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Amêijoa (Tapes decussatus)

Amêijoa (Tapes decussatus)

Amêijoa (Tapes decussatus)

Amêijoa (Tapes decussatus) é um molusco bivalve, assim denominado porque sua concha é composta por duas valvas que se articulam para fechá-la. Pertence à família dos venerídeos e compreende múltiplas espécies, a maioria marinhas, como a chamada amêijoa-fina (Tapes decussatus), européia; a amêijoa-rosa, do gênero Amiantis, muito apreciada na América Latina; e a amêijoa-japonesa (T. japonica).

São numerosos os moluscos que o homem utiliza como alimento: entre os que possuem uma concha formada por duas placas ou valvas, os mais conhecidos são as ostras, os mexilhões e as amêijoas.

Há também espécies de água doce, como as do gênero Anodontia. Muitos outros gêneros, entre os quais Donax, Mercena e Tridacna ou amêijoa-gigante, constituem um amplíssimo grupo, integrado por milhares de espécies.

Esses moluscos vivem no fundo do mar, perto da costa, ou nos leitos dos rios, enterrados na areia ou na lama. São animais filtradores, que se alimentam de algas unicelulares e de diversas partículas arrastadas pelas correntes, capturadas através de um prolongamento em forma de tubo ou sifão. Respiram por intermédio de brânquias, órgãos que se dispõem em forma de pequenas lâminas e intervêm também no processo de nutrição.

A concha apresenta uma série de estrias que marcam suas diferentes linhas de crescimento. Na face interna há um par de concreções carnosas, de forma cilíndrica, que, ao se contraírem, aproximam as duas partes da concha até fechá-la. As valvas articulam-se por meio de pequenos dentes que constituem a chamada charneira. O deslocamento ocorre pela ação de uma massa muscular achatada.

Há distinção entre os sexos e a fecundação é externa. Ao ovo sucede uma larva, chamada trocóforo e em forma de pião, dotada de uma série de cílios ou pêlos através dos quais se desloca. Com o passar do tempo desenvolve-se um novo estado larvar, de aspecto semelhante ao do adulto, que se fixa e cresce até dar lugar ao indivíduo definitivo.

As amêijoas são apreciadas pelo gosto suave de sua carne, se bem que os tipos comestíveis sejam poucos em relação à grande diversidade de espécies.

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Besouros Escaravelhos Usa Via Láctea Como Guia

Besouros Escaravelhos Usa Via Láctea Como Guia

Escaravelhos se alimentam de estrume, esculpindo bolas com o excremento e rolando o material para um lugar seguro (Foto: Reuters/Marcus Byrne/University of the Witwatersrand)

O Escaravelho usa Via Láctea como guia, aponta estudo na África do Sul Escaravelho utiliza luminosidade de estrelas para manter trajetória reta.É a primeira vez que cientistas demonstram façanha em um inseto.

O besouro ou escaravelho – da família dos escarabeídeos (Scarabaeidae) – é o primeiro inseto que se guia pelas estrelas, sugere pesquisa publicada na revista “Current Biology”. Aves, focas e os humanos também usam a luz das estrelas como norte, mas esta é a primeira vez que isso foi mostrado em um inseto. Os pesquisadores descobriram que, embora os olhos compostos desse inseto sejam fracos demais para ver estrelas individuais, eles utilizam a luz da Via Láctea para se manter em curso. Olhos compostos são aqueles formados por unidades visuais com pequenos sensores que distinguem a claridade da escuridão.

Imagem mostra trajetória de besouros em arena durante experimentos

Os escaravelhos se alimentam de estrume, esculpindo uma bola com o excremento e rolando o esterco para um lugar seguro, onde é menos provável que seja roubado. No entanto, eles precisam de uma espécie de bússola que faça com que rolem o estrume em linha reta, em vez de círculos, impedindo que retornem ao monte de esterco. Manter uma trajetória reta também é fundamental para o sucesso reprodutivo do escaravelho macho, já que o rolamento serve para impressionar as fêmeas com provisões para a futura prole. O besouro-fêmea coloca então um ovo na bola de excremento e a enterra numa rede de túneis com mais de um metro de profundidade. A bola serve de alimento para as larvas em desenvolvimento dentro dela. Isso levou os cientistas a se perguntar como esses insetos eram capazes de rolar em linha reta na escuridão. “Mesmo em noites sem luar, os besouros ainda conseguiam orientar-se por caminhos retos”, disse Eric Warrant, autor do estudo e professor de zoologia da Universidade de Lund, na Suécia. “Isso nos levou a suspeitar que os besouros utilizavam o céu como guia – uma façanha que nunca foi demonstrada em um inseto”, afirmou.

