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FLORESTA ESTADUAL - FLORESTAS ESTADUAIS DO ESTADO DO PARÁ

Floresta Estadual - Florestas Estaduais do Estado do Pará FLORESTA ESTADUAL DO IRIRI - PA

FLORESTA ESTADUAL DO IRIRI - PA
Localização
Entre as Terras Indígenas Kuruaya e Baú, e a Reserva Extrativista do Médio Xingu..

Superfície
467.167 hectares

Bioma

Amazônia 100%

Uso sustentável

Na Floresta Estadual de Iriri o objetivo é unir a conservação da natureza com o uso sustentável de produtos florestais. Também é permitido o uso manejado dos produtos florestais não madeireiros e recursos minerais e animais.

Nessas áreas admite-se ecoturismo, recreação, estudos científicos e atividades ambientais.

O inventário dessas áreas ricas em biodiversidade se concentra na busca de dados sobre a herpetofauna (répteis e anfíbios), avifauna, mamíferos, peixes e flora. tamanha quantidade de informações".

FLORESTA ESTADUAL DO FARO - PA
FLORESTA ESTADUAL DO FARO - PA
Localização
Localiza-se na Calha Norte do rio Amazonas.

Superfície
635.936 hectares

Bioma

Amazônia 100%

Na Floresta Estadual de Faro o objetivo é unir a conservação da natureza com o uso sustentável de produtos florestais. Também é permitido o uso manejado dos produtos florestais não madeireiros e recursos minerais e animais.

Nessas áreas admite-se ecoturismo, recreação, estudos científicos e atividades ambientais.

O inventário dessas áreas ricas em biodiversidade se concentra na busca de dados sobre a herpetofauna (répteis e anfíbios), avifauna, mamíferos, peixes e flora. tamanha quantidade de informações".

FLORESTA ESTADUAL DO TROMBETAS - PA
FLORESTA ESTADUAL DO TROMBETAS - PA
Localização
Margem esquerda (calha norte) do rio Amazonas, no Estado do Pará.

Superfície
3.303.306 hectares
FLORESTA ESTADUAL DO TROMBETAS - PA

Bioma

Amazônia 100%

Uso sustentável

A Floresta Estadual do Trombetas possui alto potencial para uso florestal manejado (madeira e produtos não-madeireiros) por abrigar florestas de alto valor econômico, além de apresentar potencial para ecoturismo, serviços ambientais e mineração.

Nessas áreas admite-se ecoturismo, recreação, estudos científicos e atividades ambientais.

O inventário dessas áreas ricas em biodiversidade se concentra na busca de dados sobre a herpetofauna (répteis e anfíbios), avifauna, mamíferos, peixes e flora. tamanha quantidade de informações".

FLORESTA ESTADUAL DO PARU - PAFLORESTA ESTADUAL DO PARU - PA
Localização
Está situada na margem esquerda (calha norte) do rio Amazonas.

Superfície
3.612.000 hectares

Bioma
Amazônia 100%

Uso sustentável

A Floresta do Paru possui alto potencial para uso florestal sustentável por abrigar florestas de alto valor econômico, ao mesmo tempo em que amplia as oportunidades de renda e emprego para a população local nos municípios diretamente beneficiados: Almeirim, Monte Alegre, Alenquer e Óbidos.

A área da flota do Paru foi selecionada de acordo com as diretrizes do Macrozoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Pará e está 100% inserida na zona destinada à criação de unidades de conservação de uso sustentável no Estado.

FLORESTA ESTADUAL DO PARU - PAO inventário dessas áreas ricas em biodiversidade se concentra na busca de dados sobre a herpetofauna (répteis e anfíbios), avifauna, mamíferos, peixes e flora. tamanha quantidade de informações".

FLORESTA ESTADUAL DO PARU - PA

Floresta Estadual do Faro Floresta Estadual do Faro

Floresta Estadual do Faro
Localização
Localiza-se na Calha Norte do rio Amazonas.

Superfície
635.936 hectares

Bioma
Amazônia 100%

Na Floresta Estadual de Faro o objetivo é unir a conservação da natureza com o uso sustentável de produtos florestais. Também é permitido o uso manejado dos produtos florestais não madeireiros e recursos minerais e animais.

Nessas áreas admite-se ecoturismo, recreação, estudos científicos e atividades ambientais.

FLORESTA ESTADUAL DO FARO
O inventário dessas áreas ricas em biodiversidade se concentra na busca de dados sobre a herpetofauna (répteis e anfíbios), avifauna, mamíferos, peixes e flora. tamanha quantidade de informações".

FLORESTA ESTADUAL DO FARO

Floresta Estadual do Iriri FLORESTA ESTADUAL DO IRIRI - PA

FLORESTA ESTADUAL DO IRIRI - PA

Localização
Entre as Terras Indígenas Kuruaya e Baú, e a Reserva Extrativista do Médio Xingu..

Superfície
467.167 hectares

Bioma
Amazônia 100%

FLORESTA ESTADUAL DO IRIRI - PA

Uso sustentável

Na Floresta Estadual de Iriri o objetivo é unir a conservação da natureza com o uso sustentável de produtos florestais.Também é permitido o uso manejado dos produtos florestais não madeireiros e recursos minerais e animais. Nessas áreas admite-se ecoturismo, recreação, estudos científicos e atividades ambientais.

O inventário dessas áreas ricas em biodiversidade se concentra na busca de dados sobre a herpetofauna (répteis e anfíbios), avifauna, mamíferos, peixes e flora. tamanha quantidade de informações".

FLORESTA ESTADUAL DO IRIRI - PA

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FLORESTA ESTADUAL - FLORESTAS ESTADUAIS DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Florestas Estaduais do Estado de Minas Gerais


Localização
Localizada a 35 Km de Belo Horizonte e 10 Km do centro de Betim.

