Parque Nacional da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é uma unidade de conservação brasileira, situada no Estado de Mato Grosso, no município de Chapada dos Guimarães e Cuiabá, criado através do Decreto 97.656, de 12 de abril de 1989. Possui uma área total de 33 mil hectares. É administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Parque Nacional da Chapada dos Guimarães | Mato Grosso
Histórico
A preocupação com a preservação da área hoje ocupada pelo Parque Nacional da Chapada dos Guimarães remonta ao início do século passado, quando o vice-presidente do estado de Mato Grosso, Coronel Pedro Celestino Corrêa da Costa decretou a utilidade pública da área, tornando as terras devolutas da encosta da serra da Chapada, desde sua base até 2 km a partir do planalto, não alienáveis a nenhum título (Decreto no 262/10). Essa preocupação foi motivada pela devastação da vegetação das cabeceiras dos rios Coxipó-açu, Manso e Cuiabá, com consequente comprometimento da navegação.

Na década de 70, surgiram novas proposições para proteção da área. Foi sugerida a criação de uma reserva biológica, sobretudo pela grande diversidade de flora e fauna do local. Em 1976, o Conselho Nacional de Turismo declarou um polígono irregular de 30.000 ha como zona prioritária de interesse turístico (Resolução CNTur no 819/76) e, no ano seguinte, Garcia Neto, governador do Mato Grosso, declarou a área como de utilidade pública para fins de desapropriação (Decreto no 882/77).

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Na década de 80, o governador Frederico Campos desapropriou áreas já utilizadas como ponto turístico, com intenção de concretizar a vocação turística da região: Mutuca (Decreto no 662/80), Cachoeirinha (Decreto no 663/80), Salgadeira (Decreto no 664/80) e Rio Claro (Decreto no 648/80).

Em 1984, foi criado o Terminal Turístico da Salgadeira e foi proposta a criação do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, através do Projeto de Lei no 405-A. O objetivo da proposta era a proteção do Morro do São Jerônimo, Morro do Cambari, Cidade de Pedra, Cachoeira Véu de Noiva, Vale da Salgadeira, Rio Claro, Rio Mutuca, entre outras localidades e, em especial, as cabeceiras dos rios.

Em 1986, a sociedade civil desenvolveu uma campanha nacional pela criação do Parque, que obteve êxito em 12 de abril de 1989, com a assinatura do Decreto Lei no 97.656, que criou o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, abrangendo 32.630 ha, com objetivo de proteger amostras significativas dos ecossistemas locais, assegurando a preservação dos recursos naturais e dos sítios arqueológicos existentes e proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa.

Cachoeira da Fumaça
Cachoeira da Fumaça
Clima
O clima no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, segundo classificação de Köppen, inclui-se nas categorias Aw (na Depressão Cuiabana) e Cw (na Chapada). Ambas caracterizam-se pela presença marcante de uma estação chuvosa (outubro a março) e uma seca (abril a setembro). Na estação seca ocorrem as “friagens”, invasão da massa polar sobre o continente, levando a quedas bruscas de temperatura.

As temperaturas médias anuais variam de 25º C (na Baixada Cuiabana) a 21,5º C (nos topos elevados da Chapada dos Guimarães), sendo que as temperaturas máximas diárias, na Baixada Cuiabana, podem superar os 38º C e as mínimas, no topo da Chapada, caem a menos de 5º C. A precipitação média anual permanece entre 1300 e 1600 mm de chuvas na Baixada Cuiabana e chega a 2100 mm anuais nas porções mais altas da Chapada dos Guimarães.

A presença de ilhas climáticas nas encostas cria condições ambientais propícias para a sobrevivência de espécies diferentes daquelas das regiões planas e baixas.

Geologia
O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães localiza-se em área de rochas paleomesozóicas da Bacia do Paraná, que formam a Chapada dos Guimarães e rochas pré-cambrianas, que afloram na Depressão Cuiabana.

As rochas paleozoicas correspondem a arenitos das formações Furnas e Ponta Grossa e as mesozoicas, a arenitos eólicos Botucatu, parcialmente recobertos por sedimentos Bauru. As rochas pré-cambrianas correspondem a filitos e quartzitos da série Cuiabá.

Na Formação Ponta Grossa, há registros fossilíferos de rica fauna de invertebrados marinhos, como braquiópodes, tentaculites, gastrópodes, lamelibrânquios e trilobitas.

Geomorfologia
A área do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães abrange duas unidades geomorfológicas: Planalto dos Guimarães e Depressão do Rio Paraguai.

