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Baleia-Minke (Balaenoptera acutorostrata)


Baleia-Minke (Balaenoptera acutorostrata)

Baleia-Minke (Balaenoptera acutorostrata)


Família - Balaenopteridae.

Distribuição - habita águas tropicais, temperadas e frias de todos os oceanos, tanto em áreas costeiras como em oceânicas. Ocasionalmente, pode penetrar em baías e estuários em águas de pouca profundidade. No verão, alimenta-se próximo dos polos, no inverno migra para regiões mais quentes para se reproduzir e criar seus filhotes. Em algumas regiões, entretanto, são conhecidas populações residentes durante todo o ano, que não realizam mais do que pequenos deslocamentos. No Brasil, ocorre desde o Rio Grande do Sul até o nordeste. No talude continental (entre a extremidade da plataforma continental e os abismos oceânicos) da costa nordeste brasileira existe uma área de concentração dessa espécie durante seus períodos migratórios ( julho a dezembro).

Baleia-Minke (Balaenoptera acutorostrata)
Peso, medidas e características - corpo afilado, esguio e hidrodinâmico. A baleia-minke trata-se da menor baleia existente dentro da ordem dos Misticetos. O comprimento máximo dos machos é de 9,8m e das fêmeas é de 10,7m. O peso é de aproximadamente 10 toneladas. Sua coloração é preta ou cinza-escura no dorso e a região da barriga é branca. Pode existir uma mancha branca em ambas as nadadeiras peitorais que são pequenas e pontudas. Alguns adultos apresentam marcas claras no corpo, acima das nadadeiras peitorais, em forma de "parêntesis". A nadadeira dorsal é alta e falcada e localiza-se atrás do meio do dorso. Apresenta de 50 a 70 pregas ventrais, que não chegam a se estender atrás do umbigo. A cabeça é estreita e pontiaguda, com apenas uma quilha central. Possui de 105 a 415 pares de barbatanas que medem cerca de 30cm e são de coloração branco-amarelada, cinza-escura ou preta. O borrifo é indefinido ou pouco definido em forma de coluna e atinge cerca de 2m de altura. Existem 2 formas de baleias-minke no Hemisfério Sul que diferem de acordo com a cor padrão, caracteres morfométricos e coloração das barbatanas: a forma anã (de menor tamanho, com mancha branca) e a forma usual ("ordinary form", de maior tamanho e sem a mancha branca). Ambas ocorrem no Brasil sendo que a forma anã é mais comumente registrada que a forma usual, possivelmente como consequência de sua distribuição mais costeira. Evidências sugerem que indivíduos de ambas as formas podem ocorrer simultaneamente em médias e baixas latitudes no Brasil.

Como nascem e quanto vivem - a maturidade sexual é alcançada entre 7 e 8 anos de idade, quando as fêmeas medem entre 7,3m e 7,9m e os machos entre 6,7m a 7m. A gestação dura aproximadamente 10 meses. O filhote ao nascer pesam cerca de 300Kg e mede 2,8m. A amamentação dura de 4 a 6 meses. O intervalo médio entre as crias é de 2 anos. Pode viver pelo menos, 47 anos.

Comportamento e hábitos - é encontrada sozinha, em duplas ou em pequenos grupos. Grandes concentrações podem ocorrer nas áreas de alimentação. Ocasionalmente é vista na companhia de outras baleias e golfinhos. Nada rapidamente e é acrobata. Quando salta fora da água, em geral, mergulha de cabeça sem provocar muito barulho. Raramente expõe a nadadeira caudal quando mergulha. Aproxima-se de embarcações. As vocalizações incluem pulsos de baixa frequência, e estalos e cliques ultra-sônicos.

Alimentação - principalmente no verão, em águas frias. Alimenta-se de krill, copépodos, pequenos peixes que formam cardumes e lulas.

Identificação Individual - a mancha branca quando presente na nadadeira peitoral varia de largura e orientação de indivíduo para indivíduo. Manchas brancas naturais no dorso e a forma, marcas e cicatrizes na nadadeira dorsal podem ajudar a identificar distintos indivíduos.

Cativeiro - algumas baleias-minke já foram mantidas em cativeiro por períodos de 3 meses no Japão.

