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Características das Plantas Angiospermas

Características das Plantas Angiospermas

Características das Plantas Angiospermas
Angiospermas
As angiospermas constituem uma das duas grandes divisões em que se repartem as plantas superiores (com flores e sementes) e se denominam fanerógamas; a outra divisão é a das gimnospermas, cujas sementes estão contidas numa escama e não em ovário. Essas árvores, como os abetos e ciprestes, são pouco comuns no Brasil.

A maior parte das espécies de plantas superiores enquadra-se na divisão das angiospermas, que engloba uma imensa diversidade de formas vegetais, desde árvores de grande porte, como os baobás e eucaliptos, até as ervas mais comuns nos campos e no solo das matas. Algumas espécies, como as orquídeas, ostentam flores soberbas, enquanto outras, como os cereais, as hortaliças, os tubérculos e as árvores frutíferas, são básicas para a alimentação humana.

Características gerais
A principal característica das angiospermas é a presença de uma série de peças, não raro muito vistosas, que compõem a corola e o cálice (o chamado perianto) e circundam os órgãos reprodutores propriamente ditos. Além disso, os óvulos ou células femininas não se encontram a descoberto, tal como ocorre nas coníferas e demais gimnospermas, mas acham-se protegidos pelos chamados carpelos, folhas modificadas que se fecham sobre si mesmas para guardar as células incumbidas da reprodução. As angiospermas compreendem grande diversidade de árvores, arbustos e espécies herbáceas, rasteiras e aquáticas. Distribuem-se por todo o mundo e ocupam os habitats mais distintos, do Ártico aos trópicos, passando por matas, desertos, estepes, montanhas, ilhas, águas continentais e oceânicas. Sua importância econômica é fundamental, já que as angiospermas incluem a maioria das espécies arbóreas utilizadas pelo homem, todas as plantas hortícolas, as ervas produtoras de essências, especiarias e extratos medicinais, as flores, os cereais e uma grande quantidade de espécies das quais são obtidos numerosos produtos de interesse industrial.

A forma e a vistosa aparência das flores variam enormemente de uma espécie a outra. As plantas anemófilas, cuja polinização se efetua pela ação do vento, apresentam flores simples, sem perianto (corola e cálice) vistoso, e sementes providas de asas. As plantas que praticam a polinização entomófila, intermediada por insetos, têm flores vistosas, muitas de grande beleza, como as orquídeas, rosas e dálias, acompanhadas às vezes dos chamados nectários, órgãos produtores de essências que as dotam de delicados aromas.

As angiospermas subdividem-se em dois grupos: dicotiledôneas e monocotiledôneas. As primeiras se caracterizam por apresentarem um embrião com dois cotilédones ou folículos. Nas dicotiledôneas desenvolvidas, o caule experimenta crescimento em grossura, existe uma raiz principal, da qual partem ramificações secundárias, e a nervação das folhas apresenta-se também ramificada, a partir de uma via central. Por sua vez, as monocotiledôneas, como seu nome indica, têm um único cotilédone no embrião. Nos espécimes desenvolvidos não existe crescimento em grossura (crescimento experimentado contudo, mas de modo diferente do que ocorre nas dicotiledôneas, por algumas espécies que têm porte arbóreo), as raízes se apresentam em feixes da mesma extensão e grossura e as folhas estão sulcadas por nervuras paralelas.

Características das Plantas Angiospermas
A origem das angiospermas parece residir em algumas ordens de gimnospermas arcaicas, como as das cicadales e cordaitales. Seus representantes mais antigos procedem do período jurássico, na era mesozóica.
Dicotiledôneas. As dicotiledôneas formam o grupo mais numeroso das angiospermas, no qual se destacam, pelo interesse das plantas que as integram, as seguintes ordens: fagales, salicales, urticales, magnoliales, ranunculales, papaverales, cariofilales, capparales, cactales, cucurbitales, rosales, fabales, mirtales, cornales, ramnales, scrofulariales, lamiales e asterales.