A unidade Planalto dos Guimarães constitui um divisor de águas entre as bacias Platina, Amazônica e do Araguaia. O PNCG abrange duas de suas subunidades geomorfológicas: a Chapada dos Guimarães, que corresponde à extensa área aplainada, contornada por bordas em escarpas, com altitudes de 300 a 600 m e o Planalto da Casca, área que sofreu acentuado rebaixamento erosivo, com altitudes entre 450 e 600 m.

A Depressão do Rio Paraguai divide-se em duas subunidades, sendo que no PNCG está presente apenas a subunidade Depressão Cuiabana, compreendendo uma área baixa, de topografia rampeada, com inclinação norte-sul, com altitudes que variam de 200 a 450 m.

Pedologia
Os solos do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães e do entorno são classificados, de forma abrangente, em três tipos:

Areia Quartzosa Álica
Variam de profundos a muito profundos, de pouco desenvolvimento, com sequência de horizontes tipo A, B. Possui baixa capacidade de retenção de umidade, intensa lixiviação, considerável suscetibilidade à erosão e granulometria com teores de areia ao redor de 90%. Seu uso para agricultura é praticamente inviável, ficando restrito à pastagem em regime extensivo, com aproveitamento de espécies nativas.

Litólitos Distróficos
Solos rasos, com sequência de horizonte A, R ou A, C, R. Grande variabilidade nas características químicas, físicas e morfológicas, sendo, em sua maioria, de textura cascalhante. Ocorrem em bordas de platôs e regiões de relevo movimentado, com declives fortes ou muito fortes. Em geral, inviáveis para uso agrícola.

Concrecionários Distróficos
Apresentam horizonte A, do tipo moderado, raramente proeminente, sobre vários tipos de horizonte B (latossolo, textural e câmbico) e também sobre horizonte C. Ocorre nas proximidades de Cuiabá e em manchas isoladas no Planalto dos Guimarães, sobre litologias da Cobertura Detrito-Laterítica do Terciário-Quaternário e das Formações Ponta Grossa, Bauru e Botucatu. Aproveitado como pastagem nativa em regime extensivo, são desaconselháveis para uso agrícola.

Hidrografia
Os rios que cortam o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães integram a Bacia do Alto Paraguai e são tributários do rio Cuiabá, um dos principais formadores da Planície Pantaneira. A proteção destes rios foi um dos motivos que levaram diversos segmentos sociais a se mobilizarem pela criação do Parque.

Rio Claro
Rio Claro

Ao norte, destacam-se: Ribeirão do Forte e córregos Água Fria e Estiva (ambos afluentes do rio Quilombo). Ao sul, os cursos mais importantes são: Coxipó (forma as quedas Cachoeirinha e Véu de Noiva), Claro, Mutuca e Paciência.

O córrego Independência, afluente do rio Coxipó, também ao sul da Unidade, forma as cachoeiras Sete de Setembro, Sonrizal, Pulo, Degraus, Andorinhas e Independência. Alguns rios nascem dentro do Parque, como o Aricá e seus afluentes.

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Vegetação e flora
Predominam, no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, as formações abertas, tipo savana, caracterizadas por vegetação adaptada à sazonalidade típica da região. Até hoje, as pesquisas realizadas no Parque registraram 659 espécies vegetais e 192 registros apenas em nível genérico. Contudo, nem todas as formações foram amostradas, predominando estudos sobre áreas de mata e cerrado sentido restrito, enfocando, sobretudo, espécies arbóreas.

O fogo é um evento comum em todas as fisionomias do cerrado, sendo um dos determinantes do tipo de vegetação. Há evidências de que as espécies de cerrado evoluíram com ocorrência de fogo, desenvolvendo adaptações que as protegem desse fenômeno, como estruturas subterrâneas que asseguram sua sobrevivência mesmo com a perda de toda a parte aérea, cascas grossas e espessas camadas de cortiça. Algumas espécies são até mesmo dependentes de fogo para se reproduzir. No entanto, as atividades humanas vêm diminuindo o intervalo de ocorrência de incêndios e aumentando sua intensidade, distanciando esses eventos dos processos naturais aos quais a fauna e a flora estão adaptadas.

Foram registradas, no mínimo, 11 tipologias vegetais no PNCG, de acordo com relevo, solo e demais atributos locais.

