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Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)
Família: Cichlidae

Características: O Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus) também conhecido como Oscar. É um peixe bastante resistente, que pode atingir 25 cm de comprimento. O indicam como o mais inteligente dos peixes de aquário. Com o passar do tempo conhece o dono e ataca estranhos. É super territorialista. Espécie tropical de água doce com coloração escura, belos desenhos em mosaico quando jovem. Conforme vai crescendo adquire manchas claras e escuras num meio tom verde-acinzentado e laranja. Na nadadeira caudal existe um ocelo, mancha circular escura, circundada por um laranja brilhante. O colorido aumenta e diminui de intensidade conforme o ambiente. Criado também como peixe industrial para o consumo humano e como predador de caramujos.

É um peixe exótico da região amazônica pertencente à família Cichlidae (a mesma da tilápia, acarás e dos tucunarés). Por sua beleza, é muito procurado pelos aquaristas o chamam de “oscar”. Apesar de pequeno e dócil, medindo em média 30 cm e pesando até 1 kg, é valente, tem aspecto robusto e proporciona boas brigas aos pescadores. Sua nadadeira caudal é simétrica e bem desenvolvida. Apresenta na sua base um ocelo (falso olho) escuro no centro e vermelho ou alaranjado ao redor que protege o animal contra os predadores que costumam atacar a cabeça da presa, perdendo, assim, apenas parte da cauda.

Hábitos: Onívoro, sua dieta é formada, principalmente, de pequenos peixes, crustáceos e larvas de insetos. A fêmea deposita cerca de mil ovos para o macho fecundar. Quando nascem, após três ou quatro dias, os filhotes são protegidos pelo casal e inicia-se um violento esquema de proteção à prole. O macho transporta os alevinos na boca para os buracos construídos no fundo do rio, onde serão vigiados pelo casal. Na natureza, a reprodução costuma ocorrer de julho a novembro.

Onde encontrar: Originário da região amazônica, a espécie também foi introduzida em açudes do Nordeste e nas represas do Sudeste do país. Preferem viver em pequenos cardumes e habitam as águas paradas de fundo lamacento ou arenoso junto a paus, pedras e outras estruturas. Por serem territorialistas, dificilmente são encontradas outras espécies nos lugares onde os apaiaris ficam. Os maiores exemplares são encontrados com freqüência nas vegetações e galhadas de espraiados ou de curvas de rios com profundidade entre 30 cm e um metro. Nestes locais, preste bem atenção porque é possível vê-los nadando na superfície.

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Origem: Bacia do Rio Amazonas.

Habitat: lagos de várzea e lagoas marginais.

Hábitos: faz escavações na areia e destrói as plantas vivas. Pacífico se colocado com peixes do seu tamanho ou ligeiramente menores, territorialista, de movimentos lentos e de razoável beleza.
Temperatura ideal: 20º a 26º C.

pH: 7,2.

Alimentação: carnívoro guloso, os adultos gostam de minhocas, caramujos, crustáceos, insetos e peixes menores.

Reprodução: ovíparo, desova em pedras. É difícil determinar o sexo de um oscar jovem. Mesmo de um adulto é muito difícil e há quem diga que é completamente impossível.

Ameaças: pesca predatória, poluição, tráfico de animais, destruição do habitat.

Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)
Peixe Apaiari (Astronotus ocellatus)

Curiosidades: Não apresenta dimorfismo sexual aparente e são monogâmicos, ou seja, o macho tem uma única fêmea. Quanto atinge 18 cm de comprimento torna-se sexualmente maduro, portanto, esse é o tamanho mínimo para sua captura. Durante o acasalamento, o macho e a fêmea ficam frente a frente com as bocas abertas para iniciar o ritual. Após algumas investidas, mordem-se mutuamente puxando o companheiro para o lado. Então, o casal separa-se do cardume à procura de um local apropriado e seguro para a desova.

Dica de Pesca: Na pesca do apaiari, deve-se ter paciência porque o peixe costuma estudar a isca antes de mordê-la. Muitas vezes é necessário trabalhá-la diversas vezes rente ao peixe até ser atacada.

Fonte: www.megatimes.com.br

Peixe Cherne | Epinephelus niveatus

Peixe Cherne | Epinephelus niveatus

Peixe Cherne | Epinephelus niveatusCaracterísticas: peixe de escamas com corpo grande, alto e comprimido. Coloração marrom avermelhada, algumas vezes mais clara no ventre. A margem da parte espinhosa da nadadeira dorsal é escura. Indivíduos jovens apresentam manchas brancas distribuídas regularmente em fileiras verticais e uma grande mancha escura no pedúnculo caudal, que se origina no dorso e atravessa a linha lateral. Alcança 2 m de comprimento total e 380 kg. Tem grande valor comercial. Considerado peixe de carne nobre.

Habitat: os peixes jovens vivem em águas rasas, em costões, estuários e recifes costeiros. À medida que crescem, dirigem-se para águas mais profundas, com fundo rochoso, onde ficam parados a maior parte do tempo.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul, onde é mais raro.

Alimentação
: voraz, que se alimenta principalmente de peixes, não desprezando os crustáceos.

Ameaças: poluição, destruição do habitat e pesca predatória.