Bioma
Floresta Estacional Semidecidual.

Superfície
4.398 hectares.

Abriga um importante remanescente de Mata Atlântica e, em conjunto com o Parque Estadual do Itacolomi, a Estação Ecológica do Tripuí, a Área de Proteção Ambiental Cachoeira e o Parque Natural Municipal das Andorinhas forma um mosaico de unidades de conservação que, somadas, possuem uma área de cerca de 25 mil hectares de áreas protegidas na região do Quadrilátero Ferrífero.

O Bosque Modelo da Mata Atlântica tem seu núcleo na Floresta Estadual de Uaimií. Com a experiência de Ouro Preto, sejam criados outros núcleos nas áreas de entorno: Parque Estaduais do Rio Doce, Parque Estadual de Ibitipoca, Parque Estadual de Itacolomi, Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, Parque Estadual de Nova Baden, Parque Estadual da Serra da Rola-Moça, Parque Estadual do Pico do Itambé e Parque Estadual da Serra do Papagaio.

As comunidades do entorno terão oportunidade de realizar cursos de treinamento em atividades relacionadas ao meio ambiente para aprimoramento e capacitação nas áreas de ecoturismo, fabricação de mobiliário, produção de doces, apicultura, criação de animais silvestres e artesanato.

Floresta Estadual do Uaimii

Floresta Estadual do Uaimii

Localização
Localizada a 35 Km de Belo Horizonte e 10 Km do centro de Betim.

Bioma
Floresta Estacional Semidecidual.

Superfície
4.398 hectares.

Abriga um importante remanescente de Mata Atlântica e, em conjunto com o Parque Estadual do Itacolomi, a Estação Ecológica do Tripuí, a Área de Proteção Ambiental Cachoeira e o Parque Natural Municipal das Andorinhas forma um mosaico de unidades de conservação que, somadas, possuem uma área de cerca de 25 mil hectares de áreas protegidas na região do Quadrilátero Ferrífero.

Floresta Estadual de Uaimií
O Bosque Modelo da Mata Atlântica tem seu núcleo na Floresta Estadual de Uaimií. Com a experiência de Ouro Preto, sejam criados outros núcleos nas áreas de entorno: Parque Estaduais do Rio Doce, Parque Estadual de Ibitipoca, Parque Estadual de Itacolomi, Parque Estadual da Serra do Brigadeiro, Parque Estadual de Nova Baden, Parque Estadual da Serra da Rola-Moça, Parque Estadual do Pico do Itambé e Parque Estadual da Serra do Papagaio.

As comunidades do entorno terão oportunidade de realizar cursos de treinamento em atividades relacionadas ao meio ambiente para aprimoramento e capacitação nas áreas de ecoturismo, fabricação de mobiliário, produção de doces, apicultura, criação de animais silvestres e artesanato.

Floresta Estadual São Judas Tadeu

Floresta Estadual São Judas Tadeu
Localização
Localizada a 35 Km de Belo Horizonte e 10 Km do centro de Betim.

Bioma
Mata atlântica.

Superfície
140 hectares.

Apresenta uma cobertura vegetal nativa composta por campo e floresta ciliar, duas lagoas artificiais, cinco nascentes e um córrego principal que alimenta a lagoa maior.

Possui matas remanescentes em ótimo estado de conservação, com significativa riqueza biológica.
Caracteriza-se pelo uso direto e indireto de recursos naturais, sendo de domínio público estadual; e é uma unidade de conservação considerada de uso sustentável, com objetivo de promover e assegurar a proteção parcial dos atributos naturais; admitida a exploração de parte dos recursos disponíveis, em regime de manejo sustentável, mas sujeita às limitações legais.

Posteriormente à sua criação, torna-se, então necessária a caracterização da fauna e flora desta área, visando a composição do seu Plano de Manejo. Para viabilizar tal projeto, a FUNED firmou parcerias e convênios com diferentes instituições: Instituto Estadual de Florestas, Museu de Ciências Naturais da PUC/MG, e Universidade Federal de Minas Gerais.

Tais parcerias têm em vista a participação dos gerentes públicos da região de Betim, como da Secretaria de Obras e do Meio Ambiente; da Prefeitura de Betim e do Ministério Público, os quais já foram também envolvidos.

Devido à pressão urbana, que inclui caçadores e furtos, a segurança da Floresta Estadual São Judas Tadeu foi incrementada com a participação efetiva da Polícia Florestal de Betim. A FUNED tenta, agora, viabilizar a conexão de fragmentos florestais entre a FESJT e a Reserva da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (COPASA), uma vez que as mesmas são vizinhas.
Áreas com populações pequenas estão mais expostas à perda da variabilidade genética e são mais suscetíveis à extinção.

Dessa forma, os corredores ecológicos contribuem significativamente para a conexão de áreas isoladas; para troca gênica e, consequentemente, para a manutenção da biodiversidade. Os corredores conservam a vida dos animais que são obrigados a migrar sazonalmente em busca de alimento. Uma unidade de conservação isolada torna-se uma ilha em meio a uma situação de degradação, e, conforme o tamanho de suas populações ficam ameaçados de extinção.
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TUBARÃO BALEIA CARACTERÍSTICAS GERAIS DO TUBARÃO BALEIA

Tubarão Baleia Características Gerais do Tubarão Baleia

Tubarão Baleia Características Gerais do Tubarão Baleia

Rhincodon typus

Ordem: Orectolobiformes

O maior de todos os tubarões e o maior peixe vivo conhecido, o tubarão-baleia constitui um dos mais comoventes espetáculos do oceano. O seu tamanho colossal e a grande boca o tornam facilmente reconhecível, podendo ser visto perto da superfície em muitas águas tropicais ou subtropicais do mundo inteiro.

