Sucupira (Pterodon emarginatus)


Sucupira (Pterodon emarginatus)

Sucupira (Pterodon emarginatus)
Ocorrência: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins.

Outros nomes: faveiro, sucupira branca, fava de sucupira, sucupira lisa.

Características: árvore decídua que pode atingir 16 m de altura, com tronco liso de coloração amarelo bem claro, ereto, de 30 a 50 cm de diâmetro. Folhas compostas pinadas, com 20 a 36 folíolos de 3 a 4 cm de comprimento. Suas flores, de coloração rósea bem clara, às vezes se tornando até levemente brancas, são encontradas no período de seca. Raízes podem apresentar um engrossamento denominado batata de sucupira, no qual armazena nutrientes e água para períodos de escassez. Seus frutos, a parte de maior interesse para nós, medem cerca de 5 a 6 cm de comprimento por uns 3 a 4 cm de largura, de formato ovóide, apresentando nas laterais uma margem fibrosa e ao centro, onde armazena a semente, uma rede de veios cheios de um óleo bem resinoso. Um Kg de sementes contém 1.200 unidades.

Habitat: cerrado.

Propagação: sementes.

Madeira: madeira bastante resistente, pesada, bastante dura, difícil de rachar.

Utilidade: madeira muito utilizada na construção naval e civil, pilares de pontes, postes, dormentes, assoalhos, carrocerias, carvão e lenha. Os frutos podem ser armazenados durante vários anos sem perder suas qualidades medicinais. O óleo tem qualidades terapêuticas. A casca de seus galhos emprega-se para reumatismo. É indicada para paisagismo e regeneração de áreas degradadas.

Florescimento: setembro a outubro.

Frutificação: junho a julho com a planta totalmente despida de folhagem.

Sucupira (Pterodon emarginatus)

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