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Terraços de Arroz de Banaue | Filipinas

Terraços de Arroz de Banaue | Filipinas

Terraços de Arroz de Banaue | Filipinas
 Numa altitude de 1.500 metros e cobrindo uma área de 11.000 km2, os Terraços de Arroz de Banaue existem a pelo menos 2.000 anos. São considerados pelos Filipinos como a Oitava Maravilha do Mundo. O local foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Terraços de Arroz de Banaue, uma das maravilhas do mundo

A técnica de plantação na forma de degraus é milenar e resulta de um método muito antigo de irrigação, porém muito eficaz, tanto é que é usado até hoje. O povo Ifugao vem utilizando esse sistema nas Filipinas, de modo sustentável e produtivo, ao longo de gerações.

O sistema de irrigação dos arrozais é mundialmente reconhecido pela sua surpreendente harmonia com a natureza. Na época das chuvas, os cumes das colinas captam a água das chuvas, a qual é coletada e distribuída entre os terraços de arroz para irrigação. Eficaz, o sistema evita as inundações e a erosão. Os arrozais, além disso, funcionam como filtros naturais que fornecem água potável aos habitantes dos vale logo abaixo dos arrozais.

O modo de vida do povo Ifugao é natural: sociedade, cultura, agricultura e natureza convivem e interagem harmoniosamente. Há dignidade nessa forma simples de se viver e interagir com a natureza.

Terraços de Arroz de Banaue | Filipinas

Nos últimos anos, o turismo cresceu muito na região por oferecer várias atividades ao turistas, que incluem o tradicional passeio pelos Terraços de Arroz, a visita às tribos do povo Ifugao no sopé das montanhas e, uma atração agora considerada especial, o Mumbaki, um xamã Ifugao, que realiza rituais de cura espiritual. Além disso, na região há muitas belezas naturais para se conhecer, principalmente, lindas quedas de água.

Terraços de Arroz de Banaue | Filipinas

Os moradores nativos do local, o povo Ifugao, sempre plantaram arroz nos terraços de Banaue, no entanto, mais e mais jovens da tribo estão deixando de trabalhar nas plantações e optando por trabalhar em atividades voltadas ao ecoturismo local, pois é mais fácil viver do turismo e permite maiores rendimentos: alugar a casa para turistas, cobrar para se deixar ser fotografado ao lado de turistas, exercer a função de guia turístico.

O resultado disso tem sido uma gradual degradação desse sistema de plantação característicos do local, o qual requer constante atenção e conservação. Em 2010, ocorreu algo muito preocupante. Por falta de pessoas para cuidar da plantação, boa parte dos terraços de arrozais não foi plantada. A paisagem transformou-se em desolação: terraços completamente secos. Algo realmente desalentador.

A exploração do turismo local, ao mesmo tempo que precisa da beleza dos arrozais para sobreviver, constitui-se numa ameaça à sua preservação. O turismo aumenta ano a ano. A ideia é que os principais hotéis da região, em parceria com o povo Ifugao, se responsabilizem por cuidar dos arrozais.

Os jeepneys são o meio de transporte mais popular nas Filipinas. São conhecidos por estarem sempre superlotados e pela decoração extravagante. Os jeepneys são jipes iguais a aqueles utilizados com propósitos militares na II Guerra Mundial. Foram modificados e adaptados pelos filipinos para uso como meio de transporte comum. São agora o meio mais popular de transporte. Acomodam cerca de 20 pessoas no interior e outras tantas no teto, que se seguram habilmente a cada curva.

Turismo Ecológico na Antártica

Turismo Ecológico na Antártica

Turismo Ecológico na Antártica
O turismo na Antártica começou no final dos anos 50, quando o Chile e a Argentina levaram mais de 500 turistas às Ilhas Shetlands do Sul, mas a atividade somente se estabeleceu em 1966, quando o tema educação ambiental foi incorporado junto com o slogan "você não pode proteger o que você não conhece". Acreditava-se que vivenciar a Antártica levaria as pessoas a uma consciência ecológica, uma vez que passariam a compreender o papel importante que a Antártica tem no ambiente global. O isolamento físico daquela região, as temperaturas extremas, o clima adverso, e a vida selvagem peculiar são grandes atrativos ao turismo.

Apesar do turismo na Antártica ser ainda muito caro, nos últimos 35 anos, várias operadoras se aventuram na região antártica a cada ano. No momento, 35 operadoras de 10 países diferentes atuam na Antártica com navios de turismo. As visitas se concentram nas zonas livres de gelo nos meses entre Novembro e Março. Os visitantes fazem curtas incursões nas regiões costeiras, visitam estações científicas, monumentos históricos e colônias de animais. Dentre as atividades estão incluídas também alpinismo, acampamento e mergulho. Essas atividades são todas supervisionadas pela tripulação do navio, que inclui ornitologistas, biólogos marinhos, geólogos, glaciologistas, historiadores e naturalistas. Todos os cuidados com o ambiente são devidamente tomados. 150 sítios, incluindo 20 estações científicas estão nos roteiros das visitas. Alguns sítios recebem até 7000 visitantes anualmente.Os navios de turismo também transportam pesquisadores que desenvolvem trabalhos científicos.

Os benefícios derivados do turismo responsável, como melhor conhecimento e apreciação da importância da região, são enormes. O turismo na Antártica é um exemplo de conduta consciente em ambiente naturais.

Brasil é o Melhor Destino de Aventura do Mundo

Brasil é o Melhor Destino de Aventura do Mundo

Brasil é o Melhor Destino de Aventura do Mundo
Praia do Sancho em Fernando de Noronha
O U.S. News & World Report divulgou o ranking global Best Countries, em que dá ao Brasil o título de “melhor país do mundo para o turismo de aventura”. O Brasil ficou na primeira posição, entre os 60 países avaliados, engloba subitens como beleza cênica, clima agradável e amabalidade, entre outros.

O Brasil ficou na frente de países como Itália (2º lugar), Espanha (3º), Tailândia (4º), Nova Zelândia (5º), Austrália (6º), Grécia (7º), Costa Rica (8º), Portugal (9º) e México (10º).

Embora ainda em pequena escala, o turismo de aventura é uma das variantes da indústria do turismo que, segundo o World Travel & Tourism Council, movimenta cerca de 8 trilhões de dólares na economia global.

A instituição responsável pelo título faz referência também a um estudo da George Washington University, que divide o turismo de aventura em 3 categorias (atividade física, troca cultural e interação com o meio ambiente). Segundo a universidade Norte americana, 70% das atividades de aventura aconteceram na Europa e nas Américas do Norte e do Sul, até o final de 2012.

Chapada Guimarães - Mato Grosso
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Cataratas do Iguaçu - Paraná
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Canion de Itaimbezinho - Santa Catarina/Rio Grande do Sul
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Anavilhanas - Amazônia
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Chapada Diamantina - Bahia
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Jalapão - Tocantins
Jalapão - Tocantins
Lençois Maranhenses - Maranhão
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Neve na Serra do Rio do Rastro - Santa Catarina
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