-se até o peito, sobre os ombros em direção às costas. A enorme cauda é um tufo de pelos. Tem as patas providas de longas garras e sua língua mede de 30 a 40 cm, que serve para capturar seu alimento. Seu olfato, 40 vezes mais eficiente que o do homem, compensa sua visão deficiente.

Habitat: campos e florestas.

Ocorrência: América Central e América do Sul.

Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)Hábitos: hábito solitário. Raramente é visto aos pares, exceto durante amamentação ou o acasalamento. São animais não-territoriais mas costumam vagar por uma área de aproximadamente de 9.000ha. São ativos durante o dia e à noite, dependendo da temperatura do ambiente, das chuvas e da proximidade com núcleos urbanos. Nadam bem e apesar desta espécie de tamanduá não ser tipicamente escaladora de árvores, escalam muito bem quando em fuga ou em situações de perigo.Suas garras grandes e fortes servem para remover a dura terra dos cupinzeiros e rasgar troncos de árvores onde contenham formigueiros. Também servem para defesa, o tamanduá dá um abraço forte onde finca as unhas no agressor, daí a expressão abraço de tamanduá. Com sua língua comprida e pegajosa, ele captura centenas de formigas e cupins. Dorme enrolado, e é ativo de dia ou de noite. Em caso de enchente ele sabe nadar. Sua marcha é vagarosa, dificultada pelas garras que são voltadas para dentro, evitando o desgaste das unhas no contato com o solo. Um tamanduá-bandeira chega a devorar mais de 30.000 insetos por dia. Os cupins removem o subsolo e o utilizam para a construção de sua casa. Durante este processo, nas paredes dos termiteiros são fixados nutrientes não encontrados na superfície; além disto, a atividade dos cupins no interior de seu ninho incorpora muita matéria orgânica. Quando o termiteiro é destruído pelo tamanduá, os nutrientes e matéria orgânica são espalhados pela superfícies e aproveitados por microrganismos e plantas, renovando a biomassa do Cerrado.

Alimentação: insetívoro. De vez em quando assalta algum ninho e quebra os ovos para lamber-lhes o conteúdo. Mas o alimento básico são mesmo cupins e formigas.

Reprodução: gestação de 190 dias, gerando 1 cria com cerca de 1,3kg. A mãe carrega seu filhote nas costas até um pouco depois do desmame (de 6 a 9 meses). Ela o acompanha até a próxima gestação, quando então o filhote passará a viver sozinho.

Predadores naturais: onça e suçuarana.

Ameaças: sua extinção deve-se à destruição de seu habitat, à caça e queimadas.

Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Tamanduá-Bandeira (Myrmecophaga tridactyla)

Fonte: www.megatimes.com.br

Sagui de Tufos Pretos (Callithrix penicillata)

Sagui de Tufos Pretos (Callithrix penicillata)

Características: dentes incisivos inferiores adaptados para roer troncos de árvores gumíferas. Possuem unhas em forma de garra. Possuem uma mancha em forma de estrela na testa e tufos pretos na orelha.

Habitat: cerrado e caatinga.

Ocorrência: Goiás, Tocantins, Minas Gerais e Maranhão. Leste dos rios Araguaia e Grajaú, Leste dos rios Paraíba e S. Francisco e Norte do rio Tietê (SP).

Hábitos: formam grupos de 7 a 15 indivíduos.

Alimentação: insetos, goma de árvores e frutas.

Reprodução: gestação dura em torno de 140 a 150 dias. Geralmente nascem 2 filhotes e o macho ajuda a criá-los, carregando-os na costa.

Ameaças: estão ameaçados pela caça para tráfico de animais e destruição do habitat.

Sagui de Tufos Pretos (Callithrix penicillata)
Sagui de Tufos Pretos (Callithrix penicillata)


Fonte: www.megatimes.com.br

Golfinho-Pintado-do-Atlântico (Stenella frontalis)


Golfinho-Pintado-do-Atlântico (Stenella frontalis)

Golfinho-Pintado-do-Atlântico (Stenella frontalis)
Família - Delphinidae.

Distribuição - águas tropicais, subtropicais e temperadas quentes do Oceano Atlântico, tanto em águas costeiras quanto em oceânicas. No Brasil, até o momento, existem registros no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. Nas Bahamas, existe uma famosa área de concentração de golfinhos-pintados-do-atlântico.