A ordem das fagales inclui espécies arbóreas de notável desenvolvimento, em especial nas regiões temperadas. Algumas, como a faia e o castanheiro, são típicas de zonas climáticas frias e úmidas; outras, em contrapartida, vegetam em zonas bem mais secas, como acontece com o carvalho e o sobreiro.

Na ordem das salicales encontram-se árvores caracterizadas por uma ampla área de dispersão e nítida preferência por terrenos úmidos, como o chorão e o choupo.

A ordem das urticales é composta tanto por árvores, como a amoreira, a figueira e o olmo, quanto por espécies de crescimento herbáceo, entre as quais a urtiga e o lúpulo.

A ordem das magnoliales reúne espécies arbóreas ou arbustivas que constituem a base morfológica a partir da qual se desenvolveram as demais angiospermas. Acham-se entre elas a magnólia, a canela e o boldo.

Na ordem das ranunculales destacam-se algumas espécies herbáceas conhecidas pelos princípios tóxicos que contêm, como o ranúnculo, o acônito e o heléboro, e espécies floríferas de pequeno porte como a anêmona e o delfínio ou esporinhas.

São também herbáceas muitas das integrantes da ordem das papaverales, como as papoulas silvestres, fornecedoras de matéria-prima para a extração do ópio e seus derivados. Na mesma ordem há árvores como o pau-d'alho, arbustos que fornecem condimentos, como a alcaparra, e espécies ornamentais odoríferas, como o resedá.

Na ordem das cariofilales agrupam-se muitas espécies herbáceas que também têm interesse do ponto de vista ornamental, como o cravo, ou alimentício, como a acelga, o espinafre e a beterraba.

Importantes para a alimentação humana são ainda certas espécies da ordem das capparales, como a couve, o rabanete, o nabo e a mostarda.

As cactales congregam a importante família dos cactos, plantas adaptadas aos climas desérticos e que acumulam água em seus tecidos. Já na ordem das cucurbitales estão contidas importantes espécies hortícolas, como a abóbora, o melão, a melancia e o pepino.

Da ordem das rosales fazem parte as roseiras, o morangueiro e as árvores frutíferas de ocorrência mais comum nas regiões temperadas, como a macieira, a pereira, a cerejeira, o marmeleiro, o pessegueiro e o damasqueiro. A ordem das fabales, identificada antes com a das rosales, pelas afinidades que as ligam, é composta por espécies como o trevo e a alfafa, além de outras destinadas à alimentação humana, como o feijão, a ervilha, a fava, o grão-de-bico e o alcaçuz.

Entre as mirtales incluem-se os eucaliptos, grandes árvores nativas da Austrália que se dispersaram por todo o mundo graças à rapidez com que crescem, facilitando assim a extração de madeira. Na ordem das ramnales, cabe mencionar, por sua importância para o homem, a videira, planta de que foram obtidas inúmeras variedades e de cujos frutos fermentados se obtém o vinho.

A ordem das scrofulariales compreende a família das solanáceas, na qual há várias espécies alimentícias, como a batata, o tomate, a beringela, e outras de grande importância econômica, como o fumo, ou medicinal, como a beladona e o meimendro.

Entre as lamiales há plantas herbáceas de ampla área de dispersão, como a digital ou dedaleira, da qual se extrai um princípio ativo muito tóxico, usado no tratamento de doenças cardíacas. Na mesma ordem estão ainda agrupadas plantas aromáticas como a menta, a sálvia, o tomilho e o orégano.

A ordem das asterales conta por sua vez com a grande família das compostas, integrada por espécies como o cardo, a artemísia, a margarida, o crisântemo, a calêndula e o girassol.

Monocotiledôneas
No grupo das monocotiledôneas, é menor o número de ordens, convindo mencionar entre elas, pelo interesse das espécies que englobam, as seguintes: liliales, iridales, orquidales, bromeliales, poales e arecales.

