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Os Estados Maiores Produtores de Arroz do Brasil

Os Estados Maiores Produtores de Arroz do Brasil

Os Estados Maiores Produtores de Arroz do Brasil


O arroz é um alimento básico no Brasil e é um ingrediente comum em muitos pratos tradicionais. Normalmente é servido como acompanhamento e geralmente é combinado com feijão, carne e legumes. O país também é um grande produtor de arroz, sendo o estado do Rio Grande do Sul uma das maiores regiões produtoras de arroz do Brasil.


0:00 - Os Maiores Produtores de ARROZ do Brasil
0:45 - Arroz no Rio Grande do Sul
1:32 - Arroz em Santa Catarina
1:56 - Arroz em Mato Grosso
2:16 - Arroz no Tocantins
2:32 - Arroz em Rondônia
2:49 - Arroz no no Brasil
3:15 - Arroz no Maranhão
3:45 - Arroz em Goiás

Os Estados Maiores Produtores de Arroz do Brasil

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Os Estados Maiores Produtores de Arroz do Brasil

Os Estados Maiores Produtores de Jabuticaba do Brasil

Os Estados Maiores Produtores de Jabuticaba do Brasil


Os Estados Maiores Produtores de Jabuticaba do Brasil

O Brasil é o maior produtor de jabuticaba do mundo, sendo a maior parte da produção proveniente dos estados de Goiás, Paraíba,  São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. As árvores são amplamente cultivadas em hortas caseiras e em pequenas fazendas, mas também existem grandes pomares comerciais. A fruta é colhida entre maio e outubro e normalmente é vendida fresca ou transformada em compotas, geleias e vinhos. A jabuticaba é considerada uma fruta especial e não é amplamente exportada, sendo a maior parte da produção consumida no mercado interno. A jabuticaba é uma árvore rústica que se adapta a diversos climas, é uma planta de baixa manutenção e de fácil propagação.
Os Estados Maiores Produtores de Jabuticaba do Brasil
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0:00 - Onde fica a maior fazenda de jabuticaba?
0:25 - Qual é a capital nacional da jabuticaba?
0:58 - Qual a cidade que mais produz jabuticaba?
1:41 - Onde fica o maior pomar de jabuticaba?
2:12 - Qual a maior fazenda de jabuticaba do Brasil?
2:46 - Qual é a fruta mais rara do mundo jabuticaba?

Os Estados Maiores Produtores de Jabuticaba do Brasil
Jabuticaba do Brasil


Os Estados que Mais Produzem no Abacate no Brasil

Os Estados Maiores Produtores de Abacaxi do Brasil

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Os Estados Maiores Produtores de Abacaxi do Brasil


0:00 - Os Maiores Produtores de Abacaxi do Brasil
0:45 - Qual Estado do Brasil produz abacaxi?
1:26 - Onde se produz mais abacaxi?
1:58 - Qual é o melhor abacaxi do Brasil?
2:42 - Qual é o maior abacaxi do Brasil?
3:22 - Qual é o maior produtor de abacaxi do Nordeste?
3:54 - Qual a capital brasileira do abacaxi?
4:18 - Qual cidade é a terra do abacaxi?
4:36 - Tem abacaxi fora do Brasil?
4:59 - Qual é o estado maior produtor de abacate no Brasil?

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Os Maiores Produtores de Manga do Mundo, Ásia, Américas, África e Oceania

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Os Maiores Produtores de Manga do Mundo
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0:00- Produção Mundial de Manga
2:21- Produção de manga na Ásia
4:16- Produção de manga nas Américas
6:02- Produção de manga africana
7:46- Produção de manga na Oceania

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Os Maiores Produtores da Fruta Kiwi do Mundo

Os Maiores Produtores de Flores e Plantas Ornamentais do Mundo

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0:00 - Os Maiores Produtores de Flores e Plantas Ornamentais do Mundo

0:41 - Principais países na produção de plantas ornamentais e flores

1:11 - Os Maiores Produtores de Flores do Mundo

2:12 - Os Maiores Produtores de Plantas Ornamentais do Mundo

3:01 - Produção de Plantas Ornamentais e Flores

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Os Maiores Produtores de Avelãs do Mundo

 Os Maiores Produtores de Avelãs do Mundo

Os Maiores Produtores de Avelãs do Mundo

A avelã é (Corylus avellana), uma árvore da Eurásia. Etimologicamente vem do latim nux abellana, "fruta seca ou noz Avella". Tem formato esferoidal, com diâmetro aproximado de 10 a 15 mm. É constituído por uma casca externa fibrosa que envolve uma cobertura lisa na qual a semente está alojada. A casca fibrosa seca durante o amadurecimento.

Os Maiores Produtores de Avelãs do Mundo
Os Maiores Produtores de Avelãs do Mundo

As avelãs são amplamente utilizadas em confeitaria, caramelizadas ou misturadas com chocolate. É um dos principais ingredientes dos cremes de cacau para barrar ou similares, como Nutella, Nocilla ou Duvalín. A pasta de avelã é um dos principais ingredientes das tortas vienenses.


As avelãs pertencem à família Betulaceae e ao gênero Corylus. Eles precisam de um clima temperado, mas úmido, para crescer sem problemas.


É nativo na Ásia Menor. Há indícios de que já era consumido na Mesopotâmia, no Neolítico, pois nas cavernas foram encontrados desenhos e restos. Os gregos a levaram para a Grécia e de lá se espalhou para outros países onde as condições climáticas eram propícias ao crescimento da planta, como a Espanha. No século XIX, seu cultivo neste país aumentou espetacularmente devido à eliminação das vinhas até então mais tradicionais, principalmente devido a uma praga que reduziu a produção de videiras, além de um avanço naquele século no estudo da seleção genética de a avelã São tão apreciados que alguns deles têm a sua denominação de origem como é o caso da Avelã Reus. Os principais países produtores de avelã são Turquia, Itália, EUA, Espanha, Grécia, Geórgia, Armênia, China e Irã.


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0:00 - Onde estão as melhores avelãs do mundo?

0:15 - Quem é o maior consumidor de avelãs?

0:45 - De onde vêm as melhores avelãs?

