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Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)


Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)


Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)Ocorrência: de Pernambuco a São Paulo.

Outros nomes: jequitibá-vermelho, pau-carga, sapucaia-de-apito, pau-de-cachimbo, jequitibá cedro, jequitibá de agulheiro, estopa, jequitibá grande, pau caixão, congolo de porco, caixão.

Características: árvore semidecídua muito alta com 30 a 50 m de altura, tronco retilíneo, cilíndrico, com casca muito grossa, pardacenta, rígida, profundamente sulcada, de 70 a 100 cm de diâmetro. Exemplares centenários são comuns em muitas matas, onde a altura pode se aproximar dos 55 m e o diâmetro na base do tronco pode ultrapassar 2 m. É uma das árvores mais altas da flora brasileira e certamente a mais alta da Mata Atlântica. Folhas membranáceas, alternas, simples, oblongas, com bordos ligeiramente serreados e base da lâmina foliar com pequena dobra voltada para a face inferior, de 4 a 7 cm de comprimento que adquirem tonalidades róseo-avermelhadas quando novas. Flores dificilmente alcançando 1 cm de comprimento, numerosas no ápice dos ramos brancacentos. Os frutos são cápsulas lenhosas com formato semelhante à de um cachimbo, de 4 a 7 cm de comprimento, com sementes aladas, que liberam as sementes por uma abertura em sua extremidade distal quando maduros. Um kg de sementes contém aproximadamente 22.470 unidades.

Habitat: mata atlântica clímax.

Propagação: sementes.

Madeira: madeira leve, macia, superfície irregularmente lustrosa e um pouco áspera, de baixa resistência ao ataque de organismos xilófagos quando exposta em condições adversas.

Utilidade: madeira usada para construção civil em obras internas como assoalhos e esquadrias , para confecção de contraplacados, móveis, brinquedos, lápis, salto de calçados, cabos de vassouras, etc. Suas sementes são o alimento preferido dos macacos. O tanino de sua casca é empregado no curtimento de couros, e sua casca também tem grande poder desinfetante. A árvore, apesar de seu grande porte, é ótima para a arborização de parques e grandes jardins. Esta árvore, pelo tamanho monumental, é admirada por todos a ponto de ter sido escolhida como árvore símbolo do estado de São Paulo e ter emprestado seu nome para designar cidades, palácios, parques, ruas e bairros em todo o sudeste do país.

Florescimento: dezembro a fevereiro.

Frutificação: agosto a setembro.

Jequitibá Rosa (Cariniana legalis)
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Mandacaru (Cereus jamacaru)


Mandacaru (Cereus jamacaru)

Mandacaru (Cereus jamacaru)Outros nomes: jamacaru.

Características: cactácea que ocorre naturalmente na caatinga dos estados do Piauí, Ceara, Rio Grande do Norte, Paraiba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e norte de Minas Gerais. É extremamente rústico, resistindo a longos períodos de seca. Seus ramos são irregulares, dispostos em ângulo agudo com o eixo principal levemente curvados, dando à planta um aspecto de um candelabro. Seu fruto, com cerca de 12 cm de comprimento, é vermelho, carnoso, com polpa branca, brilhante e comestível, embora insípido. A planta perde pouca água para a atmosfera devido à forma do seu caule (grosso e elipsóide) desprovido de folhas, o que reduz a superfície de evaporação do vegetal e por causa da presença de uma espessa cutícula que reveste os ramos, possui, no seu interior, tecidos mucilaginosos que podem absorver e armazenar grande quantidade de água. As raízes também têm relevante importância no aproveitamento da água do ambiente, já que absorvem com facilidade todo o recurso hídrico a sua volta. Por isso, na estiagem, quando todas as plantas secam e perdem as folhas, o mandacaru mantém-se verde, contrastando com a paisagem. Possui grandes espinhos que constituem sua defesa contra animais quando se esgotam os alimentos na caatinga.

Propagação: sementes.

Função: é utilizada na ornamentação de avenidas, ruas, parques e jardins e ainda servem para compor cercas vivas e vasos.

Floração: outubro.

Mandacaru
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Mandacaru
Mandacaru
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Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)


Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)

Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)Ocorrência: do nordeste do país até São Paulo.

Outros nomes: guaxima do mangue, algodão do brejo, guanxuma.

Características: espécie com altura média entre 3 e 6 m, copa globosa e tronco de 20 a 30 cm de diâmetro. Perenifólisa, heliófita. Possui folhas simples, membranáceas, denso-tomentosas em ambas as faces, de 10 cm. Flores de coloração amarela. Um Kg de sementes contém cerca de 90 mil unidades, cujo armazenamento é superior a três meses. No campo, seu desenvolvimento é rápido.

Habitat: floresta pluvial de restinga.

Propagação: estacas ou sementes.

Madeira: leve, macia ao corte, textura grossa e de baixa durabilidade.