Inimigos Naturais - provavelmente as orcas (Orcinus orca).

Baleia-Minke (Balaenoptera acutorostrata)
Baleia-Minke (Balaenoptera acutorostrata)

Ameaças - atualmente, a baleia-minke sofre com a poluição dos mares, o aumento do tráfego de embarcações e a captura acidental em redes de pesca em toda a sua área de ocorrência. Enquanto a caça de baleias ainda era permitida no Brasil, a estação baleeira Companhia de Pesca do Brasil (COPESBRA), localizada em Costinha (Paraíba), explorou a população de baleias-minke desde o início da década de 50 que se concentra em águas oceânicas do nordeste. A caça foi proibida por Lei em 1987. Em todo o mundo, porém, somente após 1972 a baleia-minke passou a ser capturada em grande escala pela indústria baleeira. Antes disso, a exploração da espécie não era considerada interessante do ponto de vista econômico, pois ainda havia espécies de maior tamanho disponíveis para a caça comercial. Dessa maneira, após o declínio das populações das grandes baleias, a baleia-minke começou a sofrer a exploração dos grandes países baleeiros, com suas frotas de navios-fábrica. A moratória da caça de baleias foi decretada em 1986, proibindo a caça comercial de baleias no mundo. A moratória aparentemente chegou a tempo para a baleia-minke, que embora tenha continuado a sofrer com a caça ilegal e as capturas pretensamente científicas (atualmente realizadas pelo Japão, Islândia e Noruega), ainda não é oficialmente considerada ameaçada. Por outro lado, talvez seja essa a maior ameaça para as baleias-minke.

Status - encontra-se citada na categoria Dados Deficientes (IUCN, 1996).

Baleia Jubarte (Megaptera novaeangliae)


Baleia Jubarte (Megaptera novaeangliae)

Baleia Jubarte (Megaptera novaeangliae)
Família - Balaenopteridae

Distribuição - espécie cosmopolita. No verão, alimenta-se próximo aos polos e no inverno migra para os trópicos para se reproduzir e criar seus filhotes. Possui hábitos costeiros mas pode ser encontrada também em ilhas oceânicas como Fernando de Noronha e Trindade. No Brasil, ocorre desde o Rio Grande do Sul até o nordeste. O Banco de Abrolhos, na Bahia, constitui uma importante área de reprodução e cria no Atlântico Sul Ocidental, e a única devidamente comprovada até o momento (suspeita-se que na costa nordeste do Brasil possa existir outra). Atualmente, no Hemisfério Sul, existem possivelmente cerca de 12.000 indivíduos, divididos em 7 distintas populações.


Peso, medidas e características - corpo robusto. Adultos em geral, medem entre 12 e 16m e podem pesar mais de 40 toneladas. Dorso preto com manchas brancas irregulares na barriga. Nadadeiras peitorais e parte ventral da nadadeira caudal variam do preto total ao branco total, com padrões intermediários. Quilha central sobre a cabeça, que é arredondada e repleta de calosidades ou tubérculos, típicos da espécie, que podem estar recobertos por cracas e piolhos-de-baleia. A nadadeira dorsal é pequena, falcada ou achatada, situada sobre pequena corcova. A nadadeira caudal em forma de asa de borboleta, com bordas recortadas. Nadadeiras peitorais muito longas, correspondendo a 1/3 do comprimento do corpo, com bordas recortadas. Possui de 250 a 400 pares de barbatanas de coloração cinza-escuro ou marrom. Apresenta de 12 a 36 pregas ventrais, que estendem-se até perto da abertura genital.

Como nascem e quanto vivem - os machos disputam as fêmeas com lutas entre si e comportamentos agressivos. Nas áreas de reprodução a estrutura de grupo mais comumente observada são pares de fêmeas com filhotes acompanhadas de um ou mais machos denominados escortes. A maturidade sexual é alcançada com aproximadamente 11m. A gestação dura cerca de 1 ano. As fêmeas dão à luz a um único filhote que ao nascer mede cerca de 5m e pesam 1,5 tonelada. A amamentação dura de 6 a 10 meses. O intervalo médio entre as crias é de 2 anos. Pode viver, pelo menos, 40 anos.

