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Avencão (Adiantum subcordatum)


Avencão (Adiantum subcordatum)

Avencão (Adiantum subcordatum)
Características: O Avencão (Adiantum subcordatum) é uma planta herbácea, perene, de folhagem delicada, com 50 a 70 cm de altura, com folhas de pecíolos pretos, brilhantes, divididas 3 a 4 vezese folíolos numerosos em forma de trapézio, às vezes oblíquos, com margens levemente recortadas, pontiagudos.

Propagação: esporos e divisão de touceiras.

Função: usadas para formação de vasos, normalmente para decoração interna. Além de interiores podem ser utilizadas em canteiros e jardineiras. É de grande efeito decorativo pela altura e formato.

Cuidados: cultivada à meia sombra, em solo rico em matéria orgânica, bem drenado e úmido. Não tolera baixas temperaturas, sol direto, nem vento . Periodicamente pulverize as folhas com água.

Adiantum subcordatum
Adiantum subcordatum

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Árvore Sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia)


Árvore Sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia)

Árvore Sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia)
Ocorrência: Maranhão e região Nordeste do país até a Bahia.

Outros nomes: cebiá, sansão do campo.

Características: planta espinhenta com 5 a 8 m de altura, tronco com 20 a 30 cm de diâmetro. Folhas compostas bipinadas, geralmente com 6 pina opostas, cada uma com 4 a 8 folíolos glabros, de 3 a 8 cm de comprimento. Um Kg de sementes puras contém aproximadamente 22.000 unidades.

Habitat: caatinga.

Propagação: sementes.

Madeira: pesada, dura, compacta, superfície brilhante e lisa, de grande durabilidade, mesmo quando exposta à umidade e enterrada.

Mimosa caesalpiniaefolia

Utilidade: madeira muito apropriada para usos externos, como moirões, estacas, esteios e para lenha e carvão. A árvore apresenta as características ornamentais, principalmente pela forma entouceirada que geralmente se apresenta, podendo ser empregada em paisagismo. É também muito utilizada como cerca viva defensiva e quebra ventos. É amplamente cultivada para produção de madeira na Região Nordeste do país. Como planta tolerante à luz direta e de rápido crescimento é ideal para reflorestamentos heterogêneos destinados a recomposição de áreas degradadas.

Florescimento: novembro a março.

Frutificação: setembro a novembro.

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Magnólia (Magnolia grandiflora)

Magnólia (Magnolia grandiflora)

Magnólia (Magnolia grandiflora)
Magnólia (Magnolia grandiflora) é uma árvore de folhas perenes da família das magnoliáceas, que chega a alcançar trinta metros de altura e é originária do hemisfério norte. De copa frondosa, suas folhas, coriáceas e brilhantes, são verdes e lustrosas na parte superior e castanhas na parte inferior. As flores, brancas e perfumadas, também chamadas magnólias, chegam a vinte centímetros de diâmetro.

Uma das árvores mais cultivadas por sua beleza ornamental nos parques e jardins das zonas temperadas, a magnólia é assim chamada em homenagem a Pierre Magnol, botânico francês do século XVII.

Ao gênero Magnolia pertencem cerca de oitenta outras espécies de árvores e arbustos, que se distribuem geograficamente por quase todo o mundo e também são conhecidas pelo nome comum de magnólia. No Brasil se cultivam várias dessas espécies, e também outras, do gênero Michelia, da mesma família, como a magnólia-amarela (Michelia champaca), ou magnólia-de-petrópolis. As magnólias preferem solos profundos e adubação regular, não requerem poda nem se dão bem em climas frios.

Magnólia (Magnolia grandiflora)

Mamão (Carica papaya)

Mamão (Carica papaya)

Mamão (Carica papaya)
Mamão (Carica papaya) é o fruto do mamoeiro, planta da família das caricáceas (Carica papaya), que atinge, não raro, altura de mais de cinco metros, porém de caule fibroso e não lenhoso. O mamoeiro cresce rapidamente: em um ano chega à fase adulta. Em geral não ramificado, o caule é coroado por grandes folhas lobadas, com pecíolos ocos de até sessenta centímetros, que ao caírem deixam fundas cicatrizes.

De origem incerta, mas provável fusão espontânea de espécies do México e América Central, o mamão é produzido o ano inteiro e cultivado em todo o mundo tropical e áreas quentes dos subtrópicos.

Normalmente o mamoeiro é dióico, com flores masculinas e femininas produzidas em pés distintos. Há, porém, plantas hermafroditas ou monoicas, com flores de ambos os sexos. Nos pés tipicamente masculinos, as flores afuniladas, com cerca de 2,5cm de comprimento, agrupam-se na extremidade de pedúnculos com quase um metro de extensão e dão origem a frutas de gosto pouco apurado, os mamões-machos, mamões-de-cabo ou mamões-de-corda.

Mamão (Carica papaya)

Os que dão frutos melhores são os pés femininos, cujas flores, brancas como as outras mas bem maiores, se apoiam em pedúnculos curtos formados nas axilas das folhas. Nas plantações de pés femininos, é preciso haver pelo menos dez por cento de mamoeiros-machos, para a fecundação. Já os pés hermafroditas, de flores pequenas em pedúnculos curtos, não dependem do pólen de outros pés para se fecundarem. O mamoeiro propaga-se por sementes e não tolera o frio. As condições ideais de cultivo estão na faixa de 22o a 26o C e altitudes de até 200m acima do nível do mar.