Utilidade: é ornamental e amplamente utilizada na arborização urbana, pricipalmente em ruas estreitas e sob a rede elétrica. A madeira pode ser utilizada para a fabricação de pequnos artefatos, brinquedos e caixotaria.

Florescimento: durante quase todo o ano, porém com maior intensidade nos meses de agosto e janeiro.

Frutificação: fevereiro e abril.

Algodoeiro da Praia (Hibiscus pernambucensis)

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Célula Vegetal


Célula Vegetal

Célula VegetalConstitui um espaço fortemente compartimentado e parcialmente resultante da privatização do meio externo, oferecendo condições para instalação de rigorosos compartimentos com funções.
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Organelas
Retículo Endoplasmático: Bolsas achatadas com membranas ricas em lipoproteínas, com função de armazenamento e circulação de nutrientes, pode ocorrer também síntese de proteínas.
Complexo de Golgi: Dictiossomos: Bolsas achatadas, entorno de 6 a 20 unidades, dispersas pelo citoplasma, com função secretora de polissacarídeos para integrar a parece celular e abastece também os vacúolo. Sua principal função é a digestão intracelular.

Peroxissomos: Organela com enzima Glioxissomo a qual converte lipídios das sementes em açúcar ou glicose, levando a germinação. Já na célula animal, atua no fígado e quebra da água oxigenada em água e oxigênio(oxidação).

Centríolos: Pequeno cilindro oco com 9 conjuntos de 3 microtúbulos, aparece nos vegetais que apresentam anterozoides (reprodução com água oogâmica).

Mitocôndrias: Organelas com forma de bastonete, apresenta uma membrana externa lisa, lipoproteica e interna com invaginações ou dobras. Possui DNA e RNA. Principal função respiração celular e produção de ATP ou energia.

Núcleo: Compartimento especial onde localiza o patrimônio genético.

Nucléolo: Corpúsculo esponjoso, desprovido de membrana, ou seja, aglomerado de ribossomos em amadurecimento. Rico em RNA.

Célula Vegetal

Destacamos as Organelas:
Plastos: Organela presente em células de plantas e algas. Principal Cloroplasto, apresenta membrana externa lisa (lipoprotéica) e interna com bolsas achatadas em forma de discoides empilhados. Possui um líquido chamado de Estroma ou Matriz rico em DNA, RNA e Ribossomos o que leva a duplicação. Apresenta a Lamela, membrana que divide a Matriz. Possui Tilacoides, ou seja, bolsas achatadas contendo clorofila A e B, xantofila e carotenos. O conjunto de Tilacoides é chamado de Granum. Função da Organela: Fotossíntese. Ocorre também outros pigmentos como Leucoplastos que é relacionado com os frutos e flores.

Parede Celular: Estrutura de revestimento externo, morta, dotada de grande resistência, elasticidade e proteção à decomposição. É permeável, apresenta na sua composição: celulose, polissacarídeo, cutina(folhas), suberina(súber ou cortiça) e lignina(xilema e esclerêquima). Possui uma membrana primária fina elástica com muita celulose sendo flexível, aparecendo em células jovens ou de crescimento. Apresenta também uma membrana secundária espessa com lignina rígida com sustentação, aparece nas células adultas. O lúmem é uma cavidade interna da célula, contendo no seu interior ar quando a célula é jovem e lignina quando a célula já morreu.

Vacúolo: Estrutura em forma de bolsa, delimitada por uma membrana rica em lipoproteína (tonoplasto). O seu interior é preenchido por substâncias de reserva como: glicoses, óleos, proteínas e hormônios. Quando a célula é jovem possui muitos vacúolos. Agora as células adultas apresentam um único vacúolo central. Função: regular a pressão osmótica das células (osmoregulação).

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Jaca | Artocarpus heterophyllus

Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)

Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)

Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)
Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)
Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)
Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)

Nome científico: Artocarpus lacucha
Classificação: Espécie
Classificação superior: Artocarpus
Família: Moraceae
Reino: Plantae

A Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha), também conhecida como  Monkey Jack em Inglês, ou fruta do macaco em português,  é uma espécie de árvore tropical perene da família Moraceae. A árvore está distribuída em todo o subcontinente indiano e sudeste da Ásia. A árvore é valorizada por sua madeira; sua fruta é comestível e acredita-se ter valor medicinal. No nordeste da Tailândia, a madeira é usada para fazer pong lang, um instrumento tradicional musical local.

Jaca de Macaco (Artocarpus lacucha)

Esta árvore é mencionada no Arthashastra.

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Florestas de Coníferas

Florestas de Coníferas

Florestas de Coníferas
As coníferas constituem uma ordem de plantas gimnospermas, as quais se caracterizam por apresentar sementes descobertas e flores pouco vistosas ou quase imperceptíveis, pois carecem de pétalas. Existem mais de 500 espécies de coníferas, a maioria de porte arbóreo e algumas arbustivas.