Comportamento e hábitos - nada sozinha, em pares ou trios mas pode formar grupos temporários maiores nas áreas de alimentação e reprodução. Costuma saltar, bater com as nadadeiras e a cabeça na superfície da água, e por ser curiosa costuma aproximar-se de embarcações. Pode ficar com a cauda, a cabeça e as nadadeiras peitorais expostas na superfície da água por até algumas horas. Costuma projetar a nadadeira caudal fora da água antes de iniciar um mergulho profundo. Os machos costumam emitir sons semelhantes a canções que podem durar de 6 minutos até mais de uma hora nas áreas de reprodução para atrair e cortejar as fêmeas. O canto é composto de várias frases que se repetem de forma idêntica durante horas seguidas. Pequenas variações no canto da jubarte só são percebidas quando ouvidas ano após ano : aparentemente, a cada ano a baleia acrescenta uma nova frase ao canto. Distintas populações de baleias-jubarte executam diferentes cantos. Apresentam um complexo comportamento social. Quando molestada, pode soltar bolhas pelo orifício respiratório na água e emitir um barulho parecido com um som de trompete, como sinal de alerta. Borrifo em forma de balão, podendo atingir 3m de altura.

Alimentação - principalmente no verão, em águas frias. Alimenta-se de krill, copépodos e pequenos peixes que formam cardumes. Possuem uma série de técnicas alimentares altamente especializadas.

Identificação Individual - a coloração da parte ventral da nadadeira caudal e a forma e recorte das bordas criam um desenho de cauda único em cada indivíduo. A forma, marcas e cicatrizes da nadadeira dorsal também tornam possível a identificação de distintos indivíduos.

Inimigos Naturais - as orcas (Orcinus orca), as falsas-orcas (Pseudorca crassidens) e possivelmente os grandes tubarões (Família Carcharhinidae).

Ameaças - devido aos seus hábitos costeiros durante seus períodos migratórios (julho a dezembro) a baleia-jubarte sofre com fortes pressões antrópicas como por exemplo capturas acidentais em redes de pesca, colisão com barcos e navios, poluição dos mares e a distruição de seus habitats. Outra ameaça potencial e iminente é o aumento do turismo para a observação de baleias (whalewatching) no Banco dos Abrolhos, que, se feito de forma irracional e descontrolada, pode molestar seriamente as baleias-jubarte. A atividade petrolífera na região do Banco dos Abrolhos e adjacências é causa de preocupação quanto a futuros impactos sobre a população de baleias. Existem registros de capturas em redes de deriva oceânicas para as regiões sul e sudeste do Brasil.

Baleia Jubarte (Megaptera novaeangliae)
Baleia Jubarte (Megaptera novaeangliae)

Status - encontra-se listada na categoria Vulnerável (IUCN, 1996) e está citada na Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção.

Baleia Franca do Sul (Eubalaena australis)

Baleia Franca do Sul (Eubalaena australis)


Baleia Franca do Sul (Eubalaena australis)
Família - Balaenidae.

Distribuição - encontra-se distribuída em todos os oceanos do Hemisfério Sul. No Brasil, pode ser observada especialmente a poucos metros da costa durante os meses de inverno e primavera desde o Rio Grande do Sul até o sul da Bahia. O litoral de Santa Catarina representa uma importante área de concentração durante seu período migratório de reprodução e cria pois suas inúmeras baías e enseadas de águas calmas, propiciam um habitat ideal para fêmeas acompanhadas de filhotes.


Baleia Franca do Sul (Eubalaena australis)Peso, medidas e características - é um animal robusto e forte, que pode pesar 100 toneladas. Alcançam entre 13,5m a 16,5m de comprimento. As fêmeas são ligeiramente maiores que os machos. Não possui nadadeira dorsal nem pregas ventrais e a grande cabeça é coberta por calosidades que abrigam crustáceos, como cracas e piolhos-de-baleia. Sua boca é grande e arqueada. A coloração é preta com manchas brancas no ventre. Possui de 205 a 270 pares de barbatanas que medem cerca de 2m de comprimento. As vocalizações incluem gemidos e estalos.

Como nascem - vários machos copulam alternadamente com uma só fêmea. A gestação dura cerca de 10 meses. As fêmeas dão à luz a um único filhote que ao nascer mede entre 4,5m e 6m. A amamentação dura aproximadamente um ano. O intervalo entre as crias é de 2 a 5 anos. Pouco é conhecido ainda sobre sua biologia reprodutiva.

