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Reserva Biológica Santa Isabel | Sergipe

Reserva Biológica Santa Isabel | Sergipe

Reserva Biológica Santa Isabel | SergipeReserva Biológica Santa Isabel | Sergipe
Superfície
2.776 hectares e 45 km de extensão de praias.

Foi criado para proteger delicados ecossistemas costeiros compostos de dunas fixas e/ou móveis, manguezais e lagoas temporárias e permanentes. Além da importante ocorrência de tartarugas marinhas, é uma região de proteção a outras importantes classes de animais e vegetais.

Projeto Tamar
Na reserva Biológica de Santa Isabel está a sede do Projeto Tamar, criado nos anos 80 pelo Ibama, para preservar as espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção, que desovam no litoral brasileiro. Várias bases foram implantadas, merecendo destaque a de Pirambu.

O Estado de Sergipe é o maior sítio reprodutivo do Brasil da espécie Lepidochelys olivacea, conhecida como menor tartaruga do mundo. As bases de pesquisa em Sergipe totalizam 131 km de praias monitoradas.

Lepidocheys olivacea
Lepidocheys olivacea
Tartaruga Caretta carettaTartaruga Caretta caretta
Tartaruga Dermochelys coriaceaTartaruga Dermochelys coriacea

O Projeto Tamar promove passeios de barco pelo estuário do rio Japaratuba para se conhecer a rica flora e fauna do manguezal, e realiza junto à população local um trabalho de educação ambiental e de resgate do artesanato e da cultura regional.

Exemplo de como o homem pode contribuir para a recuperação e manutenção das espécies, o Projeto Tamar tem em Pirambu um dos seus principais centros de estudos das tartarugas marinhas.

Fonte: Ibama
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Reserva Biológica do Abufari | Amazonas

Reserva Biológica do Abufari | Amazonas

Reserva Biológica do Abufari | Amazonas
Reserva Biológica do Abufari | Amazonas
Um dos principais e mais importantes fatores que levaram o antigo IBDF a decretar Abufari como Unidade de Conservação, na categoria de REBIO, foi a abundância de quelônios, considerado por muitos especialistas como o tabuleiro mais significativo no estado do Amazonas.
Aspectos Culturais e Históricos: Estudos efetuados para a criação da Reserva foram feitos em 1980, quando constatou-se a existência de uma região quase inalterada, apresentando vários tabuleiros de desova de tartaruga, iaçá e tracajá, constituindo-se uma das regiões mais importantes para a conservação destes indivíduos.

Área, Localização e Acessos: Possui área de aproximadamente 288.000 ha, cerca de 0,19% da superfície do estado e um perímetro de 325 Km. Está localizada no estado do Amazônas, a 450 Km de distância de Manaus, em linha reta, e por volta de 800 Km por via fluvial. O acesso pode ser feito através de barco regional pelo rio Purús, linha Manaus, com duração de 3 a 4 dias de viagem ou de avião, levando uma hora e meia até a cidade de Tapauá, e de lá de voadeira por mais uma hora. A cidade mais próxima à unidade é Tapauá que fica a 600 Km da capital.

Superfície
288.000 hectares.

Reserva Biológica do Abufari | Amazonas
Reserva Biológica do Abufari | Amazonas

Decreto e Data de Criação: Foi criada pelo Decreto n° 87.585 de 20.09.1982

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Densa 100%

Relevo: A maior parte da Reserva está dominada pela planície fluvial, ou seja, área aplainada resultante de acumulação fluvial, periódica ou permanentemente alagada, geralmente comportando diques marginais ou processos de colmatagem.

Vegetação: As formações vegetais que dominam são: Floresta Tropical Densa Aluvial de Terraços, Floresta Tropical Aberta das áreas das depressões nos interflúvios tabulares e vegetação de áreas de tensão ecológica contato formações edáficas. A Floresta Tropical Densa ocorre nas partes mais altas, enquanto as demais ocorrem nas partes mais baixas.

Fauna: A grande diversidade de espécies animais que geralmente é encontrada em toda região Amazônica, também está bem representada na Reserva do Abufari. Muitas delas, como por exemplo, o peixe-boi (Trichechus imunguis), tartarugas e botos utilizam a várzea onde encontram alimento e proteção no período das cheias, voltando para o leito do rio no período seco.