Peixe Cherne | Epinephelus niveatus
Peixe Cherne | Epinephelus niveatus
Peixe Cherne | Epinephelus niveatus

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Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla


Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla


Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavallaCaracterísticas: peixe de escamas tão pequenas que dão a impressão de não existirem. Corpo fusiforme, ligeiramente comprimido. Nadadeira caudal muito furcada, cabeça afilada e focinho cônico e pontudo . Boca grande e ampla, com cerca de 32 dentes triangulares e afiados em cada maxilar. Quilha mediana presente no pendúnculo caudal. Coloração do dorso azul metálica, sendo os flancos e ventre prateados. A linha lateral é marcada. Pode atingir mais de 1,5 m de comprimento total e 30 kg.

Habitat: superfície e meia água. Vive em alto mar, mas durante o verão, freqüenta os costões rochosos e regiões de mar aberto, não muito distantes da costa.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá a Santa Catarina). Ocorre no litoral do Nordeste o ano todo, mas no Sudeste e Sul é mais freqüente no verão.

Hábitos: migradora. Forma grandes cardumes com indivíduos da mesma idade que seguem os cardumes de peixes menores, como sardinhas e manjubas, e lulas, que constituem seu principal alimento. Preferem águas limpas e são diuturnos.

Alimentação: ativos e vorazes, buscam alimento da superfície ao fundo, comendo desde peixes voadores, sardinhas, agulhas, etc., a lulas, crustáceos bênticos, etc.

Reprodução: na procriação formam gigantescos cardumes, buscando águas rasas para reproduzir, no verão.

Ameaças: poluição, destruição do habitat e pesca predatória.
Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla
Peixe Cavala Verdadeira | Scomberomorus cavalla
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Peixe Cavalinha | Scomber japonicus


Peixe Cavalinha | Scomber japonicus


Peixe Cavalinha | Scomber japonicusCaracterísticas: corpo alongado e fusiforme com escamas excessivamente pequenas, cabeça cónica, ligeiramente comprimida nos lados e focinho ponteagudo, com boca grande - as barbatanas são pouco desenvolvidas - a 1ª dorsal em forma de foice com 10 a 13 espinhos delgados e a dorsal posterior (oposta à anal) é baixa e curta. A cor varia desde o dorso com tonalidades azuladas ou esverdeadas e o ventre prateado.

Habitat: desde a superfície até aos 120 metros de profundidade. Pelágico costeiro, porém costumam nadar em águas litorâneas durante o dia e, à noite direcionam-se para mar aberto.

Ocorrência: toda a costa brasileira.

Hábitos: vivem geralmente em grandes cardumes que patrulham as águas em busca de alimento que é arduamente disputado quando encontrado. Tendência ao canibalismo nas fases iniciais do ciclo de vida.

Alimentação: extremamente vorazes, alimentando-se de peixes, moluscos e crustáceos.

Ameaças: pesca predatória e poluição.

Peixe Cavalinha | Scomber japonicus
Peixe Cavalinha | Scomber japonicus
Peixe Cavalinha | Scomber japonicus



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Piau Três Pintas ou Piau Cabeça Gorda (Leporinus friderici)

Piau Três Pintas ou Piau Cabeça Gorda (Leporinus friderici)

Piau Três Pintas ou Piau Cabeça Gorda (Leporinus friderici )

Espécie: Leporinus friderici (Bloch,1794)

Nome popular: piau-cabeça-gorda, piau-três-pintas

Porte: atinge cerca de 30 cm.

Características taxonômicas: corpo longo com três máculas bem marcada sobre os flancos.

Habitat: vivem nas margens dos rios, geralmente em locais rasos e sem correnteza muito forte.

Ocorrência: essa espécie é encotrada em quase todos os rios da América do Sul e Central.

Dieta alimentar: alimenta-se principalmente de matéria vegetal, como folhas e algas. Frutos e insetos também podem compor sua alimentação.

Reprodução: durante os meses de novembro e fevereiro, essa espécie realiza grandes migrações (espécie e piracema)rio acima em busca de locais mais adequados para a reprodução onde acontece a desova.

Importância Comercial: muito apreciado pelas populações ribeirinhas e pode ter relativo valor comercial em feiras e peixarias.

Piau Três Pintas ou Piau Cabeça Gorda (Leporinus friderici )

Pesca esportiva: o piau-cabeça-gorda é muito procurado por pescadores amadores por ser uma espécie de muita força e resistência ao ser fisgado. Geralmente é capturado com iscas vegetais como milho verde, folhas ou frutos silvestres.

Características: também conhecido como piau verdadeiro. P eixe de escama importante para a pesca de subsistência e para o comércio local, mercados e feiras. C oloração prata com 3 manchas escuras nos flancos. Nadadeiras ligeiramente douradas e nadadeira caudal escura. Dentes em forma de pinça. Alcança 40 cm de comprimento e 2 kg de peso.
Piau Três Pintas ou Piau Cabeça Gorda (Leporinus friderici )
Habitat: margens de rios, lagos e na floresta inundada.

Ocorrência: bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins e Prata.

Alimentação: onívora, com tendência a carnívora (principalmente insetos) ou frugívora (frutos e sementes pequenas), dependendo da oferta de alimentos.

Ameaças: pesca predatória, poluição e destruição do habitat.