1:55 - O Oregon é o maior produtor de avelãs?

1:18 - Qual empresa compra mais avelãs?

1:35 - Qual empresa usa mais avelãs?

1:55 - Que país produz 70% das avelãs?

2:25 - Por que há escassez de avelã?

2:45 - Qual é a noz mais consumida do mundo?

3:05 - Onde são cultivadas as avelãs comerciais?

3:35 - Qual estado produz mais avelãs?

3:55 - Nutella usa 25 das avelãs do mundo?

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Produtores de Inhame Chinês Taioba (Taioba) no Mundo

Produtores de Inhame Chinês Taioba (Taioba) no Mundo

Inhame Chinês Taioba (Taioba) no Mundo
Taioba (Inhame Chinês)

Para que serve o inhame da taioba?

Pode comer inhame de taioba?

Como saber se a taioba é verdadeira?

Qual a diferença entre taioba brava é comestível?

Como saber se o inhame e bravo?

Qual a diferença da folha da taioba para o inhame?

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Características das Plantas Angiospermas

Características das Plantas Angiospermas

Características das Plantas Angiospermas
Angiospermas
As angiospermas constituem uma das duas grandes divisões em que se repartem as plantas superiores (com flores e sementes) e se denominam fanerógamas; a outra divisão é a das gimnospermas, cujas sementes estão contidas numa escama e não em ovário. Essas árvores, como os abetos e ciprestes, são pouco comuns no Brasil.

A maior parte das espécies de plantas superiores enquadra-se na divisão das angiospermas, que engloba uma imensa diversidade de formas vegetais, desde árvores de grande porte, como os baobás e eucaliptos, até as ervas mais comuns nos campos e no solo das matas. Algumas espécies, como as orquídeas, ostentam flores soberbas, enquanto outras, como os cereais, as hortaliças, os tubérculos e as árvores frutíferas, são básicas para a alimentação humana.

Características gerais
A principal característica das angiospermas é a presença de uma série de peças, não raro muito vistosas, que compõem a corola e o cálice (o chamado perianto) e circundam os órgãos reprodutores propriamente ditos. Além disso, os óvulos ou células femininas não se encontram a descoberto, tal como ocorre nas coníferas e demais gimnospermas, mas acham-se protegidos pelos chamados carpelos, folhas modificadas que se fecham sobre si mesmas para guardar as células incumbidas da reprodução. As angiospermas compreendem grande diversidade de árvores, arbustos e espécies herbáceas, rasteiras e aquáticas. Distribuem-se por todo o mundo e ocupam os habitats mais distintos, do Ártico aos trópicos, passando por matas, desertos, estepes, montanhas, ilhas, águas continentais e oceânicas. Sua importância econômica é fundamental, já que as angiospermas incluem a maioria das espécies arbóreas utilizadas pelo homem, todas as plantas hortícolas, as ervas produtoras de essências, especiarias e extratos medicinais, as flores, os cereais e uma grande quantidade de espécies das quais são obtidos numerosos produtos de interesse industrial.

A forma e a vistosa aparência das flores variam enormemente de uma espécie a outra. As plantas anemófilas, cuja polinização se efetua pela ação do vento, apresentam flores simples, sem perianto (corola e cálice) vistoso, e sementes providas de asas. As plantas que praticam a polinização entomófila, intermediada por insetos, têm flores vistosas, muitas de grande beleza, como as orquídeas, rosas e dálias, acompanhadas às vezes dos chamados nectários, órgãos produtores de essências que as dotam de delicados aromas.

As angiospermas subdividem-se em dois grupos: dicotiledôneas e monocotiledôneas. As primeiras se caracterizam por apresentarem um embrião com dois cotilédones ou folículos. Nas dicotiledôneas desenvolvidas, o caule experimenta crescimento em grossura, existe uma raiz principal, da qual partem ramificações secundárias, e a nervação das folhas apresenta-se também ramificada, a partir de uma via central. Por sua vez, as monocotiledôneas, como seu nome indica, têm um único cotilédone no embrião. Nos espécimes desenvolvidos não existe crescimento em grossura (crescimento experimentado contudo, mas de modo diferente do que ocorre nas dicotiledôneas, por algumas espécies que têm porte arbóreo), as raízes se apresentam em feixes da mesma extensão e grossura e as folhas estão sulcadas por nervuras paralelas.

Características das Plantas Angiospermas
A origem das angiospermas parece residir em algumas ordens de gimnospermas arcaicas, como as das cicadales e cordaitales. Seus representantes mais antigos procedem do período jurássico, na era mesozóica.
Dicotiledôneas. As dicotiledôneas formam o grupo mais numeroso das angiospermas, no qual se destacam, pelo interesse das plantas que as integram, as seguintes ordens: fagales, salicales, urticales, magnoliales, ranunculales, papaverales, cariofilales, capparales, cactales, cucurbitales, rosales, fabales, mirtales, cornales, ramnales, scrofulariales, lamiales e asterales.

A ordem das fagales inclui espécies arbóreas de notável desenvolvimento, em especial nas regiões temperadas. Algumas, como a faia e o castanheiro, são típicas de zonas climáticas frias e úmidas; outras, em contrapartida, vegetam em zonas bem mais secas, como acontece com o carvalho e o sobreiro.

Na ordem das salicales encontram-se árvores caracterizadas por uma ampla área de dispersão e nítida preferência por terrenos úmidos, como o chorão e o choupo.

A ordem das urticales é composta tanto por árvores, como a amoreira, a figueira e o olmo, quanto por espécies de crescimento herbáceo, entre as quais a urtiga e o lúpulo.

A ordem das magnoliales reúne espécies arbóreas ou arbustivas que constituem a base morfológica a partir da qual se desenvolveram as demais angiospermas. Acham-se entre elas a magnólia, a canela e o boldo.

Na ordem das ranunculales destacam-se algumas espécies herbáceas conhecidas pelos princípios tóxicos que contêm, como o ranúnculo, o acônito e o heléboro, e espécies floríferas de pequeno porte como a anêmona e o delfínio ou esporinhas.