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Mata seca semidecídua
A mata de encosta ou interflúvio está associada às áreas das cabeceiras dos rios perenes, como o Coxipó e o Aricá e a áreas de relevo acidentado, chegando aos sopés das morrarias, com altitudes médias de 300 m. As árvores apresentam porte de 20 m de altura, formando dossel contínuo com árvores emergentes que podem chegar a 30 m, constituindo, tipicamente, quatro estratos. Há árvores de domínio da Floresta Amazônica, como guanandi (Calophyllum brasiliense), copaíba-vermelha (Copaifera langsdorffii) e jatobá (Hymenaea spp.), além de palmeiras como buriti (Mauritia flexuosa) e babaçu (Attalea speciosa).

Mata ciliar
A mata ciliar ocorre em vales com canais de drenagem bem definidos. Algumas das espécies mais freqüentes são: ingá-de-beira-de-rio (Inga uruguensis), gomeira-de-macaco (Vochysia pyramidalis), pindaíba-preta (Xylopia emarginata) e pau-pombo (Tapirira guianensis). Nas áreas de nascentes surgem buritizais.

Cerradão
Também chamado savana arbórea densa ou savana florestada, surge em capões nas áreas de cerrado sentido restrito e nas bordas da mata semidecídua. Formado por árvores de 8 a 10 m de altura, com algumas atingindo 12 m, com circunferência raramente ultrapassando 1 m, caules tortuosos e ramificação irregular. Há ainda três estratos inferiores: árvores de 5 a 7 m, arbustos de 2 a 3 m e estrato herbáceo composto por gramíneas, bromélias, aráceas e plântulas de espécies lenhosas.

São espécies de destaque nessa formação: carvão-de-ferreiro (Sclerolobium paniculatum), marmelada (Diospyros sericea), pau-terra-do-campo (Qualea grandiflora), faveiro (Pterodon sp.) e combaru (Dipteryx alata).

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Cerrado sentido restrito
O cerrado sentido restrito é formado por elementos arbustivos e arbóreos com cerca de 5 m de altura, com troncos finos e tortos, distribuindo-se de modo esparso sobre um estrato herbáceo contínuo, entremeado de plantas lenhosas raquíticas e palmeiras acaules. Destacam-se entre as árvores de cerrado sensu stricto: faveiro (Pterodon sp.), abiu-carriola (Pouteria ramiflora) e pequizeiro (Caryocar brasiliense).

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Campo sujo
Também chamado savana gramíneo-lenhosa, na qual prevalecem gramados entremeados por plantas lenhosas raquíticas e palmeiras acaules. Quando sujeito a fogo recorrente, pode ter parte de sua composição substituída por espécies com caules subterrâneos, mais resistentes. Esta formação altera-se gradualmente para campo limpo nos morrotes. As herbáceas são principalmente gramíneas (família Gramineae) e os subarbustos, principalmente das famílias Compositae, Myrtaceae, Melastomataceae e Malvaceae. Em áreas de solo hidromórfico formam-se as várzeas, com renques de buritis, orquidáceas, briófitas e pteridófitas.

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Campo limpo
Caracterizada pela presença de apenas dois estratos (arbustivo de 1 a 4 m e herbáceo), esta formação, também denominada savana parque, é composta por gramíneas e ciperáceas, entremeadas por acantáceas, genitáceas e convolvuláceas.

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Campo rupestre
Parque Nacional da Chapada dos Guimarães | Mato GrossoOcorrem em afloramentos rochosos acima de 800 m de altitude, com distribuição restrita a poucas áreas do Parque. Os indivíduos não ultrapassam 1 m de altura e abrangem, principalmente, as famílias Eriocaulaceae, Bromeliaceae, Iridaceae, Melastomataceae e Orquidaceae.

Fauna
A fauna do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é bastante diversificada e abrange algumas espécies raras, endêmicas e sensíveis.

Há uma grande variedade de insetos e outros invertebrados, ainda pouco estudados. Em coletas realizadas durante a Avaliação Ecológica Rápida, executada para subsidiar a elaboração do Plano de Manejo do Parque, foram identificados diversos grupos de invertebrados. Muitos deles são reconhecidos como fundamentais para a manutenção do ecossistema.

Caninana (Spilotes pullatus)
Caninana (Spilotes pullatus)

Alguns estudos indicaram a presença de 13 famílias de peixes, sendo que até o momento foram identificadas 31 espécies. Há diversas espécies de lagartos e serpentes registrados para Chapada dos Guimarães. Também há registros de jabuti (Geochelone carbonaria), cágado-do-cerrado (Bufocephala vanderhaegei) e jacaré-coroa (Paleosuchus palpebrosus).