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Salmão AquAdvantage | O supersalmão

Salmão AquAdvantage | O supersalmão

O salmão, mundialmente famoso por sua deliciosa carne avermelhada, é criado comercialmente desde o século 18. O peixe alcança índices elevados de comercialização, atrás apenas do atum.

Salmão AquAdvantage | O supersalmão
Salmão AquAdvantage (maior)
EUA liberam 1º animal transgênico para consumo humano: Salmão AquAdvantage - Após quinze anos em análise, salmão transgênico pode chegar à mesa dos norte-americanos em breve

A Food and Drug Administrtion (FDA), agência reguladora de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, liberou nesta quinta-feira (19.11) o primeiro animal transgênico para produção, venda e consumo humano. Trata-se do Salmão AquAdvantage, que vem sendo desenvolvido desde o final da década de 1980 pela empresa de biotecnologia norte-americana AquaBounty.

O salmão foi geneticamente modificado (GM) para crescer duas vezes mais rápido do que um peixe convencional, chegando ao tamanho comercial em aproximadamente 18 meses. O gene inserido no transgênico veio do salmão real, uma espécie gigante do Oceano Pacífico que tem a capacidade de se desenvolver durante todo o ano, e não somente em duas Estações, como o salmão atlântico convencional.

O peixe já havia sido declarado pela FDA como “seguro para consumo humano e para o meio ambiente” em 2013. Agora a agência reguladora anuncia que sequer vai exigir que o AquAdvantage seja identificado como transgênico, alegando que “é tão seguro e nutritivo como o salmão atlântico não modificado geneticamente” e “não é materialmente diferente”.

Conhecidos como símbolos da persistência por vencerem corredeiras de rios norte-americanos para alcançar os seus locais de procriação – enquanto são espreitados por ursos, águias e outros predadores – o salmão está atualmente no centro de um acalorado debate entre ambientalistas, empresários e cientistas.

Segundo estimativas da Organização de Alimentos e Agricultura das Nações Unidas (FAO), são comercializados anualmente mais de três milhões de toneladas de salmão.

A atividade movimenta dezenas de milhões de dólares a cada ano. Dentre as sete espécies de salmão comercializadas, destaca-se o salmão-do-atlântico, Salmo salar, que sozinho representa cerca de 45% da produção mundial desse pescado.

A maior parte da criação comercial desses peixes depende de apenas dois países. O Chile, cuja produção foi pesadamente afetada pelo terremoto recente, detém 31% da produção mundial; e a Noruega, está na frente com 33%. Apesar da grande apreciação da carne de peixe no Brasil, não há criações comerciais no país.

Salmão AquAdvantage
Aceleração do crescimento

Atualmente, em torno de 69% dos salmões consumidos no mundo provêm de criações em cativeiro. Contudo, ainda há vários problemas por solucionar para obter um maior rendimento comercial dessa atividade econômica. Um dos principais é a demora no crescimento dos salmões, que necessitam de três a quatro anos para atingir o tamanho para a venda (em torno de 3 kg).

Ao longo dos últimos anos, várias empresas de biotecnologia investiram em alternativas para solucionar esse impasse. Uma das tentativas de maior sucesso na área foi o criação de um salmão-do-atlântico transgênico, denominado  ‘AquAdvantage’.

Esse peixe geneticamente modificado foi desenvolvido em 1989 pela empresa canadense AquaBounty Technologies. Em 1996, foi submetido à análise da Administração de Drogas e Alimentos (FDA, do inglês Food and Drug Administration) para eventual liberação de sua comercialização.

Os salmões AquAdvantage possuem um gene que ativa um hormônio de crescimento (opAFP-GHc2), proveniente de outra espécie de salmão, o salmão-rei ou do Pacífico (Oncorhynchus tshawytscha).

Além disso, esses peixes mostram-se mais resistentes a parasitas e patógenos e mais tolerantes a variações nas condições ambientais do que os indivíduos não modificados geneticamente. 

A resistência dos salmões transgênicos está associada à introdução, nesses peixes, de uma parte do DNA de peixe-carneiro americano (Zoarces americanus), relacionada à produção de uma proteína de resistência a baixas temperaturas.

A introdução do gene do crescimento no salmão-do-atlântico aumenta em duas vezes a taxa de desenvolvimento desses animais durante o seu primeiro ano de vida. Assim, os peixes alcançam tamanho de mercado em apenas 16 a 18 meses.

Os pesquisadores envolvidos com o desenvolvimento dos salmões  AquAdvantage acreditam que o segredo do crescimento mais rápido desses peixes está na sua capacidade de produzir o hormônio do crescimento ao longo de todo o ano.

Os salmões modificados não ficarão maiores do que os animais comuns, pois os peixes geneticamente modificados param de crescer após atingir o seu tamanho normal.

Os níveis mais elevados de hormônio do crescimento na circulação dos salmões transgênicos parecem ainda melhorar as suas taxas de assimilação e conversão dos nutrientes captados.

Possíveis problemas ambientais
As pessoas que apoiam a criação e comercialização de salmões transgênicos afirmam que esses animais irão diminuir os impactos causados às populações naturais dessa espécie pela pesca. 

