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Reserva Ecológica Seringal Nova Esperança | Acre

Área de Relevante Interesse Ecológico Seringal Nova Esperança | Acre

Seringueira - Hevea brasiliensis
Seringueira | Hevea brasiliensis
Superfície
2.576 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Densa 100%

Área de Relevante Interesse Ecológico Seringal Nova Esperança é uma Reserva Ecológica que tem como objetivo proteger exemplares raros da biota regional, em especial as espécies Castanheira (Bertoletia excelsa) e Seringueira (Hevea brasiliensis).

www.megatimes.com.br


RESERVA ECOLÓGICA DE JACARENEMA - ES

A Reserva Ecológica de Jacarenema é uma área de proteção ambiental situada na Barra do Rio Jucu, no estado do Espírito Santo. Localizada próxima a Barra do Rio Jucu em Vila Velha – ES possui uma vegetação de restinga de Mata Atlântica que é considerada estar em bom estado de conservação. Possui rica em fauna e flora, cortada pelo rio Jucu, que deságua no mar, provocando o fenômeno das Pororocas em pequenas proporções. Excelente local para pesca, banho e passeios de barco. Possui recantos maravilhosos e escombros jesuíticos. O principal acesso à reserva é o atrativo do Balneário da Baía, próximo à Ponte da Madalena, onde o visitante pode desfrutar de uma belíssima paisagem de todo o rio Jucu, podendo também observar a revoada das garças nos finais de tarde, um belíssimo espetáculo da natureza. Toda a reserva ecológica de Jacarenema é conhecida como Reserva Ecológica Estadual de Jacarenema, conforme Decreto Municipal N º 056/83. A lei estadual 5.427/1997 que criou a Reserva Ecológica de Jacarenema é de iniciativa do deputado Claudio Vereza e foi sancionada pelo então governador Vitor Buaiz. A lei tem anexo com a delimitação prevista na época. Hoje essa lei está em desacordo com o SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação, que não previu o tipo de unidade "Reserva Ecológica Estadual", mas isto pode ser corrigido.

RESERVA ECOLÓGICA DA MATA DO BACURIZAL E DO LAGO CARAPARÚ - PARÁ

A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu é uma Unidade de Conservação do município de Salvaterra, na Ilha de Marajó - Pará. Ela foi criada para proteger os ambientes costeiros da Ilha de Marajó, pela conservação dos recursos bióticos e abióticos, a pesquisa científica, a educação ambiental e o ecoturismo.

A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu foi criada com objetivo de proteger os ambientes costeiros nessa porção leste da Ilha de Marajó, pela conservação dos recursos bióticos e abióticos, a pesquisa científica, a educação ambiental e o ecoturismo, buscando sempre a integração sustentável com as atividades de comunidades pesqueiras tradicionais.
A cidade de Salvaterra fica na parte leste da Ilha de Marajó e é banhada pelo rio Paracauari e pela Baia de Marajó. Ela reúne uma rica história, pois a colonização dessa parte da Ilha iniciou no Século 17 pelos padres Jesuítas. Dessa época restam várias ruínas de igrejas e enormes poços comunitários, todos feitos de pedra, alguns deles ainda em uso pelos moradores. Outro destaque da região são as grandes belezas naturais e culturais, como as belíssimas praias de areia branca e águas claras, os mangues repletos de pássaros, as imensas fazendas de criação de búfalos e cavalos marajoaras. Ao longo do ano são realizadas festas tradicionais com bonitas cantorias e muitos jovens apresentando a dança marajoara e as comidas típicas como o charque, a manteiga e o requeijão de búfalo, além do famoso “turu” – um molusco exótico com aparência de minhoca. As atividades esportivas típicas do caboclo da região leste do Marajó são a luta marajoara, a corrida de cavalos e búfalos e o basquete a cavalo. Tudo isso deu à bela cidade de Salvaterra o título de “Princesinha do Marajó”.

A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu é administrada por uma equipe de técnicos e ambientalistas da Prefeitura Municipal de Salvaterra, que desenvolve ações de proteção, sempre com envolvimento da comunidade em atividades educativas e de desenvolvimento do turismo sustentável.
A Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu se situa a apenas 2 km do centro da cidade de Salvaterra. Essa Unidade de Conservação integra dois ambientes com características e usos distintos, que são a “Mata do Bacurizal” e o “Lago Caraparu”.