Tubarão BaleiaOs tubarões-baleia alimentam-se principalmente de plâncton, embora também comam regularmente cardumes de pequenos peixes e lulas. Ao contrário dos tubarões-frade, que simplesmente filtram enormes quantidades de água enquanto nadam, os tubarões-baleia sugam ativamente as suas presas antes de filtrá-las com eficácia. Já foram observados alimentando-se em grupos em lugares com grande concentração de determinados tipos de alimento.

Aparecem regularmente nos mesmos locais e em determinadas épocas do ano, provavelmente para aproveitar certos acontecimentos, como a desova dos corais e o florescimento regular de plâncton. Por esta razão, tornaram-se o centro de uma grande indústria de ecoturismo em algumas partes do mundo, principalmente na costa ocidental da Austrália, onde os mergulhadores fazem fila para ter a oportunidade de nadar junto com estas dóceis criaturas.

Os tubarões-baleia estão protegidos por lei em alguns países, mas são caçados em outros, principalmente em Taiwan e Filipinas. Mais de 100 tubarões são mortos anualmente somente em Taiwan, o que causa sérias preocupações quanto ao futuro de um peixe que cresce lentamente e que demora para atingir a maturidade.

Tubarão BaleiaTamanho máximo: Incerto. Provavelmente, chegam a 20 metros e pesam mais de 12 toneladas.

Distribuição: Todos os mares temperados quentes e tropicais, exceto o Mediterrâneo. É possível que seja um animal altamente migratório.

Dieta: Zooplâncton, pequenos peixes, lulas.

Reprodução: São vivíparos, com número de crias variado. Um exemplar em Taiwan continha mais de 300 fetos, o maior número já encontrado em um tubarão.

Tubarão Baleia

O maior de todos os tubarões e o maior peixe vivo conhecido, o tubarão-baleia constitui um dos mais comoventes espetáculos do oceano. O seu tamanho colossal e a grande boca o tornam facilmente reconhecível, podendo ser visto perto da superfície em muitas águas tropicais ou subtropicais do mundo inteiro.

Os tubarões-baleia alimentam-se principalmente de plâncton, embora também comam regularmente cardumes de pequenos peixes e lulas. Ao contrário dos tubarões-frade, que simplesmente filtram enormes quantidades de água enquanto nadam, os tubarões-baleia sugam ativamente as suas presas antes de filtrá-las com eficácia. Já foram observados alimentando-se em grupos em lugares com grande concentração de determinados tipos de alimento.

Aparecem regularmente nos mesmos locais e em determinadas épocas do ano, provavelmente para aproveitar certos acontecimentos, como a desova dos corais e o florescimento regular de plâncton. Por esta razão, tornaram-se o centro de uma grande indústria de ecoturismo em algumas partes do mundo, principalmente na costa ocidental da Austrália, onde os mergulhadores fazem fila para ter a oportunidade de nadar junto com estas dóceis criaturas.

Os tubarões-baleia estão protegidos por lei em alguns países, mas são caçados em outros, principalmente em Taiwan e Filipinas. Mais de 100 tubarões são mortos anualmente somente em Taiwan, o que causa sérias preocupações quanto ao futuro de um peixe que cresce lentamente e que demora para atingir a maturidade.

O tubarão-baleia pode chegar até os 20 m de comprimento e pesar mais de 12 toneladas. É encontrado em todos os mares temperados quentes e tropicais, exceto o Mediterrâneo. É possível que seja um animal altamente migratório.

A dieta do tubarão-baleia consiste de plâncton, macro-algas, krill, pequenos polvos e outros invertebrados.

Como ocorre com a maioria dos tubarões, os hábitos reprodutivos dos tubarões-baleia são obscuros. Baseando-se no estudo de um único ovo encontrado na costa do México em 1956, acreditava-se que eles fossem ovíparos, mas a captura de uma fêmea grávida em julho de 1996, contendo 300 filhotes de tubarão-baleia indica que eles são vivíparos com desenvolvimento ovovivíparo. Os ovos permanecem no corpo e as fêmeas dão luz a filhotes com 40 a 60 cm. Acredita-se que eles alcancem maturidade sexual por volta dos 30 anos e sua longevidade é estimada como sendo entre 60 e 130 anos.
Tubarão Baleia
Características: corpo aerodinâmico, cabeça comprimida, larga e aplainada. Boca transversal, muito grande e quase na ponta do focinho. As fendas branquiais são muito grandes, modificadas internamente em telas filtrantes. A primeira nadadeira dorsal é muito maior do que a segunda e voltadas para trás. A nadadeira caudal lobada em forma de semi-lua nos adultos. Nos jovens o lóbulo superior é consideravelmente mais longo do que o lóbulo inferior.

Os olhos pequenos são posicionados para trás nos lados da cabeça. A colortação dorsal é acinzentada, azulada ou amarronzada com pontos brancos entre listras pálidas, verticais e horizontais. A superfície ventral é branca. Dentes pequenos, aproximadamente 300 fileiras em cada maxila. Os dentes parecem não cumprir nenhum papel na alimentação. É o maior peixe do planeta. Pode atingir até 20 m de comprimento e 15 ton. Podem viver por 60 anos.

Habitat: pelágico de mar aberto, mas também pode ser encontrado próximos a ilhas oceânicas e regiões coralínicas.

Ocorrência: toda a costa brasileira.

Hábitos: podem realizar migrações transoceânicas. É pacífico.