Além disso, do ponto de vista econômico, há um enorme ganho para os piscicultores, que poderão comercializar animais mais precoces e resistentes. Obviamente, essas alterações genéticas diminuirão os custos de produção e de comercialização dos salmões transgênicos em relação aos tradicionais.

Contudo, há um grande número de opositores à criação e comercialização desses peixes transgênicos. O principal temor dos ambientalistas é que eles possam escapar de suas fazendas de criação e atingir o meio ambiente. Como eles são mais vorazes e agressivos, representam uma ameaça para o bem-estar dos salmões comuns. 

Pesquisa realizada pelo Centro de Aquacultura e de Pesquisa Ambiental do Canadá, indicou que esses peixes são mais agressivos e se desenvolvem mais rapidamente do que animais não modificados geneticamente.

Na pesquisa foi concluído que quando o alimento é mais escasso, a competição com os peixes transgênicos diminui a taxa de crescimento dos animais comuns. Além disso, estes são eliminados em taxas elevadas por animais geneticamente modificados. 

A introdução de organismos transgênicos no ambiente natural – como os salmões AquAdvantage – é algo bem possível de ocorrer e pode ter consequências imprevisíveis.

O desenvolvimento de animais que sejam incapazes de sobreviver no meio ambiente, devido, por exemplo, à carência de algum nutriente essencial que seja suprido apenas através da ração, pode minimizar esse problema no futuro.

Para evitar contaminações ambientais, todos os salmões transgênicos criados pela AquaBounty são fêmeas e estéreis. No entanto, grupos contrários à liberação da comercialização desse peixe transgênico afirmam que há riscos no processo de esterilização de peixes usado nos salmões AquAdvantage.

Riscos à saúde dos consumidores
Diversas plantas transgênicas são rotineiramente consumidas. A quase totalidade desses cultivos é representada por apenas quatro espécies (a soja, o algodão, a colza e o milho) que estão amplamente disseminadas por vários países, inclusive o Brasil.

Contudo, há ainda um enorme desconhecimento da população sobre esses alimentos transgênicos, e uma crescente inquietação e clamor de estudiosos do tema para a realização de estudos mais detalhados e amplos sobre os riscos que o consumo desses alimentos poderia representar para a saúde humana. A mesma preocupação ocorre em relação à liberação de alimentos transgênicos de origem animal.

A inserção de um gene exógeno em um genoma pode ter consequências imprevisíveis para a expressão de outros genes.

Isso pode desencadear a produção de compostos nocivos à saúde dos indivíduos que os consomem. Porém, ainda existem muito poucos estudos sobre esse tema.

Além disso, é importante lembrar que, mesmo que a ausência de riscos tenha sido verificada para o consumo de determinado transgênico, isso não significa que a ingestão de outros alimentos modificados geneticamente seja segura. Portanto, cada caso é um caso, e deve ser tratado e estudado com todo o cuidado.

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Piau Flamengo (Leporinus affinis)

Piau Flamengo (Leporinus affinis)

Piau Flamengo (Leporinus affinis)
Piau Flamengo (Leporinus affinis)
Família: Anostomidae
Espécie: Leporinus affinis
Nome popular: Piau-flamengo

A família Anostomidae é um grupo de peixes da ordem Characiformes, composto por cerca de 135 espécies restritas à américa do Sul e com representantes em todas as bacias hidrográficas do Brasil. Conhecidos popularmente como piaus, esse grupo de peixes tem elevada importância comercial. Algumas espécies alcançam até cerca de 40 cm de comprimento e mais de 3 quilos.

Porte: alcança cerca de 30 cm de comprimento.

Características taxonômicas: apresenta coloração amarelo-avermelhada com faixas escuras ao longo do corpo e avermelhado sob a cabeça.

Habitat: muito comum nos remansos dos rios e córregos de maior volume de água e nos lagos. Ocorre geralmente nas proximidades de galhos e troncos submersos ou rochas onde obtém seu alimento.

Piau Flamengo (Leporinus affinis)
Piau Flamengo (Leporinus affinis)
Dieta alimentar: Essa espécie é basicamente herbívora, ingerindo preferencialmente algas e vegetais superiores aquáticos, além de frutos e sementes.

Reprodução: a reprodução da espécie ocorre entre novembro e fevereiro.

Importância comercial: Por ter uma carne saborosa, o piau-flamengo, tem grande valor comercial, podendo ser encontrado para a venda em feiras livres e peixarias. Em função de sua coloração, essa espécie, é também, capturada para o aquarismo.


Características: peixe de escamas importantes para a pesca de subsistência e para o comércio, mercados e feiras. Corpo alongado e fusiforme, boca pequena e dentes incisivos. Coloração do corpo amarelada, com 8 a 9 faixas escuras transversais sobre o corpo com três faixas na cabeça. A região inferior da cabeça é geralmente avermelhada e as nadadeiras são amareladas. Alcançam cerca de 30 cm de comprimento total.

Piau Flamengo (Leporinus affinis)
Piau Flamengo (Leporinus affinis)
Habitat: margens de rios, em locais com fundo arenoso e com pedras.

Ocorrência: bacia Amazônica e Araguaia-Tocantins.

Hábitos: são muito ariscos.

Alimentação: onívora, com tendência a carnívora, consumindo principalmente invertebrados (insetos).