A “Mata do Bacurizal” se localiza as margens da Baía do Marajó, num ambiente bastante preservado que abriga grande número de exemplares da fauna e da flora regional, entre eles o bacurizeiro – árvore que inspirou o nome dessa Unidade de Conservação. O bacuri é uma árvore de grande importância econômica para os moradores locais. As frutas saborosas são bastante apreciadas pela população que a usam no preparo de sucos, doces, geléias etc. A madeira do bacuri é considerada nobre, muito procurada para a confecção de móveis rústicos. Na área da “Mata do Bacurizal” há a Pousada dos Guarás, que tem infraestrutura para receber turistas, com oferta de serviço de guias para apresentar as belezas da região. A “Mata do Bacurizal” possui um grande número de trilhas, muitos das quais utilizadas pelos amantes da natureza para caminhadas matinais ou mesmo ao final do dia. Pelas trilhas é possível ter acesso aos manguezais, ao Porto de Pescadores da Tapera Campina e à belíssima Praia de São João. Devido à grande quantidade de árvores de grande porte, o interior da mata é escuro, frio e úmido. As árvores de grande porte também são muito usadas para a prática do arborismo e, outras, especiais, são utilizadas para fins medicinais, por isso é comum encontrar no interior da mata catadoras de sementes e raízes ou nativos extraindo leite, por exemplo, do amapazeiro, outra árvore de grande porte usada, inclusive, para combater a tuberculose. São encontradas também algumas palmeiras, principalmente tucumã (Astrocaryum vulgare) e inajá (Maximiliana maripa). Na região da “Mata do Bacurizal” há uma grande diversidade de animais que podem ser avistados pelos turistas, como macacos de cheiro e o macaco-prego e uma enorme variedade de representantes da avifauna, como, tucanos, araras, papagaios, periquitos, guarás, garças, entre outros. Às margens dos igarapés, nas áreas de mangue de água clara, é possível ver diversos peixes coloridos, além dos caranguejos que são muito apreciados pelos moradores.

O “Lago Caraparu” é um lugar belíssimo de águas escuras, sendo bastante usado pela população local, especialmente pelas crianças que se refrescam em suas águas frias. O “Lago Caraparu” se comunica com a Baía do Marajó, onde deságua suas águas. Ele se situa perto da Praia Grande de Salvaterra, de areia branca, água limpa e muita vegetação, o que faz ser mais freqüentada pelos moradores da cidade.
Vale destacar que a Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu é considerada de significativa relevância ao equilíbrio ambiental por ser local de abrigo, reprodução e fonte de alimento de inúmeras aves migratórias, particularmente dos belíssimos guarás (Eudocimus ruber), espécie de pássaro costeiro que consta na lista oficial de animais em extinção.
É certo que a Reserva Ecológica da Mata do Bacurizal e do Lago Caraparu representa um grande patrimônio ecológico pela riqueza de espécies e particularidades ambientais, o que justifica a aplicação constante de investimentos em estudos da biodiversidade e projetos de desenvolvimento local para garantir a proteção desse tesouro da Ilha de Marajó.

Fonte: http://www.vozdomarajo.com

RESERVA ECOLÓGICA ILHA DOS LOBOS - RS

Localização
A Reserva Ecológica Ilha dos Lobos está localizada na cidade de Torres, litoral norte do Rio Grande do Sul, a cerca de 2 km da costa em frente à Praia Grande. É a única ilha marítima do Rio Grande do Sul e tem esse nome porque é a única ilha do Brasil onde, nos meses de julho a novembro, os lobos marinhos, procurando águas quentes, chegam para o acasalamento. Hoje além dos grandes lobos marinhos, carregados de gordura, a Ilha começa a ser visitada por surfistas locais que gostam de ondas grandes, sendo que o acesso é feito unicamente com barco.

O relevo da ilha não ultrapassa 2 metros, já foi causa de muitos naufrágios em tempestades, entre eles, o do navio Havaí, 1965. Suas ancoras encontram-se na praia da Cal, em Torres.

A reserva é refúgio de penípedes, como lobos e leões marinhos vindos da Patagônia, que aproveitam esta área para descanso e alimentação em sua rota migratória; além de servir de ponto de passagem para golfinhos, baleias, botos, aves e tartarugas marinhas. Formada a partir de derrame basáltico ocorrido há 200 milhões de anos, a ilha é composta totalmente por rochas e apresenta uma fauna rica em espécies de peixes e aves marinhas.

RESERVA ECOLÓGICA ILHA DOS LOBOS - RS


A reserva foi criada para proteger e monitorar as espécies marinhas da região, atendendo pesquisadores e ações de educação ambiental. Atualmente, na reserva não é permitida a pesca nem o desembarque.

Fonte: Sema

RESERVA ECOLÓGICA CULUENE - MT

Superfície
3.900 hectares.

Bioma
Cerrado 100%
Savana 100%

A reserva originou-se de um desmembramento da Gleba Pantanalzinho, de domínio do Estado do Mato Grosso. As águas servem de fronteira para a Reserva: localizada na porção sudeste do Estado, é limitada à esquerda pelo rio Culuene, importante afluente do rio Xingu, e à direita, pelo córrego Rio Grande.