Comportamento e hábitos - apresenta geralmente hábitos costeiros, chegando a poucos metros da arrebentação, o que pode dar a falsa impressão de que está encalhando. Devido a espessa camada de gordura seu nado é lento e elas podem ficar horas boiadas na superfície. No entanto, podem surpreender com saltos e batidas de nadadeiras. Geralmente, nada sozinha ou em pares de fêmea e filhote. Grupos maiores, de até 12 indivíduos, podem ser observados durante o período reprodutivo. São curiosas e se aproximam de embarcações. O borrifo tem a forma de "V" e pode alcançar até 3m de altura.

Alimentação - alimenta-se principalmente nos meses de verão no interior da Convergência Antártica. A dieta básica é constituída por krill e copépodes.

Identificação Individual - a forma, o tamanho e a disposição das calosidades na cabeça criam um conjunto único para cada animal ou seja, podem ser consideradas "impressões digitais". Algumas baleias identificadas na Península Valdés, Argentina (outra importante área de concentração na costa leste da América do Sul), já foram reavistadas no sul do Brasil. "Queixinho" uma baleia-franca-do-sul fêmea identificada e conhecida pelos pesquisadores do Projeto Baleia Franca desde 1995, foi reavistada em agosto desse ano com um novo filhote. Este fato principia a confirmar as suspeitas dos técnicos do Projeto de que as francas do Brasil seguem um padrão prioritário de reaparecimento em nossa costa a cada três anos, como já foi constatado para a Península Valdés. A presença de "Queixinho" na mesma região da primeira avistagem pode indicar uma fidelidade do local de ocorrência bem definida.

Inimigos Naturais - provavelmente as orcas (Orcinus orca) e os grandes tubarões (Família Carcharhinidae).

Ameaças - a baleia-franca-do-sul foi um dos principais alvos da caça baleeira, o que levou a uma drástica redução de suas populações. Em 1935, foi protegida da caça em todo o mundo através de acordos internacionais. Infelizmente, no Brasil, foi caçada em Santa Catarina até meados da década de 70 apesar de estar protegida. Por ter hábitos costeiros, é uma das espécies que sofre maior pressão antrópica, sendo constantemente molestada pelas embarcações. A poluição, a destruição dos habitats, o intenso tráfego de barcos e o enredamento acidental em redes de espera e de cerco constituem as principais ameaças. Colisões, principalmente de filhotes, com embarcações já foram registrados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Rio de Janeiro. Casos de capturas acidentais em redes e baleias com pedaços de redes presos nos seus corpos, indicando possíveis enredamentos ou encontros com redes à deriva, foram constatados no Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. Já foram observados ferimentos feitos por armas de fogo e instrumentos cortantes em exemplares encalhados no Rio Grande do Sul.

Status - encontra-se incluída na categoria Baixo Risco/Dependendo de Conservação (IUCN, 1996), está citada na Lista Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção (IBAMA,1989) e Apêndice I da CITES.

Elefante | Elephantidae

Elefante | Elephantidae

Elefante | Elephantidae
Elefantes são grandes mamíferos da família Elephantidae na ordem Proboscidea. Três espécies são reconhecidas atualmente: o Elefante africano (Loxodonta africana), o elefante africano (L. cyclotis) e o Elefante Asiático (Elephas maximus). Os elefantes estão espalhados por toda a África subsaariana, sul da Ásia e sudeste da Ásia. Elephantidae é a única família sobrevivente da ordem Proboscidea; outros, agora extintos, membros da ordem incluem deinotheres, gomphotheres, mastodons, anancids e stegodontids; Elephantidae em si também contém vários grupos agora extintos, como os mamutes e elefantes de presas retas.

Todos os elefantes têm vários traços distintivos, sendo o mais notável um tronco longo (também chamado tromba), usado para muitos propósitos, particularmente respiração, elevação de água e agarramento a objetos. Seus incisivos crescem em presas, que podem servir de armas e ferramentas para mover objetos e cavar. As abas grandes dos elefantes ajudam a controlar a temperatura do corpo. Suas pernas semelhantes a pilares podem carregar seu grande peso. Os elefantes africanos têm orelhas maiores e costas côncavas, enquanto os elefantes asiáticos têm orelhas menores e costas planas ou convexas.