Usos Conflitantes que Afetam a Unidade e Seu Entorno: A reserva não apresenta demarcação em forma de marcos de referência, o sistema de sinalização está muito deficiente. Existe impacto causado pelo intenso tráfego das embarcações no interior da Reserva. Além disso ocorrem na área: pesca, retirada de madeira e caça.

Benefícios Indiretos e Diretos da Unidade para o Entorno : O principal benefício da unidade é sem dúvida alguma a preservação dos quelônios do local.

Planejamento: Plano de Ação Emergencial elaborado em setembro de 1995. Existe projeto com quelônios que vem sendo desenvolvido pelo Centro Nacional de Quelônios da Amazônia (CENAQUA).

Objetivos
Promover estudos e pesquisas sobre os quelônios, ictiofauna, e sobre a castanha do Brasil. Além de estudar a dinâmica de populações de bagres, predadores dos filhotes de quelônios e quantificar a densidade de peixes comerciais (inclusive ornamentais).

Clima
Apresenta clima do tipo equatorial quente, com a temperatura média acima de 20 °C e constantemente úmido. Tanto a temperatura como as chuvas sofrem um mínimo de variação anual e mantêm-se em um nível relativamente elevado.

Relevo
A maior parte da Reserva está dominada pela planície fluvial, ou seja, área aplainada resultante de acumulação fluvial, periódica ou permanentemente alagada, geralmente comportando diques marginais ou processos de colmatagem.

Flora
As formações vegetais que dominam são: Floresta Tropical Densa Aluvial de Terraços, Floresta Tropical Aberta das áreas das depressões nos interflúvios tabulares e vegetação de áreas de tensão ecológica com formações edáficas. A Floresta Tropical Densa ocorre nas partes mais altas, enquanto as demais ocorrem nas partes mais baixas.

Fauna
A grande diversidade de espécies animais que geralmente é encontrada em toda região Amazônica, também está bem representada na Reserva do Abufari. Muitas delas, como por exemplo, o peixe-boi (Trichechus imunguis), tartarugas e botos utilizam a várzea onde encontram alimento e proteção no período das cheias, voltando para o leito do rio no período seco.

Peixe BoiPeixe Boi

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Reserva Biológica Estadual do Traçadal | Rondônia

Reserva Biológica Estadual do Traçadal | Rondônia

Localização
A Reserva Biológica Estadual do Traçadal se insere na parte oeste do estado de Rondônia, sendo drenada por tributários do Rio Pacaás Novos. A reserva situa-se em área de uso especial do exército, e é administrada pela Sedam, mas por estar localizada em área remota, nenhuma medida de conservação in situ foi de fato tomada, além da demarcação e do início do processo de regularização fundiária.

Superfície
22.540 hectares.

Reserva Biológica Estadual do Traçadal | Rondônia
Reserva Biológica Estadual do Traçadal | Rondônia
Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%

A unidade de relevo que caracteriza a UC é o pediplano centro-ocidental brasileiro, com altitudes sempre próximas a 100 metros. Os solos predominantes, em ordem de ocorrência, são os latossolos amarelos, os podzóis hidromórficos e o glei pouco húmico.

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Reserva Biológica do Guaporé | Rondônia

Reserva Biológica do Guaporé | Rondônia

Reserva Biológica do Guaporé | RondôniaAfluente do Rio Madeira, o Rio Guaporé, cuja extensão é enorme também, faz a divisa natural do Brasil com a Bolívia.

Localização
Localizada no sudoeste do estado, lna bacia do Guaporé, onde se destacam os rios Guaporé, Branco e São Miguel. A cidade mais próxima à unidade é Costa Marques que fica a uma distância de 830 Km da capital.

Superfície
600.000 hectares.

Bioma
Amazônia 100%

Formações Pioneiras 43%
Floresta Ombrófila Aberta 38%
Floresta Ombrófila Densa 3%
Savana 16%

As unidades de relevo são o pediplano centro-ocidental brasileiro, as planícies e pantanais do médio e alto Guaporé, e o planalto sedimentar dos Parecis, com altitudes predominantemente baixas, que chegam no máximo a 200 m. Com relação aos solos, destacam-se por ordem de ocorrência o latossolo amarelo, o cambissolo, a laterita hidromórfica, o latossolo vermelho-amarelo e o podzólico vermelho-amarelo.