Planetário
Para provar a tese, os pesquisadores criaram uma arena circular preenchida com areia e mediram o tempo que os besouros levaram para rolar uma bola de excremento do centro até a borda. O trajeto dos insetos foi filmado e eles foram equipados com pequenos pedaços de papelão para alterar seu campo de visão.

O experimento foi conduzido tanto ao ar livre, sob o céu noturno de uma reserva sul-africana, quanto em um planetário de Joanesburgo, onde os cientistas puderam manipular a luz das estrelas. O resultado mostrou que os besouros que traçaram um caminho reto rapidamente até a borda o fizeram usando a luz natural da lua ou a luminosidade de um céu estrelado sem luar. Eles também rolaram em linha reta de forma eficiente quando uma imagem da Via Láctea foi projetada no planetário. No entanto, em noites nubladas, quando seus olhos foram tapados por um pedaço de papelão, ou ainda nos casos em que foi projetado apenas um punhado de estrelas brilhantes no planetário, os insetos tiveram dificuldades significativas para seguir em um caminho linear.

Via Láctea
Com base nesses experimentos, os pesquisadores concluíram que, na natureza, os besouros não estavam usando estrelas individuais como bússola, mas o conjunto brilhante de luz estrelar da Via Láctea. "Esta descoberta representa a primeira demonstração convincente do uso do céu estrelado como guia de um inseto e fornece o primeiro uso documentado da Via Láctea para orientação no reino animal", escreveram os pesquisadores na revista “Current Biology”.

Vespa-Alemã (Vespula germanica)

Vespa-Alemã (Vespula germanica)

Vespa-Alemã (Vespula germanica)
A vespa-alemã ou vespa-européia, é uma vespa encontrada em grande parte do Hemisfério Norte, nativa da Europa, norte da África e Ásia temperada. Foi introduzida e é bem estabelecida em muitos outros lugares, incluindo América do Norte, América do Sul (Argentina e Chile), Austrália e Nova Zelândia.

Vespas-alemãs fazem parte da família Vespidae e às vezes são erroneamente referidas como vespas-do-papel, porque constroem um ninho de papel cinza, embora, estritamente falando, vespas-do-papel fazem parte da subfamília Polistinae. Na América do Norte, elas são conhecidas também como yellowjackets.

A vespa-alemã mede cerca de 13 mm de comprimento, e tem cores típicas de vespas, preto e amarelo. É muito parecida com a vespa-comum (Vespula vulgaris), mas vista de frente, seu rosto tem três pequenos pontos pretos. Também têm pontos pretos em seu abdômen, enquanto as marcações análogas da vespa-comum são fundidas com os anéis negros acima deles, formando um padrão diferente.

O ninho dessas vespas é feito de fibras vegetais mastigadas, misturado com saliva. Eles geralmente são encontrados próximos ao chão ou até mesmo no chão, ao invés de mais altos em arbustos e árvores como outras espécies de vespas. Tem células abertas e um pecíolo fixando o ninho ao substrato. As vespas produzem uma química que repele as formigas, e secretam ao redor da base do pecíolo para evitar a predação de formigas.

Uma rainha solitária começa o ninho, construindo 20-30 células antes da primeira postura de ovos. Esta fase começa na primavera, dependendo das condições climáticas. Um ninho acabado pode ter 20-30 cm de diâmetro e conter cerca de 3.000 larvas.

As vespas adultas se alimentam de néctar de frutas é considerada uma praga em muitos lugares fora de sua área nativa.