Alimentação: plâncton, algas, pequenos peixes e crustáceos, e moluscos. Ao contrário d a maioria dos vertebrados de alimentação planctônica, o tubarão da baleia não depende do movimento lento para frente para operacionalizar o seu mecanismo de filtragem. Se utilizam de sucção versátil, que o permite extrair da água o alimento, em velocidades mais elevadas. Assim pode capturar com muita eficiência o plâncton. As telas de filtro mais densas agem como filtros mais eficientes pelas entradas curtas da sucção. Alimenta-se ativamente abrindo a boca, distendendo as maxilas e sugando.

Reprodução: ambos os sexos atingem a maturidade sexual quando atingem 9 m de comprimento. Ovovivíparos.

Predadores naturais: jovens podem ser consumidos pelo tubarão azul e o marlim azul.

Ameaças: poluição.


Tubarão BaleiaTubarão Baleia de 4m tirada nas Ilhas Maldivas.

O tubarão-baleia (Rhincodon typus), é a única espécie da família Rhincodontidae, vive em oceanos quentes e de clima tropical, além de ser a maior das espécies de tubarão e o maior peixe conhecido.Esta espécie é completamente inofensiva e alimenta-se de plâncton por filtração.

Nomenclatura: Esta espécie foi identificada pela primeira vez em 1828, na costa da África do Sul, mas a família Rhincodontidae foi criada apenas em 1984. O nome "tubarão baleia" surgiu graças ao tamanho desse peixe.

Distribuição e Habitat: O tubarão-baleia habita os oceanos tropicais e de água quente. Mesmo sendo pelágico, agrega-se, de forma sazonal, para alimentar-se em várias costas, como o recife de Ningaloo na Austrália, em Pemba, Útila, Honduras, Donsol, Filipinas, e Zanzibar na costa do leste da África. Seu habitat fica restrito a aproximadamente 30° de latitude desses locais. O tubarão-baleia é uma espécie solitária e raramente é vista em grupos, exceto em locais com alimentação abuntante, como o recife de Ningaloo. Machos convivem em distâncias maiores que as fêmeas, que normalmente tendem a permanecer em locais fixos.A pele destes peixes é marcada como um “tabuleiro de damas” de pontos claros e listras amarelas. Estes pontos são específicos em cada indivíduo, de modo que podem ser usados identificar cada animal e fazer uma contagem exata da população.Sua pele pode ter até 10 cm de espessura. O tubarão tem duas barbatanas dorsais. A cauda de um tubarão-baleia tem a parte superior maior do que a inferior, mas quando adulto a diferença diminui. O espiráculos do tubarão encontram-se justo atrás dos olhos.O tubarão-baleia não é um nadador eficiente; o corpo inteiro está em movimento quando o animal nada. O resultado deste movimento, que é muito incomum para tubarões, é uma velocidade média de ao redor 5 quilômetros por hora.

Alimentação: O tubarão-baleia se alimenta de fitoplâncton, macro-algas, plâncton, krill e pequenos polvos e invertebrados. As várias fileiras de dentes não atuam na alimentação, a água é constantemente empurrada para a boca atravessando e saem através dos arcos das brânquias. Qualquer material capturado é engolido. O tubarão pode fazer circular a água a uma taxa de até 1.7 L/s. Entretanto, também se alimenta de forma ativa, mirando concentrações de plâncton ou peixes através do olfato. De acordo com marinheiros, os tubarões-baleia se encontram nos arrecifes perto da costa caribenha de Belize suplementando sua dieta ordinária alimentando-se das ovas de caranhos gigantes que enxameiam nessas águas em maio, junho e julho entre a lua cheia e os quartos crescente e minguante desses meses.

Tubarão BaleiaUm comparativo entre os tamanhos do tubarão-baleia e do homem.
Ilustração: Robbie Cada

Comportamento: Quando se explica que a maioria dos tubarões não são perigosos para os humanos, esta espécie é geralmente usada como o exemplo principal. Mergulhadores podem nadar ao redor do gigantesco peixe sem problema algum.Os tubarões são freqüentemente vistos na Tailândia, nas Maldivas, no Mar Vermelho, na Austrália ocidental (Arrecife de Nigaloo), na Reserva Marinha de Gladden Spit, em Belize e nas ilhas Galápagos. São regularmente vistos entre dezembro e maio nas Filipinas (Donsol). Mergulhadores afortunados também se encontraram com tubarões-baleia nas Seychelles e em Porto Rico. Entre dezembro e setembro, é bem sabido que eles nadam ao longo da baía de La Paz na Baixa Califórnia mexicana.

Reprodução: Como ocorre com a maioria dos tubarões, os hábitos reprodutivos dos tubarões-baleia são obscuros. Baseando-se no estudo de um único ovo encontrado na costa do México em 1956, acreditava-se que eles fossem ovíparos, mas a captura de uma fêmea grávida em julho de 1996, contendo 300 filhotes de tubarão-balei indica que eles são vivíparos com desenvolvimento ovovivíparo. Os ovos permanecem no corpo e as fêmeas dão luz a filhotes com 40 a 60 cm. Acredita-se que eles alcancem maturidade sexual por volta dos 30 anos e sua longevidade é estimada como sendo entre 60 e 150 anos.

Importância para o homem: O tubarão-baleia é visado pela pesca artesanal e pela indústria pesqueira em várias áreas onde eles se juntam sazonalmente. A sua população é desconhecida e esta espécie é considerada vulnerável pela IUCN. Sabe-se que os tubarões-baleia freqüentam as águas na costa de Donsol na província Sorsogon das Filipinas. Um tubarão-baleia é, também, a principal atração do Osaka Aquarium Kaiyukan.No ano de 2005, três tubarões-baleia estavam sendo estudados em cativeiro no Aquário Okinawa Churaumi no Japão. Quatro tubarões-baleia, incluindo dois machos, Ralph e Norton e duas fêmeas, Alice e Trixie, são mantidos no Aquário da Georgia, que abriu em 2005 em Atlanta. As duas fêmeas foram adicionadas ao grupo em 3 de junho de 2006 com a esperança de que sua reprodução pudesse ser estudada em cativeiro. Todos os quatro tubarões foram importados de Taiwan pela UPS.