As aves representam a fauna de mais fácil observação no Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, somando até o momento 242 espécies avistadas dentro dos limites do Parque e 257 em seus arredores.

Urubu-rei (Sarcoramphus papa)
Urubu-rei (Sarcoramphus papa)

Próximo à sede do Véu de Noiva, é possível a visualização de diversas espécies, como tucano-toco (Ramphastos toco), saí-andorinha (Tersina viridis), periquito-rei (Aratinga aurea), pássaro-preto (Gnorimopsar chopi), maria-preta-de-topete (Knipolegus lophotes) e patativa-verdadeira (Sporophila plumbea). Também é freqüente a presença de beija-flores como o rabo-branco-acanelado (Phaetornis pretrei) e o besourinho-de-bico-vermelho (Chlorostilbon lucidus).

No mirante do Véu de Noiva é freqüente a observação de araras-vermelhas (Ara chloropterus), maracanãs (Primolius maracana), periquitões-maracanã (Aratinga leucophthalmus) e caurés (Falco rufigularis - foto ao lado) nos paredões. Com sorte, observa-se urubu-rei (Sarcoramphus papa) sobrevoando o vale, na altura dos paredões.

A caminhada nas trilhas proporciona encontros com aves bastante interessantes como emas (Rhea americana), curica-de-cabeça-azul (Pionus menstruus), urubuzinho (Chelidoptera tenebrosa) e saíra-de-papo-preto (Hemitraupis guira).

Há registros de grandes mamíferos que ocorrem no cerrado, como tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla), anta (Tapirus terrestris) e lobo-guará (Chrysocyon brachyurus). A região do Parque Nacional também abriga populações de animais mais raros ou de biologia pouco conhecida, como cachorro-do-mato-vinagre (Speothos venaticus), raposinha-do-campo (Lycalopex vetulus) e onça-pintada (Panthera onca), além de uma infinidade de pequenos mamíferos como roedores, morcegos e marsupiais, ainda pouco estudados.

Plano de Manejo
Plano de manejo de uma unidade de conservação é um documento técnico de planejamento que estabelece as normas de uso e manejo da área, determinando as diretrizes gerais para implementação da Unidade. O planejamento é feito com base nos objetivos da UC e no conhecimento disponível sobre a área.

O Plano de Manejo do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães foi elaborado pelos servidores da UC, com apoio de técnicos da Coordenação dos Biomas Cerrado e Pantanal do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio. Os levantamentos de campo que embasaram o planejamento foram realizados com apoio de pesquisadores de instituições parceiras como Ibama e Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT e por consultoria contratada.

A participação social na elaboração do Plano de Manejo deu-se em diferentes momentos, através do contato institucional, de reuniões nos municípios abrangidos pela UC e de oficinas de planejamento. Reuniões do Conselho Consultivo do Parque Nacional complementaram a participação.

A portaria que aprova o Plano de Manejo deste Parque Nacional foi publicada em 5 de junho de 2009 (Portaria ICMBio n. 45/09). Os principais produtos do Plano de Manejo são as normas gerais da UC, o zoneamento interno e os programas de gestão.

As normas gerais da UC regulamentam as atividades de administração, manejo, visitação, educação e pesquisa científica no Parque Nacional. Há normas também para a implantação de infraestrutura na UC.

O zoneamento interno cria setores com diferentes graus de proteção, de modo que seja possível atingir todos os objetivos de criação da Unidade. As zonas de maior proteção são Zona Intangível e Zona Primitiva, que correspondem a quase 85% da área do Parque. As zonas onde é permitida construção de infraestruturas abrangem pouco mais de 3% da área total da UC (Zona de Uso Intensivo e Zona de Uso Especial).

Foram criados dez programas de gestão que abarcam as diversas ações necessárias para implantação do Parque Nacional: Operacionalização, Regularização fundiária, Fiscalização, Prevenção e combate a incêndios, Gestão do entorno, Monitoramento e manejo ambiental, Pesquisa, Educação ambiental, Visitação, Integração e participação social. Foram definidas as ações consideradas prioritárias para gestão.

A aprovação do Plano representa um grande avanço para a implantação da Unidade, pois torna a gestão mais transparente e contínua, permitindo monitoramento e avaliação das ações planejadas. Durante a implementação do Plano de Manejo, a participação social está garantida pelo envolvimento do Conselho Consultivo e pelo apoio de outras instituições na execução das ações.

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