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Vespa Gigante é Descoberta na Indonésia (Megalara Garuda)

Vespa Gigante é Descoberta na Indonésia (Megalara Garuda)
Vespa Gigante é Descoberta na Indonésia (Megalara Garuda)

Uma nova espécie de vespa gigante foi descoberta durante uma expedição à ilha indonésia de Sulawesi. A vespa corresponde a espécie foi descoberta entre as coleções de insetos do Museum für Naturkunde em Berlim, conservados desde 1930, quando foi capturado precisamente em Sulawesi. A nova espécie é preta, tem um corpo enorme, e os machos têm uma longa mandíbulas em forma de foice. Os resultados têm sido descritos no periódico ZooKeys. A descoberta foi publicada na edição de março do jornal científico ZooKeys. A espécie recebeu o nome de Megalara garuda (Mega do grego=grande, Lara de uma espécie de vespa e Garuda em homenagem a um guerreiro alado símbolo nacional da Índonésia). A espécie pertence à família de vespas escavadora, um grupo de vespas com milhares de espécies conhecidas em todo o mundo. As fêmeas captura outros insetos com as presas cuasando paralisia por uma mordida.

Lynn Kimsey, UC Davis e Michael Ohl, do Museum für Naturkunde, Berlim foram os descobridores da vespa Garuda Megalara. Os machos são claramente maiores que as fêmeas, e têm mandíbulas muito maiores.

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Inseto Vaquinha (Diabrotica speciosa)

Inseto Vaquinha (Diabrotica speciosa)

Inseto Vaquinha (Diabrotica speciosa)Características: é uma séria praga de numerosas culturas agrícolas, incluindo, o milho, feijões, soja, batata, trigo, melão, pepino, couve, brócolis, espinafre e alface. Os adultos são besouros verdes, com manchas amarelas nos élitros. São muito conhecidos, principalmente pela sua coloração verde-amarela, recebendo às vezes a dominação de "nacional" ou "vaquinha-patriota". Cabeça marrom e tíbias pretas. Medem de 5 a 8 mm. As larvas, conhecidas como larva-alfinete, são cilíndricas e, quando completamente desenvolvidas, atingem o tamanho máximo de 10 a 12 mm, com cerca de um mm de diâmetro. Geralmente são de coloração esbranquiçada, sobressaindo a cabeça e o ápice do abdome, que são de coloração preta.
  • Habitat: lavouras.
  • Ocorrência: em todo o Brasil.
  • Alimentação: alimentam-se de folhas e as danificam, deixando-as perfuradas. Os principais danos são causados pelas larvas que fazem pequenos furos na raiz, diminuindo o seu valor comercial. Além do dano direto, a perfuração na raiz facilita a entrada de fungos e bactérias.
  • Reprodução: a fêmea põe os ovos no solo, normalmente em fendas de dessecamento ou junto às raízes das plantas, ou na base do caule da planta. Os ovos são branco-translúcidos e incubam por cerca de 13 dias. As larvas são de hábito subterrâneo e se alimentam de raízes ou tubérculos. Possuem corpo vermiforme branco-amarelado, com cabeça e escudo anal marrom escuros. No seu completo desenvolvimento atinge até 12 mm de comprimento. Ocorrem várias gerações anuais.
Diabrotica speciosa

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Formiga-Pote-de-Mel (Myrmecocystus sp.)

Formiga-Pote-de-Mel (Myrmecocystus sp.)

Formiga-Pote-de-Mel (Myrmecocystus sp.)

A formiga-pote-de-mel (Myrmecocystus sp.) produzem uma rica quantidade de néctar e precisam acumular alimento suficiente, sem desperdício para sobreviverem em tempos secos. Algumas operárias são escolhidas como “reservatório” de néctar e são alimentadas por outras formigas até que se abdome acumule de forma que inche de forma impressionante, até não consigam mais se mover. Em alguns casos, podem alcançar o tamanho de uma uva!