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ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DE BALEIA E BARRA DE SAHY - SP

A área de preservação ambiental (APA) de Baleia e Barra do Sahy, na costa sul de São Sebastião, com 1,3 milhão de metros quadrados entre as praias da Baleia e Barra do Sahy, litoral norte, deve movimentar a economia e o turismo da região. A APA criada recentemente forma um corredor de mangue e mata nativa que serão preservados pelo município.

O projeto para a criação da APA foi aprovado pela Câmara e sancionada pela prefeitura no final de agosto. Segundo Maria Fernanda Carbonelli, da ONG Movimento Preserve o Litoral Norte, a região é o habitat de 87 espécies de animais - 14 delas em extinção.

"São Sebastião vinha sofrendo bastante com a especulação imobiliária, principalmente a praia da Baleia e a barra do Sahy, e a questão do ecoturismo era muito pouco explorada. Entendendo as necessidades da comunidade e a necessidade de preservação do município, nosso movimento mapeou essa área por mais de três meses, catalogando todas as espécies que vivem aqui. Nossa ideia é aliar preservação à sustentabilidade", afirmou Maria Fernanda.

No local não será mais possível construir imóveis nem praticar a pesca profissional. Apenas construções antigas, às margens do rio Sahy serão mantidas. A próxima etapa, segundo a prefeitura, é desenvolver um projeto de uso do espaço.

Projeto para a criação da APA foi aprovado pela Câmara e sancionada pela Prefeitura de São Sebastião no final de agosto. (Foto: Munir El Hage/PMSS)
Das 87 espécies que vivem no local, pelo menos 14 estão ameaçadas de extinção. (Foto: Munir El Hage/PMSS)

"A ideia da APA é trazer para a comunidade uma oportunidade de geração de emprego e renda com extrativismo, ecoturismo, exploração da educação ambiental e mercado científico para fazer da APA algo que ela tem um potencial enorme", disse o secretário de Meio Ambiente, Eduardo do Rego.

Os moradores também apoiaram a criação da APA. "Aqui tem um potencial grande, as pessoas vão gostar. Vai ser um parque maravilhoso com uma qualidade de vida muito legal. Tem muita coisa para ver que a gente já não estava mais vendo e teremos mais facilidade de encontrar no caminho", afirmou o pescador Delzino dos Santos Filho.



RESERVA ECOLÓGICA DA MATA DO BACURIZAL E DO LAGO CARAPARÚ - PARÁ

A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu é uma Unidade de Conservação do município de Salvaterra, na Ilha de Marajó - Pará. Ela foi criada para proteger os ambientes costeiros da Ilha de Marajó, pela conservação dos recursos bióticos e abióticos, a pesquisa científica, a educação ambiental e o ecoturismo.

A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu foi criada com objetivo de proteger os ambientes costeiros nessa porção leste da Ilha de Marajó, pela conservação dos recursos bióticos e abióticos, a pesquisa científica, a educação ambiental e o ecoturismo, buscando sempre a integração sustentável com as atividades de comunidades pesqueiras tradicionais.
A cidade de Salvaterra fica na parte leste da Ilha de Marajó e é banhada pelo rio Paracauari e pela Baia de Marajó. Ela reúne uma rica história, pois a colonização dessa parte da Ilha iniciou no Século 17 pelos padres Jesuítas. Dessa época restam várias ruínas de igrejas e enormes poços comunitários, todos feitos de pedra, alguns deles ainda em uso pelos moradores. Outro destaque da região são as grandes belezas naturais e culturais, como as belíssimas praias de areia branca e águas claras, os mangues repletos de pássaros, as imensas fazendas de criação de búfalos e cavalos marajoaras. Ao longo do ano são realizadas festas tradicionais com bonitas cantorias e muitos jovens apresentando a dança marajoara e as comidas típicas como o charque, a manteiga e o requeijão de búfalo, além do famoso “turu” – um molusco exótico com aparência de minhoca. As atividades esportivas típicas do caboclo da região leste do Marajó são a luta marajoara, a corrida de cavalos e búfalos e o basquete a cavalo. Tudo isso deu à bela cidade de Salvaterra o título de “Princesinha do Marajó”.

A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu é administrada por uma equipe de técnicos e ambientalistas da Prefeitura Municipal de Salvaterra, que desenvolve ações de proteção, sempre com envolvimento da comunidade em atividades educativas e de desenvolvimento do turismo sustentável.
A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu se situa a apenas 2 km do centro da cidade de Salvaterra. Essa Unidade de Conservação integra dois ambientes com características e usos distintos, que são a “Mata do Bacurizal” e o “Lago Caraparu”.