Extraordinariamente diversas em tamanho, as coníferas englobam espécies como a Dacrydium laxifolium, da Nova Zelândia, que mede apenas oito centímetros quando adulta, e as gigantescas sequoias dos Estados Unidos, de noventa metros de altura. Entre elas se encontra também o Pinus aristata, cujos exemplares do oeste americano têm idade estimada em cinco mil anos.

Características gerais
A maior parte das coníferas é perenifólia, isto é, suas folhas persistem no ramo durante um período médio de cinco anos. Algumas espécies, como o lariço e o cipreste-do-brejo, porém, perdem as folhas na estação fria. Em geral o tronco é reto, mas as sabinas, os zimbros e muitos pinheiros às vezes o apresentam entortado e retorcido em regiões onde predominam os ventos fortes. A forma da árvore é, em geral, piramidal ou alongada, com algumas espécies de aspecto umbelado, como ocorre com a araucária ou pinheiro-do-paraná.

À exceção dos teixos, todas as coníferas apresentam condutos secretores de resinas, substâncias aromáticas e pegajosas que fluem pelo córtex e servem de proteção contra o ataque de insetos parasitas e de outros organismos.


As folhas são coriáceas e estreitas, em forma de agulha, como ocorre nos pinheiros, abetos e zimbros, ou constituídas de pequenas escamas aderidas umas às outras (escamiformes ou imbricadas), como as das sabinas, ciprestes e tuias. A reduzida superfície das folhas é consequência da adaptação a condições de secura e frio, pela qual a planta reduz a perda de água por evaporação através da superfície foliar. Tal traço evolutivo, associado a outros, possibilita às coníferas desenvolverem-se em lugares onde outras árvores não vingam, como nas frias regiões do Canadá e da Escandinávia, em zonas montanhosas e secas.

As flores, reduzidas aos órgãos reprodutores, são sempre unissexuadas, isto é, ou masculinas ou femininas. De modo geral, cada árvore tem flores dos dois sexos, pelo que se diz que são monoicas. Algumas espécies, porém, como o teixo, as sabinas e os zimbros, só possuem flores de um mesmo sexo em cada árvore e, por isso, se denominam dioicas.

Uma vez fecundadas pelo pólen, as flores femininas geram estruturas frutíferas lenhosas em forma de cone, das quais deriva o nome atribuído à ordem. A forma dessas estruturas, contudo, não é inteiramente cônica e, além disso, varia significativamente de uma espécie para outra: nos pinheiros, podem ser ovaladas ou alongadas e recebem o nome de pinhas, enquanto que nos ciprestes são esféricas e se chamam gálbulas (ou gálbulos). Cada estrutura frutífera, por sua vez, se compõe de uma série de escamas chamadas brácteas, em geral lenhosas, que protegem as sementes.

As coníferas originaram-se na era paleozoica, há cerca de 345 milhões de anos. Diferenciaram-se notavelmente na era mesozoica e chegaram ao auge do desenvolvimento há cem milhões de anos. Daí em diante, foram perdendo terreno para as angiospermas, plantas mais evoluídas cujas sementes são protegidas por invólucros. Na atualidade, seu predomínio em algumas zonas do planeta foi determinado principalmente pelas variações climáticas.

A importância econômica das coníferas decorre sobretudo do fato de muitas espécies, como os pinheiros, os abetos ou as sabinas, serem aproveitáveis como madeira. De algumas também se explora a resina, empregada na fabricação de pasta de papel e outros materiais. Certas espécies, como os pinheiros, são empregadas em reflorestamento. Finalmente, é comum a utilização de coníferas como árvores ornamentais, uma vez que algumas, como os cedros, os abetos, as tuias e os ciprestes, são de grande beleza.

Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas
Florestas de Coníferas

Principais grupos de coníferas
A ordem das coníferas compreende dez gêneros mais comuns em todo o mundo, exceto na Antártica. À família das abietáceas ou pináceas pertencem os abetos, do gênero Abies, cujos cones são eretos; as epíceas, do gênero Picea, às vezes também chamadas abetos por parecerem com estes, embora se diferenciem por apresentarem cones pendentes; os pinheiros, do gênero Pinus, com grande número de espécies, algumas distribuídas por vastas regiões; os lariços, do gênero Larix; e os cedros, do gênero Cedrus. À família das taxodiáceas pertencem as sequoias, dos gêneros Sequoia e Sequoiadendron. Na das taxáceas, enquadra-se o teixo e, na das araucariáceas, a araucária ou pinheiro-do-paraná. A família das cupressáceas compreende os ciprestes, do gênero Cupressus, as tuias, do gênero Thuja, e os zimbros e sabinas, do gênero Juniperus.

sequoia

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