Depois de estarem completamente inchadas com o mel, elas prendem suas garras no teto do formigueiro subterrâneo, onde se comportam como recipientes reservatórios de comida. Durante os tempos secos, quando o suprimento alimentar do deserto acaba de vez, suas companheiras retornam para a colônia e um simples movimento em suas antenas já é o sinal para que regurgitem o conteúdo armazenado e todo o formigueiro se alimenta com o mel. Pensa que elas morrem? De jeito nenhum, elas acabam voltando ao corpinho esbelto que tinham antes do processo. Isso que eu chamo de “efeito sanfona”. Consegue imaginar?

A escolha dos membros da comunidade que serão “honeypot”, é simples: aquelas operárias que possuem o corpo mais robusto são as escolhidas. Em todo o mundo, existem grupos diferentes destas formigas  que podem ser dos gêneros Myrmecocystus, Camponotus, Melophorus, entre outros.

Vaga-Lume (Lampyris noctiluca)

Vaga-Lume (Lampyris noctiluca)

Vaga-Lume (Lampyris noctiluca)

Características: conhecido também por pirilampo, o macho mede em torno de 10 mm de comprimento e a fêmea, entre 12 a 20 mm. O macho tem duas asas e élitros. Com seu corpo frágil, cor de terra, a fêmea do vaga-lume pode somente arrastar-se no chão. Para compensar a falta de asas, desenvolveu-se algo muito especial durante a evolução do vaga-lume: pequenas glândulas que segregam luciferina, uma substância que em determinadas condições se torna luminescente. A luz verde é o sinal para que o macho interrompa seu balé aéreo e venha juntar-se à fêmea. Essa diferenciação tão marcada entre os sexos é rara entre os coleópteros. A espécie Lampyris noctiluca é a mais comum no Brasil. Sua larva luminescente é muito parecida com a fêmea adulta. Uma molécula de luciferina é oxidada por oxigênio, em presença de trifosfato de adenosina, ocorrendo assim a formação de uma molécula de oxiluciferina, que é uma molécula energizada. Quando esta molécula perde sua energia, passa a emitir luz. Esse processo só ocorre na presença da luciferase, que é a enzima responsável pelo processo de oxidação. As luciferases são proteínas compostas por centenas de aminoácidos, e é a seqüência destes aminoácidos que determina a cor da luz emitida por cada espécie de vaga-lume. Este processo é chamado de "oxidação biológica" e permite que a energia química seja convertida em energia luminosa sem a produção de calor.

Vaga-Lume (Lampyris noctiluca)
Macho e Fêmea
  • Habitat: áreas rurais e urbanas, jardins e matas.
  • Ocorrência: em todo o Brasil.
  • Hábitos: os lampejos equivalem ao início do namoro: são códigos para atrair o sexo oposto. Mas a luminescência também pode ser usada como instrumento de defesa ou para atrair a caça.
  • Alimentação: lesmas e caracóis, mas é capaz de comer até criaturas muito maiores injetando-lhe antes um líquido paralisante.
  • Reprodução: o estágio larval dura seis meses, a maior parte dos quais passada debaixo da terra. Ao emitir luz, a fêmea do vaga-lume corre um risco, pois atrai seus predadores.
  • Predadores naturais: caranguejos, aves e rãs.
  • Ameaças: destruição do habitat, poluição e agrotóxicos.
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Tripes (Taeniothrips xanthius)

Tripes (Taeniothrips xanthius)

    Tripes (Taeniothrips xanthius)
  • Características: foi introduzida no Brasil em 1961, originário da Ásia Oriental, que se propagava no fícus, o tripes ou lacerdinhas são insetos de tamanho pequeno com aparelho bucal do tipo raspador. São pragas importantes de diversas culturas e, quando presentes em grandes populações, causam danos consideráveis às plantas. Plantas atacadas pelos tripes ficam com coloração prateada, as folhas ficam retorcidas e caem prematuramente. Além do dano direto que provocam pela alimentação os tripes também podem transmitir vírus para as plantas, o que causa, muitas vezes, sua morte. Asas estreitas com longas franjas em suas margens. A coloração é normalmente amarelada ou preta brilhante. As ninfas, fase jovem dos tripés, assemelham-se muito aos adultos com o corpo bastante alongado, porém não apresentam asas. Os machos são de menor tamanho do que as fêmeas. Este inseto provoca intensa irritação nos olhos dos passantes, chegando a provocar graves acidentes de trânsito.
  • Habitat: dentro de folhas enroladas ou na superfície inferior das destas.
  • Ocorrência: em todo o Brasil, nas lavouras de cacau, da cebola, do algodão, bem como no cultivo de plantas ornamentais.
  • Hábitos: quando perturbadas, muitas espécies de tripes podem curvar a ponta de seu abdome para cima.
  • Alimentação: fitófagos, isto é, alimenta-se de plantas.
  • Reprodução: o ciclo de vida dos tripes inclui o ovo, dois estágios de ninfa que se alimentam, um estágio de pré-pupa e pupa que não se alimentam e o adulto. Os ovos são muito grandes em relação ao tamanho da fêmea e são depositados dentro do tecido da planta.

