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Banana | Cachos de Bananas

Maracujá (Passiflora edulis)

Maracujá (Passiflora edulis)

Classificação Científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Malpighiales
Família: Passifloraceae
Gênero: Passiflora
Espécie: Passiflora edulis


Maracujá (Passiflora edulis)
Maracujá (Passiflora edulis)
Maracujá (Passiflora edulis)
Maracujá (Passiflora edulis)
Maracujá (Passiflora edulis)
Maracujá (Passiflora edulis)Maracujá (Passiflora edulis)

Informações
  • O Maracujá possui um formato arredondado e sua casca, na fase madura, apresenta-se na cor amarela.. Junto com a polpa, também de cor amarela, encontra-se uma grande quantidade de caroços (sementes).
  • Este fruto é fonte de vitaminas A, C e do complexo B. Além disso, apresenta boa quantidade de sais minerais (ferro, sódio, cálcio e fósforo).
  • Possui propriedades que funcionam como calmante natural no organismo humano.
  • Existem várias espécies de maracujás, porém as mais conhecidas são: maracujá mirim, maracujá melão, maracujá guaçú e maracujá do iguapó.
  • Os maracujás de casca enrugada possuem a polpa mais doce, enquanto os de casca lisa são mais ácidos (azedos).
  • Cada 100 gramas de maracujá apresenta, aproximadamente, 70 calorias.
  • É um fruto que necessita de clima tropical ou subtropical para a sua reprodução adequada.
  • É muito utilizado na fabricação de sucos, xaropes e sorvetes.
  • O Brasil é o maior produtor mundial de maracujás.

Frutas Exóticas e Coloridas

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Frutas Exóticas e Coloridas
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Ipê Branco (Tabebuia roseo alba)


Ipê Branco (Tabebuia roseo alba)


Ipê Branco (Tabebuia roseo alba)Ocorrência: Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e norte de São Paulo, podendo ocorrer em alguns estados do nordeste.

Outros nomes: pau d'arco, ipê do cerrado.

Características: árvore de médio porte, heliófita, de crescimento muito lento, secundária inicial. Alcança de 7 a 16 m de altura. Tronco reto com casca castanho-amarelada e escamas irregulares. Ramos jovens revestidos de pelos. Folhas compostas, trifolioladas, com longo pecíolo, folíolo ovais ou ovais-oblongos, levemente pubescentes em ambas as faces. Flores grandes, branco-arroxeadas. Fruto cápsula arredondada, muito longa e fina, com numerosas sementes aladas.

Habitat: floresta estacional semi decidual, em regiões onde o relevo ou o clima impedem a ocorrência de geadas.

Propagação: sementes.

Madeira: moderadamente pesada, macia, superfície lustrosa, ótima durabilidade.

Utilidade: madeira de boa qualidade, usada na construção civil, assoalhos e vigamentos; na construção naval e em obras externas como postes, mourões e esteios, embora raramente se encontrem indivíduos de grande porte. Muito utilizada como ornamental, essa espécie pode ser empregada também em reflorestamentos, em regiões livres de geadas.

Ipê Branco (Tabebuia roseo alba)
Florescimento: junho a outubro com a planta totalmente desprovida de folhagem.

Frutificação: a partir de outubro.

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Milho (Zea mays) | Origem e História do Milho

Milho (Zea mays) | Origem e História do Milho

Milho (Zea mays) é uma planta herbácea da família das gramíneas, constituída de um caule ereto de dois a três metros de altura (excepcionalmente cinco), com nós espaçados, de onde saem as folhas, junto às quais surgem as espigas que abrigam os grãos. Seu ciclo, desde a semeadura até a maturação, é de aproximadamente 160 dias, ou 120 dias no caso de algumas variedades híbridas e no milho de pipoca.

Um dos cereais básicos na alimentação humana, como o trigo e o arroz, o milho foi cultivado durante séculos no continente americano, de onde é originário, até ser levado pelos descobridores para a Europa e disseminar-se por todo o mundo.

Diversamente do que ocorre com outros cereais, cujos grãos são produzidos em panículas (cachos de flores) ou espigas terminais, de flores hermafroditas, no milho os grãos se desenvolvem nas inflorescências femininas que surgem na parte mediana da planta. A panícula terminal, chamada flecha ou pendão, só tem flores masculinas. A espiga tem estrutura admiravelmente adequada para produzir grande quantidade de grãos, bem protegidos pela palha, de fácil colheita e transporte. A planta, por sua vez, é de crescimento rápido e de grande eficiência fotossintética. Um grão de milho, que pesa aproximadamente 0,3g, em poucos meses gera uma planta adulta, que produz de quinhentos a mil grãos.