Rio GuaporéRio Guaporé
Flora
Sua cobertura vegetal tem a predominância da Florestal Densa, com exceção da Chapada dos Parecis e certos trechos da Serra dos Pacáas Novos, onde aparecem grandes extensões de Campos Cerrados e Cerradões.

Colhereiro - Reserva Biológica do GuaporéColhereiro - Reserva Biológica do Guaporé
Fauna
Não há levantamentos detalhados sobre a fauna local, mas se registra a presença de áreas de nidificação de aves aquáticas (trinta-réis, taiamãs, cabeças-secas e tabuiaiás), e ainda búfalos ferais introduzidos pela Fazenda Pau d'Óleo.

Man-gua-rí - Reserva Biológica do GuaporéMan-gua-rí - Reserva Biológica do GuaporéMan-gua-rí - Reserva Biológica do Guaporé

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Reserva Biológica do Rio Ouro Preto | Rondônia

Reserva Biológica do Rio Ouro Preto | Rondônia 

Superfície
46.438 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%

A área da Reserva Biológica Estadual de Ouro Preto é de domínio da União, não havendo posseiros ou títulos de propriedade em seu interior.

A unidade geomorfológica principal desta UC é o pediplano centro ocidental brasileiro, com altitudes que vão de 100 a 300 metros. Os solos mais representativos da reserva são areias quartzosas, podzólico vermelho-amarelo e afloramentos rochosos.

Reserva Biológica do Rio Ouro Preto | Rondônia
Reserva Biológica do Rio Ouro Preto | Rondônia

Reserva Biológica do Poço das Antas - Rio de Janeiro

Reserva Biológica do Poço das Antas - Rio de JaneiroReserva Biológica do Poço das Antas - Rio de Janeiro

A principal razão da criação da Reserva Biológica do Poço das Antas, situada no Estado do Rio de Janeiro, fundamenta-se na necessidade de preservar os últimos remanescentes florestais, hábitat do mico-leão-dourado (Leonthopitecus rosalia), uma vez que são restritos à Floresta Atlântica e suas populações foram drasticamente reduzidas pela caça, devido ao seu valor comercial. Atualmente, verifica-se o êxito deste trabalho, devido a reprodução em cativeiro e o percentual de sobrevivência nas reintroduções realizadas nesta Reserva. Nos trechos florestais preservados são encontradas espécies como o jequitibá-branco, o pau-brasil, o vinhático, o jacatiá, as figueiras-bravas, o mulungu e os ipês. Também estão presentes os campos, resultados de pastos e lavouras abandonadas, brejos bem preservados e a vegetação aquática nos remansos. Diante da variedade de ambientes preservados, a fauna também encontra abrigo nesta área, inclusive espécies ameaçadas de extinção, como a lontra, a ariranha, a preguiça-de-coleira e o jacaré-de-papo-amarelo.

RESERVA BIOLÓGICA DO ATOL DAS ROCAS - RN

O Atol das Rocas, localizado em mar territorial brasileiro (a aproximadamente 267 km da cidade de Natal - RN e 148 km do Arquipélago de Fernando de Noronha - PE), foi descoberto pelo navegador português Gonçalo Coelho em 1503 e, desde então, sua história é pontuada por inúmeros naufrágios.

Rocas representa o único atol do Oceano Atlântico Sul e tem importância ecológica fundamental por sua alta produtividade biológica e por ser uma importante zona de abrigo, alimentação e reprodução de diversas espécies animais. Daí ter-se transformado na primeira Reserva Biológica da Marinha do Brasil, em 5 de junho de 1979.

Os Atóis
No mundo existem mais de 400 atóis, a maioria ficam no Indo-Pacífico. Todos, porém, tem a mesma geografia básica peculiar, que os torna diferentes das ilhas comuns. São formados pro um anel de recifes crescidos sobre o topo de uma montanha submarina de origem vulcânica.