Traças dos Livros (Acrotelsa collaris)

Traças dos Livros (Acrotelsa collaris)

Traças dos Livros (Acrotelsa collaris)Características: também chamadas de traças prateadas, são desprovidos de asas. Seu aspecto lembra um peixe prateado , apresentando corpo alongado e com apêndices caudais longos, filiformes, muito característicos. Têm coloração cinza prateada e tamanho entre de 0,85 a 1,3 cm. Podem ocasionar danos a livros e outros materiais. Os jovens assemelham-se aos adultos, exceto por serem menores, apresentando ametabolia, isto é, desenvolvem-se diretamente sem que sofram metamorfose.
Habitat: frequentam o ambiente doméstico.
Hábitos: são ativas à noite e escondendo-se durante o dia, evitando contato direto com a luz. Assim, ao acender-se a luz de um aposento, as traças procuram se esconder em frestas ou atrás de móveis e quadros.
Alimentação: substâncias ricas em proteínas, açúcar ou amido.
Reprodução: podem botar de 1000 a 3500 ovos durante sua vida.
depositando dois a três ovos por dia. Do ovo sai uma forma jovem que cresce, sofre muda várias vezes, até atingir a fase adulta. Após sair do ovo, há, no mínimo, seis ínstares. O tempo de desenvolvimento, em nossas condições climáticas, é de aproximadamente um ano.

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Traça das Roupas (Tineola uterella)


Traça das Roupas (Tineola uterella)



Traça das Roupas (Tineola uterella)Características: possuem coloração clara e medem aproximadamente 1,2-1,5 cm de comprimento. Apresentam na cabeça tufos de pêlos avermelhados e as antenas são um pouco mais escuras do que o restante do corpo. Voam pouco e não são atraídas pela luz.
Traça das Roupas (Tineola uterella)
Habitat: locais escuros, tais como armários e gavetas, sendo o ambiente ideal aquele com umidade relativa próxima a 75%, aquecido e escuro.
Alimentação: lã, penas, pêlo, cabelo, couro, poeira, papel e ocasionalmente de algodão, linho, seda e fibras sintéticas. Roupas usadas sujas de bebidas, alimentos, suor ou urina, além daquelas guardadas por muito tempo, são as mais atacadas.
Reprodução: fêmeas depositam uma média de 40 a 50 ovos em um período de 2 a 3 semanas, morrendo logo após a postura. Os ovos, que possuem uma secreção adesiva, ficam aderidos às fibras dos tecidos das roupas. As larvas sofrem de 5 a 45 mudas, dependendo da temperatura ambiente e do tipo de alimento disponível. As larvas são de coloração esbranquiçada com cabeça escurecida e tecem um casulo, em forma de losango, enquanto se alimentam, podendo ficar parcialmente cobertas por ele. Quando as larvas estão prontas para pupar, elas migram à procura de frestas.