Milho (Zea mays) | Origem e História do Milho

Importância do milho
Os grãos ainda verdes são utilizados na alimentação humana ao natural, ou transformados em curau (canjica, papa de milho), pamonha e outros pratos. Maduros, servem para a fabricação de fubá, matéria-prima de bolos, pães, broas, polenta e pratos salgados diversos. O grão é excelente alimento para as aves domésticas. Junto com a palha, é consumido pelo gado, assim como a planta inteira, usada como forragem verde ou transformada em torta, com outros cereais.

A partir do grão de milho se produzem industrialmente dextrinas, amido, glicose, açúcar de milho, óleo, álcool industrial e diferentes bebidas alcoólicas, como cerveja e o tipo de uísque chamado bourbon. O caule serve para a obtenção de furfurol, aldeído utilizado em solventes, explosivos, plásticos, tecidos e borracha sintética. Sua parte interna, esponjosa, contém álcool e açúcar. Os estigmas da espiga (chamados cabelo do milho), cozidos, substituem a cevada na fabricação da cerveja. A zeína, proteína do grão, se emprega na fabricação de fibras artificiais, com propriedades semelhantes às da seda.
Milho (Zea mays) | Origem e História do Milho

Tipos principais de milho
Os grãos de milho apresentam grande diversidade de colorações e formatos, o que dificulta bastante a classificação botânica das muitas variedades, cerca de 150 em todo o mundo. A classificação comercial mais comum, baseada na textura dos grãos, distingue cinco tipos principais:

Milho indentado
Comumente chamado dente-de-cavalo, o milho indentado (ou dentado) se caracteriza por apresentar endosperma (onde se encontram as reservas nutritivas do grão) córneo externo e amiláceo no centro, estendido até a parte superior. Ao secar, o endosperma amiláceo se retrai, e aparece uma depressão característica na parte superior do grão, chamada coroa. A maior parte do milho produzido no mundo e quase todo o milho americano é desse tipo. Pode ser branco ou amarelo, este último mais alimentício.

Milho indurato ou duro. Também conhecido como milho-pedra, o milho duro contém muito pouco amido, o que faz com que os grãos, mesmo secos, não apresentem mossa. Muito resistente ao caruncho, é cultivado em zonas mais agrestes. No Brasil cultiva-se um milho duro branco da variedade cristal, usado para o fabrico de farinha.

Milho amiláceo
Constituído de endosperma com amido muito mole e poroso, o milho amiláceo pode ser facilmente triturado e transformado em farinha. É muito cultivado pelos povos indígenas da América.

Milho doce
Com grande quantidade de açúcar, o milho doce tem sabor delicado e pode ser colhido ainda verde, em até noventa dias. Ao amadurecerem, os grãos adquirem aspecto translúcido e enrugado, pois o açúcar produzido pela planta não se transforma em amido. É muito usado na alimentação humana, cozido ou assado, como ingrediente de pratos diversos ou em conserva.
Milho de pipoca. Variedade extrema do milho indurato, na qual o amido está totalmente ausente, o milho de pipoca tem grãos pequenos e pontiagudos. A explosão, ou pipocamento, ocorre pela expansão da umidade contida nos grãos, quando estes são aquecidos.

Além dessas categorias, é frequentemente mencionada uma variedade cultivada principalmente na Índia, a Zea mays tunicata, cuja característica é ter cada grão envolto numa pequena túnica. Os antigos povos andinos e astecas preferiam uma variedade roxa de grãos pequenos e duros, de alto valor proteico. Todos esses tipos de milho se cruzam naturalmente entre si, o que pode muitas vezes inviabilizar a produção e o valor genético da semente. Não se deve portanto, cultivar diferentes variedades de milho em locais próximos. No Brasil, tem tido bastante aceitação o milho híbrido do tipo semi dentado, obtido por cruzamento de linhagens do dentado com outras do indurato.

Melhoramentos
Poucas espécies foram geneticamente tão melhoradas pelo homem quanto o milho. As variedades atuais são cerca de cinquenta vezes mais produtivas do que as primitivas. Em muitos casos, um único grão das variedades atuais contém maior quantidade de alimento do que todos os grãos de uma espiga primitiva. O aumento da produtividade do milho foi conseguido por etapas, a partir dos métodos empíricos usados pelos índios, até chegar aos atuais, em que se empregam avançadas técnicas de engenharia genética.

As técnicas de melhoramento, que culminaram com a obtenção do milho híbrido, tiveram início nos Estados Unidos por volta de 1905. Chega-se ao milho híbrido partindo de linhagens puras, que são cruzadas entre si para gerar a semente híbrida, utilizada nos plantios comerciais. Como ocorre com os híbridos em geral, o milho assim obtido só tem alto vigor e produtividade na primeira geração, de modo que é necessário repetir o processo todos os anos.