A “Mata do Bacurizal” se localiza as margens da Baía do Marajó, num ambiente bastante preservado que abriga grande número de exemplares da fauna e da flora regional, entre eles o bacurizeiro – árvore que inspirou o nome dessa Unidade de Conservação. O bacuri é uma árvore de grande importância econômica para os moradores locais. As frutas saborosas são bastante apreciadas pela população que a usam no preparo de sucos, doces, geléias etc. A madeira do bacuri é considerada nobre, muito procurada para a confecção de móveis rústicos. Na área da “Mata do Bacurizal” há a Pousada dos Guarás, que tem infraestrutura para receber turistas, com oferta de serviço de guias para apresentar as belezas da região. A “Mata do Bacurizal” possui um grande número de trilhas, muitos das quais utilizadas pelos amantes da natureza para caminhadas matinais ou mesmo ao final do dia. Pelas trilhas é possível ter acesso aos manguezais, ao Porto de Pescadores da Tapera Campina e à belíssima Praia de São João. Devido à grande quantidade de árvores de grande porte, o interior da mata é escuro, frio e úmido. As árvores de grande porte também são muito usadas para a prática do arborismo e, outras, especiais, são utilizadas para fins medicinais, por isso é comum encontrar no interior da mata catadoras de sementes e raízes ou nativos extraindo leite, por exemplo, do amapazeiro, outra árvore de grande porte usada, inclusive, para combater a tuberculose. São encontradas também algumas palmeiras, principalmente tucumã (Astrocaryum vulgare) e inajá (Maximiliana maripa). Na região da “Mata do Bacurizal” há uma grande diversidade de animais que podem ser avistados pelos turistas, como macacos de cheiro e o macaco-prego e uma enorme variedade de representantes da avifauna, como, tucanos, araras, papagaios, periquitos, guarás, garças, entre outros. Às margens dos igarapés, nas áreas de mangue de água clara, é possível ver diversos peixes coloridos, além dos caranguejos que são muito apreciados pelos moradores.

O “Lago Caraparu” é um lugar belíssimo de águas escuras, sendo bastante usado pela população local, especialmente pelas crianças que se refrescam em suas águas frias. O “Lago Caraparu” se comunica com a Baía do Marajó, onde deságua suas águas. Ele se situa perto da Praia Grande de Salvaterra, de areia branca, água limpa e muita vegetação, o que faz ser mais freqüentada pelos moradores da cidade.
Vale destacar que a Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu é considerada de significativa relevância ao equilíbrio ambiental por ser local de abrigo, reprodução e fonte de alimento de inúmeras aves migratórias, particularmente dos belíssimos guarás (Eudocimus ruber), espécie de pássaro costeiro que consta na lista oficial de animais em extinção.
É certo que a Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu representa um grande patrimônio ecológico pela riqueza de espécies e particularidades ambientais, o que justifica a aplicação constante de investimentos em estudos da biodiversidade e projetos de desenvolvimento local para garantir a proteção desse tesouro da Ilha de Marajó.

Fonte: http://www.vozdomarajo.com

PARQUE ESTADUAL DO CANTÃO - TO

Parque Estadual do Cantão
Localização
Localizado em uma região de ecótono entre a Amazônia, o Cerrado e o Pantanal, com diversos ecossistemas, o Parque é distante de Palmas cerca de 260 km em estrada pavimentada.

Superfície
90.018 hectares.

Bioma
Amazônia 16%
Cerrado 84%

Contato Savana - Floresta Ombrófila 5%
Contato Savana - Formações Pioneiras 95%

Antes da criação do Estado do Tocantins, em 1989, as terras ao norte do Estado de Goiás eram uma das regiões mais desconhecidas do Brasil.

Com a realização de pesquisas e levantamentos pioneiros cobrindo detalhadamente o novo Estado do Tocantins, descortinam-se pela primeira vez cenários naturais de inigualável beleza no território brasileiro, com especial destaque para a região amazônica ao norte da Ilha do Bananal, às margens do Rio Araguaia, denominada Cantão.

Floresta Amazônica

Os primeiros estudos ecológicos realizados recentemente revelaram no Cantão uma luxuriante Floresta Amazônica, com uma enorme diversidade paisagística e biológica. Essa biodiversidade se deve à presença, no Cantão, de grandes áreas de transição entre os ecossistemas do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia. A combinação entre esses ecossistemas, além de abrigar espécies características dos três, cria um ambiente peculiar, propício ao endemismo, ou seja, à existência de espécies unicamente encontradas nas zonas de transição do Cantão

Parque Estadual do Cantão
Clima
No período das chuvas, as cheias conectam os lagos, formando um só corpo d'água. Estes lagos são verdadeiros berçários para peixes, tartarugas e jacarés. As chuvas têm início em outubro e as águas começam a subir. Os rios que cortam o parque transbordam seus leitos, inundando a floresta.

Os lagos se ligam aos rios e o Cantão vira um grande pantanal de florestas inundadas. Nessa época, torna-se possível penetrar de barco pelo interior da floresta, e apreciar uma das grandes maravilhas da Amazônia: a migração de peixes de toda a bacia do Araguaia para alimentar-se dos frutos despejados das árvores sobre as águas.

Entre os grandes troncos submersos, tucunarés, ariranhas e botos vermelhos perseguem os cardumes de pacús e piranhas que se congregam sob as árvores que frutificam.

Floresta de Igapó
Flora
Em suas 833 lagoas e lagos concentram-se peixes da bacia do Araguaia. Uma ampla rede de canais naturais, onde a floresta e os animais podem ser vistos com intimidade, torna a região um paraíso para o ecoturismo. Tudo entre a amplidão do Rio Araguaia - com suas praias, ilhas e as cores de seu exuberante pôr-do-sol - e a majestade da floresta de Igapó do Cantão, uma das mais belas da Amazônia.

Os 89.000 hectares do Parque Estadual do Cantão abrigam um dos grandes espetáculos da Amazônia. Em suas ilhas, lagoas, canais e matas alagadas de várzea, encontram-se animais e plantas da Floresta Amazônica, do Cerrado e dos Pantanais do Araguaia, numa exuberância ímpar. Onças-pintadas, ariranhas e macacos ocorrem em grandes densidades. Mais de 500 espécies de aves podem ser avistadas no Parque e seu entorno. Botos, jacarés e tartarugas são presença constante nos canais e nas praias do Parque Estadual do Cantão.