Pulga (Pulex irritans)

Pulga (Pulex irritans)

Pulga (Pulex irritans)Características: são pequenos insetos ectoparasitos de aves e, principalmente, mamíferos. Medem geralmente menos de 5 milímetros de comprimento e suas partes bucais são adaptadas para cortar a pele e sugar o sangue do hospedeiro. Não têm asas, mas possuem pernas extremamente fortes, especialmente o par posterior, que possibilita às pulgas moverem-se rapidamente e pularem distâncias muito maiores que o comprimento de seu corpo. As pulgas adultas possuem coloração marrom avermelhada, corpo endurecido (difícil de esmagar entre os dedos), possuem três pares de pernas (pernas posteriores mais largas para possibilitar o salto) e são achatadas verticalmente, o que facilita seu movimento entre os pêlos ou penas do hospedeiro. Os olhos são reduzidos ou mesmo ausentes. O aparelho bucal é do tipo mastigador. As pulgas não causam somente desconforto ao homem e seus animais domésticos, mas também problemas de saúde, tais como, dermatites alérgicas, transmitem viroses, vermes e doenças causadas por bactérias (peste bubônica, tularemia e salmonelose). Apesar das picadas serem raramente sentidas, a irritação causada pelas secreções salivares pode se agravar em alguns indivíduos. Algumas pessoas sofrem uma reação severa resultante de infecções secundárias ocasionadas pelo ato de coçar a área irritada. Picadas no tornozelo e pernas podem, em algumas pessoas, causar dor que pode durar alguns minutos, horas ou dias, dependendo da sensibilidade do indivíduo. Em algumas pessoas não ocorre qualquer reação. A reação típica da picada é a formação de uma pequena mancha dura, avermelhada com um ponto em seu centro. Pode viver até 513 dias.
  • Ocorrência: em todo o Brasil.
  • Hábitos: a ausência de movimento detona processos biológicos que levam as larvas a eclodirem dos ovos e os adultos a emergirem de suas pupas. Por isso, que a falta de movimento na casa durante as férias ou durante o período em que um imóvel não é alugado é fator determinante na infestação de pulgas. Os ovos e as pupas são "impermeáveis" à inseticidas, cuja ação se restringe às larvas e aos adultos da pulga. As vezes, famílias que viajam por um período razoável de tempo, quando voltam, encontram a residência infestada por pulgas. Isto ocorre porque a casa fica fechada sem hospedeiros (cães e gatos). Assim que a família retorna, ela é atacada pelas pulgas que nasceram no período. São excelentes saltadoras, podendo saltar verticalmente uma altura de aproximadamente 18 cm e horizontalmente 33 cm.
  • Alimentação: somente o adulto é hematófago, isto é, alimenta-se de sangue que pode ser de aves ou mamíferos. Algumas espécies de pulgas dão preferência a uma única espécie de hospedeiro, porém, a maioria pode sugar várias espécies de animais. Por este motivo, as pulgas transmitem doenças ao homem e a outros animais. As larvas das pulgas não possuem pernas, são cegas e evitam a luz. Seu alimento consiste de fezes das pulgas adultas, pele, pêlo e penas. Elas não sugam sangue. As fêmeas adultas não conseguem depositar ovos sem uma refeição, mas os adultos, tanto machos, quanto fêmeas podem sobreviver de dois meses a um ano sem se alimentar.
  • Reprodução: os ovos das pulgas são depositados sobre o hospedeiro, em seu ninho, ou no chão. São esbranquiçados, lisos e ovais. As fêmeas adultas botam ovos (ovipositam), que se transformam em larvas quando encontram boas condições ambientais que, por sua vez, empupam para se transformarem em adultos. Este ciclo se completa por volta de 30 dias, dependendo das condições de temperatura e umidade. As pupas possuem um casulo de seda fabricado pela larva de último ínstar onde ficam aderidos pêlos de animais, poeira e outras sujeiras. Em aproximadamente 5 a quatorze dias as pulgas adultas emergem ou permanecem em repouso dentro do casulo até a detecção de alguma vibração, que pode ser ocasionada pelo movimento de um animal ou homem e quando um animal deita-se sobre ela. A emergência pode ser ocasionada também pelo calor, barulho ou pela presença de dióxido de carbono que significa que uma fonte potencial de alimento está presente.
  • Predadores naturais: pássaros.
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Mutuca (Tabanus bovinus)

Mutuca (Tabanus bovinus)