As dimensões e a ocupação variam bastante entre os atóis. O maior do mundo, OKwajalein, nas ilhas Marshall, no pacífico Norte, tem 120 quilômetros de comprimento por 22 de largura, com 93 ilhas (algumas dotadas de aeroportos e prédios) e uma população de mais de 9 mil pessoas.


Atol das Rocas
Os Atóis, ilhas formadas pelo crescimento de recifes ao redor do cume de vulcões submersos se concentram principalmente nos oceanos Pacífico e Índico. O Atol das Rocas é o único existente no Atlântico Sul, onde representa uma das mais importantes reservas ecológicas, fazendo parte da lista de patrimônios naturais da humanidade da Unesco.

Atol significa uma formação de recifes de coral em forma de anel, enquanto rocas, termo proveniente do espanhol, quer dizer rochas ou pedras.

Como o próprio nome já diz, o Atol das Rocas não é uma ilha comum. Ele é resultado da luta e resistência constantes de minúsculas algas calcárias, corais e moluscos que formam e habitam o anel de recifes existentes sobre o topo de uma montanha submarina de origem vulcânica. Rocas também é o cume de uma imensa montanha vulcânica, cuja base se perde nas profundezas do Atlântico Sul.


Separado do continente pelo oceano, o Atol das Rocas está entre um dos menores do planeta: seu perímetro tem apenas sete quilômetros – seu eixo leste-oeste tem 3,7 quilômetros e o norte-sul não ultrapassa a 2,5 quilômetros. Com forma de uma elipse quase circular, esse antigo topo de vulcão funciona hoje como um enorme berçário vivo de muitas espécies. Todos os anos milhares de aves e centenas de tartarugas-verdes retornam para lá para desovar. O local também é área de abrigo e alimentação da tartaruga-de-pente.


Ao lado do Arquipélago de Fernando de Noronha, o Atol das Rocas é considerado uma das áreas mais importantes para a reprodução de aves marinhas tropicais do País, abrigando pelo menos 150 mil aves, de quase 30 espécies diferentes. Atualmente, no pequeno território descoberto pelo navegador português Gonçalo Coelho em 1503, vivem, o ano todo, cinco espécies de aves residentes: duas de atobás, uma de trinta-réis ou andorinha do mar e duas de viuvinhas, os atobás-de-patas-vermelhas e as fragatas vem de Fernando de Noronha para pescar. Além delas, 25 espécies migratórias fazem de Rocas um porto permanente. Passam por ali espécies originárias da Venezuela, da África e até maçaricos provenientes da Sibéria. Até o momento, nenhuma espécie potencialmente predadora foi catalogada no Atol das Rocas.

O atol é também o paraíso de muitas espécies aquáticas. Por se tratar de uma montanha isolada, em meio a mares profundos e afastados da costa, ele é ideal para peixes de todos os tamanhos, moluscos, algas, crustáceos e tartarugas. Quase cem espécies de algas, 44 de moluscos, 34 de esponjas, sete corais e duas espécies de tartarugas já foram ali identificadas. Entre os 24 crustáceos, destacam-se o caranguejo terrestre e o aratu, que somente habitam ilhas oceânicas.

Em Rocas foram ainda catalogados quase 150 espécies de peixes diferentes, entre os sargos, garoupas e xaréus. Mas apenas duas dessas espécies, o gudião e a donzela são exclusivas da região, que abrange o Atol das Rocas e o Arquipélago de Fernando de Noronha, o tubarão-limão, uma espécie rara em Rocas tem motivado estudos de vários cientistas brasileiros e estrangeiros, a espécie passa o início da vida em cardumes, na laguna e nas piscinas do atol.

De um branco característico, as areias do Atol das Rocas são classificados como falsas, pois derivam apenas do calcário moído de incontáveis fragmentos de conchas, ossos de aves e de peixes e de detritos vegetais (esqueletos de seres chamados vermetos), que ocuparam as rochas vulcânicas, estabilizando a faixa de recifes emersa, geralmente na forma de um círculo ou semicírculo, com uma laguna no meio. Em Rocas, as areias acumularam-se em duas faixas, em forma de anel aberto, compondo a Ilha do Farol e a Ilha do Cemitério.