Golfinho-Pintado-do-Atlântico (Stenella frontalis)
Peso, medidas e características - adultos medem entre 1,6 m e 2,2 m. As fêmeas pesam entre 39 e 127 Kg e os machos entre 50 e 143 Kg. O corpo é alongado e esguio. Dorso escuro e ventre claro. Os adultos apresentam pintas claras no dorso e escuras na barriga. O grau de pintas nos adultos é extremamente variável, tanto individualmente quanto geograficamente. Filhotes nascem cinza-claro e as pintas vão aparecendo com a idade geralmente da barriga para o dorso. A ponta do relativamente longo e fino bico é branca. O manto dorsal cinza-escuro possui uma mancha clara pontiaguda rompendo seu desenho arredondado logo abaixo da nadadeira dorsal. A nadadeira dorsal é alta e falcada. As nadadeiras peitorais são pontudas e proporcionais ao tamanho do corpo. A região ao redor dos olhos normalmente é escura. Possuem de 60 a 80 dentes cônicos. A forma costeira é maior, mais robusta e mais pintada do que a oceânica. No Brasil, provavelmente existem as duas formas mas ainda torna-se necessária uma confirmação.

Como nascem e quanto vivem - a maturidade sexual é alcançada a partir de 1,8 m. Machos e fêmeas alcançam a maturidade sexual entre 6 e 11 anos e 4 a 8 anos de idade, respectivamente. A gestação dura cerca de um ano. Filhotes nascem medindo entre 0,8 m e 1,2 m. a amamentação dura cerca de um ano e o intervalo entre as crias é de 3 anos. Podem viver, pelo menos, até 50 anos de idade.

Comportamento e hábitos - podem formar grupos de vários tamanhos segregados em subgrupos por sexo e classe de idade. Em áreas costeiras podem formar grupos de até 80 indivíduos, embora sejam mais comuns grupos contendo entre 5 e 15 animais. Em alto mar esses grupos podem chegar a centenas. Sua estrutura social é complexa. Já foi observado entre os golfinhos-pintados-do-atlântico o comportamento de ajuda a animais doentes ou feridos da mesma espécie. Podem formar grupos mistos com outros cetáceos. Curiosos, nadam na proa de embarcações. São golfinhos muito ativos, nadam com rapidez e saltam com freqüência. Suas vocalizações incluem vários tipos de estalos e assobios.

Stenella frontalis
Stenella frontalis


Alimentação - principalmente lulas e peixes.

Identificação Individual - é feita através de marcas e cicatrizes no bordo posterior da nadadeira dorsal.

Cativeiro - geralmente não se adaptam bem ao cativeiro tendo problemas de estresse e recusam alimentos. Já foram mantidos em oceanários da Flórida para shows por períodos superiores a dez anos mas, geralmente, sobrevivem no cativeiro por poucos meses ou semanas.

Inimigos Naturais - os grandes tubarões (Família Carcharhinidae) e as orcas (Orcinus orca).

Ameaças - o golfinho-pintado-do-atlântico é capturado em pequena escala para subsistência em São Vicente (Antilhas Pequenas), nos Açores e possivelmente em Santa Lúcia e Dominica. A espécie é capturada acidentalmente em redes de espera em toda a sua área de ocorrência principalmente em áreas costeiras. Nessas áreas, também sofrem com a poluição, a degradação ambiental e em certos locais como a Baía da Ilha Grande, Rio de Janeiro, com o intenso tráfego de embarcações que os molestam. No Brasil, foram registradas capturas acidentais em Santa Catarina, São Paulo e no Rio de Janeiro. Também existem registros de capturas em redes de deriva oceânicas (drift-nets) no sul e sudeste. Na Venezuela, a carne dos golfinhos capturados é utilizada para o consumo e sua gordura serve de isca para a pesca de espinhel. A frota atuneira de várias nações que atua na costa oeste da África também os capturam acidentalmente.

Status - encontra-se citado na categoria Dados Deficientes (IUCN, 1996).

Golfinho-Fliper (Tursiops truncatus)


Golfinho-Fliper (Tursiops truncatus)
Golfinho-Fliper (Tursiops truncatus)

Família - Delphinidae.