Elefante africano (Loxodonta africana)
Elefante africano (Loxodonta africana)
Elefante africano (Loxodonta africana)
Elefante africano (Loxodonta africana)

Os elefantes são herbívoros e podem ser encontrados em diferentes habitats, incluindo savanas, florestas, desertos e pântanos. Eles preferem ficar perto da água. Eles são considerados uma espécie-chave devido ao seu impacto em seus ambientes. Outros animais tendem a manter distância dos elefantes, enquanto os predadores, como leões, tigres, hienas e quaisquer cães selvagens, geralmente têm como alvo apenas elefantes jovens (ou "bezerros"). Os elefantes têm uma sociedade de fissão-fusão na qual vários grupos familiares se reúnem para socializar. As fêmeas ("vacas") tendem a viver em grupos familiares, que podem consistir de uma fêmea com seus filhotes ou várias fêmeas relacionadas com filhotes. Os grupos são liderados por um indivíduo conhecido como matriarca, geralmente a vaca mais velha.

Os machos ("touros") deixam seus grupos familiares quando atingem a puberdade e podem viver sozinhos ou com outros machos. Os touros adultos geralmente interagem com grupos familiares quando procuram por um parceiro e entram em um estado de aumento de testosterona e agressividade conhecido como musth, que os ajuda a ganhar domínio e sucesso reprodutivo. Os bezerros são o centro das atenções em seus grupos familiares e contam com suas mães por até três anos. Os elefantes podem viver até 70 anos em estado selvagem. Eles se comunicam por toque, visão, olfato e som; os elefantes usam o infra-som e a comunicação sísmica em longas distâncias. A inteligência do elefante foi comparada com a dos primatas e cetáceos. Eles parecem ter autoconsciência e demonstram empatia por indivíduos morrendo ou mortos de sua espécie.

Elefante Asiático (Elephas maximus)
Elefante Asiático (Elephas maximus)
Elefante Asiático (Elephas maximus)
Elefante Asiático (Elephas maximus)
Os elefantes africanos são listados como vulneráveis ​​pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), enquanto o elefante asiático é classificado como ameaçado de extinção. Uma das maiores ameaças às populações de elefantes é o comércio de marfim, já que os animais são caçados por suas presas de marfim. Outras ameaças aos elefantes selvagens incluem a destruição de habitats e conflitos com a população local. Os elefantes são usados ​​como animais de trabalho na Ásia. No passado, eles foram usados ​​na guerra; hoje em dia, eles são controversamente colocados em exibição em zoológicos ou explorados para entretenimento em circos. Os elefantes são altamente reconhecíveis e têm sido apresentados na arte, folclore, religião, literatura e cultura popular.

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Coelhos e Lebres | Leporidae

Coelhos e Lebres | Leporidae


Coelhos e Lebres Os coelhos são pequenos mamíferos da família Leporidae, da ordem Lagomorpha (junto com a lebre e a pika). Oryctolagus cuniculus inclui as espécies de coelhos europeus e seus descendentes, as 305 raças de coelho doméstico do mundo. Sylvilagus inclui 13 espécies de coelho-bravo, entre elas os 7 tipos de coelho. O coelho europeu, que foi introduzido em todos os continentes, exceto na Antártida, é conhecido em todo o mundo como um animal selvagem e como uma forma domesticada de gado e animal de estimação. Com o seu amplo efeito sobre ecologias e culturas, o coelho (ou coelhinho) é, em muitas áreas do mundo, parte da vida diária - como alimento, vestuário, acompanhante e fonte de inspiração artística.

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Cães Selvagens

Cães Selvagens

Cães Selvagens
Os Cães Selvagens são criaturas enigmáticas do mundo. Com uma  população bem diversificada pelo mundo inteiro. São animais predadores—também foram foram caçados e levados à beira da extinção. Por mais de um século foram considerados animais daninhos no mundo inteiro, tendo a caça e a matança reduzido a população deles a pouco mais de 1% de sua população original.

Cães Selvagens


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Raposas do Mundo | Foxes