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Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)

Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)

Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)
Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)
Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae)

O Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonae) é uma espécie de réptil escamoso da família Polychrotidae. É endêmico da ilha de Gorgona, na Colômbia. Como seu nome comum indica, é uma cor azul-cinza; vive dentro da floresta de Gorgona e geralmente fica nos troncos das árvores.

Devido ao ambiente desolado e à natureza evasiva do lagarto azul, tem sido difícil estimar exatamente sua população, mas especialistas dizem que ela está em perigo de extinção. Sua espécie é progressivamente devorada pelo Basiliscus galeritus introduzido e ameaçada pelo desmatamento. O maior dano causado ao habitat do Lagarto Azul de Gorgona (Anolis gorgonaeocorreu quando a prisão de Gorgona foi construída no interior da ilha na década de 1950. alguns exemplares são capturados para um programa de reprodução em cativeiro.

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)

O Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis), também conhecido como monitor-de-komodo, é uma grande espécie de lagarto encontrado nas ilhas indonésias de Komodo, Rinca, Flores, Gili Motang e Gili Dasami. Membro da família de lagartos monitor (Varanidae), é a maior espécie viva de lagarto, podendo chegar a 3 m de comprimento em casos raros e pesar até cerca de 70 kg. O seu tamanho incomum tem sido atribuído ao gigantismo da ilha, já que não há outros animais carnívoros para preencher o nicho nas ilhas onde eles vivem.

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)

Como resultado de seu tamanho, estes lagartos dominam os ecossistemas em que vivem. Os dragões-de-komodo caçam e emboscam suas presas, incluindo invertebrados, aves e mamíferos. Seu comportamento de grupo na caça é excepcional no mundo dos répteis. A dieta dos grandes dragões-de-komodo consiste principalmente de veados, embora eles também comam quantidades consideráveis de carniça.

O dragão-de-komodo possui mais de 50 estirpes de bactérias mortais em sua saliva. Estas bactérias provocam septicemia (infecção geral grave) em suas vítimas. Em uma caçada, o dragão-de-komodo morde sua presa e depois a segue por horas ou dias até que ela morra em decorrência da infecção causada pelas bactérias mortais presentes em sua saliva.

Dragão-de-Komodo (Varanus komodoensis)O acasalamento começa entre maio e agosto, e os ovos são postos em setembro. Cerca de vinte ovos são depositados em ninhos de megapodes abandonados ou em um buraco auto-cavado. Os ovos são incubados por 7-8 meses e os filhotes nascem em abril, quando os insetos são mais abundantes. Jovens dragões-de-komodo são vulneráveis e, portanto, vivem em árvores, a salvo de predadores e adultos canibais. Eles levam cerca de 8-9 anos para atingirem a maturidade, e a estimativa de vida é de até 30 anos.

Na natureza o seu território diminuiu devido às atividades humanas, e estão listados como vulneráveis pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza). Eles são protegidos por lei na Indonésia, e um parque nacional (Parque Nacional de Komodo) foi fundado para ajudar nos esforços de proteção.

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Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)

Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)

Características: A Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu) é uma das maiores cobras do gênero Bothrops. As fêmeas são maiores que os machos. Também são diferentes na coloração, ele cinza, e ela amarelada. São muito temidas pela quantidade de veneno que podem injetar. Mede em tono de 2 m de comprimento. Suas presas chegam a atingir 2 cm de comprimento.

Habitat: Mata Atlântica, preferindo as baixadas.

Ocorrência: América do Sul.

Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)
Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)

Cobra-Jararacuçu (Bothrops jararacussu)Hábitos: noturno. Localizar uma Jararacuçu no meio da floresta não é fácil. Como passa o dia enrodilhada se aquecendo, se mistura muito bem com o ambiente e mesmo para olhos treinados, quase que sempre, passa despercebida. É muito brava e perigosa. Vive quase sempre à sombra.

Alimentação: quando adulta alimenta-se de pequenos roedores, e quando jovem alimenta-se de pequenos lagartos e anfíbios.

Reprodução: vivípara, nascendo entre 16 e 20 filhotes no início da estação chuvosa.

Ameaças: morte praticada pelos homens do campo, destruição do habitat e tráfico de veneno.

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