Distribuição - águas tropicais, subtropicais e temperadas de todos os oceanos. Pode ser encontrado tanto em águas costeiras como em oceânicas bem como em "mares fechados" como o Mar Negro, Mar Vermelho e Mediterrâneo. Também pode ocorrer em estuários, lagoas e canais, e ocasionalmente penetra em rios. No Brasil, ocorre desde o rio grande do Sul até a costa nordeste. Populações oceânicas podem realizar migrações sazonais enquanto as costeiras geralmente, são oceânicas.

Golfinho-Fliper (Tursiops truncatus)
Peso, medidas e características - o golfinho-flíper varia muito em tamanho, forma e cor de um indivíduo para o outro e de acordo com a região geográfica em que vive. No entanto, existem duas variedades principais : uma forma costeira e de menor tamanho e uma forma oceânica mais robusta e de maior tamanho. Os machos e fêmeas tem o comprimento máximo de 3,8 e 3,6m, respectivamente. O peso máximo já registrado é de 640 Kg. Corpo robusto. A coloração varia bastante entre as diferentes populações. O dorso em geral varia entre cinza-claro e cinza-escuro, e vai clareando nas laterais em direção à barriga, que é clara (branca ou rosada). Pode apresentar manto dorsal definido por coloração mais escura, e algumas vezes o manto é interrompido, abaixo da nadadeira dorsal, por uma entrada mais clara. É comum haver pintas e manchas pelo corpo. A região ao redor dos olhos é mais escura. Os adultos costumam ser muito arranhados. A nadadeira dorsal é alta e falcada, com base larga. As nadadeiras peitorais são pontudas e de tamanho moderado. O bico é curto, largo e bem separado da cabeça. Apresenta de 40 a 56 pares de dentes grossos e pouco afiados.

Como nascem e quanto vivem - a maturidade sexual é atingida com pelo menos 2,3 m: fêmeas entre cinco e 12 anos, e machos entre nove e 13 anos. A gestação dura cerca de um ano. Os filhotes nascem medindo entre 0,8 e 1,2 m e pesando cerca de 10 Kg. A amamentação dura aproximadamente um ano, mas o filhote pode começar a ingerir alimentos sólidos antes dos seis meses. Existem fortes vínculos emocionais e sociais entre os golfinhos-flíper, especialmente entre mães e filhotes. O intervalo médio entre as crias é de dois anos. Pode viver pelo menos, 35 anos.

Comportamento e hábitos - grupos dos mais variados tamanhos, desde pares até centenas de indivíduos. Raras vezes são vistos animais solitários embora existam registros de golfinhos-flíper solitários (geralmente machos) e sociáveis em várias partes do mundo que permanecem na mesma área por períodos de meses até anos interagindo com humanos. No Brasil, ocorreu um caso destes em agosto de 1994 em Caraguatatuba, São Paulo. O golfinho-flíper, com cerca de 2,5 m, recebeu o nome de "Tião". Infelizmente, devido a ignorância dos banhistas que o molestavam freqüentemente, em dezembro "Tião acabou matando um banhista tornando-se um caso único no mundo. Pode formar grupos mistos com várias espécies de cetáceos tanto quanto tubarões e tartarugas. É inteligente, ativo e acrobata. Salta, bate as nadadeiras peitorais na superfície da água e gosta de acompanhar embarcações. Em algumas localidades, já foram observados "surfando" nas ondas. As vocalizações incluem uma grande variedade de estalos e assobios. Cada indivíduo tem seu assobio característico, reconhecido como sua "assinatura" dentro do grupo. Já foram registrados diversos comportamentos e táticas de pesca entre esses golfinhos. Durante as pescarias os grupos podem oferecer assistência mútua e, inclusive, cooperar com as pescarias locais. Em alguns locais do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, ocorre regularmente a pesca cooperativa entre os golfinhos-flíper e pescadores de tainha (Mugil spp.). Os pescadores inclusive, conhecem cada golfinho através de marcas pelo corpo e forma da nadadeira dorsal. A maioria deles tem nomes dados pelos pescadores. Outro local onde esta interação ocorre é na Mauritânia.

Golfinho-Fliper (Tursiops truncatus)

Alimentação - peixes, lulas, polvos e crustáceos.