Inserida na porção central do cerrado brasileiro, encontra-se no domínio macropaisagístico denominado Planalto dos Guimarães, depressão interplanática de Paranatinga e Província Serrana.

Sua geomorfologia pertence ao Grupo Alto Paraguai: Formação Araras, Formação Raizana; Grupo Paraná, Formação Aquidauana e Formação Bauru. Sua vegetação é formada por Cerrado Arboréo aberto com e sem Floresta de Galeria - constituído, assim, área de tensão ecológica de contato ente o Cerrado, a Floreta Estacional e a Floresta Estacional Semidecidual.



As matas preservadas na reserva servem de abrigo para animais como o cervo (Blasteocerus dichotomus), cateto (Tayassy tajacu), paca (Agouti paca), capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), onça-pintada (Panthera onca) e aves como: o pato-do-mato (Cairina moschata), garça (Casmerodius albus), arara-vermelha (Ara chloroptera), tucano (Ramphastos toco), dentre outros.

Tucano de bico verde

Fonte
: Unidades de conservação do Mato Grosso - FEMA.

RESERVA ECOLÓGICA DE APIACÁS - MT

Superfície
100.000 hectares

Bioma
Amazônia

Floresta Ombrófila Aberta 40%
Floresta Ombrófila Densa 20%

A Reserva Ecológica de Apiacás está em uma das áreas menos estudadas da Amazônia Legal, e está em fase de implantação. Nela, podem ser encontradas largas faixas de savanas, buritizais e vegetação associada a afloramentos.

Vale do Apiacás
Reserva Ecológica de Apiacás


Rio Apiacás

Um dos destaques é a intrincada rede de igarapés que entrecortam toda a reserva, cujas águas claras pertencem à rede de drenagem das bacias dos rios Juruena e Teles Pires.

Já a importância da fauna da reserva reside não somente na sua grande representatividade mas também pela presença de várias espécies ameaçadas de extinção, com destaque para o tamanduá-bandeira, o cachorro do mato vinagre, a ararajuba, o gavião tesoura, entre outras. Há de se mencionar também a notável beleza cênica e presença de inúmeras cachoeiras, o que propicia o desenvolvimento de projetos de ecoturismo.

Cachorro do mato vinagre

O
s resultados do levantamento de mamíferos resultou numa lista com 41 espécies.
A Ordem Primates contribuiu com o maior número de gêneros e espécies entre os mamíferos nas florestas de terra firme. Além de 5 espécies seguramente registradas é possível a ocorrência de uma sexta, provavelmente Guariba ruivo (Alouatta seniculus).

Quando se contrasta a composição da fauna de primatas às de outras áreas com estudos mais prolongados da Amazônia Meridional, observa-se que o Parque Nacional da Amazônia, no rio Tapajós (200 Km ao norte da Reserva de Apiacás) possui 12 espécies e o Núcleo Pioneiro Humboldt, em Aripuanã (200 Km ao Sudeste da Reserva) possui sete espécies. Isto indica que a diversidade de primatas é bastante interessante do ponto de vista de conservação de patrimônio genético. Foi registrada a presença de espécies ameaçadas de extinção no Brasil, como o tamanduá bandeira, cachorro do mato vinagre e cachorro do mato de orelhas curtas.

Guariva ruivo
Tamanduá-bandeira

Um total de 193 espécies de aves foram identificadas em nível específico e encontradas cinco espécies de aves que constam da Lista Oficial Brasileira de Espécies Ameaçadas de Extinção; papagaio de cara-branca (Amazona Kawalli), ararajuba (Guarouba guarouba), Curicaca-de-bochecha-amarela (Pionopsita barrabandi), Curicaca-urubu (Pionopsita vulturina) e Dançarino (Pipra cf. vilasboasi).

Papagaio de cara-branca

11 espécies são restritas aos centros de endemismo.

Estas espécies fazem parte do rol de espécies que são restritas ao Centro de Rondônia (região abrangida pela Estação Ecológica) e o Centro Pará.

São elas jacamim (Psophia viridis), ararajuba (Guarouba guarouba), Curicaca-urubu (Pionopsita vulturina), jacu-de-estalo (Neomorphus squamiger), araçari (Pteroglossus bitorquatus), arapaçu-marrom (Dendrocolaptes hoffmannsi), papa-mosca-marrom (Myionectes rufiventris), pipra de cabeça amarela (Pipra vilasboasi), jacutinga (Pipile nattereri), Tiriba-de barriga vermelha (Pyrrhura rhodogaster) e choquinha (Myrmotherula iheringi).

Jacutinga
Fonte: SEMA