A primeira delas inclui plantas aquáticas, como os juncos, e plantas bulbosas, quer comestíveis como o alho e a cebola, quer ornamentais pela beleza das flores, como a açucena, o narciso e a tulipa. Na ordem das iridales há igualmente diversas plantas ornamentais, como o gladíolo e a íris.

Entre as orquidales ressalta a família das orquídeas, nativas em sua maioria dos trópicos e apreciadas pela beleza invulgar de suas flores. Algumas espécies, como a baunilha americana, assumiram grande importância econômica.

Também a ordem das poales inclui espécies de importância fundamental para o homem: as da família das gramíneas, entre as quais se destacam os cereais mais comuns na alimentação.

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Bromeliáceas | Bromélias

Bromeliáceas | Bromélias

Bromeliáceas | Bromélias

Não sendo parasitas, as bromeliáceas ou bromélias, monocotiledôneas, parecem extrair nutrientes do ar, da poeira e de eventuais bactérias. Com cerca de 1.700 espécies agrupadas em 46 gêneros, a família das bromeliáceas recebeu esse nome, dado por Lineu, em homenagem ao botânico sueco Olaf Bromel.

Típicas das zonas tropicais americanas e comuns nas matas brasileiras, as plantas da família das bromeliáceas são em geral epífitas -- vivem sobre galhos de árvores, que utilizam como suportes, sem delas nunca depender em seu sistema alimentar.

As bromeliáceas têm uma estrutura peculiar: suas folhas lineares, compridas e em geral estreitas projetam-se de um caule truncado e, armando-se em forma de rosácea, constituem no centro um perfeito cálice que armazena a água da chuva. Enriquecida por detritos orgânicos, essa água se torna um meio de cultura de microrganismos e também uma via auxiliar para a nutrição das bromélias.

Indistintamente chamadas de gravatás, numerosas bromeliáceas, de gêneros como Bromelia, Billbergia ou Aechmea, são estimadas como plantas ornamentais. Além de vegetarem sobre árvores, certas espécies crescem fixadas em pedras ou direto na terra. Outras são apenas terrestres, como o abacaxi, na verdade uma variedade do ananás silvestre (Ananas comosus).

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Floresta Decídua Temperada

Floresta Decídua Temperada

Floresta Decídua Temperada
A floresta decídua temperada é um bioma temperado terrestre caraterizado por árvores caducifólias, como as faias, nogueiras e carvalhos. Apresenta as quatro estações bem definidas. A sua característica principal é a perda de suas folhas durante o outono e o inverno. Durante muito tempo essas florestas foram devastadas, porém hoje algumas áreas são preservadas em parques nacionais.
Distribuição geográfica

Existe em regiões de clima temperado, como o leste dos Estados Unidos, oeste da Europa, uma parte da China, sudeste da Sibéria, leste da Ásia, Japão e península da Coreia e parte da Nova Zelândia.

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Planta Carnívora (Drosera Glanduligera) Usa Tentáculos Para Capturar Insetos

Planta Carnívora (Drosera Glanduligera) Usa Tentáculos Para Capturar Insetos

Planta Carnívora (Drosera Glanduligera) Usa Tentáculos Para Capturar Insetos

Cientistas da Universidade de Freiburg, na Alemanha, descobriram que uma espécie de planta carnívora "catapulta" insetos para o seu interior assim que sente movimentos nos tentáculos.

Nos primeiros segundos da gravação, é possível verificar uma espécie de mosca que se aproxima da planta, até que um dos tentáculos dela é ativado, prende o inseto e o leva para o interior.

O estudo publicado na quarta-feira (26 de setembro de 2012) na revista científica "PLoS ONE" dá detalhes de como funciona o mecanismo de captura da Drosera glanduligera, encontrada principalmente no sul da Austrália.


Segundo os pesquisadores, os tentáculos são impulsionados por um leve toque, que é quando prendem o inseto e fazem o movimento até o centro da planta. A presa não desgruda durante o funcionamento desse mecanismo, graças à presença de uma substância natural colante, que consegue prender o inseto até a morte.