Ameaças:
pesca predatória, poluição e destruição do habitat.

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Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)


Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)

Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)
Características: peixe de escamas com corpo alongado e cilíndrico, um pouco comprimido, boca grande, pontuda e bastante pronunciada com dentes caninos. O último raio das nadadeiras dorsal e anal é alongado. O dorso é cinza, sendo os flancos e o ventre prateados. As nadadeiras pélvicas e anal possuem a margem preta e a caudal uma faixa preta nos raios medianos. Pode alcançar 1 m de comprimento total e 5 kg.

Habitat: ambientes costeiros, ilhas oceânicas, baias e canais. Nadam sempre à meia água, bem próximo à superfície.

Ocorrência: regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul).

Hábitos: forma cardumes pequenos ou grandes, sendo que os indivíduos maiores são solitários.

Alimentação: pequenos peixes e crustáceos.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

Peixe Bicuda (Sphyraena guachancho)

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Peixe Zepelim (Nannostomus trifasciatus)


Peixe Zepelim (Nannostomus trifasciatus)


Características: também conhecido por peixe lápis de três faixas. As nadadeiras pélvicas são azuladas. De dia, apresentam três linhas pretas horizontais. O dorso possui um tom verde-oliva acinzentado, que começa na cabeça e vai até a nadadeira caudal. Completando seu colorido, uma linha horizontal amarela parte do olho prolongando-se até a base de cauda. À noite, quando estão dormindo na superfície, trocam esse padrão por duas ou três listras grossas verticais. Atinge 6 cm de comprimento.

Origem: Bacia Amazônica.

Habitat: águas escuras do Rio Negro, é comum em regiões nas quais o fundo do rio é quase totalmente coberto com Vallisnerias, formando densas "florestas" submersas alternadas por áreas de areia muito fina sem vegetação.

Hábitos: são muito ativos, pacíficos e nadam em cardumes deslizando na água com o corpo bem reto.

Temperatura ideal: 22º a 30°C.
pH: 6,8.

Alimentação: gostam de mordiscar folhas e troncos.

Reprodução: ovíparos. Quando estão acasalando, macho e fêmea nadam lado a lado, encostados um no outro, agitando o corpo de um lado para o outro. Após o característico ritual do amor, a fêmea deposita os ovos (cerca de 50 a 80 por desova), espalhando-os sobre as plantas flutuantes. Eles ficam aí grudados (são aderentes) durante 4 dias, quando então se dá a eclosão. O processo da reprodução é semelhante ao dos demais caracídeos, isto é, assim que a fêmea expele os ovos, o macho os fertiliza.

Ameaças: captura indiscriminada e destruição do habitat.

Nannostomus trifasciatus
Nannostomus trifasciatus
Nannostomus trifasciatus

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Megalodonte (Cacharodon megalodon) | O Tubarão Gigante

Megalodonte (Cacharodon megalodon) | O Tubarão Gigante

Megalodonte (Cacharodon megalodon) | O Tubarão Gigante

Carcharocles: Gênero de peixes elasmobrânquios, de tubarões. Os tubarões deste gênero existiram durante o Miocênico e o Pliocênico, desde cerca dos 25 Ma (milhões de anos) até cerca dos 2,5 Ma. Contudo, a datação exata da extinção destes tubarões é tema de aceso debate entre os paleontólogos.

Estima-se que os tubarões da espécie Cacharocles megalodon (também conhecidos como Cacharodon megalodon) pudessem ter atingido os 16 m de comprimento, talvez mais... Atualmente, os tubarões-brancos medem, no máximo, cerca de 6 m. O maior tubarão da atualidade é o tubarão-baleia (Rhincodon typus) com apenas 12 de comprimento máximo. O tubarão-baleia é inofensivo, alimentando-se de plâncton, por filtragem, enquanto o Carcharocles megalodon seria um predador ativo temível. Com base em fósseis de vértebras de baleias neogênicas com marcas de dentadas produzidas por grandes dentes serrilhados, supõem-se que as presas principais destes tubarões seriam os cetáceos.

Megalodonte (Calycolpus megalodon)
Megalodonte (Calycolpus megalodon)
Calycolpus megalodon ou megalodonte (dente enorme) foi sem sombra de dúvida o maior predador aquático que já viveu nos oceanos, podia pesar 4000kg e medir de 20 a 30 metros alimentava-se de baleias. Foi um gigante pré-histórico que provavelmente viveu há cerca de 16 à 1.6 milhões de anos atrás, mas alguns mantém a teoria de eles foram extintos somente à 10,000 anos atrás. Existe até quem sustente que ele ainda vive nas profundezas dos oceanos.

Dados do Tubarão Pré-Histórico:
Nome: Megalodonte
Nome Científico: Carcharodon megalodon
Época: Mioceno
Local em que viveu: Oceano Atlântico
Peso: Cerca de 4 toneladas
Tamanho: 20 metros de comprimento
Alimentação: Carnívora


O Megalodonte é conhecido principalmente pelo registro fóssil de seus grandes dentes. Como outros tubarões modernos, o esqueleto do megalodonte era formado por cartilagem, e não ossos, resultando em pouca preservação de suas formas. De qualquer modo, os enormes dentes foram bem-preservados. Os dentes são bem parecidos com o do grande Tubarão Branco e pode medir acima de 168mm de comprimento.