Na maré alta, as duas ilhas ficam emersas. Já na maré baixa surgem na área interior do atol várias piscinas naturais, de tamanhos e profundidades variadas, que funcionam como berçários para diversas espécies marinhas. A dimensão da ilha do Farol é de 34.637m2, com cerca de 1Km de comprimento por 400m de largura. Por sua vez, a Ilha do Cemitério tem 31.513m2, medindo aproximadamente 600m de comprimento por 150m de largura.

Além da água cristalina, areias claras, pedras, rochas e corais, um punhado de coqueiros, ruínas de um farol e uma casa e uma casinha de madeira, onde pesquisadores ficam instalados, compõem a paisagem no Atol das Rocas.

Por ter uma reconhecida importância ecológica devido à sua alta produtividade biológica e por ser uma importante zona de abrigo, alimentação e reprodução de diversas espécies animais, em 5 de junho de 1975 o Atol das Rocas foi transformado na primeira reserva biológica marinha do Brasil, pelo Decreto-lei nº 83.549. No início do ano passado, também foi considerado pela Unesco como patrimônio natural da humanidade.

O Atol das Rocas é um maravilhoso refúgio ecológico, protegido e isolado em alto mar, a 270 km da costa brasileira. É um lugar de difícil acesso para os homens e um dos poucos recantos do planeta ainda regidos apenas pelas leis da natureza.

Fonte: www.atoldasrocas.com.br

RESERVA BIOLÓGICA NASCENTES DA SERRA DO CACHIMBO - PA

Localização
Está localizada na extremidade sudeste da Serra do Cachimbo, sul do Pará, adjacente à BR-163 e limitando-se com as Terras Indígenas Panará e Menkragnoti. É uma área de transição entre o Cerrado e a Floresta Amazônica, o que confere à região uma alta biodiversidade.

Superfície
342.478 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%

Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo

Olho D´água Na Serra Do Cachimbo
A Reserva Biológica Nascentes da Serra do Cachimbo é considerada uma área estratégica na composição do Corredor dos Ecótones Sul Amazônicos, que abrange desde o estado de Rondônia até o estado de Tocantins, um dos cinco corredores da Amazônia definidos pelo Ministério do Meio Ambiente.

Além disso, abriga as nascentes de importantes rios das bacias do Xingu e Tapajós, incluindo os rios Cristalino, Ipiranga, São Benedito, Braço Sul, Braço Norte, Flexas, Curuá, Curuaé, Iriri e Nhanhdu.

Arara azul
Fonte: Ibama

RESERVA BIOLÓGICA MORRO DOS SEIS LAGOS - AM

Superfície
36.900 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Contato Campinarana - Floresta Ombrófila 100%

Distante 822 km de Manaus, a Reserva Biológica Morro dos Seis Lagos representa um complexo paisagístico singular, com evidências da última era glacial e cachoeiras, e tem um alto potencial para o desenvolvimento de atividades de ecoturismo. Também, é uma importante área para a vida de muitos mamíferos, e apresenta uma alta hidrodiversidade. Possivelmente, abriga endemismos.

Fica dentro do Parque Nacional do Pico da Neblina. Contém o maior depósito de nióbio (metal utilizado em ligas de alta tecnologia) do mundo. Possui lagos rodeados por formações rochosas minerais, fazendo a coloração da água variar de lago para lago entre o azul, o verde e o marrom. Com flora e fauna ricas, é habitat de onças, jaguatiricas e do pássaro capitão-do-mato. Visitas podem ser realizadas apenas para efeito de pesquisas ou escolares.

RESERVA BIOLÓGICA MORRO DOS SEIS LAGOS - AM

RESERVA BIOLÓGICA MORRO DOS SEIS LAGOS - AM
RESERVA BIOLÓGICA MORRO DOS SEIS LAGOS - AM

RESERVA ECOLÓGICA SAUIM CASTANHEIRA - AM

Superfície
109 hectares.

Foi criada pelo Decreto nº 87.455 de 12.08.1982

Bioma
Amazônia 100%

Proteger e conservar o habitat para a manutenção de uma espécie de primata endêmico da região metropolitana de Manaus, denominado sauim-castanheira (Saguinus bicolor).