Mamão (Carica papaya)
Mamão (Carica papaya)

O mamão, quando ainda verde, produz um suco leitoso em que se encerra a papaína, enzima semelhante, na ação digestiva, à pepsina, de origem animal. A papaína hidrolisa ou digere proteínas e é usada em vários remédios contra a má digestão e em preparados para amaciar carnes.

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Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)


Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)


Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)Ocorrência: de Pernambuco a São Paulo.

Outros nomes: jequitibá-vermelho, pau-carga, sapucaia-de-apito, pau-de-cachimbo, jequitibá cedro, jequitibá de agulheiro, estopa, jequitibá grande, pau caixão, congolo de porco, caixão.

Características: árvore semidecídua muito alta com 30 a 50 m de altura, tronco retilíneo, cilíndrico, com casca muito grossa, pardacenta, rígida, profundamente sulcada, de 70 a 100 cm de diâmetro. Exemplares centenários são comuns em muitas matas, onde a altura pode se aproximar dos 55 m e o diâmetro na base do tronco pode ultrapassar 2 m. É uma das árvores mais altas da flora brasileira e certamente a mais alta da Mata Atlântica. Folhas membranáceas, alternas, simples, oblongas, com bordos ligeiramente serreados e base da lâmina foliar com pequena dobra voltada para a face inferior, de 4 a 7 cm de comprimento que adquirem tonalidades róseo-avermelhadas quando novas. Flores dificilmente alcançando 1 cm de comprimento, numerosas no ápice dos ramos brancacentos. Os frutos são cápsulas lenhosas com formato semelhante à de um cachimbo, de 4 a 7 cm de comprimento, com sementes aladas, que liberam as sementes por uma abertura em sua extremidade distal quando maduros. Um kg de sementes contém aproximadamente 22.470 unidades.

Habitat: mata atlântica clímax.

Propagação: sementes.

Madeira: madeira leve, macia, superfície irregularmente lustrosa e um pouco áspera, de baixa resistência ao ataque de organismos xilófagos quando exposta em condições adversas.

Utilidade: madeira usada para construção civil em obras internas como assoalhos e esquadrias , para confecção de contraplacados, móveis, brinquedos, lápis, salto de calçados, cabos de vassouras, etc. Suas sementes são o alimento preferido dos macacos. O tanino de sua casca é empregado no curtimento de couros, e sua casca também tem grande poder desinfetante. A árvore, apesar de seu grande porte, é ótima para a arborização de parques e grandes jardins. Esta árvore, pelo tamanho monumental, é admirada por todos a ponto de ter sido escolhida como árvore símbolo do estado de São Paulo e ter emprestado seu nome para designar cidades, palácios, parques, ruas e bairros em todo o sudeste do país.

Florescimento: dezembro a fevereiro.

Frutificação: agosto a setembro.

Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)
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Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)
Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)

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Mandacaru (Cereus jamacaru)


Mandacaru (Cereus jamacaru)

Mandacaru (Cereus jamacaru)Outros nomes: jamacaru.

Características: cactácea que ocorre naturalmente na caatinga dos estados do Piauí, Ceara, Rio Grande do Norte, Paraiba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e norte de Minas Gerais. É extremamente rústico, resistindo a longos períodos de seca. Seus ramos são irregulares, dispostos em ângulo agudo com o eixo principal levemente curvados, dando à planta um aspecto de um candelabro. Seu fruto, com cerca de 12 cm de comprimento, é vermelho, carnoso, com polpa branca, brilhante e comestível, embora insípido. A planta perde pouca água para a atmosfera devido à forma do seu caule (grosso e elipsóide) desprovido de folhas, o que reduz a superfície de evaporação do vegetal e por causa da presença de uma espessa cutícula que reveste os ramos, possui, no seu interior, tecidos mucilaginosos que podem absorver e armazenar grande quantidade de água. As raízes também têm relevante importância no aproveitamento da água do ambiente, já que absorvem com facilidade todo o recurso hídrico a sua volta. Por isso, na estiagem, quando todas as plantas secam e perdem as folhas, o mandacaru mantém-se verde, contrastando com a paisagem. Possui grandes espinhos que constituem sua defesa contra animais quando se esgotam os alimentos na caatinga.

Propagação: sementes.

Função: é utilizada na ornamentação de avenidas, ruas, parques e jardins e ainda servem para compor cercas vivas e vasos.

Floração: outubro.

Mandacaru
Mandacaru
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Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)


Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)

Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)Ocorrência: do nordeste do país até São Paulo.

Outros nomes: guaxima do mangue, algodão do brejo, guanxuma.

Características: espécie com altura média entre 3 e 6 m, copa globosa e tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Perenifólisa, heliófita. Possui folhas simples, membranáceas, denso-tomentosas em ambas as faces, de 10 cm. Flores de coloração amarela. Um Kg de sementes contém cerca de 90 mil unidades, cujo armazenamento é superior a três meses. No campo, seu desenvolvimento é rápido.

Habitat: floresta pluvial de restinga.

Propagação: estacas ou sementes.

Madeira: leve, macia ao corte, textura grossa e de baixa durabilidade.

Utilidade: é ornamental e amplamente utilizada na arborização urbana, pricipalmente em ruas estreitas e sob a rede elétrica. A madeira pode ser utilizada para a fabricação de pequnos artefatos, brinquedos e caixotaria.

Florescimento: durante quase todo o ano, porém com maior intensidade nos meses de agosto e janeiro.

Frutificação: fevereiro e abril.

Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)

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