São também herbáceas muitas das integrantes da ordem das papaverales, como as papoulas silvestres, fornecedoras de matéria-prima para a extração do ópio e seus derivados. Na mesma ordem há árvores como o pau-d'alho, arbustos que fornecem condimentos, como a alcaparra, e espécies ornamentais odoríferas, como o resedá.

Na ordem das cariofilales agrupam-se muitas espécies herbáceas que também têm interesse do ponto de vista ornamental, como o cravo, ou alimentício, como a acelga, o espinafre e a beterraba.

Importantes para a alimentação humana são ainda certas espécies da ordem das capparales, como a couve, o rabanete, o nabo e a mostarda.

As cactales congregam a importante família dos cactos, plantas adaptadas aos climas desérticos e que acumulam água em seus tecidos. Já na ordem das cucurbitales estão contidas importantes espécies hortícolas, como a abóbora, o melão, a melancia e o pepino.

Da ordem das rosales fazem parte as roseiras, o morangueiro e as árvores frutíferas de ocorrência mais comum nas regiões temperadas, como a macieira, a pereira, a cerejeira, o marmeleiro, o pessegueiro e o damasqueiro. A ordem das fabales, identificada antes com a das rosales, pelas afinidades que as ligam, é composta por espécies como o trevo e a alfafa, além de outras destinadas à alimentação humana, como o feijão, a ervilha, a fava, o grão-de-bico e o alcaçuz.

Entre as mirtales incluem-se os eucaliptos, grandes árvores nativas da Austrália que se dispersaram por todo o mundo graças à rapidez com que crescem, facilitando assim a extração de madeira. Na ordem das ramnales, cabe mencionar, por sua importância para o homem, a videira, planta de que foram obtidas inúmeras variedades e de cujos frutos fermentados se obtém o vinho.

A ordem das scrofulariales compreende a família das solanáceas, na qual há várias espécies alimentícias, como a batata, o tomate, a beringela, e outras de grande importância econômica, como o fumo, ou medicinal, como a beladona e o meimendro.

Entre as lamiales há plantas herbáceas de ampla área de dispersão, como a digital ou dedaleira, da qual se extrai um princípio ativo muito tóxico, usado no tratamento de doenças cardíacas. Na mesma ordem estão ainda agrupadas plantas aromáticas como a menta, a sálvia, o tomilho e o orégano.

A ordem das asterales conta por sua vez com a grande família das compostas, integrada por espécies como o cardo, a artemísia, a margarida, o crisântemo, a calêndula e o girassol.

Monocotiledôneas
No grupo das monocotiledôneas, é menor o número de ordens, convindo mencionar entre elas, pelo interesse das espécies que englobam, as seguintes: liliales, iridales, orquidales, bromeliales, poales e arecales.

A primeira delas inclui plantas aquáticas, como os juncos, e plantas bulbosas, quer comestíveis como o alho e a cebola, quer ornamentais pela beleza das flores, como a açucena, o narciso e a tulipa. Na ordem das iridales há igualmente diversas plantas ornamentais, como o gladíolo e a íris.

Entre as orquidales ressalta a família das orquídeas, nativas em sua maioria dos trópicos e apreciadas pela beleza invulgar de suas flores. Algumas espécies, como a baunilha americana, assumiram grande importância econômica.

Também a ordem das poales inclui espécies de importância fundamental para o homem: as da família das gramíneas, entre as quais se destacam os cereais mais comuns na alimentação.

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Bromeliáceas | Bromélias

Bromeliáceas | Bromélias

Bromeliáceas | Bromélias

Não sendo parasitas, as bromeliáceas ou bromélias, monocotiledôneas, parecem extrair nutrientes do ar, da poeira e de eventuais bactérias. Com cerca de 1.700 espécies agrupadas em 46 gêneros, a família das bromeliáceas recebeu esse nome, dado por Lineu, em homenagem ao botânico sueco Olaf Bromel.

Típicas das zonas tropicais americanas e comuns nas matas brasileiras, as plantas da família das bromeliáceas são em geral epífitas -- vivem sobre galhos de árvores, que utilizam como suportes, sem delas nunca depender em seu sistema alimentar.

As bromeliáceas têm uma estrutura peculiar: suas folhas lineares, compridas e em geral estreitas projetam-se de um caule truncado e, armando-se em forma de rosácea, constituem no centro um perfeito cálice que armazena a água da chuva. Enriquecida por detritos orgânicos, essa água se torna um meio de cultura de microrganismos e também uma via auxiliar para a nutrição das bromélias.

Indistintamente chamadas de gravatás, numerosas bromeliáceas, de gêneros como Bromelia, Billbergia ou Aechmea, são estimadas como plantas ornamentais. Além de vegetarem sobre árvores, certas espécies crescem fixadas em pedras ou direto na terra. Outras são apenas terrestres, como o abacaxi, na verdade uma variedade do ananás silvestre (Ananas comosus).

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Floresta Decídua Temperada

Floresta Decídua Temperada

Floresta Decídua Temperada
A floresta decídua temperada é um bioma temperado terrestre caraterizado por árvores caducifólias, como as faias, nogueiras e carvalhos. Apresenta as quatro estações bem definidas. A sua característica principal é a perda de suas folhas durante o outono e o inverno. Durante muito tempo essas florestas foram devastadas, porém hoje algumas áreas são preservadas em parques nacionais.
Distribuição geográfica

Existe em regiões de clima temperado, como o leste dos Estados Unidos, oeste da Europa, uma parte da China, sudeste da Sibéria, leste da Ásia, Japão e península da Coreia e parte da Nova Zelândia.

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Planta Carnívora (Drosera Glanduligera) Usa Tentáculos Para Capturar Insetos

Planta Carnívora (Drosera Glanduligera) Usa Tentáculos Para Capturar Insetos

Planta Carnívora (Drosera Glanduligera) Usa Tentáculos Para Capturar Insetos

Cientistas da Universidade de Freiburg, na Alemanha, descobriram que uma espécie de planta carnívora "catapulta" insetos para o seu interior assim que sente movimentos nos tentáculos.

Nos primeiros segundos da gravação, é possível verificar uma espécie de mosca que se aproxima da planta, até que um dos tentáculos dela é ativado, prende o inseto e o leva para o interior.