Recentes estudos citados por Roesch sugerem que o Megalodonte é evolutivamente próximo dos modernos grandes brancos. De qualquer modo, um número crescente de pesquisadores disputam esta relação íntima entre o Tubarão-branco com o Megalodonte.
As mais confiáveis estimativas do taman

O dente do MegalodonteO dente do Megalodonte - Fotografia de Duncan Wright


Teorias sobre a extinção da espécie

Existe uma teoria de que os Carcharodon megalodon se extinguiram quando os mares polares ficaram frios demais para tubarões, permitindo as baleias a nadarem fora do alcance dos tubarões durante o verão. Outras explicações são ainda mais simples, sugerindo que qualquer distúrbio prolongado na cadeia alimentar iria liquidar um predador com tantos requerimentos.

O Megalodonte ainda teria enfrentado a "baleia assassina", a Orca (na realidade um golfinho) que apareceu nos oceanos há menos de cinco milhões de anos. Estes animais mamíferos teriam competido com o Megalodonte por alimento, o que pode ter ocasionado uma pobre nutrição ao Tubarão. Neste cenário, o tamanho avantajado teria sido não uma vantagem, mas um grande problema: - Onde achar mais alimentos para estes famintos tubarões?

MEGALODONTEComparação das dimensões de um Carcharocles megalodon, de um tubarão-branco
(Carcharodon carcharias) e de um mergulhador

Os tubarões são peixes cartilaginosos, por isso, o registo paleontológico destes animais é, sobretudo, constituído por fósseis de dentes, as únicas estruturas mineralizadas do seu esqueleto.

Em Portugal encontram-se fósseis destes tubarões nos sedimentos miocênicos da região de Lisboa e da Península de Setúbal (Almada, Sesimbra, etc.) e do Algarve. Também foi registada a ocorrência de um dente de Carcharocles no Pliocênico da Marinha Grande.

Os maiores dentes fossilizados conhecidos destes peixes têm cerca de 19 centímetros. No Museu Geológico do INETI, em Lisboa, existe um dente fossilizado de um destes tubarões, proveniente do Miocênico superior da região dos Olivais (Lisboa), com 15 cm de altura.

Os fósseis dos dentes de tubarão estão intimamente ligados ao nascimento da Geologia como ciência.

Os fósseis de conchas e de búzios, por se tratarem de estruturas familiares, desde muito cedo foram identificados por vários naturalistas como sendo conchas petrificadas de bivalves e de gastrópodes. Pelo contrário, a interpretação dos restos fossilizados de vertebrados, por serem menos conhecidos, era mais difícil.

Dentes de Carcharocles megalodon, de tubarão-branco e de um humanoDentes de Carcharocles megalodon, de tubarão-branco e de um humano

Até meados do séc. XVII os dentes de tubarão fossilizados eram identificados pelas lendas populares, entre outras coisas, como línguas petrificadas de serpentes: glossopetrae ou "línguas de pedra". Em 1667, Nicolaus Steno (1638-1686) publicou, pela primeira vez, o estudo anatômico de um tubarão. Nesse estudo ele figurou a cabeça do tubarão que havia dissecado, assim como os seus dentes, salientando a sua semelhança com aquilo a que então se chamava vulgarmente "línguas de pedra". Daí em diante ficou claro que as glossopetrae eram fósseis de dentes de tubarão.

Fóssil (substantivo masculino): Todo e qualquer vestígio identificável, corpóreo ou de atividade orgânica, de organismos do passado, conservado em contextos geológicos, isto é, nas rochas (do Lat. *fossile < style="font-weight: bold;">Tipos básicos de fósseis
: somatofósseis e icnofósseis.

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Enguia Dinossauro Tem Pulmão Que Pode Viver Fora da Água

Enguia Dinossauro Tem Pulmão Que Pode Viver Fora da Água

Enguia Dinossauro Tem Pulmão Que Pode Viver Fora da Água
Bichir-de-senegal ou enguia dinossauro (Polypterus senegalus senegalus): pulmão que permite respirar fora da água e capaz de se adaptar à vida na terra
Um primitivo peixe mostrou que, mesmo fora da água, é capaz de se locomover e oferecer pistas sobre a evolução das espécies do mar para a terra, de acordo com um novo estudo realizado na Universidade de Ottawa, no Canadá. Capaz de respirar na superfície, o espécime passou inclusive por modificações em seu esqueleto para melhorar sua locomoção.

A pesquisadora Emily Standen, da Universidade McGill, decidiu criar uma espécie de peixe fora da água. Juntamente com o paleontologista Hans Larsson, ela escolheu o bichir-de-senegal ou enguia dinossauro (Polypterus senegalus senegalus), uma espécie com características primitivas que lembra um ancestral dos animais terrestres. Equipado com pulmões e escamas duras, o bichir usa as nadadeiras peitorais atrás da cabeça para se movimentar em terra e ir de uma poça de água para outra.

Os pesquisadores compraram 149 espécimes com dois meses de vida e mantiveram 111 em um terrário durante 8 meses. Os outros 38 ficaram em um aquário.