De acordo com a investigação científica, o movimento de catapulta do tentáculo rumo ao centro do vegetal seria uma forma de facilitar o processo digestivo da espécie e de ser um complemento da armadilha natural da Drosera glanduligera para conseguir alimento.

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Cientistas Russos Ressuscitam Planta de Mais de 30 Mil Anos

Cientistas Russos Ressuscitam Planta de Mais de 30 Mil Anos

Cientistas Russos Ressuscitam Planta de Mais de 30 Mil AnosSilene stenophylla
Equipe de cientistas russos conseguiram 'ressuscitar' uma planta com 30 mil anos (22 de fevereiro de 2012). Os investigadores desenterraram o fruto e algumas sementes da planta do solo gelado da Sibéria a 38 metros de profundidade, buracos estes que foram contruidos por esquilos pré-históricos, e a partir dos seus tecidos conservados abaixo de zero grau, conseguiram fazer réplicas da planta.

A chave da resposta para a ressureição está no fato de que a "Planta do Pleistoceno manteve-se preservada no permafrost" e ficava na camada de solo gelado que ocupa milhares de quilômetros quadrados das latitudes boreais e onde se armazena uma grande banco de sementes e organismos congelados há milhares de anos. Os cientistas já tinham conseguido reanimar vários microorganismos, mas até ao momento não tinham ainda encontrado restos viáveis de plantas com flor. A experiência está relatada num artigo publicado na«PNAS».

Os restos da Silene stenophylla, uma planta herbácea do Pleistoceno, faziam parte da despensa de um roedor pré-histórico, uma espécie de esquilo que enterrou a sua comida num lugar perto do rio Kolyma, nordeste da Sibéria.

As sementes e os frutos estavam conservados a 38 metros de profundidade, em sedimentos que têm permanentemente temperaturas abaixo de zero. Depois de recolhidas e datadas atráves do método de carbono 14, as sementes foram replicadas pelos cientistas da Academia Russa das Ciências. O método utilizado foi o do cultivo de tecidos e micropropagação, o que lhes ofereceu clones do exemplar obtidos na parte germinativa dos frutos congelados.

Os rebentos foram transplantados para vasos de crescimento, e um ano mais tarde floresceram e deram frutos. Segundo os investigadores, as plantas regeneradas apresentam um fenótipo diferente ao dos exemplares da mesma espécie existentes actuamente. Este estudo, defendem os cientistas, demonstra que o permafrost é uma fonte rica em material genético de plantas silvestes e uma reserva de genes antigos.

Artigo: Regeneration of whole fertile plants from 30,000-y-old fruit tissue buried in Siberian permafrost

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Muçununga | Vegetação Que Ocorre Em Florestas Ombrófilas

Muçununga | Vegetação Que Ocorre Em Florestas Ombrófilas

Muçununga | Vegetação Que Ocorre Em Florestas Ombrófilas

Muçununga é uma vegetação que ocorre em Florestas Ombrófilas Densas de Terras Baixas do Norte do Espírito Santo e sul da Bahia, em locais de solo arenoso, úmido e fofo.

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Helicônias | Variedades de Helicônias

Helicônias | Variedades de Helicônias

Heliconia papagaioHeliconia papagaio
Heliconia velloziana
Heliconia velloziana
Heliconia lançaHeliconia lança
Heliconia bico de guaráHeliconia bico de guará
Heliconia guatemalenseHeliconia guatemalense

Outros nomes: bananeira-de-jardim, bananeirinha-de-jardim, bico-de-guará, falsa-ave-do-paraíso e paquevira, entre outros.