O estudo publicado na quarta-feira (26 de setembro de 2012) na revista científica "PLoS ONE" dá detalhes de como funciona o mecanismo de captura da Drosera glanduligera, encontrada principalmente no sul da Austrália.


Segundo os pesquisadores, os tentáculos são impulsionados por um leve toque, que é quando prendem o inseto e fazem o movimento até o centro da planta. A presa não desgruda durante o funcionamento desse mecanismo, graças à presença de uma substância natural colante, que consegue prender o inseto até a morte.

De acordo com a investigação científica, o movimento de catapulta do tentáculo rumo ao centro do vegetal seria uma forma de facilitar o processo digestivo da espécie e de ser um complemento da armadilha natural da Drosera glanduligera para conseguir alimento.

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Cientistas Russos Ressuscitam Planta de Mais de 30 Mil Anos

Cientistas Russos Ressuscitam Planta de Mais de 30 Mil Anos

Cientistas Russos Ressuscitam Planta de Mais de 30 Mil AnosSilene stenophylla
Equipe de cientistas russos conseguiram 'ressuscitar' uma planta com 30 mil anos (22 de fevereiro de 2012). Os investigadores desenterraram o fruto e algumas sementes da planta do solo gelado da Sibéria a 38 metros de profundidade, buracos estes que foram contruidos por esquilos pré-históricos, e a partir dos seus tecidos conservados abaixo de zero grau, conseguiram fazer réplicas da planta.

A chave da resposta para a ressureição está no fato de que a "Planta do Pleistoceno manteve-se preservada no permafrost" e ficava na camada de solo gelado que ocupa milhares de quilômetros quadrados das latitudes boreais e onde se armazena uma grande banco de sementes e organismos congelados há milhares de anos. Os cientistas já tinham conseguido reanimar vários microorganismos, mas até ao momento não tinham ainda encontrado restos viáveis de plantas com flor. A experiência está relatada num artigo publicado na«PNAS».

Os restos da Silene stenophylla, uma planta herbácea do Pleistoceno, faziam parte da despensa de um roedor pré-histórico, uma espécie de esquilo que enterrou a sua comida num lugar perto do rio Kolyma, nordeste da Sibéria.

As sementes e os frutos estavam conservados a 38 metros de profundidade, em sedimentos que têm permanentemente temperaturas abaixo de zero. Depois de recolhidas e datadas atráves do método de carbono 14, as sementes foram replicadas pelos cientistas da Academia Russa das Ciências. O método utilizado foi o do cultivo de tecidos e micropropagação, o que lhes ofereceu clones do exemplar obtidos na parte germinativa dos frutos congelados.

Os rebentos foram transplantados para vasos de crescimento, e um ano mais tarde floresceram e deram frutos. Segundo os investigadores, as plantas regeneradas apresentam um fenótipo diferente ao dos exemplares da mesma espécie existentes actuamente. Este estudo, defendem os cientistas, demonstra que o permafrost é uma fonte rica em material genético de plantas silvestes e uma reserva de genes antigos.

Artigo: Regeneration of whole fertile plants from 30,000-y-old fruit tissue buried in Siberian permafrost

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Muçununga | Vegetação Que Ocorre Em Florestas Ombrófilas

Muçununga | Vegetação Que Ocorre Em Florestas Ombrófilas

Muçununga | Vegetação Que Ocorre Em Florestas Ombrófilas

Muçununga é uma vegetação que ocorre em Florestas Ombrófilas Densas de Terras Baixas do Norte do Espírito Santo e sul da Bahia, em locais de solo arenoso, úmido e fofo.

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Helicônias | Variedades de Helicônias

Helicônias | Variedades de Helicônias

Heliconia papagaioHeliconia papagaio
Heliconia velloziana
Heliconia velloziana
Heliconia lançaHeliconia lança
Heliconia bico de guaráHeliconia bico de guará
Heliconia guatemalenseHeliconia guatemalense

Outros nomes: bananeira-de-jardim, bananeirinha-de-jardim, bico-de-guará, falsa-ave-do-paraíso e paquevira, entre outros.

Heliconia fogoHeliconia fogo

Características
: as helicônias são plantas de origem neotropical, mais precisamente da região noroeste da América do Sul. Originalmente incluído na família Musaceae (a família das bananeiras), o gênero Helicônia mais tarde passou a constituir a família Heliconiaceae, como único representante. Ainda é incerto o número de espécies existentes, ficando na faixa compreendida entre 150 a 250 espécies. Seis espécies ocorrem nas Ilhas do Sul do Pacífico, Samoa e Indonésia. As demais estão distribuídas na América Tropical desde o sul do México até o norte de Santa Catarina, região sul do Brasil. As helicônias, conforme a espécie, ocorrem em altitudes que variam de 0 a 2.000m, embora poucas sejam aquelas restritas às regiões mais altas. Ocorrem predominantemente nas bordas das florestas e matas ciliares e nas clareiras ocupadas por vegetação pioneira. No Brasil, ocorrem naturalmente cerca de 40 espécies. Sua aceitação como flores de corte tem sido crescente, tanto no mercado nacional como internacional. As razões que favorecem sua aceitação pelo consumidor são a beleza e exoticidade das brácteas que envolvem e protegem as flores, muito vistosas, de intenso e exuberante colorido e, na maioria das vezes, com tonalidades contrastantes, além da rusticidade, da boa resistência ao transporte e da longa durabilidade após colheita. São plantas herbáceas rizomatosas, que medem de 50 cm a 10 metros de altura, conforme a espécie. As folhas apresentam-se em vários tamanhos. As espécies possuem um rizoma subterrâneo que normalmente é usado na propagação. As inflorescências podem ser eretas ou pendentes, com as brácteas distribuídas no eixo num mesmo plano ou planos diferentes. De grande durabilidade e rusticidade, estas flores chegam a manter-se por mais de 15 dias em vasos limpos com água, que deve ser trocada com freqüência e o corte das hastes renovada regularmente. As flores da helicônia são apreciadas pelos beija-flores pois são ricas em néctar. O fruto, tipo baga, é de cor verde ou amarelo, quando imaturo, e azul escuro na maturação completa. Geralmente abriga uma a três sementes, com 1,5 cm de diâmetro. Os principais países produtores são Jamaica, Costa Rica, Estados Unidos (Havaí e Flórida), Honduras, Porto Rico, Suriname e Venezuela. Existem também cultivos comerciais na Holanda, Alemanha, Dinamarca e Itália, mas sob condições protegidas. No Brasil, áreas de cultivo já são encontradas nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Pernambuco, com expansão para os Estados do Amazonas e Ceará. Os principais países importadores são os Estados Unidos, a Holanda, a Alemanha, a Dinamarca, a Itália, a França e o Japão.