A Reserva foi criada no Distrito Industrial da Zona Franca de Manaus, perímetro urbano, onde o objetivo principal seria o de proteger uma área plantada de castanha do Brasil (Bertholetia excelsa) e populações do primata sauim-de-coleira (Sauim-castanheira).

Sauim - castanheira

ASPECTOS CULTURAIS E HISTÓRICOS
Anteriormente no local existiam pequenos sítios e uma plantação de castanheiras. A área da Reserva não é constituída de florestas primárias.

ÁREA, LOCALIZAÇÃO E ACESSOS
Possui uma área de 109 ha. Está localizada no estado do Amazonas, no perímetro urbano da cidade de Manaus. O acesso é feito por rodovia pavimentada, distando cerca de 8 km da sede ao município de Manaus.

VEGETAÇÃO
A vegetação é formada pela Floresta Tropical Densa, caracterizando-se pela dominância da castanheira (Bertolettia excelsa), sendo conhecida regionalmente como bosque de castanheiras.

FAUNA
Na unidade existe a espécie de primata endêmico sauim-castanheira (Saguinus bicolor).

Sauim - castanheira
Fonte: Ibama

RESERVA BIOLÓGICA DO JARÚ - RO

Localização
Está localizada no limite leste do estado de Rondônia, no município de Ji-Paraná. O acesso a partir da capital do estado é feito através da BR-364 até a cidade de Ji-Paraná, daí o acesso até a unidade é através do rio Machado em sua jusante, por mais ou menos 130 km.

Superfície
353.335 hectares.

Bioma
Amazônia 100%
Floresta Ombrófila Aberta 100%


Reserva Biológica do Jarú
Sede da Reserva Biológica do Jaru

Rio Jarú

Reserva Biológica do Jaru se caracteriza pela presença das seguintes unidades: depressão interplanáltica da Amazônia Meridional e planalto dissecado sul da Amazônia, com altitudes que variam de 100 a 400 metros. Os solos predominantes são, em ordem de freqüência: o latossolo amarelo, o podzólico vermelho-amarelo e os solos litólicos.

Clima
Quente e úmido com precipitações elevadas, cujo total anual compensa a ocorrência de uma estação seca, permitindo a existência de florestas tropicais.

Reserva Biológica do Jarú
Flora
A vegetação é composta por Floresta Fluvial predominante com cobertura vegetal do tipo Floresta Tropical Aberta com Palmeiras.

Fauna
Representantes da fauna da Reserva: macacos, guaribas , micos, tamanduás, jacarés e tartarugas. A avifauna é riquíssima: mutuns, jacumins, entre outros. Possui cerca de 2.000 espécies de peixes e 11% de aves conhecidas.

Guariba vermelho

RESERVA BIOLÓGICA DE JARÚ NO ESTADO DE RONDÔNIA

RESERVA BIOLÓGICA DE JARÚ
A Reserva Biológica do Jaru localiza-se no estado brasileiro de Rondônia, no limite leste do estado, no município de Ji-Paraná. Ocupa uma área de 353.335 hectares.

Bioma
    Amazônia: 100%
    Floresta Ombrófila Aberta: 100%

Geografia
Reserva Biológica do Jaru se caracteriza pela presença das seguintes unidades: depressão interplanáltica da Amazônia Meridional e planalto dissecado sul da Amazônia, com altitudes que variam de 100 a 400 metros.

Os solos predominantes são, em ordem de freqüência: o latossolo amarelo, o podzólico vermelho-amarelo e os solos litólicos.

Clima
Quente e úmido com precipitações elevadas, cujo total anual compensa a ocorrência de uma estação seca, permitindo a existência de florestas tropicais.

Flora
A vegetação é composta por Floresta Fluvial predominante com cobertura vegetal do tipo Floresta Tropical Aberta com Palmeiras.

Fauna
Representantes da fauna da Reserva: macacos, guaribas, micos, tamanduás, jacarés e tartarugas. A avifauna é riquíssima, com mutuns, jacumins, entre outros.

Possui cerca de 2.000 espécies de peixes e 11% de aves conhecidas.