Duas espécies são endêmicas da Bacia do Araguaia: chororó-de-Goiás (Cercomacra ferdinandi) e joão-do-araguaia (Synallaxis simoni). Também possui uma população expressiva de onça pintada (Panthera onca). Na estação seca, entre junho e setembro, as águas dos rios baixam e revelam amplas praias de areia branca e fina, onde tartarugas, gaivotas, talha-mares e outras aves aquáticas fazem seus ninhos. Bandos de colhereiros sobrevoam a imensidão do Rio Araguaia. Jaburus, garças e diversas aves aquáticas disputam com jacarés e onças o banquete de peixes oferecido pelas lagoas e lagos mais rasos.

Nessa época, grandes cardumes de corvinas e fiudalgos transitam pelos canais entre as ilhas do Araguaia. No interior das florestas do Cantão, o grito do acauã ecoa pelas copadas que ultrapassam os trinta metros de altura. Sob a sombra das grandes árvores, o chão, livre de cipós e arbustos, dá acesso fácil aos inúmeros canais e lagos do parque. Tucunarés, pirararas, pacús, piranhas e outros peixes concentram-se nos grandes lagos isolados no meio da floresta durante a seca. Pirarucús de grande porte e famílias de ariranhas aproveitam a pujança dos lagos nesta estação.

Onça pintada
Colhereiros
Piracurú
Na época das cheias as aves da floresta fazem seus ninhos e criam seus filhotes. Ninhos de inúmeras espécies podem ser vistos com facilidade nas margens de rios e no interior dos igapós, muitas vezes a poucos palmos acima da água que os rodeia e protege dos predadores. No topo das árvores, bandos de macacos e quatis são facilmente avistados, alimentando-se dos frutos abundantes.

É um ecossistema único, uma vasta planície no coração do Brasil, no ponto exato onde o rio e floresta, pantanal, cerrado e Amazônia se encontram e se mesclam, regidos pelo grande ciclo anual das enchentes. Recém descoberto, e agora pela primeira vez objeto de estudo de manejo, em breve o Parque Estadual do Cantão estará aberto à visitação pública, aliando a conservação e o ecoturismo para a proteção dessa jóia rara, patrimônio natural do Tocantins e do Brasil.

Macaco prego

Fonte
: Naturatins

Parque Nacional do Caparaó | Minas Gerais e Espírito Santo

Parque Nacional do Caparaó | Minas Gerais e Espírito Santo

Parque Nacional do Caparaó | Minas Gerais e Espírito Santo

Localização
O parque está localizado na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais e ocupa sete cidades do lado capixaba (espiritossantense) e quatro do lado mineiro.
Cerca de 80% do parque está no estado do Espírito Santo.

Suas coordenadas estão entre 20º 19’ e 20º 37’ S de latitude e entre 41º 43’ e 41º 53’ O de longitude

Superfície
31.000 hectares.

Abriga o terceiro pico mais alto do país, o Pico da Bandeira. Por volta de 1859, D. Pedro II determinou que fosse colocada uma bandeira do Império no pico mais alto da Serra do Caparaó. Acredita-se que a denominação Pico da Bandeira (2891,9 m) se deva a esse fato.


Parque Nacional do Caparaó | Minas Gerais e Espírito Santo
Pico do Cristal

Este parque é uma das mais representativas áreas de Mata Atlântica em território capixaba, que além de cobrir boa parte da Serra do Caparaó, também é encontrada nas encostas das Serras do Castelo, do Forno Grande e da Pedra Azul. A Serra do Caparaó é uma ramificação da Serra da Mantiqueira, se interligando com as Serras do Brigadeiro e do Pai Inácio em Minas Gerais.

As montanhas do maciço do Caparaó apresentam paisagens de grande beleza, existindo também outros picos importantes como o Pico do Cristal (2769,7m. ) e o Pico do Calçado (2.766m)

TronqueiraTronqueira
Tronqueira
Platô localizado a 1.970 metros de altitude. O local é o último ponto que permite acesso por carro, distante 6 quilômetros da portaria do Alto Caparaó. Possui uma área para camping com quiosques, mesas, sanitários, chuveiros, lava-pratos e uma vista panorâmica de todo o vale do Rio Caparaó.

Cachoeira BonitaCachoeira Bonita
Cachoeira Bonita
Está situada a apenas 350 metros de distância da Tronqueira, com 80 metros de queda d’água. O nome é merecido, já que este é, sem dúvida, um dos pontos de maior beleza do Parque. O acesso é feito por trilha rústica, com um mirante no meio do caminho, que proporciona ampla visão da cachoeira, localizada no rio José Pedro, divisa natural dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Vale VerdeVale Verde
Vale Verde
É formado pelo rio Caparaó, situado numa das áreas mais baixas do Parque, com cerca de 1.200 metros de altitude. Suas cachoeiras formam diversas piscinas naturais, ideais para um banho gelado. Está localizado a 600 metros após a portaria do Parque.

Vale EncantadoVale Encantado
Vale Encantado
Possui vários poços para banho e também está localizado no rio José Pedro. È a partir deste local que se pode observar a mudança da paisagem em função da altitude.

Flora
As áreas florestais do Parque são de formação secundária, tendo sido alteradas pela ação do fogo, extração de madeiras nobres e desmatamento. Poucas áreas, em locais de mais difícil acesso, foram poupados dessas transformações. Em geral, o dossel destas matas varia entre os 20 e 30 m, sendo comuns as espécies de formações secundárias como as embaúbas (Cecropia spp.), as quaresmeiras (Tibouchina ssp. e Miconia ssp.), os adragos (Croton spp.), os pau-jacarés e os angicos (Piptadenia ssp.).