Propagação: são consideradas geófitas, ou seja, se reproduzem não somente pelas suas sementes, mas também por seus órgãos subterrâneos especializados, os rizomas, cuja principal função é servir como fonte de reservas, nutrientes e água para o desenvolvimento sazonal e, assim, assegurar a sobrevivência das espécies. A divisão do sistema de rizomas envolve tanto o rizoma horizontal como os pseudocaules verticais.
Função: utilizadas como plantas de jardim ou flores de corte.

Floração: varia de espécie para espécie e é afetado pelas condições climáticas. O pico de produção normalmente ocorre no início do verão, declina no outono e cessa no inverno, quando a temperatura média se aproxima de 10º.

Cuidados: desenvolvem-se em locais sombreados ou a pleno sol, de úmidos a levemente secos e em solos argilo-arenosos rico em matéria orgânica. A faixa de temperatura ideal situa-se entre 21 e 35 ºC. Temperaturas inferiores a 15 ºC são prejudiciais ao desenvolvimento normal das plantas. Abaixo de 10 ºC, o crescimento cessa. As helicônias exigem alta umidade relativa. As regas são muito importantes principalmente no verão quando suas folhas também devem ser pulverizadas com água. Já no inverno as regas devem ser somente quando a superfície do solo ficar seca.

Entre as espécies e híbridos mais comercializados como flores de corte, destacam-se: H. psittacorum, H. bihai, H. chartaceae, H. caribaea, H. wagneriana, H.stricta, H. rostrata, H. farinosa.

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Importância da Floresta Equatorial

Importância da Floresta Equatorial

Importância da Floresta Equatorial
As elevadas temperaturas, a forte umidade do ar e a abundância de precipitações, explicam o extraordinário desenvolvimento da vegetação nas regiões equatoriais. Trata-se duma floresta muito densa, algumas vezes chamada pelos habitantes locais (principalmente na Amazônia) por «inferno verde». A vegetação é tão densa, ou seja, as plantas crescem umas por cima das outras e existe entre elas uma grande competição pela luz, pois é indispensável para a fotossíntese, que podem-se considerar na floresta equatorial vários estratos (ou andares), havendo em cada um deles determinadas espécies de plantas. Na imagem ao lado, dificilmente se imagina a altura das árvores, nem sequer dá para imaginar o modo como as plantas estão tão junto umas das outras. Contudo, o chão ainda está muito longe. As árvores da imagem têm normalmente cerca de 40 metros de altura, mas podem chegar até aos 60 metros. 

Neste esquema, podem-se observar com facilidade os estratos da floresta equatorial. O estrato junto ao solo, é o estrato herbáceo, pouco desenvolvido e onde quase não existe luz, pois as plantas dos estratos superiores dificultam a passagem da luz. Repare-se bem na figura dum homem, neste estrato, que serve para dar uma ideia da altura e da densidade da floresta. Não entrando em pormenores de todos os estratos, refira-se apenas que o estrato superior, é constituído por árvores bastante altas, cujas copas apresentam uma forma arredondada (tipo guarda-chuva), e os seus troncos, de casca fina, são lisos, apenas ramificados na parte superior.

É muito vulgar nestas florestas, alguns tipos de plantas trepadoras e parasitas, que se servem das árvores para irem subindo e alcançar a luz; muitas vezes estas trepadeiras desenvolvem-se tanto que acabam por estrangular as árvores onde se enrolam. Estas trepadeiras, normalmente lianas, atingem um desenvolvimento tão grande, que quem as vê, diria que se tratava de uma autentica árvore. Há lianas com cerca de 200 metros de comprimento.

Com estas condições ambientais, a vida animal também é muito abundante e diversa, mas é raro haver nestas florestas animais muito grandes, pois a vegetação é tão densa, que os animais grandes não se conseguiriam movimentar ali dentro. Pela imagem, pode-se fazer uma ideia dos animais que existem na floresta equatorial: nas árvores, alguns mamíferos (macacos, lêmures, jaguares, esquilos, preguiças...), imensos répteis (cobras, lagartos, serpentes, jibóias), um grande número de aves (quase sempre muito coloridas e de grande beleza - tucanos, araras, catatuas, papagaios, quetzal...), e uma imensidão de insetos; ao nível do solo (ou perto dele), também mamíferos (leopardos, gorilas, mandarins, antílopes, ratos....) répteis, batráquios (sapos e rãs - muitas delas venenosas), vermes, etc.. Nos rios, quase sempre de águas muito lamacentas e turvas, abundam crocodilos, jacarés, búfalos, rinocerontes, pequenos anfíbios, roedores, e como é lógico, muitos peixes, entre os quais, as famosas piranhas, enguias-eléctricas, etc...

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Floresta Tropical Decídua

Floresta Tropical Decídua

Floresta Tropical Decídua

Florestas tropicais decíduas são florestas localizadas na zona tropical, em climas com acentuado período seco. Possuem uma estrutura normalmente densa e constituída principalmente por árvores em torno de 20 m. Suas folhas no período desfavorável caem cerca de 70%, considerando o conjunto das árvores da floresta.

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Plantas Raras do Dioma Caatinga


Plantas Raras do Dioma Caatinga

Plantas Raras do Dioma Caatinga
Lista de Plantas Raras do Dioma Caatinga segundo o livro “Pantas Raras do Brasil”.