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RESERVA BIOLÓGICA MARINHA DO ARVOREDO - SC

O arquipélago do Arvoredo, situado na costa catarinense, é um dos grandes patrimônios naturais e arqueológicos do litoral brasileiro. A Reserva Biológica Marinha do Arvoredo é formada pelas: Ilha do Arvoredo, Ilha da Galé, Ilha Deserta e Calhau de São Pedro.

A reserva constitui - se num importante sítio arqueológico, histórico e ecológico. As reservas biológicas são áreas que possuem espécies da flora e fauna de relevante significado científico, e não deve sofrer perturbações por atividades humanas. Não são permitidas atividades de utilização, caça, pesca, apanha ou introdução de espécies silvestres ou domésticas.

A área de proteção foi criada em 1990, visando defender não só a natureza da região, mas também sua importância histórica e arqueológica - antigas sepulturas Sambaquis e Itacoatiaras são vestígios evidentes da ocupação humana há mais de dois mil anos.

RESERVA BIOLÓGICA MARINHA DO ARVOREDO - SC


RESERVA BIOLÓGICA DE SÃO CAMILO - PR

Bioma
Floresta Estacional.

Área
385,34 ha.

Unidade de Proteção Integral.

A Reserva Biológica São Camilo situa-se no município de Palotina, Paraná. Foi criado pelo Decreto 6.595 de 22 de Fevereiro de 1990, com uma área de 385,34 hectares.

A Reserva Biológica São Camilo está localizada no município de Palotina, na região sudoeste/oeste do Estado do Paraná, às margens do rio São Camilo, na bacia hidrográfica do rio Paraná. Localiza-se próximo ao centro urbano de Palotina, a pouco mais de 6 km a sudoeste da área central do Município. O acesso é realizado por estrada de terra, e existe sinalização para a UC e para o Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR, situada ao lado da Unidade.

Bioma e ecossistemas: Floresta do tipo Estacional Semidecidual

RESERVA BIOLÓGICA DE SÃO CAMILO - PR
Criação
Trata-se de uma reserva de pequenas dimensões dada as suas dimensões, quando comparada a outras, tendo apenas 385 hectares destinados à preservação da fauna e da flora e à pesquisa científica. No decreto nº 5.950, de 31 de outubro de 2006, o Governo além de garantir a melhor utilização do terreno por parte dos agricultores, também estabeleceu algumas regras para o plantio de sementes transgênicas dentro da zona de amortecimento.

Determinou que a soja transgênica só fosse cultivada cerca de 500 metros de distância, e para o algodão geneticamente modificado a lei determina que ele seja cultivado a uma distância mínima de 800 metros. Esta lei beneficiou os agricultores com propriedades no entorno dos Parques, mas, ao mesmo tempo, essa medida pode resultar em sérios impactos na fauna e na flora.

Fonte: Ibama

RESERVA BIOLÓGICA UNIÃO - RJ

Superfície
2930 ha.

Aspectos Culturais e Históricos
Área anteriormente conhecida como Fazenda União, era de propriedade da companhia ferroviária inglesa "The Leopoldina Railway Company Limited S/A", que explorava madeira nativa da área para alimentar as caldeiras das locomotivas a vapor.

Em 1951 a área foi doada ao Governo Federal, que por sua vez a transferiu para a Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA). A área continuou ser usada para exploração de madeira até a época em que as locomotivas a vapor foram trocadas pelas movidas à óleo.

Depois disto RFFSA continuou usando a área para plantio de eucaliptos utilizados como dormentes nas linhas férreas. Em 1996, com a privatização da RFFSA, o IBAMA, instituições científicas, ONGs e conservacionistas de várias nacionalidades solicitaram ao Governo Federal a transformação da área em unidade de conservação.

RESERVA BIOLÓGICA UNIÃO - RJ
Flora
Possui exemplares primários da Floresta Atlântica de Baixada do Rio de Janeiro.

Fauna
Abriga várias espécies endêmicas e ameaçadas de extinção, tais como: Mico leão dourado, Preguiça de coleira, Surucucu Pico de Jaca, dentre outras.

Objetivos
Assegurar a proteção e recuperação de remanescentes da Floresta Atlântica e formações associadas, e da fauna típica, que delas depende, em especial o mico-leão-dourado (Leonthopitecus rosalia).

Mico-leão-dourado

Fonte
: Ibama