Mutuca (Tabanus bovinus)Características: corpo redondo, colorido com tonalidades vivas e brilhos metálicos. Possuem a abdome fusiforme, cabeça volumosa mais larga que o tórax, olhos ocupam quase toda a superfície, antenas curtas, aparelho bucal curto tipo picador-sugador, tromba adaptada para picar e sugar, asas claras com pequenas manchas , antenas relativamente longas e tamanho maior que o de uma mosca doméstica . Ataca o gado bovino e equino, de grande porte, com comprimento variando de 2 a 2,5 cm. Larvas são anfíbias com forma de cones alongados. Têm dois ganchos na cabeça e o abdome almofadado. Isso lhes permite rastejar em chão úmido sobre plantas aquáticas. As mandíbulas da mutuca são como um par de espadas afiadas, com saliências nos lados como se fossem serras, e que se cruzam como as lâminas de uma tesoura. Suas maxilas são como pequenas lanças de ponta aguçada, capazes de entrar e sair de um orifício como se fossem uma broca pneumática. Mas isso não é tudo. Esse estranho cirurgião, como se estivesse numa sala cirúrgica, suga o sangue de sua vítima, usando seu aparelho sugador. Finalmente, usa um anticoagulante para que o sangue não coagule. A picada da mutuca em si não é prejudicial, embora seja dolorosa, contudo, pode transmitir moléstias: a doença do sono ao ser humano na África e aos cavalos na Índia. No campo este inseto incomoda o gado e cavalos, pousando geralmente na região da anca, dorso do animal, pescoço e patas, locais onde o animal dificilmente consegue "espantá-las". Além de perturbarem o hospedeiro, podem transmitir agentes infecciosos e desencadear reações alérgicas.
  • Habitat: áreas rurais, pastagens e capoeiras. Vivem em geral próximas aos criadouros, abrigando-se nas matas.
  • Ocorrência: todo o Brasil.
  • Hábitos: pica durante as horas quentes do dia. Raramente invadem casa e estábulos, preferindo picar animais a céu aberto. Predominam nos meses quentes e chuvosos, emergindo os adultos sempre nas mesmas estações do ano.
  • Alimentação: as larvas são carnívoras, alimentam-se de pequenos invertebrados de água doce. As fêmeas alimentam-se de sangue, isto é, são hematófagas. Os machos alimentam-se de pólen e néctar das flores.
  • Reprodução: os ovos são colocados às centenas em plantas aquáticas e junto das águas e as larvas desenvolvem-se na água.
  • Predadores naturais: peixes, anfíbios, aves, pássaros e répteis.
Mutuca (Tabanus bovinus)

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Escorpiões | Scorpiones

Escorpiões | Scorpiones

Escorpiões | Scorpiones

Os Escorpiões são aracnídeos predatórios da ordem Scorpiones. Têm oito patas e são facilmente reconhecidas pelo par de pedipalpos de agarrar e pela cauda estreita e segmentada, muitas vezes carregada em uma característica curva para a frente nas costas, terminando com um ferrão venenoso. Os escorpiões variam em tamanho de 9 mm / 0,3 pol. (Typhlochactas mitchelli) a 23 cm / 9 pol. (Heterometrus swammerdami).

Escorpiões | Scorpiones

A história evolutiva dos escorpiões remonta ao período siluriano, 430 milhões de anos atrás. Eles se adaptaram a uma ampla gama de condições ambientais e agora podem ser encontrados em todos os continentes, exceto na Antártida. Os escorpiões são cerca de 1750 espécies descritas, com 13 famílias sobreviventes reconhecidas até o momento. A taxonomia sofreu mudanças e é provável que mude mais, à medida que os estudos genéticos estão trazendo novas informações.

Todos os escorpiões têm uma picada venenosa, mas a grande maioria das espécies não representa uma séria ameaça para os humanos e, na maioria dos casos, os adultos saudáveis ​​não precisam de tratamento médico após serem picados. Apenas cerca de 25 espécies são conhecidas por terem veneno capaz de matar um ser humano.:1 Em algumas partes do mundo, com espécies altamente venenosas, fatalidades humanas ocorrem regularmente, principalmente em áreas com acesso limitado a tratamento médico.

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