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#Mamíferos do Sul da África

Mamíferos do Sul da África

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Marsupiais | Zoologia

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Marsupiais | Zoologia
Marsupiais | Zoologia

Marsupial, qualquer uma das mais de 250 espécies pertencentes à Metáchaia infraclasse (às vezes chamada Marsupialia), um grupo de mamíferos caracterizado por nascimento prematuro e desenvolvimento contínuo do recém-nascido, enquanto preso aos mamilos na parte inferior da barriga da mãe. A bolsa - ou marsupium, do qual o grupo leva seu nome - é um retalho de pele cobrindo os mamilos. Embora proeminente em muitas espécies, não é uma característica universal. Em algumas espécies, os mamilos estão totalmente expostos ou são delimitados por meros remanescentes de uma bolsa.

#Mamíferos Terrestres da Grã-Bretanha

Mamíferos Terrestres da Grã-Bretanha

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Mamíferos | Aspectos Biológicos dos Mamíferos

Mamíferos | Aspectos Biológicos dos Mamíferos

Mamíferos | Aspectos Biológicos dos Mamíferos

Os mamíferos correspondem aos maiores animais do planeta Terra, com diversidade inferior apenas com ralação as aves e os répteis.

Características comuns dos mamíferos
Os mamíferos têm glândulas mamárias (por isso o nome da classe, Mammalia) e por elas alimentam seus filhotes. Além dessa glândula, os mamíferos apresentam outras sebáceas e de suor. Os mamíferos são endotérmicos e homeotérmicos, por isso há variações de espessura de pele e presença de pelos, dependendo do ambiente em que vivem, para auxílio da constância da temperatura.

Sistema circulatório
O coração dos mamíferos é divido em quatro partes. Dois átrios e dois ventrículos. A passagem do sangue pelas câmaras é controlada por valvas que permitem fluxo sanguíneo em uma única direção não havendo mistura sanguínea. O ventrículo esquerdo bombeia sangue oxigenado, levado pelas artérias. Dos órgãos saem o sangue com gás carbônico que, pelas veias, são levados para o coração entrando pelo átrio direito, passando pelo ventrículo direito indo para o pulmão receber oxigênio. Do pulmão, artérias levam o sangue para o átrio esquerdo do coração, seguindo para o ventrículo esquerdo e indo para o corpo.

Sistema respiratório
As hemácias, estruturas arredondadas e sem núcleo, carregam o oxigênio pelo corpo. O pulmão dos mamíferos é composto por dois grandes lobos. O ar entra pelas narinas, passa pela faringe, laringe, traqueia chegando aos pulmões. A traqueia se divide em dois ramos, um para cada grande lobo. Cada ramo se divide em ramos menores, os bronquíolos e na ponta de cada um deles há um conjunto de sacos chamados alvéolos, estrutura responsável pelas trocas gasosas. O diafragma, localizado abaixo dos pulmões, auxilia na compressão e expansão das costelas para facilitar a entrada e saída de ar.

Sistema excretor
Os líquidos corporais dos mamíferos são filtrados por dois rins. Os excretas são levados por ureteres para bexiga, onde são armazenados. Da bexiga, os excretas saem pela uretra para serem liberados pelos órgãos excretores. Todos os mamíferos excretam ureia, que é um excreta nitrogenada que necessita de bastante água para ser produzido, por isso em corpos com baixo consumo de água o volume urinário é baixo. Em machos o canal da uretra e da liberação de gametas é o mesmo, já em fêmeas, o canal é diferente.

Sistema nervoso
O sistema nervoso dos mamíferos é composto pelo sistema nervoso central e periférico. O principal órgão do central é o encéfalo, que apresenta diversos lobos e inúmeras células nervosas gerando uma complexidade de comportamentos. O periférico é composto por nervos distribuídos pelo corpo pela coluna vertebral. O sistema sensorial varia conforme os hábitos dos animais. Os animais noturnos têm olfato bem desenvolvido. A visão é mais apurada em animais de hábitos diurnos.

Mamíferos | Aspectos Biológicos dos Mamíferos

Sistema digestório
A alimentação dos mamíferos é muito variada, por isso seus sistemas digestivos apresentam diferenças. Os insetívoros têm os dentes pontudos para que consigam quebrar o exoesqueleto duro dos insetos e têm também o intestino pequeno. Os herbívoros ruminantes como as vacas tem trato com quatro câmaras e um longo intestino para que a celulose seja efetivamente quebrada e os nutrientes absorvidos. Os herbívoros não ruminantes como os coelhos têm o intestino longo. Os carnívoros têm o intestino pequeno.

Sistema reprodutor
Os machos têm os testículos (órgão produtor de espermatozoides) externo ao corpo e um órgão introdutor de gametas (pênis) também externo. A fecundação é interna e o embrião se desenvolve dentro do corpo materno até estar desenvolvido o suficiente para nascer. Ao nascer o filhote é amamentado com leite materno, havendo cuidado parental por um longo tempo. A copulação é feita no período de estro das fêmeas, quando os óvulos são liberados.

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Cavalo Appaloosa

Cavalo Appaloosa 

Cavalo Appaloosa

O Cavalo Appaloosa é de uma raça muito antiga, aperfeiçoada na América do Norte durante a segunda metade do século XX através de rigorosos cruzamentos com cavalos Árabes, Quartos de Milha e Puros Sangue Ingleses.