Os peixes criados em terra apresentaram mudanças na estrutura de seu esqueleto que lhes permitiram se locomover em terra. Os bichires passaram a usar suas nadadeiras dianteiras para se erguer e "caminhar". A estrutura que seria semelhante à nossa coluna vertebral tornou-se mais reforçada e longa para dar maior apoio ao restante do corpo.


"Todas as mudanças que observamos estão documentadas no estudo dos fósseis", afirma a pesquisadora Emily Standen, especialista em biomecânica comparative e evolucionária na Universidade de Ottawa.

"Os resultados podem jogar uma luz sobre um fator que teria parte na origem dos tetrápodes", diz Per Ahlberg, uma paleontologista da Universidade Uppsala na Suécia. Resta aos cientistas entender esse desenvolvimento na evolução e passagem das espécies aquáticas para a vida na terra.

As mudanças --chamadas plasticidade desenvolvimentista—deram aos animais "vantagens" em sua luta pela sobrevivência, possivelmente passada em seus genes para as novas gerações, que os pesquisadores vão acompanhar em novo estudo. "Eventualmente, essas mudanças podem se tornar permanentes com o tempo", diz Emily Standen. "Mas como isso acontece", diz, ainda permanece um "mistério".

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Peixe Porco (Balistes vetula)

Peixe Porco (Balistes vetula)

Peixe Porco (Balistes vetula)Características: também conhecido como cangulo, seu corpo tem coloração verde-oliva escura no dorso, amarela-dourada na parte ventral e listras em tom azul-claro (que chegam a ser luminosas) na cabeça e nas nadadeiras. Além disso, em torno dos olhos apresenta estrias negras em forma de raios e na nadadeira caudal há uma bonita mancha azulada. Possui boca pequena com fileiras de oito dentes bem fortes em cada maxila. Seus olhos se movimentam independentemente um do outro. Podem chegar a medir um pouco mais de meio metro de comprimento e pesar cinco quilos e meio.

Habitat: costões rochosos e recifes. Fica sempre próximo a locais rochosos e repletos de "esconderijos" em profundidades de 2 a 275 m.

Ocorrência: em todo litoral brasileiro.

Hábitos: possui um hábito muito peculiar de relaxar o corpo inclinando a cabeça para baixo e apoiando o "focinho" sobre uma pedra ou coral. É capaz de emitir sons ou grunhidos, produzidos por sua desenvolvida bexiga natatória. Tais sons são ouvidos somente por exemplares da própria espécie, não sendo captados pelo ouvido humano. Além das cores e do fato de poder emitir sons, uma outra excentricidade do peixe porco é o modo como utiliza a nadadeira dorsal. Dividida em duas partes, a mais próxima da cabeça é bem mais resistente e dura, assim como um gatilho. No caso do peixe sentir-se ameaçado, ele se esconde entre as pedras ou corais e fica completamente imóvel, fixando o "gatilho" entre as frestas. Tal mecanismo irá funcionar como uma trava e manterá o peixe ancorado, protegido dos predadores ou da correnteza enquanto dorme.

Alimentação: carnívoros. Predador voraz. Alimenta-se de pedaços de camarão, filhotes de peixes, crustáceos em geral e moluscos.

Reprodução: só procura um companheiro da espécie na época do acasalamento, quando então passa a viver junto com seu par. O período de reprodução ocorre com maior frequência no mês de abril. Colocam seus ovos apenas em substratos de areia. Geralmente a fêmea cava um buraco no cascalho e deposita os ovos, sendo logo a seguir fertilizados pelo macho.

Ameaças: destruição do habitat, poluição e captura para aquariofilismo.

Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
Peixe Porco (Balistes vetula)
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Piranha | Características e Espécies de Piranhas

Piranha | Características e Espécies de Piranhas

Piranha (Pygocentrus piraya)
Piranha (Pygocentrus piraya)

Piranha (Pygocentrus piraya)

Características: também conhecida como piranha do São Francisco, é uma das mais ferozes. Pode chegar a 60 cm de comprimento. Corpo ovalado, lateralmente comprimido, apresentando uma quilha dorsal e uma outra ventral de escamas modificadas, que possivelmente facilitam seu deslocamento na água. As escamas são muito pequenas. Boca com dentes em forma triangular, sendo que os da mandíbula (parte inferior) são mais desenvolvidos que os do maxilar superior. As pontas dos dentes superiores encaixam perfeitamente entre as duas pontas dos dentes inferiores. A borda de cada dente corta como uma navalha, permitindo, com isso, que a carne da presa seja cortada em pequenos pedaços. Essa peculiaridade explica a ocorrência dos sérios e comuns acidentes com piranhas. Carne muito apreciada.

Piranha (Pygocentrus piraya) Habitat: rios, lagoas e represas.

Ocorrência: do norte da Amazônia até a costa oeste do Rio Grande do Sul.

Hábitos: vivem em grandes cardumes.

Alimentação: predadoras, carnívoras por excelência.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.
Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Família: Characiforme

Subfamília: Serrasalminae

Subfamília Serrasalminae
Estão incluidos, nesta subfamília, os peixes conhecidos conhecidos popupularmente como pacus, caranhas, curupetés e as piranhas. Todos são facilmente identificáveis por possuirem corpo relativamente alto em relação ao comprimento, dando ao peixe uma forma arredondada. São encotrados, praticamente, em todas as bacias hidrográficas da zona intertropical do planeta.