ACANTHACEAE
Poikilacanthus harleyi Wassh

ALISMATACEAE
Echinodorus glandulosus Rataj

ALLIACEAE
Nothoscordum bahiense Ravenna

AMARANTHACEAE
Gomphrena chrestoides C.C.Towns.
Gomphrena hatschbachiana Pedersen
Gomphrena serturneroides Suess.
Gomphrena nigricans Mart.
Gomphrena pulvinata Suess.

AMARYLLIDACEAE
Habranthus bahiensis Ravenna

ANNONACEAE
Duguetia dicholepidota Mart.

APOCYNACEAE
Barjonia harleyi Fontella & Marquete
Cynanchum morrenioides Goyder
Hemipogon harleyi (Fontella) Goyder
Marsdenia pickelii Fontella & Morillo
Matelea morilloana Fontella
Metastelma giuliettianum Fontella
Rauvolfia blanchetii A.DC.

AQUIFOLIACEAE
Ilex auricula S.Andrews
Ilex mucugensis Groppo

ARACEAE
Anthurium radicans K.Koch & A.Haage
Philodendron pachyphillum K.Krause

ARALIACEAE
Dendropanax geniculatus Fiaschi

ARECACEAE
Attalea pindobassu Bondar
Syagrus werdermannii Burret

ARALIACEAE
Dendropanax geniculatus Fiaschi

ASTERACEAE
Chionolaena jeffreyi H.Rob.
Eremanthus leucodendron Mattf.
Hoehnephytum almasensis D.J.N.Hind
Lychnophora crispa Mattf.
Lychnophora phylicifolia DC.
Lychnophora santosii H.Rob.
Lychnophora sericea D.J.N.Hind
Paralychnophora atkinsae D.J.N.Hind
Paralychnophora patriciana D.J.N.Hind
Senecio almasensis Mattf.
Senecio regis H.Rob.
Senecio regis H.Rob.
Stilpnopappus laiseae R.Barros & R.L.Esteves
Vernonia leucodendron (Mattf.) MacLeish
Wunderlichia bahiensis Maguire & G.M.Barroso

BIGNONIACEAE
Adenocalymma fruticosum A.H.Gentry
Adenocalymma salzmannii DC.
Adenocalymma subspicatum A.H.Gentry
Amphilophium perbracteatum A.H.Gentry
Fridericia paradoxa (Sandwith) L.G.Lohmann
Handroanthus selachidentatus (A.H.Gentry)
Mansoa onohualcoides A.H.Gentry
Jacaranda rugosa A.H.Gentry
Tournefortia andrade-limae J.I.M.Melo
Adenocalymma fruticosum A.H.Gentry
Adenocalymma salzmannii DC.
Adenocalymma subspicatum A.H.Gentry
Amphilophium perbracteatum A.H.Gentry
Anemopaegma mirabile (Sandwith) A.H.Gentry
Fridericia paradoxa (Sandwith) L.G.Lohmann
Handroanthus selachidentatus (A.H.Gentry)S.
Mansoa onohualcoides A.H.Gentry
Jacaranda rugosa A.H.Gentry
Sparattosperma catingae A.H.Gentry
Tournefortia andrade-limae J.I.M.Melo

CONVOLVULACEAE
Evolvulus gnaphalioides Moric.1
Ipomoea franciscana Choisy1

CURCUBITACEAE
Apodanthera hindii C.Jeffrey
Apodanthera linearis Cogn.
Apodanthera succulenta C.Jeffrey
Apodanthera villosa C.Jeffrey
Fevillea bahiensis G.Rob. & Wunderlin

CYPERACEAE
Fuirena lainzii Luceño & M.Alves
Hypolytrum lucennoi M.Alves & W.W.Thomas
Lagenocarpus adamantinus Nees
Rhynchospora calderana D.A.Simpson
Abildgaardia disticha Lye
Abildgaardia papilosa Kral & M.Strong
Bulbostylis distichoides Lye
Bulbostylis lombardii Kral & M.Strong
Bulbostylis smithii Barros
Cryptangium humile (Nees) Boeck.
Cyperus almensis D.A.Simpson
Cyperus brumadoi D.A.Simpson
Eleocharis almensis D.A.Simpson
Eleocharis bahiensis D.A.Simpson
Eleocharis morroi D.A.Simpson
Eleocharis olivaceonux D.A.Simpson

BROMELIACEAE
Bromelia arenaria Ule
Cryptanthus burle-marxii Leme
Cryptanthus colnagoi Rauh & Leme
Dyckia limae L.B.Sm.
Dyckia pernambucana L.B.Sm.
Encholirium erectiflorum L.B.Sm.
Orthophtum hatschbachii Leme
Orthophytum heleniceae Leme
Vriesea limae L.B.Sm.

CACTACEAE
Arrojadoa bahiensis (P.J.Braun & Esteves)
Arrojadoa multiflora F.Ritter
Facheiroa ulei (Gürke) Werderm.
Melocactus azureus Buining & Brederoo
Melocactus braunii Esteves
Melocactus conoideus Buining & Brederoo
Melocactus deinacanthus Buining & Brederoo
Melocactus ferreophilus Buining & Brederoo
Melocactus glaucescens Buining & Brederoo
Melocactus lanssensianus P.J.Braun
Micranthocereus hofackerianus (P.J.Braun &
Micranthocereus polyanthus (Werderm.) Backeb.
Pilosocereus aureispinus (Buining & Brederoo) F.Ritter
Pilosocereus azulensis N.P.Taylor & Zappi
Pilosocereus bohlei Hofacker