Identificação Individual - é feita através de marcas e cicatrizes no bordo posterior da nadadeira dorsal. As marcas e cicatrizes ao longo do corpo que os animais adquirem ao longo de suas vidas podem ajudar, como complemento, a identificar distintos indivíduos.

Cativeiro - foi com o golfinho-flíper que se iniciaram as pesquisas com cetáceos em cativeiro, em 1914. Desde então ele se transformou em objeto de inúmeros estudos sobre comportamento e fisiologia, que fizeram com que o conhecimento sobre os cetáceos fosse ampliado. É um dos cetáceos que mais bem se adaptam em cativeiro. São exibidos em oceanários em várias partes do mundo e são inclusive utilizados em programas militares e de terapias. Um seriado de TV que tinha um Tursiops chamado de "Flipper" como personagem principal, tornou esta espécie de golfinho famosa em todo o mundo, e inclusive deu origem ao nome comum hoje adotado no Brasil. No cativeiro, o golfinho-flíper pode cruzar com outras espécies e produzir filhotes híbridos. As espécies envolvidas foram o golfinho-de-dentes-rugosos (Steno bredanensis), a baleia-piloto (Globicephala spp.), a falsa-orca (Pseudorca crassidens) e o golfinho-de-risso (Grampus griseus). Das duas últimas espécies, também existem filhotes híbridos que já foram descobertos na natureza.

Inimigos Naturais - as orcas (Orcinus orca) e os grandes tubarões (Família Carcharhinidae).

Ameaças - capturas acidentais e intencionais em redes de pesca, degradação de seus habitats, poluição química e sonora dos oceanos constituem as principais ameaças para a espécie.

Status - encontra-se citado na categoria Dados Deficientes (IUCN, 1996).

Golfinho-de-Dentes-Rugosos (Steno bredanensis)


Golfinho-de-Dentes-Rugosos (Steno bredanensis)

Golfinho-de-Dentes-Rugosos (Steno bredanensis)
Família - Delphinidae

Nome específico: Steno bredanensis (Lesson, 1828).

Distribuição - ocorre em regiões tropicais e temperadas quentes de todos os oceanos. É considerado um animal típico de águas oceânicas. No Brasil, porém, as avistagens ocorrem principalmente em águas costeiras, incluindo ilhas, canais, baías e regiões recifais. Sua distribuição abrange uma grande faixa de nosso litoral, desde o Rio Grande do Sul até o Ceará.

Golfinho-de-Dentes-Rugosos (Steno bredanensis)
Peso, medidas e características - o nome deriva das diversas estrias, finas e verticais, encontradas nos seus 20 a 27 pares de dentes. Esta característica é única entre todos os cetáceos, que possuem dentes lisos. É um animal robusto e forte, que pode pesar pelo menos 158 quilos. O comprimento máximo registrado para os machos é de 2,85 m e para as fêmeas 2,69 m. Dorso escuro (cinza ou marrom) e barriga clara (branca ou rosada). Apresenta no dorso uma estreita faixa cinza-escura bem definida formando um manto com um formato de ampulheta. A ponta do bico e os lábios são brancos. Costuma ter muitas manchas e arranhões pelo corpo. Entre a cabeça e o rostro ("bico") não existe uma demarcação definida o que faz com que a cabeça tenha a forma de cone.

Como nascem e quanto vivem - a maturidade sexual de machos e fêmeas é alcançada a partir de 2,25 m e 2,10 m de comprimento, respectivamente, quando os machos tem 14 anos de idade e as fêmeas 10 anos. As fêmeas dão à luz apenas um filhote, após uma gestação de cerca de 10 ou 11 meses. O filhote nasce medindo cerca de 1,0 m. A mãe é especialmente atenciosa e carinhosa com a cria, da qual não se afasta nos primeiros dois anos após o nascimento. Podem viver pelo menos 32 anos.