Além do milho híbrido, procura-se também obter variedades sintéticas, cujas sementes podem ser continuamente plantadas, ano após ano, sem diminuição de produtividade. Tais variedades têm grande utilidade para regiões onde as condições econômico-sociais tornam inviável o cultivo do milho híbrido. Graças aos trabalhos dos geneticistas e melhoristas, conseguiu-se grande progresso tanto no melhoramento do milho híbrido, quanto no aprimoramento das variedades sintéticas. Os atuais milhos melhorados enfrentam ventos fortes sem que as plantas caiam, são mais resistentes às doenças e pragas, e mais dependentes de fertilizantes sintéticos. Mais uniformes e de menor altura, são, em muitos casos, mais produtivos.

Cultivo
Temperaturas de 20o a 30o C e índices pluviométricos de 400 a 600mm bem distribuídos ao longo do ciclo são fatores importantes para o êxito da cultura do milho, que pode ser cultivado numa grande variedade de solos. Embora prefira os profundos, bem arejados, contendo matéria orgânica, com pH de 5,5 a 6,5, ele aceita também solos alcalinos ou ácidos, desde que sejam tomadas precauções para evitar falta de nutrientes.

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Mandacaru (Cereus peruvianus)

Mandacaru (Cereus peruvianus)

Mandacaru (Cereus peruvianus)O Mandacaru (Cereus peruvianus), planta arborescente da família das cactáceas, ocorre em duas espécies: Cereus peruvianus e C. jamacaru. A primeira é nativa do Peru e do Brasil. A segunda, encontrada apenas no Brasil, é típica da caatinga nordestina. Ambas as espécies, que atingem cerca de cinco metros de altura, recebem outros nomes, como jamacaru, cardeiro, cardeiro-rajado e mandacaru-de-boi.

Ramificado desde rente a base do caule, o mandacaru lembra um imenso candelabro. Nasce quase sempre isolado, com vegetação de menor porte ao redor, o que acentua a impressão de solidez.

Em C. peruvianus, as flores afuniladas medem até vinte centímetros de comprimento, são brancas por dentro e castanho-avermelhadas por fora. Em C. jamacaru, o comprimento das flores, brancas e estriadas de verde, reduz-se a 12,5cm. Os frutos dos dois mandacarus são comestíveis, têm formato elipsoide e podem alcançar vinte centímetros de comprimento por 12 de diâmetro. Em épocas de escassez, os frutos são comidos crus, depois de extraída a casca. Do próprio caule, cortado em pedaços, se faz um apreciado doce. O caule também fornece fécula.


Camu-Camu, Caçari ou Araçá-d'Água | Myrciaria dubia

Camu-Camu, Caçari ou Araçá-d'Água | Myrciaria dubia 


O camu-camu, caçari, ou araçá-d'água (Myrciaria dubia H. B. K. (McVough) é um arbusto ou pequena árvore, pertencente a família Myrtaceae, disperso em quase toda a Amazônia, encontrado no estado silvestre nas margens dos rios e lagos, geralmente de água preta. Em seu habitat natural a planta pode permanecer submersa por 4 a 5 meses. Apesar do camu-camu ser fruto de alto valor nutritivo, o mesmo é praticamente ignorado pelos cablocos da região, os quais quando muito, o utilizam como tira-gosto ou isca para peixe, sendo este o principal dispersor das sementes.

A árvore frutifica entre os meses de novembro a março. Na terra firme, onde o camu-camu tem demonstrado boa adaptação, a floração ocorre durante praticamente o ano inteiro, sendo que os menores índices de produção ocorrem entre os meses de abril a julho.

Camu-Camu, Caçari ou Araçá-d'Água | Myrciaria dubia

Camu-Camu, Caçari ou Araçá-d'Água (Myrciaria dubia)Em 1980, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia colocou o camu-camu na lista de prioridades de trabalho, entre as espécies frutíferas nativas da região com potencial e desde então, estudos vem sendo desenvolvidos: propagação (via semente e assexuada); floração e frutificação; espaçamento e adubação; tratos culturais; maturação e processamento de frutos. Tais pesquisas visam a utilização do potencial do camu-camu, de forma a não só contribuir para a melhoria da dieta da população como também gerar divisas para a região.

Os frutos de camu-camu são globosos, 10 a 32 mm de diâmetro, de coloração vermelha ou rósea e roxo escuro no estágio final de maturação. Dada a elevada acidez, estes dificilmente são consumidos na forma natural. Na Amazônia peruana, onde é bastante consumido, é utilizado para o preparo de refresco, sorvete, picolé, geléia, doce, licor, ou para conferir sabor a tortas e sobremesas.

A grande importância do camu-camu como alimento é devido ao seu elevado teor de vitamina C (2606 mg por 100g de fruto), superior ao encontrado na maioria das plantas cultivadas.

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