Espécie: Pygocentrus nattereri

Nome popular: piranha, queixo-de-buxo,piranha vermelha, piranha caju

Porte: dificilmente ultrapassa os 25 cm de comprimento padrão.

Características taxonômicas: tem o corpo alto e a cabeça pequena. A espécie é facilmente distinguível de outras piranhas por possuir ventre muito vermelho ou alaranjado.

Habitat: prefere o ambiente de águas mais calmas, como lagos e remansos de rios.

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Dieta alimentar: embora seja muito voraz, no ambiente natural alimenta-se principalmente de escamas e nadadeiras de outros peixes.
Importância comercial:é muito comercializada e apreciada na forma de caldo de piranha em bares e restaurantes.

Pesca esportiva: por ser uma espécie de piranha muito comum, é bastante fácil de ser capturada por pescadores profissionais ou amadores. No entanto não é muito valorizada, exatamente pela facilidade de ser capturada.

Comportamento: vivem em cardumes que, em muitos casos, contam com a presença de outras espécies de peixes.

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju  (Pygocentrus nattereri)

Muitas vezes temida por causa de seus ataques agressivos e frenéticos, a piranha-vermelha tem uma reputação de um predador voraz, com dentes afiados e apetite insaciável.

Embora seja extremamente variável na aparência, a piranha-vermelha tem esse nome por causa da barriga vermelha característica, que pode ser de um vermelho mais intenso e profundo nos machos, enquanto que o resto do corpo normalmente é cinzento, com escamas salpicadas prateadas, as vezes marrom-cremoso nos lados. Manchas escuras muitas vezes são aparentes atrás das guelras, e a barbatana anal geralmente é preta na base, enquanto as nadadeiras peitorais e pélvicas variam do vermelho ao laranja.

A piranha-vermelha pode crescer até um comprimento máximo de 33 cm e pesar até 3,5 kg.

Apesar de ser retratada como um predador perigoso e imprevisível, a piranha-vermelha se alimenta principalmente de peixes, insetos e invertebrados aquáticos, como moluscos e crustáceos. Pode também se alimentar de qualquer pequeno animal terrestre que encontrar, bem como frutas, sementes, algas e plantas aquáticas. Os dentes afiados e triangulares fazem da piranha-vermelha um animal extremamente eficiente ao abocanhar o alimento, e a disposição da sua poderosa mandíbula e focinho dão ao peixe a capacidade de atacar e morder com uma força extraordinária.

As piranhas-vermelhas vivem em cardumes, embora não apresentem o comportamento de caça em grupo. Ocasionalmente, as piranhas-vermelhas entram em um "frenesi", onde atacam uma presa e a devoram em poucos minutos. Esse comportamento particular contribui para a reputação da piranha-vermelha, mas os "frenesis" normalmente não são ataques aleatórios, e geralmente são o resultado de provocação ou fome.

A reprodução das piranhas-vermelhas ocorre por volta de Abril e Maio durante a estação chuvosa, geralmente com um pico ao longo de um período de dois meses, que pode variar dependendo da localização. A fêmea põe cerca de 5.000 ovos sobre a vegetação recém-submersa em um ninho construído pelo macho.

A piranha-vermelha normalmente é encontrada em rios de água branca e, em alguns riachos e lagos. Em certas áreas, pode habitar também florestas inundadas (tais como aquelas encontradas em toda a Amazônia brasileira).

Amplamente distribuída por todo o continente sul-americano, a piranha-vermelha é encontrada em rios tropicais de água doce na Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Piranha Caju ou Piranha Vermelha (Pygocentrus nattereri)

Piranha Caju (Pygocentrus nattereri)


Características: peixe de escamas bastante apreciado, principalmente para fazer o famoso caldo de piranha, considerado afrodisíaco. Corpo rombóide e comprimido, focinho curto, arredondado, mandíbula saliente e dentes afiados. Entre todas as piranhas é a que possui o focinho mais rombudo. Coloração cinza no dorso e avermelhada no ventre e na região inferior da cabeça. Nadadeiras peitoral, ventral e anal alaranjadas. Alcança 30 cm de comprimento total.

Habitat: rios, lagos e lagoas de águas barrentas.

Ocorrência: bacias Amazônica, Araguaia-Tocantins, Prata, São Francisco e açudes do Nordeste.

Hábitos: vive em cardumes pequenos ou até com mais de 100 indivíduos. Sensível à falta de oxigênio.

Alimentação: piscívora.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

Piranha Preta

Piranha Preta (Serrasalmus rhombeus)

Piranha Preta (Serrasalmus rhombeus)
Piranha Preta (Serrasalmus rhombeus)
Características: peixe de escamas com corpo rombóide e um pouco comprimido, mandíbula saliente e dentes afiados. Coloração uniforme, variando do cinza ao preto nos indivíduos adultos. Os jovens são mais claros com manchas escuras. Alcança 40 cm de comprimento e é a maior piranha da Amazônia.

Habitat: rios de águas claras e pretas.

Ocorrência: bacias amazônica e Araguaia-Tocantins.

Hábitos: são solitários.

Alimentação: carnívora, alimentando-se de peixes e invertebrados.

Ameaças: poluição e destruição do habitat.

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