CELASTRACEAE
Elachyptera coriacea Lombardi2

DILLENIACEAE
Davilla sessilifolia Fraga

ERIOCAULACEAE
Actinocephalus aggregatus F.N.Costa
Actinocephalus compactus (Gardner) Sano
Actinocephalus herzogii (Moldenke) Sano
Actinocephalus heterotrichus (Silveira) Sano
Actinocephalus nodifer (Silveira) Sano
Actinocephalus stereophyllus (Ruhland) Sano
Blastocaulon albidum (Koern.) Ruhland
Blastocaulon rupestre (Koern.) Ruhland
Leiothrix crassifolia (Bong.) Ruhland
Leiothrix distichoclada Herzog
Leiothrix luxurians (Koern.) Ruhland
Leiothrix milho-verdensis Silveira
Leiothrix rupestris Giul.
Paepalanthus albo-tomentosus Herzog
Paepalanthus almasensis Moldenke
Paepalanthus argenteus Silveira
Paepalanthus barbulatus Herzog
Paepalanthus cinereus Giul. & L.R.Parra
Paepalanthus contasensis Moldenke
Paepalanthus erigeron Mart. ex Koern.
Paepalanthus globulifer Silveira
Paepalanthus harleyi Moldenke
Paepalanthus inopinatus Moldenke
Paepalanthus itatiaiensis Ruhland
Paepalanthus langsdorffii (Bong.) Koern.
Paepalanthus lanuginosus Hensold
Paepalanthus luetzelburgii Herzog
Paepalanthus obtusifolius (Steud.) Koern.
Paepalanthus stannardii Giul. & L.R.Parra
Syngonanthus bahiensis Moldenke
Syngonanthus curralensis Moldenke
Syngonanthus floccosus Moldenke
Syngonanthus harleyi Moldenke
Syngonanthus hatschbachii Moldenke
Syngonanthus hygrotrichus Ruhland
Syngonanthus mucugensis Giul.

ERYTHROXYLACEAE
Erythroxylum pauferrense Plowman1
Erythroxylum tianguanum Plowman1

EUPHORBIACEAE
Adenophaedra cearensis Huber ex Secco
Croton arlineae D.Medeiros, L.Senna & R.J.V.Alves

GENTIANACEAE
Prepusa montana Gardner1
Schultesia bahiensis E.F.Guim. & Fontella2
Schultesia crenuliflora Mart.2
Schultesia pachyphylla Griseb.2
Schultesia sucreana E.F.Guim. & Fontella2
Columnea ulei Mansf.

LAMINACEAE
Eriope anamariae Harley
Eriope confusa Harley
Eriope filifolia Benth.
Eriope luetzelburgii Harley
Eriope montana Harley
Eriope sincorana Harley
Hyptis argyrophylla Harley
e Magalhães de Minas
Hyptis cuniloides Epling
Hyptis hagei Harley
Hyptis halimifolia Mart. ex Benth.
Hyptis irwinii Harley
Hyptis nubicola Harley
Hyptis pinheiroi Harley
Hyptis sancti-gabrielii Harley
Hyptis silvinae Harley
Vitex laciniosa Turcz.

LAURACEAE
Ocotea loefgrenii Vattimo-Gil
Ocotea maranguapensis Vattimo-Gil

LECYTHIDACEAE
Eschweilera tetrapetala S.A.Mori

LEGUMINOSAE
SUBFAMÍLIA CAESALPINIOIDEAE
Apuleia grazielanae A.Fernandes
Chamaecrista anamariae Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista arboae Barneby
Chamaecrista axilliflora H.S.Irwin & Barneby
Chamaecrista catolesensis Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista cuprea H.S.Irwin & Barbeby
Chamaecrista depauperata Conc., L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Chamaecrista punctulifera (Harms) H.S.Irwin & Barneby
Chamaecrista speciosa Conc., LP.Queiroz & G.P.Lewis
Moldenhawera brasiliensis Yakovlev
Senna bracteosa D.Cardoso & L.P.Queiroz

SUBFAMÍLIA MIMOSOIDEAE
Calliandra crassipes Benth.
Calliandra cumbucana Renvoize
Calliandra debilis Renvoize
Calliandra feioana Renvoize
Calliandra ganevii Barneby
Calliandra geraisensis E.R.Souza & L.P.Queiroz
Calliandra imperialis Barneby
Calliandra involuta Mackinder & G.P.Lewis
Calliandra lanata Benth.
Calliandra germana Barneby
Calliandra hygrophila Mackinder & G.P.Lewis
Calliandra imbricata E.R.Souza & L.P.Queiroz
Calliandra lintea Barneby
Calliandra luetzelburgii Harms
Calliandra paterna Barneby
Calliandra pilgeriana Harms
Calliandra pubens Renvoize
Calliandra renvoizeana Barneby
Calliandra semisepulta Barneby
Calliandra sincorana Harms
Calliandra stelligera Barneby
Calliandra ulei Harms
Chloroleucon extortum Barneby & Grimes
Mimosa crumenarioides L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Mimosa glaucula Barneby
Mimosa hirsuticaulis Harms
Mimosa hortensis Barneby
Mimosa lepidophora Rizzini
Mimosa morroënsis Barneby
Mimosa setuligera Harms
Mimosa ulbrichiana Harms
Senegalia sp. (= Acacia ricoae A.Bocage & S. Miotto)

SUBFAMÍLIA PAPILIONOIDEAE
Aeschynomene carvalhoi G.P.Lewis
Aeschynomene lewisiana A.Fernandes
Aeschynomene sabulicola L.P.Queiroz & D.Cardoso
Aeschynomene soniae G.P.Lewis
Crotalaria brachycarpa Benth.
Harpalyce lanata L.P.Queiroz
Luetzelburgia harleyi D.Cardoso, L.P.Queiroz & H.C.Lima
Luetzelburgia neurocarpa D.Cardoso, L.P.Queiroz & H.C.Lima
Pterocarpus monophyllus Klitgaard, L.P.Queiroz & G.P.Lewis
Swartzia curranii R.S.Cowan
Zornia ulei Harms

LYTHRACEAE
Cuphea bahiensis (Lourteig) T.B.Cavalc. & S.A.Graham
Cuphea glareosa T.B.Cavalc.
Cuphea sincorana T.B.Cavalc.
Diplusodon argyrophyllus T.B.Cavalc.
Diplusodon canastrensis T.B.Cavalc.