Comportamento e hábitos - em geral, forma grupos pequenos, de no máximo 50 indivíduos, sendo mais comumente observados os grupos de 10 a 20 animais. Também pode formar grupos mistos com outros cetáceos. É um golfinho especialmente inteligente e curioso. Costuma nadar na proa de embarcações e muitas vezes é visto carregando objetos sobre a cabeça, ou presos às nadadeiras ou ao bico. Carregar objetos encontrados na superfície da água parece fazer parte do repertório de "brincadeiras" do golfinho-de-dentes-rugosos, que tem uma notável atração por objetos flutuantes e uma extraordinária capacidade manipulativa. Possui fortes vínculos sociais entre indivíduos do mesmo grupo, além de um padrão comportamental complexo e elaborado.

Steno bredanensis
Steno bredanensis

Alimentação - peixes, lulas e polvos. Em geral, ele alimenta-se de forma cooperativa e bem coordenada, utilizando estratégias de caça para concentrar a presa e encurralar os cardumes contra a costa. Enquanto estão se alimentando, os golfinhos costumam dar saltos e batidas de cauda para concentrar a presa, usando táticas de pesca muito interessantes. Apresenta o curioso costume de sacudir a cabeça na superfície da água com a presa segura pelo seu rostro, talvez para parti-la em pedaços.

Cativeiro - já foi mantido com sucesso em cativeiro para exibição pública em oceanários na Colômbia, Havaí, Estados Unidos e Japão. Treinadores os descrevem como animais arrojados, investigativos e altamente treináveis, mas também impetuosos e agressivos. Golfinhos-de-dentes-rugosos capturados no arquipélago de Madeira e no Mediterrâneo foram mantidos no Laboratório de Fisiologia Acústica da França para estudos.

Inimigos Naturais - provavelmente as orcas (Orcinus orca) e os grandes tubarões (Família Carcharhinidae).

Ameaças - capturas acidentais em redes de pesca, a degradação dos ambientes a poluição constituem ameaças de proporções mundiais. São capturados intencionalmente com arpões no Japão, em São Vicente (Lesser Antilles), nas Ilhas Solomon, na costa oriental da África, e em Papua Nova Guiné. A captura acidental em redes de pesca parece ser relativamente comum no Brasil. Existem vários registros de capturas acidentais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Ceará.

Status - é um dos delfinídeos menos conhecidos em todo o mundo e por isto encontra-se citado na categoria Dados Deficientes (IUCN, 1996).

Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae

Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae

Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae

Hienas são quaisquer mamíferos carniformes feliformes da família Hyaenidae. Com apenas quatro espécies existentes (em três gêneros), é a quinta menor família biológica do Carnivora e uma das menores da classe Mammalia. Apesar de sua baixa diversidade, as hienas são componentes únicos e vitais da maioria dos ecossistemas africanos.

Embora filogeneticamente estejam mais próximos de felinos e vivos, e pertençam à categoria feliforme, as hienas são comportamentais e morfologicamente semelhantes aos caninos em vários elementos de evolução convergente; as hienas e os caninos são caçadores não arbóreos e cursórios que capturam presas com os dentes e não com garras. Ambos comem comida rapidamente e podem armazená-la, e seus pés calejados com garras grandes, bruscas e irrecuperáveis ​​são adaptados para correr e fazer curvas fechadas. No entanto, a higiene das hienas, a marcação do perfume, os hábitos de defecação, o acasalamento e o comportamento dos pais são consistentes com o comportamento de outros feliformes.

Hienas-pintadas podem matar até 95% dos animais que comem, enquanto hienas-listradas são em grande parte sequestradoras. Geralmente, sabe-se que as hienas expulsam predadores maiores, como os leões, de suas mortes, apesar de terem uma reputação na cultura popular por serem covardes. As hienas são principalmente animais noturnos, mas às vezes se aventuram em seus covis nas primeiras horas da manhã. Com exceção da hiena malhada altamente social, as hienas geralmente não são animais gregários, embora possam viver em grupos familiares e se reunir em matanças.

Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae

As hienas surgiram pela primeira vez na Eurásia, durante o período Mioceno, a partir de ancestrais semelhantes ao viverrídeo, e diversificaram-se em dois tipos distintos: hienas do tipo cachorro, levemente construídas e hienas robustas de esmagamento de ossos. Embora as hienas semelhantes a cães tenham prosperado 15 milhões de anos atrás (com um táxon colonizando a América do Norte), elas se extinguiram após uma mudança no clima junto com a chegada de canídeos na Eurásia. Da linhagem das hienas parecidas com cães, apenas o lobo-marinho insetívoro sobreviveu, enquanto as hienas esmagadoras de ossos (incluindo as hienas existentes manchadas, marrons e listradas) tornaram-se os principais indiscutíveis sequestros da Eurásia e da África.