BroméliasBromélias

Nas altitudes maiores, predominam espécies da família das lecitidáceas, como os jequitibás (Cariniana excelsa), além das meliáceas como a cangerana (Cabralea aichleriana) e o cedro. Em locais mais úmidos na vertente leste (ES) há ocorrência de várias espécies de bromeliáceas e orquídeas.

Na transição de floresta para campo, existe predominância da espécie arbórea candeia (Vanillosmopsis erithropappa). Já nas áreas mais elevadas dos campos de altitude, predomina o bambuzinho-do-campo (Chusquea pinifolia), com ocorrência de várias espécies de bromeliáceas, pteridófilas, liquens e musgos.

Fauna
Em seu estado primitivo, a região devia ser quase que totalmente coberta por Florestas Tropicais, apresentando a fauna característica de Mata Atlântica. Com a ocupação da terra para agricultura e pecuária, quase que a totalidade destas florestas foram destruídas, restando da fauna do Parque se resumindo a pequenos animais relativamente comuns, como o gambá , cuícas várias. Alguns roedores de certa importância como a paca ,o tapeti e o caxinguelê. Além de alguns predadores menos exigentes quanto ao espaço vital como o cachorro-do-mato , irara, guaxinim e pelo menos uma espécie de gato-do-mato.

JacuJacu

A avifauna é formada por espécies notáveis e muito comuns em grande parte do Brasil , especialmente o inhambu-chintam que habita as capoeiras, os urubus pretos, vários gaviões, sendo o mais frequente rapineiro é o gavião-carijó.

Além de diversas outras aves, como beija-flores, o carrapateiro, o cará-cará , o jacu , o bacurau , o formicidário , o furnarídeo , o tiranídeo , o saci , o tico-tico e a seriema.

Parque Nacional do Caparaó | Minas Gerais e Espírito SantoParque Nacional do Caparaó | Minas Gerais e Espírito Santo

Objetivos Específicos da Unidade

Proteger o pico da bandeira, amostras representativas de ecossistemas de "campos de altitude", e da floresta sub-caducifolia tropical, como também espécies da fauna ameaçadas de extinção.

Parque Nacional do Caparaó 
Área da Unidade
31.853,00 (ha)
Mapa do Parque Nacional do Caparaó entre Minas Gerais e Espírito Santo Mapa do Parque Nacional do Caparaó entre Minas Gerais e Espírito Santo



Antecedentes Legais
Em 1948, Gil Sobral Pinto, encaminhou um relatório substancial sobre a possibilidade de criação do Parque Nacional no Alto do Caparaó. em 1953, a Câmara Municipal de Espera Feliz dirigiu-se ao Presidente da República solicitando o seu integral apoio à criação do Parque no Alto do Caparaó.

Aspectos Culturais e Históricos
Conta-se que por volta de 1859, D. Pedro II determinou a instalação de uma bandeira do império no pico de altitude mais expressiva da Serra do Caparaó. Acredita-se que a origem da denominação "Pico da Bandeira" deve-se a este fato. O Parque foi também local de repercussão histórica e política no ano de 1967, tendo ocorrido a Guerrilha do Caparaó, iniciativa do movimento esquerdista brasileiro. O nome do Parque tem origem indígena-popular, que significa "Águas que Rolam das Pedras". A lenda conta que "Ó" era o nome de um boi muito bravo que vivia dentro da área do Parque, sendo temido pelos boiadeiros da localidade. Um dia 3 destemidos boiadeiros subiram a serra e conseguiram laçar o "Ó" . Para comprovar o ato de bravura caparam o "Ó", ficando a região conhecida como Caparaó.

 Clima
Apresenta clima tropical de altitude, com temperatura média anual entre 19 ºC e 22 ºC, sendo, Fevereiro mais quente, e julho mais frio. A pluviosidade está em torno de 1.000 mm anuais, e as maiores ocorrências de chuvas estão entre os meses de novembro a janeiro. Setembro é o mês mais seco.

Relevo
O parque encontra-se numa região montanhosa que compreende parte da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira. Seu ponto culminante é o Pico da Bandeira, o terceiro mais alto do Brasil, com 2.890 m de altitude. As áreas mais baixas chegam a 997m de altitude, no Vale Verde.

Vegetação
Na face leste do maciço do Caparaó, situada no estado do Espírito Santo, predomina a Floresta Tropical Pluvial e na face oeste, no estado de Minas Gerais, conforme a altitude: até 1.800m, Floresta Tropical Pluvial; de 1.800 até 2.400 m, Campos de Altitude com formações arbustivas; tropical pluvial; e acima de 2.400 m, Campos Limpos incrustados entre os afloramentos rochosos.

Fauna
A população de animais foi reduzida pela ação predatória do homem, resumindo-se atualmente há pequenos animais relativamente comuns. No entanto, o Parque abriga espécies ameaçadas de extinção, como: o mono-carvoeiro (brachyteles arachnoides), o lobo-guará (chrysocyon brachyurus), o veado-campeiro (ozotocerus bezoarticus), ocorrendo ainda a jaguatirica, a onça-pintada e o gato-mourisco.

O Parque Nacional do Caparaó está entre os mais visitados do país, sendo foco atrativo para o desenvolvimento do ecoturismo, gerando empregos diretos e indiretos devidos a esta atividade.

Sempre ocorre incêndios proveniente de queimadas provocadas nas áreas vizinhas. Freqüentemente observa-se a ocupação de áreas impróprias para pastagem, dado ao relevo montanhoso da região, resultando em baixa produtividade dos rebanhos e erosão dos solos.

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