MELASTOMATACEAE
Cambessedesia gracilis Wurdack6,2
Cambessedesia hermogenesii A.B.Martins6,2
Cambessedesia rupestris A.B.Martins6,2
Lavoisiera harleyi Wurdack2,5
Marcetia alba Ule1,2
Marcetia bahiana (Ule) A.B.Martins1,2
Marcetia eimeariana A.B.Martins & Woodgyer1,2
Marcetia formosa Wurdack1,2
Marcetia grandiflora Wurdack1,2
Marcetia luetzelburgii Markgr.1,2
Marcetia lychnophoroides A.B.Martins1,2
Marcetia macrophylla Wurdack1,2
Marcetia nervulosa Markgr.1,2
Marcetia nummularia Markgr.1,2
Marcetia oxycoccoides Wurdack & A.B.Martins1,2
Marcetia sincorensis Wurdack1,2
Marcetia viscida Wurdack1,2
Microlicia amblysepala Ule3,4,1
Microlicia aurea Wurdack3,4,1
Microlicia aurea Wurdack3,4,1
Microlicia balsamifera (DC.) Mart.3,4,1
Microlicia blanchetiana Cogn.3,4,1
Microlicia carrasci Markgr. 3,4,1
Microlicia catolensis Woodgyer & Zappi3,4,1
Microlicia chrysantha Wurdack3,4,1
Microlicia comparilis Wurdack3,4,1
Microlicia giuliettiana A.B.Martins & Almeda3,4,1
Microlicia harleyi Wurdack3,4,1
Microlicia hatschbachii Wurdack3,4,1
Microlicia isostemon Wurdack3,4,1
Microlicia leucopetala Wurdack3,4,1
Microlicia luetzelburgii Markgr. 3,4,1
Microlicia minima Markgr. 3,4,1
Microlicia monticola Wurdack3,4,1
Microlicia morii Wurdack3,4,1
Microlicia mucugensis (Wurdack) Almeda &
Microlicia noblickii (Wurdack) A.B.Martins &
Microlicia oligochaeta Wurdack3,4,1
Microlicia petasensis Wurdack3,4,1
Microlicia pinheiroi Wurdack3,4,1
Microlicia plumosa Woodgyer & Zappi3,4,1
Microlicia sincorensis (DC.) Mart. 3,4,1
Microlicia subaequalis Wurdack3,4,1
Microlicia subalata Wurdack3,4,1
Microlicia scoparia DC. 3,4,1
Microlicia taxifolia Naudin3,4,1
Pterolepis rotundifolia Wurdack

MOLLUNGINACEAE
Glischrothamnus ulei Pilger

MORACEAE
Ficus noronhae Oliv.

MYRTACEAE
Myrcia almasensis NicLugh.
Psidium cauliflorum Landrum & Sobral

OCHNACEAE
Luxemburgia diciliata Dwyer
Luxemburgia hatschbachiana Sastre
Ouratea platicaulis Sastre
Sauvagesia nitida Zappi & E.Lucas

ORCHIDACEAE
Habenaria pseudohamata Toscano
Notylia sylvestris Smith & Harris
Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay
Veyretia sincorensis (Schltr.) Szlach.

VERBENACEAE
Stachytarpheta arenaria S.Atkins1
Stachytarpheta bicolor Hook. f.1
Stachytarpheta bromleyana S. Atkins1
Stachytarpheta caatingensis S.Atkins1
Stachytarpheta galactea S.Atkins1
Stachytarpheta ganevii S.Atkins1
Stachytarpheta glandulosa S.Atkins1
Stachytarpheta guedesii S.Atkins1
Stachytarpheta lacunosa Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta lychnitis Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta piranii S. Atkins1

MOLLUNGINACEAE
Glischrothamnus ulei Pilger

MORACEAE
Ficus noronhae Oliv.

MYRTACEAE
Myrcia almasensis NicLugh.
Psidium cauliflorum Landrum & Sobral

OCHNACEAE
Luxemburgia diciliata Dwyer
Luxemburgia hatschbachiana Sastre
Ouratea platicaulis Sastre
Sauvagesia nitida Zappi & E.Lucas

ORCHIDACEAE
Habenaria pseudohamata Toscano
Notylia sylvestris Smith & Harris
Thelyschista ghillanyi (Pabst) Garay
Veyretia sincorensis (Schltr.) Szlach.

VERBENACEAE
Stachytarpheta arenaria S.Atkins1
Stachytarpheta bicolor Hook. f.1
Stachytarpheta bromleyana S. Atkins1
Stachytarpheta caatingensis S.Atkins1
Stachytarpheta galactea S.Atkins1
Stachytarpheta ganevii S.Atkins1
Stachytarpheta glandulosa S.Atkins1
Stachytarpheta guedesii S.Atkins1
Stachytarpheta lacunosa Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta lychnitis Mart. ex Schauer1
Stachytarpheta piranii S. Atkins1
Stachytarpheta quadrangula Nees & Mart.1
Stachytarpheta radlkoferiana Mansf.1
Stachytarpheta tuberculata S.Atkins1

XYRIDACEAE
Xyris mertesiana Koern. ex Malme

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Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)


Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)

Sibipiruna (Caesalpinia peltophoroides)
Ocorrência: Rio de Janeiro.

Outros nomes: sibipira, coração de negro, sepipiruna, sebipira.

Características: árvore semidecídua que atinge 18 m de altura, com tronco de 30 a 40 cm de diâmetro, copa arredondada, podendo chegar a 15 m de diâmetro. Costuma viver por mais de um século e é muito confundida com o pau-brasil e o pau-ferro, pela semelhança da folhagem. Folhas compostas bipinadas, de 20 a 25 cm de comprimento, com 17 a 19 pares de pinas. Folíolos em número de 13 a 27 por pina, com 10 a 12 mm de comprimento. Flores amarelas dispostas em cachos cônicos e eretos. Os frutos são de cor bege-claro, achatados, medem cerca de 3 cm de comprimento. Um Kg de sementes contém 2.850 unidades.

Habitat: Mata Atlântica.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, dura, de média durabilidade natural.

Utilidade: a madeira pode ser usada na construção civil, como caibros e ripas, para estrutura de móveis e caixotaria. muito utilizada no paisagismo urbano em geral, sendo também indicada para projetos de reflorestamento pelo seu rápido crescimento e grande poder germinativo. Produz sombra considerável, reduzindo a radiação solar em 88,5%.

Florescimento: agosto a novembro.

Frutificação: julho a setembro.

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