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Corujas (Ordem Strigiformes)

Corujas (Ordem Strigiformes)

Corujas (Ordem Strigiformes)
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Strigiformes

As Corujas  são aves da Ordem Strigiformes, Famílias Strigidae e Tytonidae; abrigando mais de 210 espécies. Esses animais, encontrados em todos os continentes, com exceção da Antártida, possuem cabeça com plumagem tão densa, que aparentemente esta se apresenta desproporcional ao restante do corpo. 

Os olhos são de tamanho considerável, localizados lado a lado. Algumas, ainda, possuem capacidade de girar seus pescoços em até 270 graus, e esticar o pescoço para cima, ampliando seu campo de visão com destreza. Corujas também têm boa audição. 

Geralmente apresentam hábitos noturnos; alimentando-se de larvas em geral, insetos, anfíbios, répteis, aves e pequenos mamíferos. Para tal, utilizam com agilidade seus bicos curvos e garras encurvadas e afiadas. Além disso, contam com a capacidade de voar silenciosamente, graças à sua plumagem macia, permitindo com que se aproximem de suas presas sem serem notadas. Geralmente engolem o animal inteiro, regurgitando em seguida uma massa compacta contendo as partes não digeríveis, como penas, escamas e ossos. Seus principais predadores são os gaviões, serpentes e gatos-do-mato. Quanto a isso, sua coloração tende a ser bem semelhante ao ambiente em que vivem, permitindo com que não sejam facilmente avistadas por eles.

Costumam viver em torno de quinze anos e, durante a reprodução, as fêmeas costumam liberar entre três e cinco ovos, com período médio de incubação de um mês. 

No Brasil, temos pelo menos 23 espécies de corujas: uma da Família Tytonidae (Gênero Tyto) e o restante, da Família Strigidae (Gêneros Megascops, Lophostrix, Pulsatrix, Bubo, Strix, Glaucidium, Athene, Aegolius e Asio). Uma delas, a coruja-listrada (Strix hylophila), se encontra quase ameaçada, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Outra, a caburé-de-pernambuco (Glaucidium mooreorum), está em perigo grave.

Corujas (Ordem Strigiformes)

#Papagaios da África

Painho-de-Guadalupe ou Petrel-de-Guadalupe (Oceanodroma macrodactyla)


Painho-de-Guadalupe ou Petrel-de-Guadalupe (Oceanodroma macrodactyla)


Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Procellariiformes
Família: Hydrobatidae
Gênero: Oceanodroma
Espécie: O. macrodactyla
Nome binomial: Oceanodroma macrodactyla
Bryant, 1885

O painho-de-guadalupe ou petrel-de-guadalupe (Oceanodroma macrodactyla) é uma ave procelariforme provavelmente extinta, endémica da ilha de Guadalupe (ao largo da Baixa Califórnia). A espécie foi descrita pela primeira vez em 1885 e terá-se extinguido por volta de 1911.

O painho-de-guadalupe era uma ave de médio porte, de plumagem cinzenta escura, patas e bico negro. Era uma ave marinha migratória que surgia todos os anos na ilha de Guadalupe para nidificar entre Março e Maio. Os ninhos eram construídos nos penhascos da ilha, acima dos 760 metros de altitude. Os seus hábitos de vida são desconhecidos e não se sabe, por exemplo, onde vivia fora da época de reprodução.

O seu desaparecimento foi provocado por interferência humana, embora indiretamente, uma vez que esta ave nunca foi alvo de caça nem perseguição, através da introdução de gatos e ratos aloctones na ilha. Estes animais espalharam-se pela reduzida extensão de Guadalupe e, na época de reprodução dos petréis, alimentavam-se dos seus ovos e juvenis. As colônias da ilha depressa se tornaram inviáveis e, como o painho-de-guadalupe não nidificava noutro local, extinguiu-se.

Em Junho do ano de 2000 foram reencontradas espécimes da ave.
            
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Pássaro do Nepal (Prinia burnesii nepalensis)

Pássaro do Nepal (Prinia burnesii nepalensis)

Pássaro do Nepal (Prinia burnesii nepalensis)Uma equipe de ornitólogos do Nepal descobriu uma nova espécie de pássaro. A ave possui traços intermediários entre outras duas subespécies conhecidas, o "prinia burnesii burnesii" e o "prinia burnesii cinerascens", que se encontram no oeste do Paquistão e no leste da Índia e de Bangladesh, respectivamente.

"Na China, na América do Sul e no norte de Mianmar são descobertos pássaros com mais freqüência. Mas é a primeira que isso ocorre vez no Nepal desde 1991", declarou Hem Sagar Baral, diretor da Conservação de Pássaros do Nepal (BCN).

Batizado pela BCN como "prinia burnesii nepalensis", a espécie foi incluída na lista de aves em risco de extinção, por causa da degradação de seu habitat natural.

Após aprovar a descoberta, Baral acrescentou que ainda precisa ser ratificada pela União Internacional de Ornitólogos, processo que pode levar anos.

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