Considerada exótica, a raça de cavalo Appaloosa se distingue principalmente por sua característica coloração na pelagem do cavalo, que pode apresentar-se manchada ou pintada, principalmente nas ancas. No Brasil, a raça de cavalo Appaloosa foi oficialmente introduzida nos anos 70, e é utilizada principalmente no campo, além de se apresentar em torneios hípicos.

A raça de Cavalo Appaloosa é rápida, possui temperamento vivo e boa índole. A cores oficiais para a pelagem da raça Appaloosa são: blanket (cobertor), marble (mármore), leopard (leopardo), snowflake (floco de neve) e frost (geada).

Cavalo Appaloosa
Cavalo Appaloosa
Cavalo Appaloosa
Cavalo Appaloosa
Cavalo Appaloosa
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Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe

Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe

Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe

O Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe é um animal de porte médio, o Puro-Sangue Árabe é um cavalo rústico, mas ao mesmo tempo delicado e dócil. O cavalo Árabe é muito inteligente, fogoso, de vivacidade marcante, corajoso, leal e dócil.

O Cavalo Puro-Sangue Árabe é a mais harmoniosa das raças, possui uma silhueta inconfundível, e sua cauda embandeirada é uma das caraterísticas típicas da raça. O cavalo Árabe é forte, resistente e possui boa musculatura.

Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe
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Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe
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Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe
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Cavalo Árabe ou Puro-Sangue Árabe
Arabian Horse
Arabian Horse
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Baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni)

Baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni)

Baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni)
Família:  Balaenopteridae.

Distribuição: águas tropicais e subtropicais de todos os oceanos, tanto em áreas costeiras como oceânicas. É a única baleia que não realiza grandes migrações, podendo permanecer na mesma área durante todo o ano realizando grandes deslocamentos no sentido costa-mar e vice versa. Na costa brasileira, existem registros da baleia-de-bryde no Rio Grande do Sul e do Paraná até o nordeste. Concentrações tem sido notadas em várias áreas do mundo em áreas oceânicas como Japão, Peru, Venezuela, Brasil, África do Sul e Golfo da Califórnia.

Baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni)
Peso, medidas e características: o comprimento médio dos machos e fêmeas é de 13,7m e 14,5m, respectivamente. O maior animal já registrado era uma fêmea com 15,5m. As formas oceânicas em geral são maiores que as formas costeiras. O peso médio varia entre 16 e 18,5 toneladas. Seu corpo é longo e esguio. Cabeça larga e plana, com uma quilha central proeminente e duas quilhas laterais, característica que as diferenciam das baleias-sei (Balaenoptera borealis) devido a sua semelhança. A nadadeira dorsal é alta e falcada e localiza-se atrás da metade do dorso. Sua coloração é cinza-prateada no dorso e esbranquiçada na parte ventral. Podem existir manchas claras nos lados do corpo ou entre a cabeça e a nadadeira dorsal. É comum a presença de marcas e cicatrizes ao longo do corpo. As nadadeiras peitorais são relativamente pequenas, estreitas e pontudas. Apresenta de 40 a 50 pregas ventrais que se estendem até o umbigo. Possuem de 250 a 370 pares de barbatanas, de cor escura e com comprimento médio de 45 cm. O borrifo é em forma de coluna e pode atingir até 4m de altura. As vocalizações são de baixa freqüência, principalmente pulsos.

Como nascem e quanto vivem: a maturidade sexual é alcançada com cerca de 12,3m; entre 7 e 10 anos de idade. A gestação dura aproximadamente um ano. As fêmeas dão à luz a um único filhote que ao nascer medem cerca de 3,4m e pesam 560 Kg. A amamentação dura 6 meses e o intervalo médio entre as crias é de 2 anos. Chega a viver 72 anos.

Comportamento e hábitos: possuem hábitos solitários mas podem se deslocar aos pares ou, menos freqüentemente, formar grupos de até 10 indivíduos. É ativa e costuma saltar totalmente fora da água. Aproxima-se de embarcações e é curiosa. Pode formar grupos mistos com outros cetáceos. A alimentação e a reprodução parecem ocorrer o ano todo.

Alimentação: basicamente peixes que formam cardumes e ocasionalmente pequenos crustáceos. Quando está se alimentando, desloca-se com súbitas acelerações e mudanças de direção, em profundidades que podem variar desde águas rasas até 300m.

Identificação Individual: é feita através de marcas e cicatrizes no bordo posterior da nadadeira dorsal.

Inimigos Naturais: as orcas (Orcinus orca) e provavelmente os grandes tubarões (Família Carcharhinidae).

Baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni)
Baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni)
Ameaças: a baleia-de-bryde foi extensivamente caçada em todo o mundo. No Brasil, capturas para fins comerciais ocorreram na região de Cabo Frio, Rio de Janeiro, e costa nordeste. Este tipo de caça continuou até 1986, quando a Comissão Internacional da Baleia (CIB) decretou a moratória a caça comercial dessa baleia. Atualmente, capturas acidentais em redes de pesca e a degradação do hábitat, constituem as principais ameaças. Em janeiro de 1983, um macho juvenil de baleia-de-bryde foi encontrado agonizante na Baía da Guanabara, Rio de Janeiro. Seus pulmões e estômago, estavam impregnados de óleo.

Status: encontra-se citada na categoria Dados Deficientes (IUCN, 1996).

Fonte:  Vivaterra