As hienas se destacam no folclore e na mitologia das culturas humanas que vivem ao lado delas. As hienas são comumente vistas como assustadoras e dignas de desprezo. Em algumas culturas, acredita-se que as hienas influenciam o espírito das pessoas, roubam túmulos e roubam animais e crianças. Outras culturas os associam à bruxaria, usando suas partes do corpo na medicina tradicional africana.

As hienas se originaram nas selvas do Mioceno Eurásia há 22 milhões de anos, quando a maioria das espécies feliformes primitivas ainda era amplamente arbórea. As primeiras hienas ancestrais eram provavelmente semelhantes à civeta das palmeiras em faixas; uma das primeiras espécies de hienas descritas, Plioviverrops, era um animal ágil, semelhante a uma civeta, que habitava a Eurásia entre 20 e 22 milhões de anos atrás e é identificável como um hienoide pela estrutura do ouvido médio e da dentição. A linhagem de Plioviverrops prosperou e deu origem a descendentes com pernas mais longas e mandíbulas mais pontudas, uma direção semelhante à adotada pelos canídeos na América do Norte.

Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae
Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae
Hienas | Mamíferos da Família Hyaenidae

As Hienas são  descendentes dos Plioviverrops atingiram seu pico há 15 milhões de anos, com mais de 30 espécies identificadas. Ao contrário da maioria das espécies de hienas modernas, que são especializadas em esmagar ossos, essas hienas parecidas com cães eram animais lupinos e de corpo ágil; uma espécie entre elas era Ictitherium viverrinum, semelhante a um chacal. As hienas parecidas com cães eram muito numerosas; em alguns locais fósseis do mioceno, os restos de itctitério e outras hienas semelhantes a cães superam os de todos os outros carnívoros combinados. O declínio das hienas parecidas com cães começou de 5 a 7 milhões de anos atrás, durante um período de mudanças climáticas, que foi exacerbado quando os canídeos cruzaram a ponte terrestre de Bering para a Eurásia. Uma espécie, Chasmaporthetes ossifragus, conseguiu atravessar a ponte terrestre para a América do Norte, sendo a única hiena a fazê-lo. Os chassopottes conseguiram sobreviver por algum tempo na América do Norte, desviando-se dos nichos de cursorial e esmagador de ossos monopolizados por canídeos e se transformando em um velocista parecido com um guepardo. A maioria das hienas parecidas com cães havia morrido 1,5 milhão de anos atrás.

Girafa (Giraffa)

Girafa (Giraffa)

Girafa (Giraffa)

A Girafa (Giraffa) é um mamífero ungulado africano, o animal terrestre mais alto e o maior ruminante. Tradicionalmente, é considerada uma espécie, Giraffa camelopardalis, com nove subespécies. No entanto, a existência de até oito espécies de girafas existentes foi descrita, com base em pesquisas no DNA mitocondrial e nuclear, bem como em medidas morfológicas de Girafa. Sete outras espécies são espécies pré-históricas extintas conhecidas de fósseis.

Etimologia
O nome "girafa" tem suas primeiras origens conhecidas na palavra árabe zarāfah, talvez emprestada do nome somali geri do animal. O nome árabe é traduzido como "fast-walker". Havia várias grafias do inglês médio, como jarraf, ziraph e gerfauntz. A forma italiana girafa surgiu na década de 1590. A moderna forma inglesa se desenvolveu por volta de 1600 a partir da girafa francesa. "Camelopard" é um nome arcaico em inglês para a girafa derivada do grego antigo para camelo e leopardo, referindo-se à sua forma de camelo e sua coloração de leopardo.