Heliconia fogoHeliconia fogo

Características
: as helicônias são plantas de origem neotropical, mais precisamente da região noroeste da América do Sul. Originalmente incluído na família Musaceae (a família das bananeiras), o gênero Helicônia mais tarde passou a constituir a família Heliconiaceae, como único representante. Ainda é incerto o número de espécies existentes, ficando na faixa compreendida entre 150 a 250 espécies. Seis espécies ocorrem nas Ilhas do Sul do Pacífico, Samoa e Indonésia. As demais estão distribuídas na América Tropical desde o sul do México até o norte de Santa Catarina, região sul do Brasil. As helicônias, conforme a espécie, ocorrem em altitudes que variam de 0 a 2.000m, embora poucas sejam aquelas restritas às regiões mais altas. Ocorrem predominantemente nas bordas das florestas e matas ciliares e nas clareiras ocupadas por vegetação pioneira. No Brasil, ocorrem naturalmente cerca de 40 espécies. Sua aceitação como flores de corte tem sido crescente, tanto no mercado nacional como internacional. As razões que favorecem sua aceitação pelo consumidor são a beleza e exoticidade das brácteas que envolvem e protegem as flores, muito vistosas, de intenso e exuberante colorido e, na maioria das vezes, com tonalidades contrastantes, além da rusticidade, da boa resistência ao transporte e da longa durabilidade após colheita. São plantas herbáceas rizomatosas, que medem de 50 cm a 10 metros de altura, conforme a espécie. As folhas apresentam-se em vários tamanhos. As espécies possuem um rizoma subterrâneo que normalmente é usado na propagação. As inflorescências podem ser eretas ou pendentes, com as brácteas distribuídas no eixo num mesmo plano ou planos diferentes. De grande durabilidade e rusticidade, estas flores chegam a manter-se por mais de 15 dias em vasos limpos com água, que deve ser trocada com freqüência e o corte das hastes renovada regularmente. As flores da helicônia são apreciadas pelos beija-flores pois são ricas em néctar. O fruto, tipo baga, é de cor verde ou amarelo, quando imaturo, e azul escuro na maturação completa. Geralmente abriga uma a três sementes, com 1,5 cm de diâmetro. Os principais países produtores são Jamaica, Costa Rica, Estados Unidos (Havaí e Flórida), Honduras, Porto Rico, Suriname e Venezuela. Existem também cultivos comerciais na Holanda, Alemanha, Dinamarca e Itália, mas sob condições protegidas. No Brasil, áreas de cultivo já são encontradas nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Pernambuco, com expansão para os Estados do Amazonas e Ceará. Os principais países importadores são os Estados Unidos, a Holanda, a Alemanha, a Dinamarca, a Itália, a França e o Japão.

Propagação: são consideradas geófitas, ou seja, se reproduzem não somente pelas suas sementes, mas também por seus órgãos subterrâneos especializados, os rizomas, cuja principal função é servir como fonte de reservas, nutrientes e água para o desenvolvimento sazonal e, assim, assegurar a sobrevivência das espécies. A divisão do sistema de rizomas envolve tanto o rizoma horizontal como os pseudocaules verticais.
Função: utilizadas como plantas de jardim ou flores de corte.

Floração: varia de espécie para espécie e é afetado pelas condições climáticas. O pico de produção normalmente ocorre no início do verão, declina no outono e cessa no inverno, quando a temperatura média se aproxima de 10º.

Cuidados: desenvolvem-se em locais sombreados ou a pleno sol, de úmidos a levemente secos e em solos argilo-arenosos rico em matéria orgânica. A faixa de temperatura ideal situa-se entre 21 e 35 ºC. Temperaturas inferiores a 15 ºC são prejudiciais ao desenvolvimento normal das plantas. Abaixo de 10 ºC, o crescimento cessa. As helicônias exigem alta umidade relativa. As regas são muito importantes principalmente no verão quando suas folhas também devem ser pulverizadas com água. Já no inverno as regas devem ser somente quando a superfície do solo ficar seca.

Entre as espécies e híbridos mais comercializados como flores de corte, destacam-se: H. psittacorum, H. bihai, H. chartaceae, H. caribaea, H. wagneriana, H.stricta, H. rostrata, H. farinosa.

Fonte: www.megatimes.com.br