As principais características distintivas da girafa são seu pescoço e pernas extremamente longos, seus ossicones semelhantes a chifres e seus padrões de pelagem distintos. É classificado na família Giraffidae, juntamente com o parente existente mais próximo, o ocapi. Seu alcance disperso se estende do Chade no norte à África do Sul no sul e do Níger no oeste à Somália no leste. Girafas geralmente habitam savanas e florestas. Sua fonte de alimento são as folhas, frutos e flores de plantas lenhosas, principalmente espécies de acácia, que elas navegam em alturas que a maioria dos outros herbívoros não conseguem alcançar. Eles podem ser caçados por leões, leopardos, hienas-malhados e cães selvagens africanos. As girafas vivem em rebanhos de fêmeas relacionadas e seus descendentes, ou em solteiros de machos adultos não relacionados, mas são gregários e podem se reunir em grandes agregações. Os machos estabelecem hierarquias sociais através do "necking", que são ataques de combate nos quais o pescoço é usado como arma. Os machos dominantes têm acesso de acasalamento às fêmeas, que são as únicas responsáveis ​​por criar os filhotes.

A girafa tem intrigado várias culturas, antigas e modernas, por sua aparência peculiar, e costuma aparecer em pinturas, livros e desenhos animados. É classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza como Vulnerável à extinção e foi extirpado de muitas partes de sua antiga faixa. As girafas ainda são encontradas em vários parques nacionais e reservas de caça, mas as estimativas a partir de 2016 indicam que existem aproximadamente 97.500 membros da Girafa em estado selvagem. Mais de 1.600 foram mantidos em zoológicos em 2010.

Girafa (Giraffa)

Espécies e subespécies
Atualmente, a IUCN reconhece apenas uma espécie de girafa com nove subespécies. Em 2001, uma taxonomia de duas espécies foi proposta. Um estudo de 2007 sobre a genética de Giraffa sugeriu que eram seis espécies: a girafa da África Ocidental, Rothschild, reticulada, masai, angolana e sul-africana. O estudo deduziu das diferenças genéticas no DNA nuclear e mitocondrial (mtDNA) que as girafas dessas populações são reprodutivamente isoladas e raramente cruzam, embora nenhum obstáculo natural impeça seu acesso mútuo. Isso inclui populações adjacentes de girafas Rothschild, reticuladas e Masai. A girafa Masai também foi sugerida para consistir em possivelmente duas espécies separadas pelo Vale do Rift.

As girafas reticuladas e masai têm a maior diversidade de mtDNA, o que é consistente com as girafas originárias do leste da África. As populações mais ao norte estão mais relacionadas ao primeiro, enquanto as ao sul estão mais relacionadas ao segundo. As girafas parecem selecionar parceiros do mesmo tipo de pelagem, que são impressos nelas como bezerros. As implicações desses achados para a conservação das girafas foram resumidas por David Brown, principal autor do estudo, que declarou: "Agrupar todas as girafas em uma espécie obscurece a realidade de que alguns tipos de girafas estão à beira. Algumas dessas populações são numerosas. apenas algumas centenas de indivíduos e precisam de proteção imediata ".

Um estudo de 2011, usando análises detalhadas da morfologia das girafas e aplicação do conceito de espécies filogenéticas, descreveu oito espécies de girafas vivas. As oito espécies são: G. angolensis, G. antiquorum, G. camelopardalis, G. giraffa, G. peralta, G. reticulata, G. thornicrofti e G. tippelskirchi.

Um estudo de 2016 também concluiu que as girafas vivas consistem em várias espécies. Os pesquisadores sugeriram a existência de quatro espécies, que não trocam informações genéticas entre 1 milhão e 2 milhões de anos. Essas quatro espécies são a girafa do norte (G. camelopardalis), girafa do sul (G. giraffa), girafa reticulada (G. reticulata) e girafa Masai (G. tippelskirchi). Desde então, uma resposta a esta publicação foi publicada, destacando sete problemas na interpretação dos dados e concluindo "as conclusões não devem ser aceitas incondicionalmente".

Em 2016, havia cerca de 90.000 indivíduos de Girafa na natureza. Em 2010, havia mais de 1.600 em cativeiro nos zoológicos registrados no Species360 (sem incluir os zoológicos não pertencentes ao Species360 ou qualquer outro mantido por pessoas particulares).

Girafa (Giraffa)

Existem também sete espécies extintas de girafa, listadas da seguinte forma:

† Giraffa gracilis
† Giraffa jumae
† Giraffa priscilla
† Giraffa punjabiensis
† Giraffa pygmaea
† Giraffa sivalensis
† Giraffa stillei

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Cavalos Negros

Animais Selvagens

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